História A garota da capa. - Capítulo 3


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Donna Smoak, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Eddie Thawne, Eobard Thawne / Flash Reverso, Felicity Smoak, Iris West, John Diggle, Laurel Lance, Leonard Snart (Capitão Frio), Malcolm Merlyn, Mick Rory (Onda Térmica), Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Quentin Lance, Ray Palmer, Roy Harper (Arsenal), Sara Lance, Thea Queen, Tommy Merlyn
Tags Barry Allen, The Flash
Visualizações 27
Palavras 1.627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Danton Black (Multiplex) parte:01


Ha 9 meses atrás eu era uma simples garota, agora sou uma garota que conbate meta-humanos. 

Nesse exato momento esta acontecendo um incendio num predio, e eu estou nas costas de Barry Allen, homem mais rapido do mundo.

 - Barry? Barry? - escultei Cisco.

 - que qui foi? - disse Barry parando. - passei direto? 

- você ultrapassou uns 6 quarteirões.

 - Barry Allen e seu atraso. -  disse e escultei Cisco rir. 

- foi mal. - falou voltando. 

Entramos no predio e ele estava completamente em chamas e quando falo completamente estava, coberto de chamas, eu poderia sugar o fogo, mais é muito. 

- Cisco o predio tá coberto de chamas. - disse Barry. - Cisco? tá ai?

 - mãe? Mamãe? - esculto uma garota.

 - vou tentar trazer vento, salva as pessoas. - disse indo pra longe, controlei o vento até ali, consigue apagar um pouco do fogo, logo sinto mãos em mim. 

- já tirei todos e a Camily apagou metade do fogo, mais alguma coisa? - perguntou Barry.

 - Barry, Camily, é a Caitlin. - eu e Barry nos olhamos assustados.

 - oi Caitlin. - disse Barry mim olhando ainda assustado. 

- é, oi Cai, como é que você tá? - disse sorrindo forçado pelo sermão que eu ia tomar.

 - voltem pro laboratorio STAR agora. - disse ela nervosa.

 - estamos indo. - disse Barry mim carregando. 

E ele cai pro lado, fazendo eu descer do colo dele rapido. 

- tá tudo bem? Acho melhor eu ir andando. - disse preucupada.

 - não, tá tudo bem. - disse mim pegando de volta.

 Chegamos no laboratorio STAR. 

- vocês três ficaram loucos? Quem vocês acham que são? - disse Cai super irritada. 

- ué, eu sou os olhos e os ouvidos, e eles são as pernas e os braços. - disse Cisco provacando. 

- isso não tem graça, vocês podiam ter morrido, você não pode correr pela cidade como um bombeiro super sônico, e você não pode apagar fogos. - diz Cai.

 - por que não? agente Conversou, sobre usar nossos poderes pra fazer o bem. - disse Barry.

 - nós conversamos, em vocês ajudarem a conter pessoas que podem ter sido afetadas pela explosão acelerador de particulas, os meta-humanos, e além de Clyd Mardon até agora não encontramos ninguém. - acrescentou Caitlin.

 - as pessoas dessa cidade precisam de ajuda, e nós podemos ajudar elas. - disse Barry. 

- você pode falar alguma coisa? - perguntou para alguém atrás de nós, eu e Barry viramos, e bufa-mos ao mesmo tempo. 

- eu acho que o que Caitlin quer dizer do jeito irritado dela, é que nós estamos entendendo agora o que o corpo de vocês é capaz de fazer, e sem querer ficar repitindo senhor Allen eu recomendo que tenha cuidado . - disse Wells, cadê que ninguém manda eu tomar cuidado. 

- valeu pela concideração. - disse fazendo Cisco rir, eu sou sempre excluida.

 - doutor Wells, eu duvido que você tenha se transformado no homem que é hoje tendo cuidado. - disse Barry.

 - eu estou nessa cadeira, por que fui leviano e a falta de cuidado mim colocou nessa situação, saiba seus limites. - disse saindo.

 - não esperem que eu cuide sempre de vocês, sempre que quebrarem alguma coisa. - nos olhamos, e ela sai.

 - aconteceu alguma coisa hoje lá? Os sensores da roupa mandaram uma telemetria estranha como se seus sinais vitais tivessem sumido por um tempo. - disse Cisco, fiquei meio preucupada mais se ele queser contar que conte não vou mim meter. 

- tchau meninos. - disse saindo.

 - tchau. - disse eles. 

Sai de lá fui pra delegacia, subi as escadas e fiquei no laboratorio logo Barry chega. 

- oi - disse olhando a tela do computador. 

- oi - disse ele começando a mecher nos negocios. 

Passou alguns minutos e ouço alguém bater em algo, não aguentei e começei a rir, e Barry mim olhou confuso. 

- que foi? - perguntou ele.

 - tá quebrada. - disse e ele pegou o negocio na mão e usou sua velocidade com as mãos, e eu rir fraco, ele andou pra frente e quase caiu pra frente se escorando na mesa. - o que foi Barry? - perguntei pra ele.

 - nada. - disse ele, mais eu sabia que não era nada.

 - eu vou lá embaixo, é você mim chama quando for sai?

 - sim eu chamo. - disse e eu sai só que mim bato em alguém. 

- desculpe, o Barry tá ai? - perguntou Iris. 

- tá sim.

 Ela entrou e eu segui o caminho, entreguei uns papeis para o policial e sentei na cadeira, logo Barry e Iris chegam e nós vamos para a premiação. 

- é muito importante para mim o calouro timido da universidade de Central City, esta aqui agora na frente de todos como o escolhido para o homem do ano apesar de eu valorizar o premio a grande reconpensa para mim é saber que meu trabalho para que o transplante de orgãos ajuda a dar uma segunda chance as pessoas, muito obrigado a todos por virem, obrigado. - disse saindo do palco. 

E eu e Iris pegamos no braço de Barry e saimos andando.

 - certo, então tá vamos lá, o trabalho do Saimon Sterk, levou a grandes avanços no transplante de orgãos. - disse Barry. 

- jornalistas podem beber no trabalho? - perguntou Iris pegando uma taça.

 - olha só você pode tá intediada. - disse Barry pegando a tarça da mão dela. - espere o final da Ciência por trás da regeneração celula. - disse e ficamos todos frente a frente.

 - ele esta certo. - disse. 

- eu estava com saudade disso Barry. - disse Iris. 

- obrigada pela consideração. - disse olhando ela seria. 

- vocês dois são meus melhores amigos, eu sinto que agente não tem passado muito tempo juntos depois que vocês sairam do coma. - disse Iris. 

- é ultimamente tem sido uma loucura, sabe? - falou Barry. 

- vocês tem passado muito tempo juntos? - perguntou Iris. 

- sim, afinal trabalhamos juntos. - disse. 

- e fora do trabalho? - perguntou Iris. 

- eu vou pegar algo para beber. - disse chamando o garçon e pegando uma tarça de chanpanhe.

 Eu escultei passos estranhos estava pisando forte demais, parecia botas, não tem ninguém aqui de bota.

 - Barry? - chamei ele. 

- o que foi? - perguntou num tom preucupado.

 - tem algo de errado. - disse.

 - silêncio. - disso um cara entrando com uma mascara. - silêcio todos você. 

- ai não. - escultei Iris.

 - silêncio. - falou mais uma vez. - quanta conhecidencia, estão todos usando as melhores joias, pareciam até que sabiam que ia-mos assaltar vocês, eu quero todo mundo em fila aqui. -Disse o cara. 

Barry ia levantar para ajudar.

 - não, nem pensar. - disse Iris segurando seu braço.

 Todos nós etavamos em uma fila eu estava atrás de Iris, na frente de Barry, esculto outros passos e não era deles. 

- parados. - disse um policial. - não se mecham. - ele apontam as armas para eles. - larguém as armas. 

Eles atiram mais quando olho ele não estava mais lá, olho pra trás e não vejo mais Barry, esculto passos e os caras não estavam mais lá, e logo chegam os policiais.

 - cadê o Barry? - perguntou Iris. 

Corri para fora e Iris veio logo atrás olho em volta e ele tá desmaiado eu e Iris corremos para ver ele.

 - Barry? - chamei. 

- Barry? - ele acordou. - te procura-mos e você tinha sumido, o que houve? - perguntou Iris. 

- tá tudo bem? - perguntei. 

- tá, eu tô, eu fui atrás deles pra tentar ver a placa... Eu desmaiei. - disse ele.

 Ajudamos ele a levantar e entamos, fomos na direção de Joe, e Eddie. 

- oi? - disse Iris. 

- Iris? - disse Eddie.

 - estava aonde? - perguntou. 

- pai pega leve. - disse Iris. 

- ele tava lá fora, tava desmaiado. - disse. 

- é. - disse Barry.

 - quer que eu chame um para-medico? - perguntou Eddie. 

- não, estou bem. - disse Barry.

 - eu achei que eu ia morrer. - disse o policial que quase morreu. - eu vi a arma despara e bum, derrepente eu tava lá fora, eu não entendo como fui para lá.

 - eu posso falar com vocês? - perguntou Joe. 

- tá - falamos eu e Barry. Seguimos Joe.

 - foi atrás dos caras não foi? - perguntou para Barry. 

- deve ser o mesmo grupo que roubou a loja de armas hoje mais cedo. - disse Barry.

 - vocês disseram que os bandidos de hoje mais cedo calsavam o mesmo numero de sapatos, certo? - perguntei.

 - certo. - disse Joe.

 - esses tambem tinham, e além disso eles pisavam da mesma forma, eles andavam da mesma forma. - disse. 

E se, não, não é possivel, um meta-humano dulplicador, séra? 

- e o que é que você ia fazer se pegasse eles? Ia pedir pra pararem? Você não é a prova de balas. - disse Joe iginorando minha suposição, como todo mundo sempre faz. 

- mas... - Barry foi emterronpido. 

- espera,você é? - perguntou Joe. 

- não. - disse Barry. 

- ata. - disse Joe. - nada de ser heroi, ir atrás de vilões, não é o trabalho de vocês é o meu, mim prometem? - perguntou Joe. 

- prometemos. - disse. 

- é, prometemos. - disse Barry. 

- sabe que a Iris não é idiota, pense em desculpas melhores do que eu demaiei. - disse Joe saindo.

 - Mas...

 - acho melhor contar pra Cai. - disse.

 - tá vamos. 

Continua... 



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