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História A Garota com o cabelo cor de sangue II - Capítulo 8


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Capítulo 8 - Humano?


-. Eu não tenho nada para te dar – digo para ela com um olhar triste, fechando o meu punho com força.

-. Você tem o que eu quero – ela se levanta apontando o dedo em mim só que no meu coração.

-. Você quer o meu livro? – pergunto para ela quando usa o dedo tocando em meu cabelo.

-. Não, eu quero o seu sangue... hm... hu, hu, hu, 500 ml.

-. Ah! É só isso, tá eu te dou meu sangue... o que vai fazer com o meu sangue, o que ele é de tanta importância? – pergunto para ela, sem entender o motivo do meu sangue sempre tem algo em troca um valor com braços cruzados.

-. Hm... eu não beber o seu sangue, quero guarda para algo futuro.

-. Você quer usar o meu sangue ou eu conto para a Mera sobre isso – ameaço afastando dela e retirando meu facão no canto esquerdo.

-. Ameaçando uma grã-duquesa, você é muito ousada quer morrer só por ter o gatilho sabe que não tem chance comigo.

-. Eu não tenho medo de você – digo olhando em seus olhos e sem desviar do seu olhar assassino -. Sabe eu nasci com o dom de irritar, me dê a lista vamos... ou eu conto quem é a amante do Belzebub que te traiu.

-. O que?! Como assim?

-. Quando foi casada, ele te traiu só não digo o nome afinal foi corna até casada – digo rindo dela ironicamente sua expressão é de fúria, quando saindo da sala.

-. Como fez isso? – pergunta Yagari surpreso.

-. Longa história, melhor não saber – respondo quando Astaroth chega com um papel nas mãos em branco.

-. Aqui está, os nomes vão aparecer agora me fale o nome da vagabunda que me colocou chifres.

-. Cordelia, primeira esposa do Karlheinz... ela chamava seus amantes e um deles era o seu marido.

-. Então foi ela... ela era a minha... AMIGA! – ao destruir o divã com fúria, deixando o salão vejo Lamia se aproximar.

-. O que aconteceu?

-. Pergunte para sua mãe, preciso ir aqui tá um pedaço de torta de morango – entregando um pacote de torta, ela sorri de forma infantil.

-. Obrigada, Akira.

-. Não conte para, a Mera que estive aqui fechado?

-. Fechado! – me dando um abraço deixando a mansão que está toda destruída, colocando o capuz na jaqueta quando caminhamos pela rua, agora temos que sair daqui de algum jeito ou de outro chegando ao beco tocando os dedos no tijolos para achar a abertura para sair.

-. Como sabe dos atalhos desse lugar? – pergunta Yagari olhando para os lados.

-. É que eu conheço a Duquesa Mera e temos uma relação amigável, mas se ela me ver aqui vai me chutar de vez – digo ao virar para o beco quando encontro a saída para sair.

-. Ora... ora... ora...

-. Porcaria! – exclamo irritada quando vejo quem realmente é o... ferrou Camio sorrindo alegremente e mais alguém uma pessoa de capuz preto usando verniz e um cão ao lado.

-. Olha! Mera quem veio sair sem te dizer oi.

-. O que faz, aqui Akira? – sua voz é de irritação além dos olhos amarelos brilhar, Yagari e Kiryu sacando as armas.

-. Abaixem as armas! – a voz de Camio é ameaçadora virando de frente a minha irmã e ele caminho até os dois com as mãos no bolso da jaqueta.

-. Foi mal deveria ter avisado.

-. Sabe que é perigoso andar aqui, eles estão falando de que tem vivos aqui.

-. Povo fofoqueiro, já sei quem deve ter colocado a boca no trombone – fazendo uma careta de sem ânimos, Genji me abraça retirando o capuz que eu a abraço de volta.

-. Saia cuido deles aqui, Camio tire minha irmã daqui.

-. Sim, Mera – ao se curvar enquanto o portão se abri, Kino chegando perto de mim.

-. Sua irmã bateu a cabeça em algum lugar?

-. Não conte a ela sobre aquilo, ouviu!

-. Entendi – diz irritado ao sairmos do beco Camio me segurou para que eu não caia no chão quanto o Kiryu, Kino e o Yagari estão no chão.

-. Pronto, Akira na próxima venha para tomar um chá é divertido quando vem visitar queria saber o motivo de Astaroth ter ficado nervosa.

-. Pergunte ao ex-marido dela, preciso ir além disso se ele morrer... me avisa quero comemorar.

-. Há, há, há, tudo bem tenho que voltar e conter o pessoal – voltando para o muro e dando um aceno gentil, Kino se levanta.

-. Genji deve sentir mais a sua falta do que ficar brava com você.

-. Eu também sinto falta, mas o Shu me contou que ela e meus manos o sequestraram e brincaram de roleta russa usando uma metralhadora semi-automática.

-. Seus irmãos me dão mais medo agora! – diz Kino em choque ao escutar de mim o que eles fazem, deixando de lado voltando ao colégio.

-. Sua irmã é a próxima rainha demônio?

-. Ela se tornou gran-duquesa do reino demoníaco no Oriente da Ásia, alguns demônios não chegam nem perto da Akira por causa da irmã dela – Kino comenta com Yagari já que ignoro o comentário por não querer saber que comente sobre meus 5 irmãos demônios.

-. Você escondeu que a sua irmã é a herdeira do trono demoníaco do Burai, você só tem ela como irmã? – pergunta Yagari, olhando para eles e mostro 5 dedos na mão.

-. Melhor não fazer nada contra ela, os irmãos dela tem armas e odeia caçadores se vampiros – Kino debochando do Yagari com um sorriso ao andar do meu lado.

-. Por que falou dos meus irmãos? O Kino isso não vai mudar nada.

-. Eu sei tenho pavor deles, brincaram de roleta russa com o Shu, tentaram me enterrar vivo isso foi seu irmão Sora apenas o Tatara consegue lidar com eles.

-. Tatara-nii te odeia, so não faz nada contra você porque pedi para ele – respondo quando Kino olhando para mim.

-. Seus irmãos tem problemas sérios que se algo acontecer com você, eles querem matar o culpado como fizeram com o Seiji Komori!

-. Yui, não quer mais falar com meus irmãos por causa do que eles fizeram com o padre Komori.

-. Seiji Komori é um caçador de vampiros, o que aconteceu com ele? – pergunta Kiryu seriamente, dando um sorriso de lado.

-. Melhor não saber – eu e o Kino falamos ao mesmo tempo, voltando a escola entreguei a lista para a Yuna.

-. Então como é o inferno?

-. Eu vou fazer a minha vigia – deixando a sala dela o Kino me seguindo junto sei que é bom ter meu amigo e só que veio algo em minha cabeça é... por que o Kino ta aqui?

 

-. Ah perdi de novo! – ele reclama de perder para mim no jogo de corrida, eu sentando no banco e ele do outro -. Como pode ser melhor do que eu?

-. Isso... o meu pai me ensinou a jogar, ele gostava de jogar video-game e me ensinou cada jogo, ele tinha uma coleção grande o tio Saru falava que meu pai era um adulto com personalidade de criança nunca sei o motivo de falar disso.

-. Sente falta do seu pai?

-. Sim – suspiro levanto as pernas e olhando para o céu laranja da tarde.

-. Lembra quando você matou um ghoul que queria me matar, você usou uma escopeta e não hesitou em atirar – ele fala fingindo segurar uma arma, aquele ghoul que matei não foi o meu primeiro.

-. Eu já matei coisas bem diferente, o Arima me contou que esqueceu sua arma e segurou uma sombrinha e o ghoul saiu e sabe quem era o ghoul?

-. Quem?

-. Yuri – respondo até nos dois rimos alto lembrando quando veio até mim falar do Arima me segurei tanto para não rir quando ele me contou que levou uma sombrinha.

-. Yuri pensou que era uma arma de ghoul, não acredito contou para ele? – pergunta ao fazer silêncio depois voltamos a rir mais ainda.

-. Ah assim não teria graça de contar para ele.

-. Verdade, há, há, há, há!

-. Do que estão rindo? – pergunta uma voz atrás de mim e do Kino viramos para ver é o tal do Idol alguma coisa, Kino olhando para mim.

-. Não é da sua conta, vou fazer a minha ronda.

-. Vou com você, não suporto em ficar no mesmo lugar que esse ai – deixando o banco, eu pergunto.

-. Qual a dele?

-. Francamente, não sei e nem quero saber então quer que eu te conte sobre a Yui?

-. Ouvi que a roubou do Ayato, como foi isso?

-. Eu apenas gosto de roubar os brinquedos – ele responde com um sorriso no rosto, parando de andar.

-. O que você fez dela? Yui é uma garota legal gosto dela, faz parte da minha família.

-. Eu! Faço parte da sua familia! – ele está com ciúmes, olho para a cor dos seus olhos Rosa cobre.

-. Kino, você é o único amigo vampiro que não tenho vontade de te matar como o Shu e o Al que cuida de mim já que é impossível dele morrer.

-. Espere, o Shu não tem vontade de matar ele?

-. No começo tinha, mas depois dele ter sido um babaca para subir de nível para um amigo, ele tinha ciúmes da nossa amizade lembra?

-. Oh sim, eu me lembro da cara dele de irritação quando lanchavamos e eu falava mal dele e bem do Ayato, depois que ele me contou que faria você noiva dele... dizia que você nunca, nunca seria a noiva dele!

-. Ele agora é meu – o rosto do Kino começa a corar quando disse isso.

-. Não fale disso! Vindo de você é horrível!

-. Eu também acho, mas não ligo muito para sua reação e para de atormentar a Yui conheça pessoalmente e não enfia suas presas nela, tive que cuidar dela da outra vez que estava como morta e dei uma bifa no Yuma.

-. Shu e o Yuma estão se falando agora, desde que estão saindo... Shu esta mais humano.

-. Yuma é um cara legal além de me ajudar com agricultura e eu o ajudo de volta usando minhas habilidades de Medicina natural.

Terminando minha ronda melhor sair para a cabana da Yuna, chegando na cabana vejo um rapaz de cabelo escura e jaqueta roxa escura de moletom falando com alguns alunos, esse é o meu irmão Kevin.

Deixando o grupo de alunas e subindo os degraus ao me dar um forte abraço que devolvo com força, afasto dele para tocar em seu rosto.

-. Você cresceu, como esta?

-. Bem... – seu sorriso diminui olhando para mim, porcaria descobriu!

-. Quando foi?

-. Semana atrás foi por causa da viagem, mas melhorei to tomando o remédio.

-. Não esconde de mim, Akira quase poderia ter morrido! Mikoto vai ficar bravo com você e o Tatara chateado!

-. Eu sei, mas não conta para eles... Eu posso encontrar ela, preciso ficar e...

-. Akira, por favor não seja mais idiota ainda, prometa não jogar a merda nos ares?

-. Porcaria... Eu não posso prometer já que tá no ar.

-. Porcaria! – ele exclama irritado ao colocar a mão na testa, coçando coçando cabeça de lado.

-. Foi mal.

-. Ah tudo bem, ainda não foi tão pior do que imaginei – ele sorri tocando em meu ombro para me aliviar dos problemas que eu arranjei.

 



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