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História A fúria do testamento - Capítulo 5


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Notas do Autor


Uma luz no fim do túnel é sempre uma coisa boa?

Capítulo 5 - O pacto


Fanfic / Fanfiction A fúria do testamento - Capítulo 5 - O pacto

Me sento aqui nessa mesa, após pegar minha refeição. Eles devem ter muito alimento no estoque. Não sei, e está bom. Estou aqui, pôs é distante de todos, não gosto de aglomerações, vejo que esse lugar é bem detalhado, com estatuas de antigos padres e antigas madres e de anjos.

A Lili está a 5 mesas da minha. Ela nem prova da comida, ela precisa se alimentar.. ah.. O Thomas aparece primeiro.. Como sempre. Me levanto e vou em direção.

Thomas - não vai comer? Achava que pessoas assim eram famintas.

Lili - leva meu prato se está morrendo de fome..

Thomas - garota.. 

- deixa ela em paz,  e olho para a Lili perguntando se está tudo bem.. Thomas toca em meu ombro..

Thomas - agora vc quer bancar o bondoso? 

O stevan chega a tempo tocando em nossos braços..

Samantha vem soltando seus cabelos longos e com uma cara fechada para nós todos e chama a Lili, que vai com ela.. A Samantha deve entender como lhe dar com isso, já que é mulher.. penso eu.

Stevan -  já se esqueceram que local é esse? E quem vocês são?!  Vamos terminem e vão para os seus quartos. E você Thomas, se eu ver algo assim novamente o padre Olavo ficará sabendo.

Thomas - ah.. tudo bem, desculpa 

Indo em direção ao quarto.. tudo escuro com brilho das velas nas paredes.. O som dos nossos caminhados fazem eco aqui, mas que lugar gigante.. 

Thomas - vocês viram? Mas que cara estranho aquele Stevan, ele fala como se aqui fosse sempre algo pior para a gente. 

A Samantha olha para trás com uma expressão de raiva..

Samantha- mas estranho  que você? Não acho. 

Há algumas horas.. Estou deitado em minha cama.. olhando para a brecha da porta está um pouco iluminada. Tudo aqui é escuro.. depois que tudo aconteceu nada mais tem energia, não sei como.. tudo pode acontecer, não consigo confiar em nada mais.. subo meu lençol, meus pés estão frios.. esse lugar esfriou agora a noite. 

Samantha - pessoal, vocês vão rezar junto? Ou deixar eu sozinha? 

Estamos rezando baixinho..  A Lili desce sua mão direita perto do meu rosto

Lili - pode segurar? Só enquanto eu durmo? Tento dormir, na verdade.

- ah, ok tudo bem..  

Falo com vergonha e ao mesmo tempo com um certo nervoso, suas mãos sempre frias.. Ela aperta minha mão, ela deve estar continuando sua oração em sua mente. Com minha mão esquerda eu tiro meu relógio do bolso, está marcando 10:30. Que seria da noite, se tudo estivesse normal..  horinhas dps..

_ apago completamente _

Vozes em meu ouvido, estão falando em outra língua..  não consigo entender.. está ecoando.. não consigo abrir meus olhos..  Estou sentindo dificuldades de respirar.. balanço mimha cabeça para os lados, estou começando ter agonia..  " tracks" duas mãos seguram meus pés forçando contra a cama..  que angustia.. não consigo falar.. tento chamar por socorro.. 

......

Thomas - James? Acorda.. James? 

Com um susto abro os olhos.. respirando fundo, o James olhando em meu rosto com um olhar de medo. Ele está soando na testa, seus cabelos da testa estão colando.. de tanto suor.. 

- o que foi? Algo aconteceu?

Thomas - eu tive que ir ao banheiro agora a pouco, mas eu tenho certeza que escutei algo estranho vindo de um portão que estava encostado.. isso foi muito aterrorizante.. Eles falavam em outra língua..  não sei explicar.. 

- calma, pode ter sido um sonho seu, eu tive um, teve algo semelhante.

Thomas - não cara, eu juro. Você precisa ver com seus próprios olhos..

Me sento, calço minhas sandálias e vejo que as meninas estão dormindo, finalmente vejo a Lili descansar.. O Thomas  não  para de passar a mão sobre a sua cabeça, parece não acreditar em tudo oq ouviu ou viu..

- Tudo bem, vamos.. mas temos que ser rápidos e cautelosos os padres vigilantes devem passar a qualquer momento. 

Eu abro a porta lentamente.. fazendo um mínimo barulho, sendo uma porta de ferro um pouco enferrujada nas laterais.. huuur mas que frieza aqui nesse corredor, Eu falo pondo a cabeça olhando para os dois lados. 

- tenta andar nas pontas dos pés, vamos tentar fazer o menor barulho possível..  nem consigo imaginar algum deles pegando a gente em flagrante.. 

Thomas - eu sei cara, esse lugar aqui não é normal..

Eu saio na frente.. pego a vela que estávamos com ela e acendo com a primeira vela ascesa na parede.  A distância de uma vela para outra é grande, não dá pra iluminar tudo..  esse corredor é muito sinistro..  na parede olhando de perto consigo ver alguns detalhes de desenhos do tipo egípcios ou gregos.. 

Consigo ver mais a frente uma luz de uma brecha de alguma porta.

Thomas - ali James, foi lá mesmo.. cuidado cara.. 

Me encosto na parede e começo a andar de vagar.. fazendo o máximo de esforço para n deixar que escutem algum barulho.. começo a ouvir uma voz com outra língua..  que me lembra muito aquele meu sonho que tive agora a pouco.. meus pelos do braço se arrepiam..  A voz dele é como se tivesse cantando em ópera, mas de uma forma muito estranha.. 

Thomas fala baixinho perto de mim..

Thomas - acho melhor a gente voltar.. 

- já estamos aqui, preciso ver isso.. 

Chego pertinho, tem duas estátuas de anjos uma de um lado e outra de outro.. uma está de frente a outra, mas ao meio é o portão que vem essa voz estranha.. Eu me aproximo.. mais e mais..  olho pela brecha, com minhas mãos frias de medo de a qualquer momento alguém nos notar e de tanto frio que aqui está fazendo.. 

Céus... eu vejo um padre de preto de costas, está com uma aluna vestida somente com suas roupas íntimas. Não  consigo entender o que ele está falando, mas ela está obedecendo ele, ela tira a parte de cima.. O rosto dela está para baixo, parece fora de sí.. eu não acredito em que vejo.. não consigo nem piscar os olhos. Ela desce sua última peça de roupa..  Ela está meio que desligada um pouco curvada para frente mas obedece ele.. 

Thomas - mas que karalho está acontecendo? V-vamos s-sair daqui agora, vamos James.. 

O padre está pegando um pincel e passando em uma tinta preta que está em uma madeira ao seu lado esquerdo. Ele está fazendo uma cruz invertida na testa dela...  está descendo no pescoço dela.. e ele não para de fazer algum tipo de oração, parece cada vez mais alto.. 

Thomas - karalho James, olha no fundo do corredor..  está vindo uma luz.. 

Eu olho rápidamente, sinto de uma forma tão forte o meu coração pulsar mais rápido, sinto que está quase saindo pela boca!  São os padres vigilantes, me deu um branco nesse momento..  minhas mãos estão tremendo, meu corpo está tremendo.. 







Notas Finais


Espero mesmo que estejam gostando. O capítulo de continuidade logo verás


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