História A Gangue de Seul - Taekook - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1


–Acelera essa merda logo Yoongi– Grito com o mesmo, que andava feito uma lesma, mesmo tendo vários carros polícias nos perseguindo neste exato momento.
“ Cala a boca Kim. Meu Deus, está com medo?”– O único que poderia falar comigo desse jeito, sem ter uma bala enfiado em sua cabeça, se chamava Min Yoongi, aclamado, meu braço direito, a.k.a, Melhor amigo.

– Olha como fala comigo, porra. Se você não quiser ser preso hoje, e passar sua linda e maravilhosa noite em uma cela cheia de caras fedorentos, e bêbados, aconselho, que acelere. – Digo debochado, revirando os olhos em seguida. Quando Min Yoongi, queria me tirar do sério. Ele verdadeiramente conseguia.

O mesmo acelera, cantando pneu, deixando os policiais um pouco para trás. Nosso carro, uma Range Rover, que eu me apaixonei desde da primeira vez que vi, era tão bom quanto o nome.

Fugiamos da polícia, simples, matamos várias pessoas, mas elas não era inocentes, era uns homens bem barra pesada. Que tiveram a coragem, de querer roubar minha cidade, eu sou dono da gangue de Seul, que comanda toda ela, e mais um pouco. Nas outras cidades, tinham parceiros meus, que cuidava por mim. Meu nome é Kim Taehyung, tenho meus 22 anos, e sou líder de uma gangue. Irônico, não exatamente, não era minha primeira opção de quando eu crescesse. Mas como a vida, não é tão boa assim, ainda mais alguém que é pobre. Como eu era, minha mãe eu a perdi quando tinha 5 anos de idade, ela foi morta assassinada. Meu pai um bêbado, foi o culpado por isso– Não ele não a matou. Mas fez com que acontecesse a tragédia, devendo para gângsters, bom ele não pagou e fez com que minha mãe pagasse com sua vida. Fui crescendo com ele, chegando em casa bêbado. E violento. Mas nunca me batia. Ele vinha com seus “amigos”, bêbados também. Eles eram homens altos, cheio de tatuagens, piercings pelo corpo, um rosto assustador. Percebi que eram homens de gangue. Foi nessa mesma gangue que entrei quando tinha 15 anos. E agora comando. Eu não matei ninguém para estar nessa posição. O pai de Min Yoongi, Min Joon, era uns dos “amigos” de meu pai. Ele primeiramente comandava a gangue, junto de um homem que nem sei o nome até hoje, por ser de tamanho segredo. Quando o mesmo morreu, passou o cargo para mim, que ele considerava como seu segundo filho, palavras dele não minhas. E Min Yoongi, nessa história? Bom, eu o conheci quando pisei pela primeira vez na gangue de seu pai, que ficava em um lugar totalmente escondido. O seu pai nos apresentou, no começo Min Yoongi, nem olhava na minha cara, só ficava deitado em um sofá velho que tinha na sala de seu pai, pensando na morte da bezerra. Depois de uns dias, comecei uma conversa casual, que gerou um interesse por parte dele, em ouvir sobre assuntos, variados. Mas que parecia ser deverás interessante, para que chamasse a atenção do mesmo. Ele era frio às vezes, com várias pessoas, rude e grosseiro, mas comigo, virava um doce de pessoa, sente a ironia da palavra. Ele era menos comigo, pelo menos.  Ao que tudo indicava, ele era gay. Mas o mesmo, não admite. Eu sou gay, e já falei para ele. Que apenas deu de ombros. Estou divagando demais, voltando. Seu pai morreu, por um líder de uma gangue rival, a de Busan. Um tal de Park, alguma coisa. Não me recordo de seu nome completo. Meu pai morreu logo depois, mas não foi assassinato, e sim câncer. Ao qual fui descobrir, depois de sua morte. Ele não teve a decência, de me contar algo assim. Tinha mágoa, mas ele era meu pai, eu o amava, apesar de tudo. Depois de suas mortes, virei o líder. E com o tempo, criei fama, entre todas as gangues, de ser calculista, e frio. Um assassino, que todos deveriam ficam longe. Ao qual achei um exagero da parte deles. – Mas não foi o que Min Yoongi me disse.

“ É claro que é verdade. Invés de ter um coração você deve ter um gelo, no lugar.”– Palavras dele, não minhas. Essa fama iria me ajudar a deixar os inimigos longe.

Saio dos meus desvaneios, com uma freiada que quase me fez voar para fora do carro.

– Porra Yoon, quer me matar? Vê, se freia direito.– Olho para trás, e só agora que percebi que despistamos, os policiais. Min Yoongi, é um excelente motorista, mas isso é algo que deixo guardado em meus pensamentos. Ele não precisa saber desse pequenino detalhe.

“ Cala a boca, Kim. Meu Deus, eu despistei, centenas de viaturas de polícia, e você reclama de uma freiada mal dada.”– Joga as palavras, com raiva em seu tom de voz.

– Tudo bem. Agora vamos. Preciso ir dormir.– Reviro os olhos, o vendo me olhar com tamanha raiva, mas deixo-o de lado. E volto a deitar no banco, encostando minha cabeça no estofado, macio, e caro, pois esse carro, custa muito dinheiro.

Ele dá meia-volta, e continua dirigindo, a nosso esconderijo, em uma boate com muito sucesso, vai vários riquinhos, e pessoas importantes lá. Abri a boate, em uma intenção de passar despercebido, e como um disfarce, assim poderia realizar todos os meus trabalhos, como tráfico. E várias outras coisas.

Sinto o carro parar, olho para o lado e vejo a boate badalada. Muitas pessoas na fila, esperando para entrar naquele lugar. Tiro meu cinto, saindo do carro em seguida. Usava minha típica roupa para ir a boate, calças jeans, apertadas, ficando a mostra, minhas coxas e bunda fartas. Uma camisa branca, e uma jaqueta de couro por cima da mesma. Usava um sapato social preto. O meu colar, que uso desde de criança, minha mãe que me presenteou, antes de dar seu último suspiro no hospital. Eu segurava sua mão, até o seu último minuto.

Entro na boate, recebendo vários olhares, e uns sorrisos cheio de malícias, tanto de garotas como de garotos. Mas deixo minha expressão fechada, não correspondendo. Andava como o dono daquilo, não sendo uma mentira. Até eu esbarrar em um garoto, não tão alto como eu, mas nem tão baixo, olhos escuros, cabelos pretos e longos, usava uma calça preta colada, dando para ver suas coxas fartas, uma camiseta preta, junto de um casaco também preto. Ele era simplesmente lindo e sexy ao mesmo tempo. Um sorriso sai de seus lábios, quando ele vê que estou olhando, suas coxas. Descaradamente. Não era minha intenção ficar tanto tempo olhando para aquele garoto, que tinha uma aparência jovial. E com aquelas orbes cativantes, que me tirava do mundo, me levando as nuvens. Meu coração acelerou constantemente. Não sabia descrever o que aquele menino com um olhar de inocência, porém tinha um olhar de malícia, olhando diretamente em meus olhos, sem desviar o contato. Me deixando enebriado com seu cheiro, de morangos, um cheiro suave, vindo de sua pela branquinha. Tudo nele era lindo. Ele parecia um pouco bêbado, só de perceber o jeito que ele não conseguia parar em pé, se desequilibrando, um pouco, me fazendo o segurar na sua cintura para que o mesmo não caísse. Ele dá uma risadinha, antes de me beijar com tamanha lentidão e malícia. Que logo esquenta, e quando vejo estou correspondendo, sem nem pestanejar contra. Seus lábios são viciantes, e me deixa enebriado e com toda certeza nas nuvens. Quem ele era? E o que ele fez, para que eu não conseguisse, largar ele..... Ele iria me deixar louco. Isso com certeza.










Notas Finais


Deixa nos favoritos e comentem muito. Espero que tenha gostado, bjs até o próximo capítulo.


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