1. Spirit Fanfics >
  2. A garota da casa ao lado 𖠰 >
  3. Bônus - Amber e Jake

Hist√≥ria A garota da casa ao lado ūĖ†į - Cap√≠tulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Tenham uma boa leitura :D

Cap√≠tulo 18 - B√īnus - Amber e Jake


Fanfic / Fanfiction A garota da casa ao lado 𖠰 - Cap√≠tulo 18 - Bônus - Amber e Jake

Amber


Começo meu dia animada e alegre, como os últimos dias. Hoje eu irei sair com Jake, não será bem "sair" pois eu irei na casa dele, mas vamos ficar juntos e isso é ótimo. 

Ainda não sei muito oq sinto por ele, mas é algo diferente do que já senti por outros garotos. Ele é tão alegre, bonito e um tanto misterioso. Isso me intriga, a cada dia eu quero saber mais dele, quero conhecê-lo mais. 

Desde o dia em que saímos, ele pediu meu número e não paramos de conversar desde então. Ele é muito gente boa e sempre tem algum assunto ou uma história interessante para contar. Sem mencionar que ele sabe ser muito romântico, cavalheiro e galanteador.


Lee? Não gosto nem de citar esse nome. Ele me mandou mensagem pedindo desculpas por uns 5 dias, depois desistiu e começou a me xingar. Ele realmente não vale nada e não sei como eu pude me enganar assim.


Já tomei banho, arrumei meu cabelo e estou escolhendo minha roupa. Decido pegar um vestido vinho justo na cintura com a saia rodada e um tênis preto da Vans. Minha maquiagem obviamente foi leve, pois eu acho que não vamos sair.


Tin dom tin dom


Droga! Como ele é pontual. Eu desço as escadas correndo e no caminho passo pelo quarto de Liz e ouço umas coisas que não gostaria de ter ouvido.


- Ah! Ahhh. - Aquilo era...??


- Liz! Ohh. - Como?? Não o vi entrando pela porta....talvez a janela. Eles me pagam, esses pombinhos.


Passei direto e fingi que não ouvi nada. Parece que o jogo virou não é mesmo. Dou uma rápida checada em mim mesma no espelho e abro a porta.


- Boa noite, senhorita. - Ele faz uma referência e sorri após isso.


- Boa noite, meu belo camponês. - Eu afino a voz e soltamos gargalhadas depois. 


- Podemos ir? - Ele diz estendendo a mão para mim.


- Claro. - Não consigo conter um sorriso.


O caminho até a casa dele foi muito animado, cantamos várias músicas, trocamos assuntos e várias gargalhadas. Ele é sempre assim? Alegre e extrovertido? 

Suas mãos seguram firmemente o volante enquanto ele canta a música que toca no rádio. 


- Você é muito doido. - Eu argumento.


- Eu sou doido é?... você não gosta dessa música? - Ele diz olhando para mim por alguns segundos e volta a olhar para o trajeto.


- É. - Eu começo a rir. - Você é muito doido, e eu não gosto dessa música. - Eu disse em meio a gargalhadas.


- Mas ela é ótima! - Ele diz e logo após começa a cantar totalmente desafinado.


- Tudo bem então. - Eu solto um sorriso sincero.


Chegamos em sua casa e paramos enquanto ele procurava as chaves em seus bolsos.


- Isso é tradição? - Eu digo encostada na parede. 


- Oque? - Ele diz colocando a chave na fechadura.


- Vocês dois chamarem a garota para "ver um filme" na casa de vocês. - Ele deixa deixa as chaves caírem no exato momento em que eu digo isso.


- C-como assim? N-não é essa a minha intenção... e-eu... - Ele ficou que nem uma pimenta, de tão corado e eu começo a rir.


- Tá tudo bem Jake, mesmo se essas fossem as tuas intenções, eu não me importaria. - Nem eu acredito que eu pude dizer isso.


Ele corou mais ainda e abriu a porta lentamente, fitando meus olhos e tentando crer nas minhas palavras. Ele tenta argumentar algo, mas não consegue e então desiste.

Entramos em sua casa, ele me conduz até o sofá e pega o controle da tv.


- Oq vamos assistir? - Ele diz ligando a tv.


- Talvez um filme de terror? 


- Puta merda, você gosta de filmes de terror Amber? - Ele diz me encarando.


- Você não? 


- São assustadores demais. Mas se você quiser, podemos ver.


- Sério?! 


- Claro, escolhe aí. - Quando ele me entrega o controle, nossos dedos se tocam e eu fico um pouco sem graça com seu toque. Ele é tão quente e suas mãos são macias. 


Ficamos procurando algo por um tempo até eu encontrar um filme chamado "O quarto dos desejos", parecia ser interessante. Ele apaga a luz, dá play no filme e se senta ao meu lado, talvez perto demais.


[...]


Após uns 40 minutos de filme, eu estava morrendo de tédio, o filme era chato demais. Seu braço estava apoiado no sofá atrás de meus ombros, me trazendo mais para perto. Obviamente ele também estava muito entediado, pois brincava com os fios de cabelo que caiam em seu lindo rosto.


- O filme tá chato não é? - Eu argumento. 


- Um pouco talvez. Só um pouquinho. - Ele faz um sinal com a mão e faz um biquinho super sexy e engraçado ao mesmo tempo. Ficamos em silêncio por alguns minutos, acho que estamos sem assunto. 


- Oq havia acontecido naquele dia em que saímos? Harry me disse que estávamos fazendo aquilo para animar você e eu percebi que você tava cabisbaixa e um pouco triste. - Ele diz com toda a sinceridade.


- Eu encontrei meu namora.. ex-namorado, com outra garota.


- Eu sinto muito.


- Éramos um ótimo casal e estava tudo tão bem. - Eu digo com os olhos cheios de lágrimas.


- Ele deve ser um merda por trair uma mulher linda e incrível como você. Sério mesmo.


- O-obrigada. - Eu enxugo as lágrimas e sorrio.


- Desculpa por ter tocado nesse assunto. Pode me perguntar oque você quiser agora. 


- Não sei oq perguntar a você. - Ficamos em silêncio por alguns segundos até que eu lembro de algo. - Você diz que seus desenhos expressam seus sentimentos certo?


- Certo...


- Então pq você sente tanta tristeza, culpa, ódio e raiva? Oq aconteceu garoto misterioso? 


- É complicado, mas tentarei fazer você entender. - Ele respira fundo e começa. - Quando eu tinha 16 anos, eu participava de rachas -corridas de rua ilegais- com meu melhor amigo Toby, éramos incríveis e quando estávamos juntos, ninguém era capaz de nos vencer. Até que um dia, saímos para beber e correr na estrada Fox, ao norte de Seattle. Eu sempre fui forte para bebida, então acabei não ficando muito alterado, já ele estava bêbado, então eu iria dirigir e ele iria no carona. Corremos com o famoso Zeed, o rei das rachas. Não seria uma corrida nada fácil, pois ele faz de tudo para ganhar. Na época, Toby não queria participar por medo, mas eu insisti. Porra pq eu insisti. Zeed armou para nós. Estávamos na reta final quando um carro surgiu e bateu em alta velocidade no lado de Toby. Nosso carro capotou várias vezes e ele não resistiu. Tudo pq eu insisti várias vezes. Por um milagre eu sobrevivi, mas de algum modo que eu não me lembro, fiquei com essa cicatriz horrível. - Ele levanta sua blusa branca e expõe seu peitoral maravilhoso com uma enorme cicatriz que vai da costela até o final da cintura.


Ele é musculoso e sexy, oh céus. Fiquei paralisada com aquela história.


- Desde então não participo de rachas, acho que perdeu o sentido sem meu amigo. - Ele dá uma pausa. - Na verdade nada faz mais sentido depois de eu ter matado meu próprio amigo. Eu andei buscando conforto nas mulheres e bebidas. Não queria dizer isso a você pq não quero perder sua amizade, mas tenho que ser sincero em relação a mim. Eu sou um cara sujo e imundo, que não merece nem a sua piedade. - Ele fita o chão desde o início da história.


- Não acho que você matou seu amigo. - Eu digo encostando em seu queixo e o conduzindo a olhar para mim. - Ele escolheu correr com você, foi escolha dele e não sua! E você não sabia que armariam para você.


- Eu sei mas...


- Sem mas, Jake. Eu entendo você por ter buscado refúgio nas bebidas e no sexo, ninguém é perfeito. Você não deve se culpar por isso. - Os olhos dele marejaram. - Eu acho até que... 


Ele rapidamente segura meu rosto delicadamente e sela nossos lábios com suavidade. Ele havia mesmo feito aquilo?? Era um sonho? Pq se for, não quero acordar nunca 

Iniciamos um beijo calmo e puxa vida, como ele é bom nisso. Nossas línguas dançam em perfeita sincronia e seus lábios são tão macios.

Ele lentamente se levanta e vai me deitando no sofá. Os beijos vão se intensificando até que ele desce para meu pescoço, dando beijos e chupões. Não consigo conter alguns gemidos e arranho suas costas o provocando.


- Atingiu meu ponto fraco loirinha. - Ele diz com a voz rouca em meu ouvido e morde minha orelha depois, me causando arrepios.


- Que bom... - Eu digo entre gemidos. 


- Não acha...que...estamos indo rápido demais? - Ele diz.


- Você acha? - Eu digo acariciando seus cabelos loiros.


- Talvez...mas qual o problema? 


- Concordo com você. - Eu digo e após isso começo a desabotoar sua blusa desesperadamente. 


- Você é tão apressadinha...


- É que você é gostoso demais pra eu me segurar. 


- É recíproco, princesa. - Ele desce as alças do meu vestido e começa a beijar meus ombros e vai descendo até chegar em meus seios já nus, pois eu estava sem sutiã. Ele acaba de tirar o vestido completamente e me encara com um olhar encantado.


- M-me leva pro seu...quarto, Jake. 


- Meu o que? 


- O lugar onde eu irei dormir essa noite. Em cima de você, em baixo de você e... - Ele me interrompe com um beijo feroz e selvagem, me pega no colo e me leva para seu quarto. 


Ele me deita na cama e começa a me beijar intensamente. Suas mãos exploram cada curva do meu corpo.


- Gosta disso, princesa? - Ele diz pressionando seu membro ereto contra minha intimidade que provavelmente está muito molhada.


- Jake... 


Ele tira sua calça e fica apenas de box, me encarando com aqueles olhos azuis penetrantes. Logo após ele me ataca feito um tigre, beijando meu corpo por toda parte, deixando chupões e algumas marcas. 


- Você é linda demais. - Ele diz com a voz rouca.


- Você...


- Não precisa continuar... apenas me deixe lhe dar uma noite tão inesquecível, que você implorará por mais. 


- Diz isso as garotas com quem...transa? - Eu digo tentando não gritar seu nome.


- Não...com elas é algo mais...vulgar. - Ele diz beijando minha barriga. - Com você é diferente, você me deixa tão descontrolado e sem graça. Mas chega de conversa.


Meu coração disparou quando ele disse aquelas palavras. Meu coração palpitou forte e logo após ele vai descendo até minha intimidade e tira minha calcinha vermelha com a boca. Ver aquilo é tão...sexy aaah.

Ele abocanha minha intimidade molhada, sugando cada gota e lambendo com animação. 

Eu gemia descontroladamente e ele soltava alguns suspiros enquanto esmagava o lençol com uma das mãos, tentando se controlar.


Ele lentamente introduz um dedo em minha intimidade e começa a se mover lentamente. Como aquilo é bom! Ninguém nunca havia feito como ele, ele realmente é bom. O loiro aumenta a velocidade e introduz mais um dedo, me fazendo gritar mais ainda e gemer seu nome.


- JAKE! Aahh! - Já não aguentando mais, ele desce uma das mãos até seu membro por baixo da cueca box e começa a se masturbar para aliviar um pouco. - Eu estou quase...aaahhhhh. - Eu me derramo nas mãos do loiro, que lambe tudinho. 


- Me deixe dar um jeito nisso... - Eu digo olhando para seu membro muito ereto coberto por um fino tecido. 


Eu tiro lentamente sua box e nesse exato momento me vem à cabeça: realmente, amanhã eu irei embora de cadeira de rodas. Começo a fazer movimentos de vai e vem um pouco rápido. Não me aguentando, eu coloco a boca e começo a chupar com vontade. 


- Aaahh. - Ele tenta segurar um gemido mas não consegue. Eu confesso, sou muito boa nisso.


Após alguns minutos ele acaba gozando em minha boca mas eu não ligo, engulo tudo com prazer. Era tão doce.


- Você me paga loirinha talentosa, pq isso q vc fez é tão bom q eu poderia receber isso todos os dias sem me cansar.


- Quem sabe? - Ela diz fitando meus olhos.


Ele pega uma camisinha e em um instante a coloca em seu membro. Aquilo deve apertar bastante.

Eu subo em cima dele e deixo um beijo em seu pescoço.


- Você tem certeza disso? - Ele diz um pouco suado.


- Não tenho nem dúvidas. - Eu digo e ele me penetra fundo, me fazendo gritar de excitação.


Ficamos em lentas estocadas por alguns segundos até eu aumentar o ritmo e começarmos a transar feito loucos, em alguns momentos ele apertava minha bunda e segurava minha cintura com delicadeza.

Acabamos tendo uns 3 orgasmos. Acho que encontrei alguém com a mesma energia que a minha.  

Dormimos juntos e agarradinhos, ele me fez cafuné até eu pegar no sono.


[...]


Acordo em uma cama tão macia, um cheirinho de perfume tão bom. Quando eu abri os olhos, me deparo com uma linda visão, Jake dormindo calmamente. E nu. Era o único momento em que ele está calmo e sereno. 


Eu beijo seu rosto, o acaricio e ele abre os olhos lentamente. Droga, eu o acordei.


- Bom dia, bonitinha. - Ele diz e me dá um selinho. 


- Bom dia, bonitinho. - Eu digo sorrindo.


Ficamos um tempo observando seu quarto e trocando assuntos aleatórios.


- Você foi a primeira garota que eu transei em meu quarto. - Ele dá uma pausa. - Também gostaria que fosse a única. Me deito em seu peito nu e o acaricio.


- Eu também adoraria isso... 


- Você é tão incrível Amber. Não consigo descrever com palavras, o quanto eu gosto de você. - Ele diz um pouco corado.


- Own! É recíproco. - Eu digo e o beijo após isso.


- Já vamos ter round dois? 


- Do jeito que transamos ontem, vejo que eu não poderei andar por uma semana. 


- Mas quem disse que você precisa andar para transar? - Jake solta um sorriso malicioso.


- Você é impossível! - Eu digo e me levanto, mas sinto uma pontada em minha intimidade. - Aí! 


- Oq foi?! - Ele vem até mim. - Você tá machucada? 


- Foi só uma pontada. Eu estou bem. 


- Me desculpe por ter feito isso. Eu sou um ogro sem limites. - Ele coloca a mão no rosto. 


- Ei, não é nada disso! Eu quis isso. E nem tá doendo tanto assim.


- Tá bom...


Fomos tomar café e passamos o dia atoa jogando jogos e vendo série.

Sem duvidas ele me faz tão, mas tão bem.


 

Dois meses depois...


- Certo, pode tirar a venda. - Jake diz atrás de mim com suas mãos em minha cintura. 


Quando eu tiro a venda, me deparo com uma linda vista da cidade e em um gramado verdinho, um lindo piquenique, com uma cestinha, vários bolos e cupcakes. A toalha foi cuidadosamente arrumada, mas um pouco desajeitada.


- Ah meu Deus Jake! Isso é tão romântico. Foi você quem fez? 


- Sim...e ainda t-tem mais. - Ele coloca uma de suas mãos no bolso e retira uma caixinha preta.


- Oh céus, eu não acredito! - Eu enxugo um pouco as lágrimas.


- Amber, você quer ser a minha belíssima e encantadora namorada? - Ele sorria e tremia ao mesmo tempo.


O anel era prata com uma pedrinha delicada e nossos nomes pareciam estar gravados.


- Sim! É claro que eu aceito! - Ele coloca o anel em meu dedo, eu coloco seu anel rapidamente e ele me puxa para um beijo alegre, um pouco nervoso, mas vitorioso.


- Eu amo você. 


- Também te amo, Princesa.


E a partir daquele dia, eu senti que minha vida estava completa. Jake alegra cada pedacinho dos meus dias, me anima nos momentos tristes e nunca me abandonou.


Notas Finais


Olá meus queridos leitores!!
Oque acharam deste bônus? Estavam me cobrando ele a um tempo não é?

Espero muito que vocês tenham gostado.

‚ö†ÔłŹ Aviso! ‚ö†ÔłŹ
Não estranhem quando o namoro de Amber e Jake não forem oficializados no decorrer da história, pois eles oficializam o namoro após dois meses.

Capítulo ainda não revisado, então me perdoem qualquer erro.

Att. Hanna


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usu√°rios deixam de postar por falta de coment√°rios, estimule o trabalho deles, deixando um coment√°rio.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...