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História A Galáxia de quem Ama: Vórtice Retrógrado - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Olá galeraaa!
Foi mal a demora, os demônios andam me perseguindo ultimamente kkkk

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 2 - Estrelas Distintas


A Galáxia de quem Ama

Vórtice Retrógrado

Capítulo II – Estrelas Distintas




As pálpebras de Izuku se abriram devagar, ainda com a imagem escurecida e com o sono eminente. Moveu-se para abraçar o travesseiro afofado e macio, sentindo braços alheios o apertar, o toque morno sendo bem favorável a sua preguiça.

— Hmm… Seu cheiro é tão gostoso… — Shouto resmungou enquanto esfregava o nariz na nuca do ômega, absorvendo a essência suave de canela. — Dá vontade de comer… — mordiscou a pele, o menor lidando com arrepios que eriçavam os pelinhos por seu corpo.

O encaracolado riu baixinho e empurrou-se contra o alfa, Shouto o acolhendo e enroscando suas pernas.

— Bom dia, cherry. — disse dorminhoco.

— Bom dia, baby. — mais uma mordidinha. — Como foi sua noite?

— Melhor impossível. — virou o rosto para ver o outro. — Domei um alfa maravilhoso. — sorriu de canto, as esmeraldas brilhando quando o bicolor arregalou minimamente seus orbes de duas cores.

Sorrindo, o mais alto se escorou em uma dos braços, a outra mão acariciava as pintinhas das costas macias do ômega, a pele parecia um deserto de seda.

— Ainda não acredito que você teve coragem de ser o ativo. — ditou enquanto traçava um círculo na tez corada.

— E por que não teria? — o sorriso ladino ainda continuava no rosto do sardento.

Izuku analisava o alfa sem pressa, guardando na memória o quanto o outro era bonito. Os fios bagunçados deixavam um ar despojado no jovem, combinava com os brinquinhos de pedrinha azul mar em ambas as orelhas. As bolsinhas inchadas de sono abaixo dos olhos também eram fofinhas e faziam contraste com os lábios delineados nem muito finos e nem muito grossos, perfeitos para se beijar até cansar.

— Muitos costumam recusar, alguns até julgam. — Shouto abaixa o olhar para seus dedos que ainda rabiscavam traços abstratos no ombro do ômega.

— Entendo. — o menor diz e também se escora em um de seus cotovelos, ficando apenas a alguns centímetros do rosto do alfa. — Mas nunca negaria dormir com alguém tão atraente e disposto como você. — inclinou-se e roçou seus lábios entreabertos na boca alheia.

— Me flertando na cara assim? — perguntou o meio-ruivo vidrado na boca carnudinha.

— Claro, bobo seria eu se não flertasse. 

Após dizer, Midoriya beijou-o e levou sua destra a cintura nua, apertando a carne enquanto a trazia para se colar a si. A boca do alfa ainda continha o fino amargor do sono, mas não mentiria em dizer que aquilo era deveras excitante.

— Ngh… — Shouto gemeu quando teve seu lábio inferior mordido.

Izuku sorriu e adentrou sua língua cavidade adentro, não demorando a sentir suas costas voltarem ao colchão e o corpo maior que o seu deitar por cima do seu. O bicolor se encaixou em seu quadril enquanto se apoiava com os braços de cada lado de sua cabeça, os polegares acariciando as madeixas verdes bagunçadas.

— Hm… — o encaracolado soltou-se do beijo. — Preciso ir.

— Não vai... — pediu o outro voltando a beijar seus lábios já vermelhos.

O ômega até insistiria se não tivesse ficado duro com a voz manhosa do outro pseudo-lobo lhe pedindo para ficar, que por falar em lobo, seu estômago se contraiu ao perceber que o alfa também estava se encontrava excitado.

— Me preenche, cherry~

Todoroki quase rosnou ao ouvir algo tão obsceno e erótico sair da boca daquele belo jovem, o mesmo estando todo entregue abaixo de si também não ajudava a agir com um humano comum.

— Você quer a minha porra, baby? — ergueu a perna destra do menor e a depositou em seu ombro, os membros se esfregando sem vergonha alguma.

— Sim~

Manha e tesão, era assim que Midoriya se encontrava. Mesmo que estivesse totalmente sóbrio agora, ele era louco o bastante para dizer que amava sexo com palavras sujas e sem pudor, ainda mais com alfas tão sexys como Shouto, que ainda pediam para ser fodido por ele.

— Quero sentir o seu bem fundo, alfa bonitão. — sorriu enquanto massageava a bunda do bicolor.

— Seu devasso. — o outro disse também sorrindo e o beijou veloz, logo introduzindo seu pênis no buraquinho piscante de Izuku.

— Awnn… — foi impossível, novamente, não revirar os olhos e gemer ao sentir o falo do outro jovem atingir sua parede interna.

Shouto era grande.

E se movia da forma mais provocante o possível.

Aquilo era demasiado bom, o ômega teria que anotar em algum lugar do seu cérebro que sexo matinal era uma das melhores coisas que já havia experimentado na vida.


◍~🌌~◍


— Você tem uma bunda muito bonita, Izuku. — Todoroki disse enquanto secava o interior de suas coxas com a toalha, o ômega havia gozado deleitosamente dentro de si na banheira.

— Percebeu isso só agora? — o outro olhou-o pelo ombro enquanto enxugava seu cabelo, também tinha que incluir naquela lista de "melhores coisas na vida" o sexo no banheiro de um motel, a banheira era enorme e os barulhinhos que água fazia lhe davam a sensação de ser um daddy.

— Não. Eu percebi isso quando dançamos na boate. Até achei que fosse só um beta bem dotado. — estendeu a toalha no encosto de uma poltrona e foi até a sua calça que estava jogada no chão. — Você viu minha cueca?

— Hm… Acho que está na cama, perto da minha. — Izuku também deixou a toalha que usava na outra poltrona e foi se vestir, pegando as roupas de ambos que se encontravam pelo caminho. — Você pensou que eu fosse um beta? — perguntou curioso.

— Sim. Apenas desconfiei, percebi que realmente era um ômega quando senti sua lubrificação. — disse vestindo as peças inferiores.

— Entendo. É que sou um ômega recessivo. — também colocou suas roupas e franziu as sobrancelhas. — Mas pensei que estivesse soltando meu cheiro ontem, já que tinha bebido um pouco.

— Talvez estivesse, eu não prestei atenção porque também bebi. — riu enquanto já abotoava os botões da camisa.

— Entendo. Eu... gostei do seu cheiro. — Midoriya sorriu com as bochechas rosadas e se dirigiu a um espelho que era anexado à parede do quarto, arrumando melhor a roupa e alguns fios que eram mais rebeldes do que o resto de seu cabelo. — Lavanda é... gostoso.

— Canela também é. — Shouto caminhou até o menor e o pegou em sua cintura, encarando seus olhos cintilantes no espelho. — Vamos? — disse colado à orelha, aproveitando para dar uma última chupadinha no lóbulo do esverdeado.

Midoriya cerrou as pálpebras e mordeu seu lábio, sentindo mais uma sucção, dessa vez em seu pescoço.

— Desse jeito eu não quero ir.

Todoroki riu.

— Mas já é dez horas da manhã. Precisamos ir. — afastou-se e caminhou até a porta.

— Malvado. — o ômega fez um biquinho e o acompanhou, o alfa rindo lisonjeiro de sua atitude.

Fora do motel, Izuku já se preparava para se despedir do bicolor quando o mesmo pegou em sua mão e o puxou pela calçada.

— Ei! Aonde está me levando?

— Para a farmácia. — respondeu sorrindo.

O encaracolado não compreendeu.

— 'Pra?

— Comprar um remédio 'pra você, não quero ser papai cedo, baby. — deu-lhe uma piscadela, logo atravessando a rua e se deparando com o estabelecimento.

Modoriya estava surpreso, ele nem havia pensado nisso. Realmente tinha deixado Shouto gozar dentro, mas não é como se fosse necessário se preocupar com essa questão, ele era um ômega recessivo e...

— Mas eu uso DIU. — falou baixo.

— Hm? DIU? — o alfa parou e o encarou. — O que é isso?

— É um dispositivo que ômegas podem colocar dentro de si para atuar como um contraceptivo. — o bicolor parecia confuso com a informação. — Não é muito usado porque é um pouco caro, mas vale a pena para quem é... esquecido. — riu nervoso sentindo suas bochechas elevarem a temperatura.

Anos atrás, quando a sua mãe quase o obrigou a usar o objeto ele pensava que aquilo era uma besteira, mas ao passar das noites, quando saía com os amigos e sempre acabava dormindo com alguém sem usar preservativos e no outro dia vivia aquele desespero para comprar uma pílula para tomar em menos de duas horas antes de atingir o prazo de dois dias, passou a dar mais razões a sua progenitora e o colocou. Se não fosse isso, ele provavelmente já estaria com uma criança no colo em seus plenos vinte e um aninhos de idade.

— Não sei se isso é confiável, vou comprar o remédio do mesmo jeito e você vai tomar. — Todoroki disse e foi até o balconista, conversando com ele e logo recebendo uma caixinha branca.

"Mas que alfa teimoso!"

A consciência de Izuku gritou, mas seu lobo faltou rolar pela atenção que estava recebendo, nenhum alfa otário teria as mesmas ações do bicolor.

"Ah, foda-se! Até eu, às vezes, acho que esse negócio pode falhar..."

Dirigiu-se a si mesmo e esperou pacientemente o meio-ruivo passar o cartão de crédito e voltar com o medicamento e um copinho descartável com água.

— Aqui.

Izuku bebeu a pílula ali mesmo e jogou o copo em um lixeiro.

— Satisfeito?

Shouto sorriu e caminhou para fora da farmácia, o menor o acompanhando. Quando já estavam na calçada, ele puxou o ômega para um beijo nada calmo. Os lábios se friccionaram em uma intensidade veloz e gostosa.

— Ficaria satisfeito se me passasse seu número. — o esverdeado estava atordoado, ainda sentindo a umidade em sua boca, e foi assim que o segurou pelo colarinho e o trouxe para si, o beijando com direito as línguas sedentas agora. — Hm… — seu corpo se atraía ao do maior, como se estivesse sendo sugado por um imã.

Izuku beijou até seu pulmão clamar por ar.

— Eu não durmo mais de uma vez com a mesma pessoa, cherry. — o ômega disse sorrindo e deixando um selinho na boca alheia. — Mas quem sabe se o destino nos fazer se encontrar novamente eu não te dê uma chance.

E com aquela afirmação, Shouto soube de duas coisas; aquele ômega era perfeito e seu lobo nunca se sentiu tão humilhado como agora.

Izuku não era bobo, relacionamentos não combinavam com ele, não agora. Ainda tinha muita coisa para se viver, e por mais que Shouto não parecesse do tipo egoísta, dominante e alfa canalha, não queria se apegar a alguém tão carente, ao menos era assim a impressão que teve do jovem meio-ruivo. Mas foi inevitável não se arrepender um pouco quando viu o rostinho bonito decepcionado.

— Tudo bem, acho que te entendo. — o bicolor abaixou o rosto brevemente e logo deixou um beijinho na bochecha cheia de sardinhas.

— Não leve para o lado ruim, por favor.

— Não levei. — sorriu mínimo e se soltou do outro. — Até, baby.

— Até, cherry. — também sorriu e se virou com o coração, estranhamente apertado.

"Despedidas são estranhas."

"Acho que eu não deveria parecer tão chiclete para as pessoas."

Pensamentos diferentes presenciavam a mente dos dois jovens enquanto seguiam seu próprio rumo, mas os suspiros, por alguns pauzinhos mexidos pelo universo, saíram no mesmo segundo.


◍~🌌~◍


— Dez minutos atrasados, Midoriya. — olhos ametistas reviraram ao perceber o jovem entrar em sua sala e se jogar no sofá.

— Já disse para me chamar de Izuku, Hitoshi. Não é como se não nos conhecêssemos. — disse enquanto abraçava uma almofada peludinha.

— Tanto faz. Por que está se ajeitando para dormir no meu sofá?

— Por que hoje é segunda-feira e eu dormiria em casa se não tivesse uma consulta marcada com você. — fechou os olhos ignorando totalmente a presença do ômega de cabelos roxos.

— Então você torra o dinheiro da sua mãe nas sessões para dormir? — o maior franziu as sobrancelhas enquanto observava a figura deitada de bruços a uns cinco metros de distância de si.

— Eu não uso o dinheiro da minha mãe. — o outro fechou a cara e a virou para a parede.

Izuku não gostava quando as pessoas o insinuavam como um jovem riquinho que esbanjava as fortunas da mãe como bem quisesse, porque não era assim. Sua mãe era esteticista, doutora formada na área da beleza corporal, e tinha seu próprio consultório. Não negava que ela ganhava bem nos procedimentos, mas ele também trabalhava.

Ao menos começaria a trabalhar.

— Eu não tenho nada a ver com o que você faz ou deixa de fazer da sua vida, mas não precisa mentir para mim. — ditou o médico, uma expressão cansada. — Estará mentindo para si mesmo.

Um biquinho se formou nos lábios do esverdeado e não conseguiu mais manter seus olhos fechados.

— Mas que porra de psicólogo é você? — perguntou se sentando no sofá, ainda abraçado a almofada.

— A porra do psicólogo que está te ajudando a mais de seis meses.

O ômega bufou e desviou o olhar para o chão.

— Desculpa… Não tive uma noite muito boa. — confessou baixo.

— Pensei que tivesse sido o contrário. — Shinsou provocou-o com um sorriso sacana.

— Hm?

Indicou com um dos dedos no próprio pescoço e as bochechas de Izuku se ruborizaram.

— Ah… Isso foi há dois dias. — o menor levou a mão onde uma marquinha de chupão estava perfeita e esplendorosa em seu pescoço. Shouto quem havia a deixado ali, bem acima de sua coleira.

— Entendo. — o outro ômega cruzou as mãos em seu colo. — Quer me contar o que aconteceu com seu sono?

— Eu… tive aquele mesmo sonho de novo.

— Do quarto escuro?

— Sim… — voltou a apertar a almofada. — Só que… dessa vez eu consegui escutar o que a pessoa disse… Na verdade, uma palavra só.

— Que palavra?

"Meu".

Midoriya sentiu um calafrio percorrer-lhe a espinha quando se lembrou do sonho — que estava mais para pesadelo.

Havia um sonho que o perturbava, quando era criança sua mãe sempre o deixava dormir com ela e as coisas ficavam bem, mas quando se tornou adolescente, o sonho ainda persistiu, e persiste até os dias de hoje.

Todavia, nos últimos anos ficaram piores, era raro passar uma semana em paz sem que o sonho aparecesse de novo e desestabilizasse suas emoções.

O sonho era em um quarto negro com apenas uma fonte de luz que parecia vir de alguma fresta, ele estava dentro do quarto e via alguém entrar e fechar uma porta. Ficava totalmente escuro e suas pernas eram abertas, depois sua respiração sumia, como se estivesse sendo sufocado por aquela pessoa. Não ouvia nada, apenas seu coração disparado e sua consciência pedindo por socorro.

— E aquela sensação?

— Ainda continua, hoje mesmo, parece mais pior que o de costume.

E sem contar na maldita sensação, o vazio.

Sentia um grande vazio dentro de si e nem sabia como descrevê-lo direito, só sabia que era angustiante.

E toda vez que sonhava, aquilo parecia aumentar.

— Já tentou conversar com sua mãe sobre isso?

— Sim. Ela disse que é o meu lobo querendo um par. — riu sarcástico, sua mãe só podia estar louca, ele não precisava de alguém para satisfazer aquele desejo ridículo de se depender.

— E se ela estiver certa?

— Rá! Mas nem a pau! Eu não preciso disso, Hitoshi, sou um jovem independente a procura de provar sabores e amores pelo mundo!

Aí estava, a personalidade mais maluca que o psicólogo já havia conhecido.

— Estou vendo que continua desbravando bem. — o maior sorriu, não aguentava não provocá-lo, mesmo que Midoriya tivesse sérios problemas e talvez até distúrbios em seu psicológico, o outro ômega não conseguia o tratar como um paciente normal. Talvez porque Izuku fosse seu primo.

— É sério! — Midoriya se levantou do sofá. — Eu até consegui uma vaga no casting*! Vou ser um modelo oficial agora!

— Ah, é? — Hitoshi levou uma das mãos a boca para abafar o riso que surgiu, o encaracolado era uma peça.

— Por que você está rindo? — aproximou-se alguns passos de onde o outro estava. — O primeiro desfile vai ser com as roupas da Body Fashion, ainda!

— E vai fazer o que depois do desfile? — zombou o arroxeado entre gargalhadas. — Vai pegar o dono da Body Fashion?

Midoriya também começou a rir e jogou a almofada no arroxeado.

— Babaca. Vou contar para o tio Mic que você fica rindo de mim.

Os dois eram idiotas de nascença, não precisava de um motivo exato para agirem como um.

— E eu, para tia Inko que você anda dormindo nas consultas.

— Seu viado não assumido!

— Seu galinha de plantão!


◍~🌌~◍


— Que cara é essa, Shouto? — Eijirou perguntou quando o amigo se sentou na poltrona ao seu lado.

— Fui rejeitado, Eiji. Acredita? — o meio-ruivo escorou o rosto entre as mãos na mesa com um biquinho.

— Como assim rejeitado? — foi a vez de Mina perguntar.

— Eu pedi o número do Izuku e ele disse que não dormia com a mesma pessoa mais de uma vez.

A rosada e o ruivo estavam boquiabertos, Shouto havia sido realmente rejeitado.

O grande alfa, deus da beleza e da sensualidade, havia sido rejeitado.

— Quem é-

— Meus caros servos! — antes que Eijirou completasse sua pergunta, Enji Todoroki, pai de seu amigo e dono da empresa em que trabalhava, entrou com maestria na sala de reuniões, com direito a escancarar a porta e a um sorriso presunçoso no rosto. — A Body Fashion vai estrear seus mais novos lançamentos no grande evento do ano, com direito aos mais belos modelos do Japão, no Girl Power!

— Ah… — Shouto suspirou fechando os olhos. — Por que eu sou filho dele mesmo?








— Shouto, sei que foi dispensado, mas você precisa assumir essa empresa o mais rápido possível e mandar seu pai para um asilo. — a alfa de olhos dourados disse com uma expressão determinada.

Todoroki apenas sorriu, as pessoas daquele lugar acreditavam muito em si. Não julgava, seu pai enlouquecia tudo ao seu redor, era normal depositar esperanças no filho mais gentil.


Notas Finais


Gente, a fic é totalmente contra estereótipos, então se acostumem ^^

Não darei spoilers, mas as coisas irão ficar interessantes, eu acho jajajaja

Espero que tenha gostado S2
By, bjos da Miku-chan~

Termo com asterisco:
◍ Casting: seleção de profissionais para atuar em um evento, um teste semelhante a uma entrevista de emprego, porém mais elaborado (para contratação de modelos, os candidatos desfilam e empregador avalia se estão aptos a irem para a passarela).


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