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História A Garota Aleatória- Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 21


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Notas do Autor


Oie amorzinhos da minha vida!! ❤❤❤

Capítulo 21 - Doente?? A rainha?? Hahaha


Fanfic / Fanfiction A Garota Aleatória- Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 21 - Doente?? A rainha?? Hahaha

          * Jungkook *

Eu não via a hora de chegar em casa. Estávamos longe e o trânsito não estava ajudando.

— Tenho certeza que ela está bem. — S/n tentou me acalmar. — Ela estava bem quando saímos. Acredito que tenha dito isso apenas para as Horrorosas irem embora.

Eu concordei, torcendo para que ela estivesse certa. Mas não ficaria tranquilo enquanto não chegasse em casa.

Quando chegamos, subir as escadas correndo e fui direto para o corredor da suíte da rainha. Encontrei uma criada no caminho.

— Como ela está? — indaguei.

— Acho melhor você mesmo ver, Alteza. — ela respondeu.

Então, seguir em direção ao quarto dela. Quando abrir a porta, me deparei com a minha mãe deitada, de olhos fechados, com os mãos unidas sobre o cobertor. Ela não estava se movendo. Nem respirando.

   Não. Não. Não.  

Eu sabia que um dia isso ia acontecer. Mas eu não estava pronto para perder a minha mãe. Sentir os meus olhos ficarem marejados.

— Mãe? — eu a chamei. A resposta não veio. — Mãe!!

Os olhos delas se abriram lentamente.

— Jungkook? — ela disse com a voz fraca, quase inaudível. — É você meu menino querido?? Venha aqui. Quero ver seu rosto uma última vez.

Vá a merda!!

Eu teria dito isso se ela não fosse minha mãe. E não, ela não estava doente. Mas era uma ótima atriz. Ela até mesmo conseguiu parar de respirar e não morrer. Eu teria achado graça em outro momento, mas agora eu queria esganá-la.

— Vou colocar você em um asilo, sua velha caduca!! — eu disse.

— Ah, Jeon. — ela choramingou. — É assim que você trata a sua mãe, em seu leito de morte??

— Você não está morrendo. — argumentei. — Nem mesmo doente.

— Só fico triste porque não posso acompanhar a Srta. Lee no evento da ilha, essa noite.

— Ótimo. — respondi. — Ela ficará em casa descansando.

— Não. — minha mãe discordou. — Você vai acompanhá-la.

— Por que você está se fingindo de doente?? — indaguei.

— Não estou fingindo. — minha mãe afirmou. — Acho que vou ficar resfriada. Ir até a ilha essa noite não é uma boa idéia. Vocês dois devem ir sem mim. Não quero estragar a noite.

— Você já estragou a nossa tarde. — afirmei.

Será que ela não entedia o susto que me deu?? Isso foi pior do que me obrigar a casar. Pior do que me drogar e me sequestrar.

Ela estava segurando algo por baixo do cobertor.

— O que é isso?? — perguntei.

— Não é nada.

— Você está escondendo alguma coisa aí. — argumentei. — O que é?

Ela permaneceu imóvel. Tentei pegar, mas ela o segurou e virou para o outro lado. Quando tentei puxar, algo pontudo e afiado atingiu o meu pulso. O quê?? Ela me atacaria com agulhas agora??

— Está tudo bem, Jeon. — S/n, que estava lá esse tempo todo só assistindo, afirmou. — Se é para ser um desastre, é melhor que sua mãe não esteja por perto.

Não era isso o que me preocupava. E não era isso o que minha mãe estava planejando também. Não quero ficar segurando vela para vocês dois. Ela queria que ficássemos sozinhos. Esse era o plano dela.

— Você precisa ser terrível essa noite. — eu disse para a S/n e ela assentiu. Depois disso, sair do quarto.

             * S/N *

Depois que o príncipe se retirou, eu me voltei para a rainha.

— Isso não foi muito gentil da sua parte, Majestade. — eu disse. — Ele ficou mesmo preocupado.

Na verdade, o Jeon ficou mais do que preocupado. Quando ele abriu a porta do quarto da rainha e a encontrou deitada e imóvel, ele estava quase chorando. O fato é que os dois fingiam não se importar um com o outro, mas era só isso. Fingimento.

— Muito bem, não estou doente. — a rainha admitiu. — Mas estou desesperada. Veja.

Ela tirou um manto de tricô de debaixo do cobertor. Era isso o que ela estava escondendo. Como sempre, estava todo mal feito.

— Isso está horrível. — afirmei.

— Eu sei. — ela respondeu. — Mas essa noite é a sua chance.

Eu entendi o que ela quis dizer.

— Não, Majestade. — eu disse. — Eu serei um desastre. Toda essa coisa de elegância, dicção e tudo mais, não faz parte de mim. Não possuo nenhuma qualidade de uma princesa.

— Esqueça isso. — a rainha respondeu. — Uma mulher comum precisa de apenas uma coisa para se tornar uma princesa.

— E o que é??

— Se casar com um príncipe.

Ah, meu Deus!!

— Majestade, eu....

— Não comece. — ela me interrompeu. — Eu conheço o meu filho e sei que ele está apaixonado por você desde o primeiro dia, e depois de hoje de manhã? O jeito que ele olhou pra você?? Vai dizer que não percebeu?

Claro que eu percebi. Achei que o mesmo fosse se ajoelhar em minha frente e jurar amor eterno. Corei ao pensar nisso.

— E nem venha me dizer que não está sentindo nada por ele, porque eu sei que não é verdade. — a rainha prosseguiu, me fazendo corar ainda mais. — Não sei porque vocês dois são tão cabeças duras.

Fiquei quieta porque.... Bom, eu não tinha como argumentar com ela. Eu estava mesmo apaixonada por ele e a julgar pelo o que aconteceu na livraria, o modo que ele me defendeu, era óbvio que ele também gostava de mim, pelo menos um pouco.

Mas isso não queria dizer que ele queria se casar comigo. Nem que eu poderia me casar com ele. Eu era apenas uma criada, afinal de contas.

— Vou deixá-la descansar. — eu disse.

— Você vai usar as ametistas hoje. — a rainha afirmou. — Vou avisar a Jennie.

— Mas...

— Você está pronta para usá-las. — ela argumentou. — E vai cair muito bem o vestido.

Depois de fazer a mesura, eu me retirei. Estava começando a ficar dividida. O príncipe me contratou para que eu o salvasse do casamento. A rainha queria muito um netinho para enrolá-lo em suas mantas mal tricotadas. E eu tinha começado a gostar dos dois. Isso complicava tudo.

Mas, me casar com o Jeon estava fora de questão. Todo aquele luxo da realeza não era pra mim. Eu nunca me sentiria bem no meio da Elite. Muito menos a Yujin. E eu tinha prometido a ela que voltaria no sábado. Era isso. Eu tinha que ser um desastre e ponto final.

          * Jungkook *

Como o meu pai estava viajando a mais de uma semana e só voltaria no próximo domingo, eu tive que resolver umas coisas em sua ausência.

Reuniões. Com os administradores. Com os advogados. Com os governadores. Um verdadeiro tédio. Isso durou mais de três horas e o pior de tudo, foi que durante essas três horas, eu não pensei em política, nem em tratados, nem em estados e nem em nada que foi discutido. Apenas na S/n.

Era incrível como a imagem dela surgia em minha mente, como os cristais de açúcar que brilhavam em sua bochecha no dia que a conheci.

Depois que as reuniões terminaram, eu tomei banho e deixei que meu criado pessoal me arrumasse para o evento. A ilha pertencia a família Park. Eles eram a terceira família mais rica da Elite, tanto que compraram uma ilha. Eles faziam festas lá várias vezes no ano. Era um lugar bonito e... Romântico.

Depois que já estava pronto, fui esperar a S/n no final da escada. E quando ela surgiu no topo da mesma.... Bom Deus. Jennie precisava de um aumento de salário. Ninguém acreditaria que a S/n era apenas uma garota comum. Não com aquela aparência.

Ela estava usando um elegante vestido rosa, com toda aquela saia volumusa e pesada. Luvas combinando. O cabelo preso e encaracolado. Brincos pequenos e o colar de ametistas. E ela estava perfeita.

— E então? — ela perguntou. E eu.... Bem, eu não consegui responder de imediato. Era provável que eu estivesse babando. Mas ela estava esperando uma reação.

— Bom...

— Que tipo de bom? — ela indagou. — "Bom" no sentindo que ajuda em nosso objetivo, no caso "muito ruim." Ou "bom" no sentindo de que está "bom de verdade" e que isso o desagrada??

Bom no sentindo de "Bom Deus, você é a coisa mais linda que eu já vi, estou parecendo um pateta diante de você."

— Bom no sentindo que você está perfeita e não me desagradou. — respondi. Ela corou.

— Mas essa cor não é horrível?? — ela perguntou apontando para o vestido.

— Acho que não. — eu disse. — E fica bem em você.

Até demais. 

  Nós fomos para o carro. S/n precisou de ajuda para entrar, obviamente, por conta das saias volumosas. Seguimos a viagem em silêncio até chegarmos a praia. Os Park tinham construído uma ponte até os barcos.

— Nunca andei de barco. — S/n disse.

— Sério??

— Sim. Acho que tenho medo.

Quando estendi a mão pra ela, a mesma segurou. Ajudei a se equilibrar na escada da embarcação, mas ondas faziam o barco balançar e ela quase caiu. Mas pelo o que parecia, eu nunca deixaria aquela garota cair.

Eu a segurei e puxei para perto, até que ela estivesse em segurança em meus braços.

— Como você fez isso tão rápido?? — a mesma indagou.

— Nem eu sei. — respondi. Segurá-la tão perto fazia com que eu sentisse coisas. Ajudei a caminhar e se sentar no divã. Acenei para o barqueiro que logo colocou o barco em movimento.

Me sentei ao lado da S/n e fiquei observando o céu estrelado. Até que sentir o tecido de seda em meus dedos. A S/n estava segurando a minha mão.

— Me desculpe. — ela disse. — retirando a mão. Eu a puxei de volta, segurando-a apertado. E então ficamos assim, de mãos dadas até o final do percurso.

E eu acabei descobrindo uma coisa: A S/n não seria um desastre, nem naquela noite, nem nunca. Porque eu não ia deixar....  



Notas Finais


Parece que alguém mudou de idéia kkkkkk

Amos vcs suas lindas!! ❤❤


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