História A Gangue de Seul - Taekook - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction A Gangue de Seul - Taekook - Capítulo 2 - Capítulo 2



Para ser sincero, não quero assumir o cargo de CEO na empresa de meu pai. Primeiro, não gosto dessas coisas- De ficar enfiado em um escritório, tentando não se estressar com o bando de competentes que existe na empresa. Não vou radicalizar, mas ao meu ver, nem todos são competentes. Meu nome, Jeon Jungkook, famoso, por ser filho de Jeon Joon. Um dos homens mais ricos de todo o mundo. A Jeon's Corporation- ao qual seria minha, no futuro próximo, criava tecnologia. Como por exemplo, celulares, computadores, mas tudo de última geração. Tinha vários setores naquela empresa, em uma delas, tinha a dos modelos. Sim- Meu pai, é tão respeitado nessa indústria, por revelar vários modelos, lindos, que ao final, foi um sucesso no mundo todo. - Meu pai tinha a mão, para escolher pessoas certas. Tudo parecia ser inacreditável, porém, não gostava desses tipos de coisas. Queria ser, algo que eu quisesse, que não fosse imposto, em mim. Tudo bem, que nem eu mesmo, sabia o que eu queria realmente fazer, minha vocação, hoje em dia, era sair com meu melhor amigo, Park Jimin, ele tinha a minha idade 19 anos. Era alguém realmente amável, porém, tinha seu lado bem safado por assim dizer. O mesmo era apaixonado, por um tal de Min Yoongi, ao qual não me dei ao trabalho de saber mais a fundo do mesmo. Ele sempre se apaixona, pela primeira pessoa, que passa na sua frente. Esse era o Jimin. O qual me aguenta, desde de crianças, se conhecemos, porque, primeiro, o seu pai, que já faleceu, - que é até hoje um mistério. Ele veio falar com meu pai, parecia aflito, e fugido, não seria o primeiro, que aparecia na frente da casa de meu pai, pedindo algum tipo de ajuda. E a ajuda desta vez, era para ficar com seu filho, que não saia, de trás do mesmo, ele era tão pequeno na época, não que eu era grande, também era pequeno até porque tinha meus 5 anos, mas lembro de tudo detalhadamente. Lembro meu pai concordar, o que me choca hoje em dia, por ele ser um poço de arrogância, e desdenha para com os outros, até seu próprio filho, ou seja eu. Menos com o Jimin, ele é uma pessoa digamos, que amável, para com ele. Nem com seu próprio filho, ele demostra qualquer tipo de afeto, imagina, para as outras pessoas. O privelégiado, é o Jimin. Por ter tudo que o mesmo peça, ou queira. Até abraço, ele consegue.- Não estou dizendo que quero um abraço todo dia, mas um abraço no dia do seu aniversário - ou seja- hoje. Eu fui capaz de ganhar.


Deixando essa melosidade, para trás, lembro de minha mãe, Park Shin-Hee. Lembro de seus olhos pretos, cabelos pretos, e olhos redondos, sua pinta, debaixo de sua boca, o seu cheiro que só de sentir perto de mim, quando ia dormir, me acalmava, e me sentia protegido. Lembro de seus carinhos, em meus cabelos, antes de cair no sono, suas histórias na juventude, que ela insistiu em me contar várias e várias, quando saímos, para ir ao parque, ou até mesmo quando eu ia dormir. Seu sorriso, igual ao meu. Mas a perdi, quando tinha 15 anos, a mesma, morreu, de câncer, pelo que meu pai me contou. Ela tinha ido embora por uns anos, para o tratamento, e nunca mais voltou. Lembro de suas palavras antes de partir.....


" Guk, eu te amo. Vou ter que viajar por um tempo, eu prometo voltar".....


Uma promessa, que a mesma quebrou- e nem foi por sua completa vontade. Foi algo que acontece eventualmente, pessoas nascem, vivem suas vidas até chegar o dia, que o universo, diga que chegou o seu fim nesta terra. Ela beijou a minha bochecha e me abraçou apertado naquele dia, como se fosse uma real despedida. Talvez, ela sentia que não ia voltar, para contar uma das suas fascinantes histórias, de quando ela fugiu de casa, só para encontrar o seu namoradinho secreto. Ou quando, bebeu tanto um vez em um festa qualquer com suas amigas, que não sabia voltar para casa. E teve que chamar seu pai, o que a repreendeu, e deixou de castigo para o resto de sua vida.


Hoje seria meu aniversário, de 19 anos. Park Jimin, me encheu tanto o mês inteiro até chegar no dia do meu real aniversário- que seria hoje. Para me levar a uma boate, que ele conheceu, a umas semanas atrás, e que foi lá que viu Min Yoongi, que o mesmo está apaixonado, caidinho pelo mesmo.
E quando Park Jimin, quer algo, ele consegue.


" Vamos Jeon, está pronto né?"- O mesmo adentra ao meu quarto, que nem a decência, de bater e pedir licença, ele não tinha.


- Claro, você pode entrar.- Reviro os olhos, e falo com sarcasmo.


"Não seja ranzinza, Jeon. Vamos logo, antes que se atrasemos, às 20:00 que Min Yoongi,vulgo amor da minha vida, chega na boate."- Ele realmente é bem trouxa por esse Yoongi.


Termino de me vestir, e passo um perfume. Usava uma calça preta colada, deixando minhas coxas fartas amostra, uma camiseta preta e por cima uma jaqueta de couro também preta. Eu me sentia sexy, e pronto para pegar alguém hoje. E seria o primeiro que eu visse pela frente. Eu era um garoto abusado, e agora que estou completando 19 anos, me sinto no direito de aproveitar.


- Vamos. Terminei. - Digo, saindo do quarto, descendo as escadas, com um Jimin com pressa, e me falando para apressar meus passos.


Deixo ele falando sozinho, e sigo o meu caminho calmamente. Dei graças a Deus, que meu pai, estava viajando no estrangeiro, resolvendo pendências em suas outras empresas. Já até imaginava, que se ele estivesse aqui, é capaz de me trancar no quarto, para que eu não saia, e deixe só o Jimin sair. Daria sua benção para o mesmo, Jimin é um privelégiado, em minha própria casa, e família.


Como Jimin disse, a boate era muito badalada, e famosa, pelo tamanho da fila, que enfrentamos um pouco, mas depois de uns 20 minutos conseguimos entrar. Já entro, e vejo pessoas se pegando, ou dançando feito loucas.


" Vamos Jeon, vou pedir umas bebidas e você vai beber, hoje é seu dia."- Jimin disse, sem nem esperar a minha resposta, e ir em direção ao bar, que tinha um homem servindo várias garotas, e muito bonitas. Mas o garçom, era bem mais lindo. Sigo o Jimin, porque pelo que vi, iria ser deixado sozinho, se não o seguisse. Ele pede algumas bebidas como vodka, cerveja. Ele queria que nós, morressem. Por ingerir tanto álcool, misturados. Mas dou de ombros e não reclamo, hoje é meu dia. E vou fazer o que vier na cabeça.


" Não vi o Yoon até agora. Será que ele vem hoje?"- Jimin pergunta, meio embolado nas palavras, percebi que o mesmo estava embriagado, ele é bem fraco para bebida.


- Não sei, nunca vi esse ser.- Digo.


" Ele não é um ser. Ele é o homem dos meus sonhos, o meu príncipe encantado. Eu quero muito pegar ele, dar para ele."- Ao falar isso com tamanha, tranquilidade do mundo, vejo um tumultuado, a frente, na entrada da boate. Curioso como minha pessoa é, não respondo Jimin, e sigo em direção ao tumulto.
Tendo a mais linda das visões, um garoto que me parecia jovem, como eu mas um pouco mais velho, era alto, tinha uma expressão séria, que o deixava tão sexy. Várias tatuagens, espalhadas pelo corpo, seus músculos a mostra, para quem quisesse babar, como eu fazia agora. Não sei o que aconteceu, para que os meus pés fosse mais para frente, ficando meio que no caminho. Aquele homem, que me parecia ser perigoso, só pelo ar, que mudou drasticamente, quando ele adentrou aquela boate, escura,que daria para fazer qualquer coisa, que ninguém iria sequer notar ou mesmo se importar. Esbarro, nele. Encontro suas orbes escuras, dando para ver a cor dos seus olhos castanhos pela proximidade de nossos corpos. Ele não tirava o seu olhar para mim, principalmente em direção as minhas coxas, lanço um sorriso malicioso, eu sabia que era gostoso. Por ter bebido todas as aquelas bebidas misturadas, me sentia meio embriagado, percebi isso, quando não conseguia parar em pé. Me desequilíbro um pouco, mas ele me segura pela cintura deixando nossos corpos mais próximos. Dou uma risadinha, antes de fazer o que tinha vontade naquele momento, não sei se era a bebida- Ou até mesmo a minha seca, não beijava alguém a algumas semanas. Ou por ele ser tão lindo e gostoso, mas deixo essas perguntas para ser respondidas outro dia. Beijo ele, com tamanha lentidão, e sem pressa alguma, só queria sentir seus lábios, ele logo corresponde, enfia a sua língua, pedindo permissão, para explorar a minha boca. Passo meus braços em seu pescoço, ele me puxa pela cintura mais para perto, se é que é possível, buscando mais contato . Naquele beijo, sentia que nunca mais queria beijar outra pessoa, que não seja os seus lábios,- o que era meio estranho, até porque ao menos sabia o nome do ser. Solto um gemido quando o mesmo, aperta minha bunda... Escuto várias pessoas cochichando, envolta de nós dois. Não ligo muito para isso- e continuo o beijo, aprofundando cada vez mais. Enfio minha língua pela primeira vez, ouvindo um arfar de sua parte. Ofegantes, e sem ar, paramos o beijo. Abro o meu olho, dando a visão dos deuses, seus cabelos todos desgrenhados, sendo uma das visões mais lindas que eu poderia ver. Seus lábios avermelhados, de tanto que nos beijamos. Ele continua ofegante como eu, não paramos de nós olhar, encarando um ao outro, ele solta um sorriso malicioso em minha direção, me deixando desconcertado, pelo seu sorriso. E que sorriso.


" Uau, como você é corajoso, por me agarrar, do nada. Prazer Kim Taehyung." - Disse.


- Prazer, me chamo Jeon Jungkook. E porque não teria coragem? Por acaso você é um chefe de Gangue ou algo assim?- Digo realmente brincando, vendo ele sorrir em minha direção, um sorriso esnobe e convencido.


" Na verdade sou. Eu realmente tenho que te conhecer, Jeon Jungkook." - Disse, não tirando os olhos dos meus, a nenhum segundo.


- Vai ser um prazer Kim Taehyung. - Digo. Sorrio fofo em sua direção, a minha arma fatal, para que todos caíssem ao meus pés. Mas não esperava que sua arma, seria de fato mais perigosa que a minha. Ele sorriu depois de mim....


E pareceu ter sido um dos sorrisos mais verdadeiros que eu já vi, na vida. Um sorriso quadrado e radiante, me deixando ao seus pés, tudo ao contrário, era para ele ficar ao meus pés.


Iria falar novamente, até alguém ou melhor uma vadia se enviar no meio e atrapalhar, minha próxima jogada.


" Oppa, porque demorou tanto?"- Diz com uma voz, irritante. E o dando um selinho ou melhor um beijo bem afoito, de desejo.


Fecho a cara, e sigo meu caminho, porque ele me beija- Eu sei que fui eu que o agarrei, mas mesmo assim, ele correspondeu. Se ele tem namorada, uma bem vadia ao meu ver, deveria não deixar alguém o beijar e corresponder, por respeito a sua tão nojenta namorada.
Eu não tenho ciúmes de um cara que mal conheço- Faz uns 10 minutos, que o conheço praticamente,um desconhecido.


Deixando-os para trás continuo meu caminho na direção do Jimin que tinha deixado falando sozinho, no bar da boate. Já vendo aquele ser baixinho e de cabelos loiros- o qual não entendi até agora, do porque pintar seu cabelo- preto estava bem bonito, era sua cor natural e ele realmente ficava lindo. - não que ele estivesse feio assim, mas eu prefiro cores naturais- não podendo muito falar desse pequeno detalhe, até porque já pintei meu cabelo várias vezes.


Iria ate ele, que estava com uma expressão triste no rosto, acho que ele não viu o meu show, no meio da boate, com um- Pera aí, ele falou que era um líder de uma gangue ou foi impressão minha? - eu estava tão ligado em só olhar para ele, que não prestei atenção no que ele falou de fato, e o que era de extrema importância. Mas como se fosse mudar algo, se ele realmente for um líder de uma gangue. Em minha vida não vai acrescentar, nada. Saio dos meus desvaneios, com um puxão no braço, me puxa com tanta força, que não deu nem para ver quem era o ser- que ousaria me puxar. Adentramos a um quarto escuro, e vazio. Iria xingar a pessoa que me puxou com tanta força que machucou meus braços realmente. Mas vejo suas orbes, escura em minha direção, me olhando com raiva.
Calma ele está com raiva? Porque?


"Porque você me deu as costas e saiu andando?- Disse com um tom de voz grosseiro, me fazendo estremecer de medo. Não me permito sentir medo dele. E o respondo.


- Você não estava com sua namoradinha?- digo em deboche.


" Ela não é minha namoradinha, é uma vadia qualquer, que não sai do meu pé, a alguns meses. Eu só peguei ela uma vez e a mesma não me esquece. E por acaso, o que isso tudo é da sua conta?" - estremeço, ele dava medo, quando ficava bravo. Nem parecia o homem de um sorriso quadrado e radiante de uns minutos atrás.


- Verdade nada disso é da minha conta, eu já vou indo.- Digo dando as costas para o mesmo.. abro a porta, que estava trancada- não sei por qual motivo ele trancou a porta- dou de ombros, e abro a porta. Mas ele novamente, me pega pelos braços, e me prensa na parede. Me deixando sem saída.


- Calma aí amor. Eu não terminei de fazer o que eu queria. - disse, e me beija, com intensidade e desejo... Não queria retribuir porém ,não iria ser hipócrita, e dizer que não o desejava, eu o desejava muito, e fiz o que fiz, me entreguei para um homem, bandido pelo que eu entendi, totalmente gostoso e desejável. Me arrependeria mais tarde? Talvez? Eu não sei, mas não iria deixar de seguir os meus pensamentos, mesmo que fosse pensando com a cabeça de baixo.











Notas Finais


Deixa nos favoritos e comentem. Bjs até o próximo capítulo. Desculpe-me por qualquer erro.


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