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História A garota da floricultura. - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Muito obrigada pelos recentes favoritos.
Espero que gostem do capítulo de hoje
Uma boa leitura.

Capítulo 4 - A despedida de solteiro.


  Em um barzinho simples, Wolf estava comemorando a sua despedida de solteiro com os amigos, sem strppers , feliz por se casar á noite, todos os amigos dele estavam ao seu redor, comentando sobre o pedido do amigo.

 

 

 

***

 

 

 

__ Wolf, precisava ter alguma stripper aqui. Assim, você saberia o que está perdendo - falou um dos amigos ao noivo, tomando a sua cerveja no gole só, tirando a espuma da boca com a mão.

 

 

 

__ Ah, a única mulher que quero ver nua. E´ a minha esposa, por isso, pedi por uma festa simples. Vou me casar em pouco tempo - falou Wolf ao amigo, brincando com o resto de sua bebida no copo.

 

 

 

__ É mesmo. Vou fazer o mesmo comigo. - apoiou o amigo ao lado direito do noivo, imitando o outro.

 

 

 

__ O nosso amigo aqui, é cem por cento fiel á futura esposa. Para que , uma festa de strippers, para um homem que vai casar logo - Um outro amigo passando o braço nos ombros do amigo.

 

 

 

__ Ah, vocês são muito certinhos. Isso perde a graça. Quando me casar, vou querer uma stripper muito gostosa. Para que eu dance com ela, até o amanhecer do dia seguinte. - falou o primeiro ao se fingir de magoado.

 

 

 

__ Está bem, meu amigo. Quantas bebidas já tomou ? - perguntou o amigo do lado do primeiro, anotando que ele estava completamente bebâdo.

 

 

 

__ Sei lá, perdi a conta. - falou o amigo desmorizando , começando a sentir tontura.

 

 

 

__ Muito bem, já chega de tomar cerveja. De agora em diante, vai ser água, suco . Nada pesado. - falou o amigo ao ver o amigo completamente bebâdo, decidindo que ia parar com as cervejas.

 

 

 

__ É meu amigo. Está completamente bebâdo. Eu acho melhor que a gente pare por isso. Wolf vai casar em breve. - falou o amigo gesticulando para chamar o garçom.

 

 

 

 

_ Muito bem, senhores. Vejo que se divertiam bastante. Bem, aqui está a conta - falou o garçom sem apresentações, estendo a folha com o valor total dos pedidos.

 

 

 

 

__ Minha nossa , que valor muito alto. Imagino, que o nosso amigo aqui , bebeu mais de 20 cervejas. Por isso, está bebâdo. - falou o amigo ao olhar para o valor alto da conta.

 

 

 

__ Bem, podemos pagar juntos. Wolf não precisa arcar com a conta. Afinal de contas, estamos comemorando a despedida de solteiro dele - falou o amigo ao por por uma divisão de dinheiro entre os amigos , olhando para cada um.

 

 

 

__ Muito obrigada , meu amigo. - falou Wolf grato com a ideia do amigo, dando um tapinha nas costas.

Nossa , estou completamente fora de mim mesmo. Será que eu estou nas nuvens ? Onde está o meu amor, Vanessa ? Vanesa, vem aqui, meu amor. Me dá um beijinho gostoso - falou o amigo bebâdo completamente desnorteado , fazendo biquinho para o companheiro ao seu lado, acreditando que era a sua namorada.

 

 

__ Minha nossa, Cássio está completamente bebâdo. Pensa que sou a namorada dele. Vá para o outro lado, meu amigo. Não sou do time especial. - falou o Anton para os outros, empurrando o biquinho com a mão , rindo nervoso.

 

 

 

__ Imagina a ressaca amanhã. Ele vai lamentar muito. Não há como adiantar o casamento para amanhã ?! - falou Enrique ao rir da cena que estava vendo na sua frente.

 

 

 

__ Ah, nem sei. A minha noiva está ansiosa com o final do casamento. Tenho que convencer o pai dela à adiantar o casamento, até que o meu amigo se recupere. - falou Wolf confuso ao encontrar um dilema de rir ou chorar da situação ao ver a situação embaraçosa dos amigos.

 

 

__ Venha cá , Vanessa. Me dá um beijinho, preciso dele - falou Cássio ao passar vergonha na frente dos outros, atirando-se para a abraçar o Anton.

 

 

__ Nem venha com isso. Está muito bebâdo. - falou Anton esquivando do abraço, fazendo que o amigo caísse no chão.

 

 

 

__ Minha nossa, que vergonha. É uma pena que não trouxe o meu celular . Queria ter filmado isso, ia viralizar na internet. - falou Enrique ao ver a cena da queda de Cássio no chão do bar, rindo muito.

 

 

 

__ Não faça isso, Enrique. Pode ser envergonhoso para ele. - falou o Marcos ao Enrique ao sentir um pouco de pena do constragimento do amigo .

 

 

__ Não quero nada disto no meu casamento. O meu futuro sogro não gosta muito disto. Por favor, que isso fique entre nós. Não quero passar uma péssima impressão ao senhor Hawmoth - falou Wolf ao pedir aos amigos, levantando-se do seu lugar para ajudar o amigo caído.

 

 

 

__ Ah, por que , Vanessa. Não me quer mais ? - perguntou Cássio ao se recuperar do trombo, completamente bebâdo.

 

 

 

_ Ah, meu amigo. Você está completamente bebâdo . Precisa recuperar da bebida . - falou o Anton ao Cássio ao segurar o seu riso por causa da situação.

 

 

 

__ Ah, já chega disto. Vamos nos recompor. Preciso levar o Cássio ao médico . Ele precisa estar bom para o meu casamento, porque ele é o meu padrinho. - falou o Wolf ao se agachar para ajudar o amigo.

 

 

 

__ Ah, sim. Bem, sorte que o hospital ficar perto do bar. Mas. Antes, vamos pagar a conta absurda. Vou dar 100 euros aqui. E quanto vocês vão dar ? - perguntou o Enrique ao colocar o dinheiro em cima da conta , olhando para os outros.

 

 

 

__ Bem, vou dar 150 euros . Aqui está . - respondeu ao amigo ao colocar o seu cima do amigo, sorrindo com confiança .

 

 

 

__ Vou dar 200 euros. Imagino que o Cássio não vai precisar pagar a conta, nem o Wolf . Porque já pagamos até mais, o restante pode ser a gorjeta do garçom. - falou Alexandro ao colocar o dinheiro em cima o dos amigos , olhando confiante para todos.

 

 

 

__ Muito obrigada mesmo. Bem, um de vocês pode me ajudar ? Cássio é muito pesado . Não dá para mim. - falou o Wolf ao começar a ajudar o amigo, esforçando-se para erguer o Cássio.

 

 

 

__ Além do Cássio parar com a bebida. Tem que fazer uma dieta . - falou o Enrique ao decidir ajudar o Wolf.

 

 

 

__ Ah, a minha namorada não me quer mais. - falou o Cássio triste com o Anton sem saber, caindo de lado.

 

 

 

__ Ah, calma, meu amigo. Vamos ter ajudar. - falou Wolf ao ver o amigo dormindo no meio, esforçando-se para ajudar o amigo.

 

 

Senhores, já pagaram a conta ? - O garçom perguntou ao aparecer de surpresa para veirificar se os clientes não tinham pago a conta.

 

 

__ Já sim, senhor. Aqui está o dinheiro, se ficar sobrando à mais. Pode ficar como gorveja. E agora, temos que ir ajudar o nosso amigo aqui. Até logo. - falou o Anton ao apontar o dinheiro em cima do balcão.

 

 

 

__ Obrigada, senhores. Bem, vou recolher isso aqui. - falou o garçom ao ver o dinheiro no balcão, começando a recolher.

 

 

 

__ Por nada, senhor. Bem, tenha um bom dia - falou Wolf sem ver o garçom, aparando o Cássio com a ajuda de Enrique

 

 

 

__ Igualmente, e ele está bem ? - perguntou ao anotar o Cássio no meio dos amigos , ficando preocupado com ele.

 

 

 

__ Sim, somente bebeu além da conta.. Mas, vamos já resolver isso. Até breve. - falou o Enrique ao garçom , apoiando o amigo dormindo

 

 

 

__ Até breve. - falou o garçom terminando de recolher o dinheiro, retirando-se .

 

 

 

 

 

 

 

E então, os amigos começãram a se retirar do bar, com destino ao hospital, para que o Cássio receba tratamento médico.

 

 

 

 

 

 

De volta para a loja de noivas, no escritório do gerente, o clima ficou mais calmo com a retirada de Lila da loja , o homem estava reflexivo com o que tinha acontecido, respirando bem fundo, foi quando, o gerente ouviu batidas na porta , endirentando-se para receber a visita adequadamente.

 

 

 

 

 

_ Entre .. - O gerente autorizou a entrada da visita , ajeitando-se na cadeira, observando a pessoa entrando.

 

 

 

__ Boa tarde, senhor Willis . Eu ouvi que teve uma grande discussão com uma cliente , que deixou a nossa Lousie muito magoada. E vir aqui, para saber se está passando bem. - falou o sócio entrando no escritório , fechando a porta para dar privacidade.

 

 

 

__ Sim, sim. É mesmo, ela é uma cliente muito complicada mesmo. Tentei fazer com que ela me conte a verdade. Mas,, ela preferiu ir embora . Não posso força-lá a contar a verdade, quando quer . Bem, pelo menos, foi embora de livre vontade. - falou o gerente ao sócio, encostando-se na cadeira.

 

 

 

__ Bem, precisamos estar muito atentos. E também , temos que fazer alguma para garantir a segurança dos nossos funcionários. Porque, eu sei que a senhorita Rossi, vai se vingar de uma forma ou outra. - falou o sócio ao gerente, chegando perto da mesa dele.

 

 

 

__ Foi exatamente , o que ela me falou , antes de partir. Tenho que pedir uma medida cautelar contra a senhorita Rossi. Não permitido a entrada dela aqui. Vou por uma foto dela na vitrine da frente . - falou o gerente ao ver o amigo sentando-se na frente dele.

 

 

 

_- É´mesmo. Bem, a Lousie já está melhor, e voltou a trabalhar . Imagino, que em pouco tempo, ela vai se esquecer aos poucos. - falou o sócio sentado na cadeira da frente, olhando fixo para o gerente.

 

 

 

 

__ Ah, claro. Bem, daqui a pouco, vamos fechar mais cedo. Tenho que ir na delegacia . - falou o gerente decidindo em fechar mais cedo , devolvendo o olhar fixo do amigo.

 

 

 

__ É uma boa decisão. - falou o sócio ao apoiar o amigo.

 

 

 

 

 

 

Os dois começaram a conversar sobre os planos em ir à delegacia , para pedir a medida cautela contra a Lila Rossi, à manter ela longe da loja , concordando com as decisões deles.

 

 

 

 

 

 

Na sala de provas , a Chantelle estava se vendo completamente vestida de noiva, enquanto a Miriam estava fazendo ajustes no vestido, chorando de emoção , sorrindo em meio as lágrimas .

 

 

 

 

 

 

__ Está linda, minha irmã. Tenho a certeza que vai ter um casamento muito feliz mesmo. Com ou sem o nosso pai. Se não quiser te levar ao altar. Pode deixar comigo. Fico no lugar dele. - falou ChatNoir feliz com a felicidade da sua irmã, sorrindo para a irmã.

 

 

 

__ Muito obrigada, Chat. Eu estou me sentindo muito feliz. Hoje vai ser o dia mais importante da minha vida. Vou dar um grande passo. - falou a Chantelle emocionada com a oferta do irmão, chorando muito.

 

 

 

__ Sim,está muito feliz mesmo. O vestido está realmente perfeito em você. Bem, já ter,minei – falou a Miriam ao soltar a barra da saia do vestido, ficando satisfeita com o seu trabalho.

 

 

 

__ Ah, estou tão nervosa. Sinto que o meu coração pulsando de felicidade , dentro de mim. - falou Chantelle aos dois, colocando as mãos no peito.

 

 

 

__ Ah, isso acontece com qualquer noiva. O noivo que vai ser casar contigo. Vai ser o homem mais feliz do mundo – falou a Miriam ao ver a emoção na cliente.

 

 

 

__ Sim, apoio isso. Mas, se ele trair a minha irmã. Vou dar um jeito nele. - falou Chat Noir ao sorrir para a vendedora , aguardando o seu celular no boslo.

 

 

 

__ Não vai dar jeito em ninguém , Chat . Você sabe que o seu pai não gosta... - falou Le Paon ao filho, entrando na sala , vendo a filha vestida de noiva , começando a chorar de emoção.

 

 

 

__ Ah, filha, está linda mesmo. - falou Le Paon ao chorar ao ver a filha linda de noiva, aproximando-se dela.

 

 

 

__ Sim, mãe. Estou muito feliz . - falou Chantelle chorando junto da mãe, vendo -a se aproximar dela.

 

Notas finais
Me desculpe por algum erro
Espero que gostem do capítulo.
por favor, leiam as notas inciais.

um beijo.






 

5. O primeiro encontro casual.

Notas do Autor
Obrigada pelos comentários.
Curtam o capítulo.
Uma boa leitura.

_  O bordado do vestido é simplesmente maravilhoso. Dá para sentir a maciez do tecido. - disse Le Paon ao pegar uma parte do vestido , sentindo com os dedos . 


 

_ Sim, a nossa designer de vestidos faz apenas o melhor. Este é  um dos mais caros da nova minha. - disse a vendedora a mulher , olhando - a com discrição. 




 

_ Dinheiro, não é problema para mim .  O meu marido e designer de moda. Um dos mais importantes do mundo inteiro.  E o meu filho mais velho, e modelo principal da marca do meu marido. - disse Le Paon a mulher ao continuar sentir o tecido entre os dedos. 




 

_ Ah, sim .  Eu vi o seu filho, ele é realmente muito bonito.  Aposto, que tem várias pretendentes , formando uma longa fila para o coração.  - brincou a vendedora a mulher. 



 

_ E como, mas o meu filho e dificìl  de agradar. Ele gosta do tipo de uma mulher forte, como eu. - disse Le Paon a vendedora , adorando sentir o tecido. 



 

_ Ah,  o seu filho e muito específico na escolha.  E que tipo de mulher , o seu filho não gosta ?!  - disse a vendedora interessada na conversa.


 

 

 _  Do tipo grudenta, que nem a Lila Rossi .  Que cismou ao acreditar, que o meu filho e   apaixonado por ela. Ela tem uma mente doentia. -  disse a mulher a vendedora, soltando o vestido. 



 

_ Nossa,Imagino que ela faz muitas ligações telefônicas ao seu filho. - disse a vendedora a mulher espantada. 



 

_ Sim, como também mensagens de texto, vídeos promíscuos com ela semi- nua. Eu vi um deles, quase vomitei na hora. -  disse Le Paon ao sentir náuseas ao se lembrar de um vídeo da morena.       


_ Ah, que horrível. Tem gente não tem o mínimo de respeito, ou vergonha na cara ao fazer isso. O que os pais dela a ensinaram na vida ? - disse a vendedora ao se imaginar vendo um dos vídeos da morena semi- nua.


 


 

_ Nem queria saber. Ainda sou esforçado a ver este tipo de coisa. Se não fizer isso, a Lila entra em um drama profundo, chora muito . E tenho que ser gentil, porque o meu pai, nem a minha mãe , me deixaram ser mais direito com ela. - disse Chat Noir entrando na conversa, aparecendo ao lado da vendedora.


 


 

Pode abrir algumas exceções, filho. Você já é um adulto. Não precisa mais de mim , ou do seu pai , para tomar decisões. Isso que a Lila faz com você, se chama chantagem emocional. - disse Le Paon ao filho ao lado da vendedora.


 


 


 

Sei disto, mãe. Bem, precisa que fique mais tempo , ou a minha irmã já decidiu sobre o vestido ? - perguntou Chat Noir à mãe, colocando o celular no bolso da jaqueta.


 


 

_ Ela já decidiu , filho. E que está disponível. Pode me fazer um pequeno favor ? - disse a mãe ao pedir por algo ao filho dela , sorrindo esperançosa para ele.


 


 

Sim, mãe. Posso fazer algo. - disse Chat Noir topando o pedido da mãe dele, depositando as mãos nos bolsos .


 


 

_ Quero que vá a floricultura . Aonde fiz um pedido para eles . Sobre os arranjos florais para o casamento da sua irmã. Imagino, que estão prontos. Leve o cartão da floricultura com você - disse a mãe entregando um cartão ao filho.


 


 

_ Tudo bem, mãe. Vou indo agora. E está linda , Chantelle . Espero que o Wolf tirou a sorte grande em ter você, como a mulher dele. Se ele te trair , pode me ligar , que em um instante, veio dar uma lição nele. Já conhece o meu estilo. - disse Chat Noir aguardando o cartão no bolso da jaqueta , despedindo-se da irmã.


 


 

_ Chat... - disse Chantelle ao irmão , começando a rir da brincadeira do irmão.


 


 


 

_ É serio, não é brincadeira . - disse o Chat Noir tentando ser sério com a irmã, embora queria rir com a irmã.


 


 

_ Estamos quase terminando com a escolha do vestido, filho. Deixa que a vendedora fale o preço do vestido. E procure ir até a floricultura , para saber sobre a nossa encomenda do casamento. - disse Le Paon adiantado a conversa familiar , sorrindo para os filhos.


 


 

_ Quem sabe no meio de tudo isso. Ele encontra o amor da vida dele. - disse a Chantelle à mãe , admirando o seu vestido de noiva pelo reflexo do espelho.


 


 

_ Ah, quem sabe , filha. Assim a Lila saia do pé dele. - disse a Le Paon admirada ao ver a filha quase se casando.


 


 

_ Vamos ver, vou indo. - disse o Chat Noir ao acenar em despedida para as mulheres, deixando a loja para ir até a floricultura.


 


 


 


 

Depois que se despediu da sua família, Chat Noir deixou a loja de vestido de noivas , começando a caminhar pela cidade, assobiando pela rua, pensando sobre o que ia encontrar na floricultura, acenando para as pessoas que o cumprimentava , feliz em estar sozinho pela cidade.


 


 

Quando chegou ao um farol de rua, que estava vermelho para os pedestres. Chat Noir tirou o cartão do bolso, aquele que a sua mãe havia entregando antes, memorizando o endereço, durante a espera pelo sinal verde, decorando mentalmente o enderenço , aguardando o cartão de volta no bolso.


 


 

Assim que a luz verde do farol de pedestres , todos começaram a atravessar para o outro lado da rua , indo para na próxima calçada , recomeçando com a caminhada pela calçada.


 


 

Uma hora depois, Chat Noir já tinha chegado a floricultura , estudando a vitrine da floricultura com várias flores diferentes , começando a se distrair , até que uma voz chamou a sua atenção.


 


 


 

_ Boa tarde, senhor. Em que posso te ajudar ? - perguntou Marinette ao sair da loja , indo para aonde estava o gato.


 


 

_ Ah, sim. Estou aqui para ver se a encomenda dos arranjos florais para o casamento da minha irmã , se eles estão prontos. - disse Chat Noir continuando a ver a vitrine da loja.


 


 

_ Ah, deve ser a encomenda , que terminei ontem à noite. Se quiser, pode me acompanhar para dentro da minha loja. - disse Marinette ao se lembrar da encomenda que tinha terminando na noite passada.


 


 

_ Ah, sim. Muito obrigada. - disse Chat Noir ao se virar de lado, começando a ver a mestiça pela primeira vez.


 


 

_ Ah... - disse Chat Noir admirando com a beleza ímpar da mestiça .


 


 

_ Por favor, me acompanhe . Ah, qual é o nome do cliente mesmo ? - perguntou Marinette profissional para o cliente.


 


 

_ Ah, é claro. O nome é Le Paon. É o nome da minha mãe. - disse Chat Noir ao se recompor para a mestiça.


 


 

_ Ah, tudo bem. Ela me ligou recentemente, para me avisar sobre a sua vinda. A entrega está dentro da minha loja. Por favor, me acompanhe. - disse a Marinette ao gato, chegando perto do cliente.


 


 

_ Ah, sim. Muito obrigada mesmo. Ah, qual é o seu nome ? - perguntou Chat Noir ao ir na direção da mestiça , sorrindo elegantemente para a mestiça.


 


 

O meu nome é Marinette . É um prazer em conhecer . E o seu ? - disse a mestiça ao devolver a pergunta para o cliente , vendo a aproximação dele.


 


 

_ Chat Noir, ao seu dispor. - disse o modelo pegando a mão direita da mestiça, plantando um beijo nas costas da mão.


 


 

Ah, que chique. Por favor, venha comigo. - disse Marinette ao retirar a mão dela depois do beijo , voltando para dentro da loja.


 


 

_ '' Como ela é tão linda, muito diferente da Lila. Estou torçendo para que ela não tenha um namorado. '' - pensou o modelo ao ver a mestiça de costas, começando a seguir .


 

_ A entrega está nos fundos da minha loja. Me acompanhe , até lá. - disse Marinette ao indicar onde a encomenda estava , entrando na floricultura.


 


 

A sua floricultura é muito linda mesmo. Cuida muito bem das suas flores. - disse Chat Noir ao elogiar os cuidados da mestiça com as plantas.


 


 

_ Muito obrigada mesmo. Herdei a loja da minha tia - avó, que morreu faz alguns meses. Queria ser designer de moda, mas quando levei os meus desenhos para o meu ídolo. Ele os rejeitou, fiquei muito triste com isso. - disse Marinette indo na frente do cliente, andando pelos corredores da floricultura.


 


 


 

O seu ídolo chegou a ver os seus desenhos ? - perguntou Chat Noir intrigado à mestiça, acompanhando-a por atrás.


 


 

_ Nem sei , alguns dias depois. Ele me mandou um e- mail, dizendo que tinha odiado tudo . Mandei um para ele, contudo, não me respondeu. Acho , que ele o ignorou. Todavia , não fico muito triste mesmo. Gosto de cuidar da floricultura da minha tia- avó, passei um bom tempo da minha vida, brincando aqui. - disse Marinette honesta com o modelo.


 


 

_ Ah, sim. Vou ver com ele. - disse Chat Noir ao imaginar que o pai dele fosse o ídolo da mestiça.

_ Muito obrigada pela ajuda. Fico muito feliz com isso. Todos estamos ansiosos com o casamento da minha irmã. Acabei de chegar da loja de noivas. , diz Chat Noir olhou gentilmente para a mestiça.

 

 

_ Por nada . Veio aqui para buscar as flores ? , diz Marinette ao devolver o olhar para o gatuno.

 

 

_ Sim, eu vir aqui a pedido da minha mãe. Já fez os arranjados florais para o casamento da minha irmã ?! , diz o Chat Noir .

 

 

_ Ah, claro que sim. Levei mais de 5 horas para fazer . Por sorte, tive ajuda de alguns bons amigos . , diz Marinette ao sorrir para o modelo.

 

 

_ Lamento por teremos dado muito trabalho para você e os seus amigos. Ah, me desculpe por não me apresentar adequadamente. O meu nome é Chat Noir e o seu ?, diz o Chat Noir ao devolver o sorriso da mestiça.

 

 

- O meu nome é Marinette. Te conheço muito bem , já te vi em muitas revistas de moda. E o seu pai é o meu ídolo. , diz a Marinette ao modelo sobre o seu conhecimento sobre a carreira do cliente.

 

 

_ Ah, aposto que é a minha fã . , diz Chat Noir

 

 

_ Ah, um pouco. Mas, sou mais do seu pai, diz Marinette honesta.

 

 

 

_ Que bom. Pelos menos, é a única que me contou a verdade . Fico muito feliz com isso. A maioria das minhas fãs gostam de mim, com o interesse em ser a minha namorada, diz Chat Noir

 

 

_ Ah, tem namorada ?, diz Marinette

 

 

 

_ Sim, eu tenho. Mas, estou pensando em terminar com ela. Me cansei dos mimos dela. E a própria é muito grudenta. Me liga o tempo todo, acredita que vamos nos casar logo. , diz Chat Noir .

 

 

 

_ Nossa, se fosse você, ia embora correndo , diz a Marinette .

 

 

 

_ É sim... , diz Chat Noir ao ser interrompido pelo toque do celular.

 

 

 

_ Lamento, preciso atender . Daqui a pouco, eu volto. , diz Chat Noir a mestiça .

 

 

 

_ Tudo bem, vou atender uma outra cliente., diz Marinette ao ir embora.

 

 

 

(**)

 

 

  Depois que viu a mestiça deixando sozinho, pegou o celular para atender, viu que a chamada era de Lila , ficou desapontado em atender a namorada chata.

 

 

 

(**)

 

 

 

( Chat Noir ) : O que foi , Lila ?

 

 

( Lila ) : Olá, meu amor. Somente te liguei para pedir dinheiro para uma balada de hoje. E as minhas amigas vão.

 

 

 

( Chat Noir ) : Ah, Lila. Eu somente sirvo para te dar dinheiro. Por acaso, você acha que sou um caixa eletrônico de 24 horas ?!

 

 

 

( Lila ) : Claro que não. Você é o meu namorado.

 

 

 

(Chat Noir ) : Está sendo cínica comigo , Lila. Estou perdendo a paciência com você

 

 

( Lila ) : Ah, amor. Está muito nervoso. Precisa relaxar de vez em quando.

 

 

 

( Chat Noir ) : E você precisa trabalhar. E parar de ficar me pedindo dinheiro.

 

 

 

( Lila ) : Mas, amor. A minha mãe me falou que não preciso trabalhar . Porque tenho você.

 

 

 

( Chat Noir ) : A sua mãe é louca , e está sempre errada.

 

 

 

 

( Lila ) : Não fala assim da minha mãe, amor. Fico triste com isso.

 

 

( Chat Noir ) : Para mim, já deu. Não aguento mais.

 

 

 

( Lila ) : Não aguenta mais o que ?

 

 

 

( Chat Noir ) : Você , Lila. Já me cansei do nosso relacionamento. Por mim, terminou .

 

 

 

( Lila ) : Por favor, não faça isso.

 

 

 

( Chat Noir ) : Faço sim . Não aguento mais você . Nem me ligue para pedir dinheiro. Vá trabalhar. Ou pedir dinheiro para os pais. Já que uma garotinha mimada, ao invés de uma mulher.

 

 

 

( Lila ) : Te amo , meu amor. Por favor, volta para mim.

 

 

 

( Chat Noir ) : Não volto nada. Até nunca

 

 

 

(**)

 

 

  Antes que a Lila pudesse responder , Chat Noir desligou o celular, se livrando do seu relacionamento com Lila, sentindo-se livre pela primeira vez na vida.

 

 

  Assim, a mestiça voltou para perto do cliente, após atender a sua última cliente.

 

 

 

(**)

 

 

 

_ Já voltei , senhor Noir. E parece que está muito pálido , algum problema ? , diz Marinette ao perceber a palidez do cliente.

 

 

 

_ Somente terminei com a minha namorada. Acredito que ela nunca vai aceitar. Preciso ir na delegacia , pedir uma ordem de restrição contra a minha ex, diz Chat Noir ao aguardar o celular no bolso da calça.

 

 

 

_ Ah, tudo bem. Bem, venha comigo . Vou te levar até o pedido, diz Marinette ao cliente.

 

 

 

 

_ Ah, obrigada. Preciso de algo para me distrair., diz Chat Noir ao ficar feliz com a sugestão.

 

 

(**)

 

 

 

  Marinette sorriu ao cliente, deu de costas, começando a guiar o cliente até o local, onde havia colocado as flores do casamento da irmã.

 

 

 

  Sem perder tempo, Chat Noir seguiu a florista pela loja.

 

 

 

(**)

 

 

 

  Em uma cafeteira , longe da floriculttura , Lila estava em uma das casas, tentando ligar novamente para o seu namorado com desespero, chorando de angústia por ter pedido a sua oportunidade de riqueza infinita

 

 

 

 

 

  Foi que então, uma das garçonetes veio para anotar o pedido da morena, sem saber que ia ser ofendida e humilhada.

 

 

 

(**)

 

 

 

_ Boa tarde, senhorita. Vai querer o que ? , diz a garçonete á morena .

 

 

 

_ Não quero nada vindo de você, sua vagabunda . E fique longe de mim, xingou Lila

 

 

 

 

_ Minha nossa, que péssimos modos . Se continuar assim, vou chamar a segurança , diz a garçonete ao avisar.

 

 

 

_ Cala essa maldita boca. Não vê que estou ocupada, tentando ligar para o meu namorado, há um bom tempo ?1 E então, caia fora, diz Lila ao expulsar a garçonete.

 

 

 

- Se fosse o seu namorado, ia terminar com você. É muito mal educada . Os pais não te ensinaram uma educação adequada . , diz a garçonete a o retirar-se de perto.

 

 

 

_ Ah, volta aqui, sua vadia., diz Lila ordenando o regresso da funcionária.

 

 

 

(**)

 

 

 

  Lila não obteve a resposta direta da garçonete, que foi embora para chamar o segurança , para forçar a retirada da morena da cafeteira.

 

 

 

  Concluído que a garçonete tinha desistido de perturbar ela , Lila retornou com a sua ligação para o namorado.

 

 

 

(**)

 

 

 

_ Anda logo, meu amor. Por que , não atende ? , diz Lila ao digitar freneticamente no celular.

 

 

 

 

_ Por favor, amor. Fale comigo, diz Lila entrando em desespero novamente.

 

 

_ Com licença, senhorita , diz o segurança ao chegar com a garçonete em seu encalço.

 

 

 

_ O que é , diz Lila quase esbravejando de raiva .

 

 

 

_ Ah, senhorita precisa ir embora. Não queremos alguém com você aqui. O nosso estabelecimento é de respeito . E não aceitamos este tipo de comportamento , como o seu. Pode sair por bem, ou vamos forçar a sua retirada, diz o segurança ao olhar frio para a morena.

 

 

 

_ Não mereço isso. Sou importante, diz Lila ao largar o celular no meio da mesa.

 

 

 

_ Não nos interessamos pela classe social, de quaisquer cliente nosso que veio aqui. Alías, o seu comportamento agressivo está atrapalhando os demais , diz o segurança .

 

 

 

_ Ah, vou mesmo embora daqui. Essa cafeteira é péssima, diz a morena ao recolher as suas coisas.

 


Notas Finais


me desculpe por algum erro.


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