História A gap between us - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Drama, Magia, Personagens Originais, Romance, Suspense, Yokai
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Faz tempo q n posto me desculpem é isto

Capítulo 5 - God doesn't mean good


Fanfic / Fanfiction A gap between us - Capítulo 5 - God doesn't mean good

 - Foi você! - disse me afastando e tirando o pingente da bolsa - Todo esse sangue, o que aconteceu, o que você fez?

- Yumi, eu posso explicar, fica calma. - Chiyo se aproxima-

- Não é como se você fosse morrer, eu nem deveria estar falando com você, vá antes que minha vó te veja. - me virei para entrar em casa e ele pega em meu pulso o sujando de sangue-

- Me desculpe, só me ouve por favor, depois você pode fazer o que quiser. - ele solta meu braço-

- Espere aqui, - o levei para os fundos da casa- eu já volto.

Fui para casa pegar uns lenços para que ele se limpasse, e um moletom novo para ele, estava frio e não fazia sentido deixá-lo apenas com uma camiseta, fiz um chá rápido coloquei em uma garrafa e sai.

- Toma - entreguei as coisas para Chiyo-

- Mesmo tendo desaparecido por meses você continua gentil comigo, obrigado.

Ele começou limpando as mãos com os lenços e em seguida segurou a barra do moletom ameaçando tirá-lo.

- Você se incomoda?

- Não, tudo bem, agiliza aí e me fala o que aconteceu. Você não usa camiseta por baixo do moletom, não? - disse ao ver que ele não usava nada além daquele moletom-

- Você disse que não se importava - ele se cobre e vira de costas-

- Isso foi antes de ver o seu mamilo, que coisa indecente, se dê ao respeito moço.

- Me desculpe - Chiyo se veste rápido e vira de frente para me encarar-

- Tudo bem, estou brincando, pela sua formalidade algo grave deve ter acontecido.

- Sim... sabe aquele corpo na Avenida Palácio? Outros Yokais fizeram aquilo e eles estão atrás de você, por isso vim aqui te avisar.

- Calma, não entendi nada, qual o motivo de estarem atrás de mim e o que isso tem a ver com o corpo?

- Lembra aqueles capagangas enormes que te pegaram? Eles tem um "chefe", e ele está atrás de você agora, eu não sei o motivo, mas eles querem você, Yumi. Eles vieram atrás de mim, perceberam que tenho algum vínculo com você, como me neguei a responder pegaram a primeira pessoa que apareceu como refém, eu tentei ajudar, mas quanto mais ajudava mais piorava e ele acabou naquela situação. Yumi, eu vou te proteger, não se preocupe.

- Se... você tivesse simplesmente falado sobre nossa relação aquele cara não teria morrido? - eu comecei a entrar em pânico, Chiyo me salvou mas como consequência alguém morreu-

- Não é sua culpa, nem de ninguém, uma coisa levou a outra. - ele me abraça-

- Obrigada... mas tentar me proteger te colocaria em risco, eu não posso ver mais ninguém morrer. Esses caras estão atrás de você também! E lembra do que minha avô tinha dito? - eu me afastei-

- Sim... me lembro. Mas eu tenho que fazer algo! Se eu te deixar agora você ficaria à mercê daqueles homens.

- Yumi? Com quem você tanto fala aí fora? - a voz vinha do fundo, minha avó se aproximava- O que ele faz aqui?

- Sra. eu posso explicar, vocês correm perigo.

Chiyo havia explicado toda a situação

- Entendi, eu sabia que isso poderia acontecer, eu tenho tudo sob controle, não se preocupem.

- Vó, não se compromete assim, por favor.

O desespero começa a tomar conta de mim só de pensar em minha avó se esgotando desse jeito...

- Ei, sou macaco velho, mas aprendo truques novos. Chiyo, você quer ajudá-lá?

- Sim! - ele responde sem pensar-

- Vocês ainda tem que se manter distantes, Yumi vai morar com Tomoyo como planejado, e daqui eu e ele cuidaremos de tudo

- Como assim? -sinto que me perdi na conversa-

- Lembra aquele chá que eu te dei há alguns meses para pesadelo? Aquilo afasta Yokais, eles não ganhariam nada ao te tocar desse jeito. Chiyo irá encontrar e matar esses rapazes.

Ela parece outra mulher...

- Entendi, amanhã mesmo irei para a casa de Tomoyo, e tomarei o chá diariamente.

- Yumi, não deixaremos que nada te aconteça - Chiyo sorriu-

Eu me sinto inútil, eles estão se sacrificando por mim e eu não posso fazer nada, não é como se esses caras fossem pessoas normais em que eu poderia bater e acabar com o problema...

  Ainda por cima é extremamente estranho que os dois tenham se unido e estejam conversando desse jeito, isso com certeza tem a ver com a conversa que eles tiveram naquele dia quando minha avó revelou tudo.

- E não se preocuoe com sua mãe, para ela você foi para Tomoyo simplesmente p trabalhar. Pode começar a arrumar suas coisas, amanhã cedo você vai.

Entrei em casa e comecei a juntar tudo o que eu tinha, roupas, cosméticos, livros...

Chiyo's POV on

Yumi se levantou da caixa em que estava sentada e saiu. Assim que ela entrou a avó começou a falar, como se estivesse escondendo algo.

- Não podemos deixar que ele encostem um dedo nela, se isso acontecer ambis estarão perdidos - ela disse sussurrando- . Mas mesmo assim você não podem chegar perto dela. Vou te contar algo já que está do nosso lado, oferecer sua ajuda para salvar minha neta prova isso. Você ficar perto de Yumi não desperta nada nela, mas os surtos que ela tem podiam se transformar em dores profundas e intensas, já que ela vê um Yokai, mas não cumpre o dever. Só vou falar até aqui, o resto é desnecessário por agora.

- Não tem nenhum jeito para ficarmos juntos? - tento me agarrar em qualquer esperança-

- Não, de qualquer jeito você está destinado a morrer se ficar perto dela, seja pela mão dela ou por você mesmo tentando salvá-lá. Esse "imã" que ela tem faz com que você se sinta atraído e faça qualquer coisa por ela.

- Mas... eu gosto dela.

- É o que você pensa, você não acha estranho ter literalmente dado sua vida pela dela na ponte? Ou você se sacrifica por ela em uma situação de perigo ou ela te mata. Filho, coloca na sua cabeça, vocês não nasceram para ficar juntos.

Talvez tudo seja uma ilusão mesmo, meus sentimentos por ela sempre foram muito confusos...

Chiyo's POV off

Pronto, até que arrumei rápido, sempre fui minimalista mesmo, tudo meu de todos esses anos se resumiu em uma mochila e uma mala de porte pequeno.

Antes do sol nascer eu já estava dentro do táxi, confesso que estava com medo de passar por aquela avenida novamente... até tinha tomado o chá que minha avó fez. Durante trajeto todo fiquei calada ouvindo música, até uma notificação acender meu celular, era Chiyo.

Raposa: Já chegou?

Ainda não, mas pelo andar da carruagem vou chegar rapidinho.

Raposa: Quando chegar me avisa por favor?

Tudo bem, até.

Fui fechar e abrir o olho e eu já estava na frente do prédio, o taxista colocou minha mala para fora e partiu.

Subi para me instalar e Tomoyo bem lindinha havia feito um café da manhã para mim.

- Obrigada Tomoyo, não sei o que faria sem você.

As semanas se passaram voando, nesse tempo fiquei em casa descansando e ajudando no que fosse preciso em casa. Nenhum desses caras veio atrás de mim até então... suponho que Chiyo já tenha os matado.

Enfim esse seria meu primeiro dia no santuário, eu faria basicamente o mesmo que um veterinário faz, mas agora iria receber a devia orientação para tratar os outros animais.

Eu me formei em medicina veterinária voltada para animais silvestres, meu trabalho no veterinário de pets foi só para ficar mais próxima dos animais, agora finalmente depois de três anos dando banho em pets posso atuar como veterinária.

Shoji, o trabalhador mais antigo do santuário estava me guiando, apresentando todos os animais e contando suas histórias de resgate.

- E está é a Manela, a encontramos presa em uma armadilha, ela estava grávida - ele aponta para um orangotango-, deu a luz aqui no santuário, em breve poderemos devolvê-lá a natureza. Estamos apenas esperando um dos filhotes melhorar, ele pegou uma gripe que evoluiu para pneumonia. Espero que possamos trabalhar bem juntos.

Comecei a cuidar do filhote de orangotango, já que era um caso "simples" , ele tinha uma pulseirinha dizendo seu nome e medicação que deveria tomar. Medi sua temperatura, o mediquei e deixei tomando inalação em um ligar isolado para q ele não se irritasse muito.

Pedi para que o tratador pegasse a raposa que estava com a pata quebrada para trocar sua tala. A raposa veio com uma focinheira e imediatamente eu a coloco na mesa, quanto mais rápido eu fizesse menos iria estressar o animal.

Comecei a tirar o esparadrapo da perna e ela começou a deitar a cabeça em meu braço de uma maneira extremamente amigável.

- Por que ela está de focinheira se é tão dócil? - disse acariciando a a cabeça da mesma-

- Mas ela não é tão mansa assim não, é um dos animais mais ariscos daqui. Ela ficou em cativeiros clandestinos e apanhava...

O protetor me deixou sozinha com o animal, queria perguntar mais sobre a história mas ele parecia apressado.

- Você parace alguém que eu conheço, mas mil vezes mais dócil.

Passei o resto do dia medicando os animais, trocando seus curativos e quando me dei conta já se passava das nove horas da noite, peguei um ônibus para voltar para casa ( da Tomoyo).

Cheguei em casa e Tomoyo não estava, geralmente ela chega por volta das onze. Fiz o chá que minha avó tinha falado, tomo ele todos os dias desde então, levei a xícara para a sala e fiquei bebendo o chá enquanto assistia televisão.

Comecei a ouvir um furduncio no corredor do meu andar, fui olhar pelo olhinho mágico e vi dois homem com quase dois metros de altura batendo em todas as portas do andar... eram os mesmos da última vez... naquele momento eu já sabia a merda que ia dar, estão aqui para me levar não sei para aonde, não tinha para onde fugir, nem pular já que moro no quarto andar.

Fiquei sem saber para onde ir, não havia outra saída ali, fui para o banheiro, pois era o cômodo mais isolado da casa, fui colocando vários obstáculos no caminho e mandei uma mensagem para Chiyo, sem muitas palavras, apenas um "S.O.S" para que ele entendesse rápido.

Os murros na porta do meu apartamento começaram e eu continuava no banheiro já esperando o pior, Chiyo nunca chegaria a tempo e eu não iria conseguir vencer essas duas muralhas ao mesmo tempo, o que eu podia fazer era os atrasar.

Arrombaram a porta e conseguiram entrar, fiquei no maior silêncio ali esperando que eles fossem burros o suficiente par acreditar que ninguém estava ali, mas como previ o pior aconteceu, me descobriram.

Assim que a porta abriu pude reconhecer Ichinose, era ele mesmo

- Olha quem está aqui Sato - ele pega em meu cabelo e me puxa para fora-

- Agora que a achamos vamos levá-la para Hachiman, ele vai saber o que fazer agora.

De todas as formas eu tentava o atrasar, mordia o braço de Ichinose para que ele me soltasse, corri até a cozinha e peguei uma faca ficando de costas para a pia em posição de ataque. Sato veio para cima de mim e torceu meu braço para que eu largasse a faca. Ainda segurando meu braço me joga pela mesa, não satisfeita me levanta pelo pescoço.

- Você pensou que eu iria esquecer o que nos fez da última vez? - ele me joga na parede contrária -

Nessa altura do campeonato eu já nem conseguia levantar mais, tudo estava girando e meu corpo doía. Ichinose me apenas me pegou e me colocou em seus ombros como se eu fosse uma pena e fomos embora dali. Desse ponto em diante eu não sabia de mais nada, simplesmente apaguei.

Chiyo's POV on

O apartamento estava revirado e eu não conseguia achar Yumi, me doía só de pensar o lugar em que ela poderia estar, Hachiman iria a torturar e provavelmente descobrir a verdade sobre ela isso deixaria tudo mais complicado, o que era para apenas ser um acerto de contas entre eu e ele pode se tornar um banho de sangue... eu preciso a achar e impedir isso

Chiyo's POV off

Acordei com o rosto de um homem quase colado no meu, como de feitio minhas mãos e tornozelos estavam amarrados à uma cadeira de frente para uma longa mesa.

Eu estava em um lugar que parecia ser algo subterrâneo, com um ar muito rústico... saber que eu estava debaixo da terra me deixava desesperada, isso só ia impossibilitar que alguém me achasse.

- O anjinho acordou. - o homem abriu um grande sorriso- Eu sou Hachiman - ele se sentou em uma cadeira na ponta da mesa- como pode ver sou um Deus. Sinto muito pelo jeito que os meus meninos te trataram, como foram rudes. Ouvi falar que você conhece a raposa, procede?

Permaneci em silêncio e me assustei com a resposta imediata dele que foi bater com força na mesa.

- Há muito tempo ele me tirou algo, nunca imaginei que depois de séculos a minha vingança chegaria. 

O que Chiyo tirou desse homem? Eu não tenho nenhuma relação com Chiyo e isso é fato.

- Me conte mais sobre seu relacionamento com ele, não te trouxe aqui só para os finalmentes, vamos conversar um pouco - ele se apoia sobre a mesa-

Eu não poderua falar nada, quase tudo entregaria que Chiyo me deu a vitalidade dele, se ele perceber que eu sei sobre essa história de Yokai, e quenei sou caçadora posso não ter uma chance aqui.

- Nós... - tentava pensar na mentira mais neutra- nos conhecemos na rua.

- Conta mais. - sua feição alternava entre algo sereno e maligno-

- E nós trocamos telefo...

- Mentira! - ele me interrompe batendo na mesa e em seguida Sato desfere um soco em meu rosto- Eu seu sobre vocês! Sei que ele deu basicamente tudo o que tinha para você.

Não havia mais o que falar, da primeira parte ele já sabia, preferi ficar em silêncio para não me entregar mais.

- É a história de vocês é bonita mesmo, lindo como ele sendo inconsequente fez isso por você. Sabe, ele costumava ser uma raposa muito sem escrúpulos. - ele ajoelha do meu lado- por onde passava deixaca rastro, estranho não ter tirado nada seu... ainda.

Hachiman começou a andar de um lado para o outro girando um ferro com um brasão na ponta. Ichinise e Sato se posicionam um de cada lado meu e fiquei sem entender o motivo.

- Quer saber o que ele tirou de mim? Há muito tempo ele matou minha esposa " você não deveria se relacionar com humanos", foram essas as palavras dele antes de matá-lá. Por que ele pode e eu não? Olha esse brasão, - ele mostra a ponta do ferro- é a inicial do meu nome e do sobrenome dela.

Ele se levanta e segue até a lareira acessa no canto do que eu chamaria de sala e começa a esquentar o brasão naquela chama. Naquele momento eu congelei já tendo em mente o que ele faria, comecei a me debater e Ichinose e Sata me seguravam pela cabeça e torso tentando me imobilizar, eu já estava ofegante e Hachiman se aproximava cada vez mais.

Ele para na minha frente e puxa a gola da minha camiseta, deixando meu ombro à mostra, sem enrolar muito ele enconsta o brasão que tinha acabado de encostar em meu ombro esquerdo, o cheiro de carne queimada... minha carne se misturava com os meus gritos, eu estava ofegante, aquilo doía tanto que estava cada vez mais impossível manter a consciência.

- Isso é para quando Chiyo achar você... ou seu corpo. - Hachiman se afasta- Eu não sei, seria um desperdício te matar, brincando com você eu poderia o atingir mais ainda.

Ele encara Sato e Ichinose como se estivesse dando algum tipo de ordem, só entendi sobre o que se tratava auanfo senti corda em meus pulsos e tornozelos se apertando, era como se minha pele fosse rasgar e a dor era insuportável, cada vai mais as cordas se apertavam, no chão a poça de sangue já era notável.

- Esperem! - Hachiman faz um sinal ordenando que eles parassem- vocês sentem esse cheiro?

Sato fecha os olhos e respira fundo tentando identificar.

- Venatrix - os três dizem juntos-

- Eu sabia que você tinha algo a mais, mas não sabia aue a raposa seria tão burra de se aproximar de você.

Como assim? Do que eles estão falando? Por que Chiyo seria burro? Eu só consegui assimilar o que serua Venatrix... eles descobriram que eu era caçadora, mas sobre a outra parte, não consegui esconder minha cara de dúvida e Hachiman responde.

- Sem eufemismo. Se você continuar perto dele ele morre, é o destino de um Yokai que cruza com uma Venatrix. Ou ele se sacrifica por você... ou você mesma o matará. Provavelmente você já teve uns surtos e isso significa aue você pode mesmo o matar. Você sabe o que é preciso para despertar esse lado, meu bem? - ele passa o dedo indicador pelo pescoço- Matar deles (Yokais), qualquer um.

Isso é diferente do que minha avó falou, ela omitiu algo ou mentiu para mim...

- Como você havia pedido eu as trouxe para cá.

Uma voz, familiar ecoa dentro daquela sala, confirmei meu pensamento ao ver a pessoa parada e ajoelhada na frente de Hachiman, era Kalleb. Nesse momento tudo o que tinha acontecido no dia do acidente fez sentido, desde aquele dia ele estava tentando me trazer para cá.

- Você, seu lixo!

Assim que disss isso Ichinose apertou meus pulsos machucados, meus pulsos, pernas e ombro doíam. Sato que eu já tinha perdido de vista há um tempo volta com um copo de água. Ele aperta minha bochecha e despeja a água em minha boca.

Não deu muito tempo e comecei a sentir um sono enorme, via tudo embaçado e senti minha cabeça pesar, minha consciência estava cada vez mais longe.

Acordei com Kalleb passando um pano molhado em meus pulsos, eu estava deitada em uma cama e ele sentado na mesma. Provavelmente algum deles me deu sonífero e me trouxe aqui, não sei onde estou e nem quais são suas intenções.

- Pode deixar, não é como se eu fosse morrer por isso - disse puxando meu braço-

- Não seja teimosa - Kalleb puxa de volta- se isso infeccionar você já sabe.

- Por que eu estou aqui, mais precisamente...

- Em meu quarto - ele me interromope-

- Qual é a sua cara? Todo bruto naquele dia do acidente e agora apareve nessa hora e ainda por coma cuidando dos meus machucados.

- Não é óbvio? Eu fiz com que você viesse para cá. Estou cuidando dos seus ferimentos só atendendo aos pedidos de Hachiman-sama.

"Sama" ele fala como se o cara fosse um Deus...

Entre apagões e seções de tortura se passaram três dias desde que acordei no quarto de Kalleb, desde então não saí mais daqui.

Era um quarto extremamente simples, tinha uma cama e um banheiro, nada mais. Uma vez por dia Kalleb me trazia uma comida que mais parecia lavagem.

Meu corpo estava dormente e só de olhar para meu ombro me vinha uma vontade de chorar, eu não conseguia comer nem beber água. Será que Chiyo e minha avó ainda procuravam por mim?

A porta do quarto começa a abrir e lentamento vejo Sato entrando.

- Cansada princesa? Sua presença se faz necessária nos eventos de hoje.

Eu estava deitada no chão, havia tentado me levantar para ia ao banheiro e cai, sem conseguir me levantar permaneci ali. Sati agarra em meu braço e começa a me arrastar pelo chão como se eu fosse uma boneca, meu corpo se esfolava por completo naquele chão de pedra.

Chegamos em uma sala diferente da última, essa tinha uma iluminação mais avermelhada e uma mesa parecida com uma de sinuca. Ele me deita na mesa e lá eu fico totalmente imóvel.

- Olha quem trouxemos aqui, você parecia sozinha Yumi, pensando nisso te arrumamos companhia. - Hachiman disse em tom de deboche-

 - Vó?


Notas Finais


Se alguém estiver lendo e acompanhando pode comentar, fico mt feliz cm comentários


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