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História A garota da rua de cima - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, xuxus!
Começando uma nova história!
Espero que gostem e se divirtam

Boa leitura!

Capítulo 1 - O programa de teatro


 ( Babi ).

Oi, pessoal! Eu sou a Barbara, mais podem me chamar de babi.

Barbara é muito grande, não é mesmo.

Então, me contaram que vocês irão acompanhar a minha história no próximos meses, então sejam todos muito bem-vindos!

Vou começar falando um pouco de mim, apesar da autora já ter feito isso, vou falar mesmo assim.

Bom, tenho 21 anos, moro com meu pai e madrasta em um bairro de classe média aqui de SP.

Quer dizer, nem tão classe média assim.

Depois da rua do meio, tem a parte mais simples, onde moram algumas famílias humildes.

Lugar este, que meu pai nunca me deixou nem passar de carro.

Nem eu, nem minha irmã Emily, a EMI.

Ela não mora mais com a gente, porque não se da muito bem com a Renata, nossa madrasta.

Depois que a mamãe morreu, meu pai se casou depois de 5 anos, e eu não o jugo, ele teria que refazer a vida um dia.

Mais a EMI não pensa igual a mim, e odeia a Re.

- Babi, ce ta acordada, filha?

Xi, é meu pai batendo na porta, fiquem aí, assistindo de camarote, que agora sim, a diversão vai começar.

Babi: - Sim, pai. Aconteceu alguma coisa? Digo, colocando a cabeça na fresta da porta que abri.

Manuel: - Posso entrar? Disse, e dei espaço indo pra minha cama.

- Adivinha o que o pai conseguiu? Continua, se sentando na cama.

Babi: - Se você não me contar, nunca vou adivinhar. Faço graça e ele ri.

- Ta bom. Consegui a ficha pro seu teste no programa de teatro na lolita! Disse, empolgado, e a única coisa que fiz, foi ri torto.

Manuel: - Vamos, filha. Cadê sua empolgação? Você disse que sonhava em entrar na lolita. Disse, desfazendo o sorriso de instantes atrás.

Babi: - Eu disse sim, mais não no programa de teatro. Cruso os braços.

- Ô meu amor, eu juro que tentei te encaixar no programa de música e dança, mais as vagas acabaram. Se explica.

Me levanto e indo até o meu espelho digo: - Que conveniente, não? Só terem vagas justamente no programa que você, que fique bem claro isso, que você quer.

Manuel: - Não é bem assim filha. Tenta se aproximar, mais saio.

Babi: - Ah não? E é como, heim, pai? Me diz. Será que o Mauro não

conseguiria uma audição pra mim, já que é o dono e tão seu amigo? O fito.

- Ele até conseguiria, né? Mais você não pediu! Continuo, com os olhos ardendo, e indo até a porta.

Manuel: - Filha, espera. Ele segura meu braço.

- Não, pai! Você não entende. EU não sou a mamãe, então para de forçar a barra, merda! Grito, chorando, e Desço as escadas direto pra estufa de flores, lugarzinho onde minha mãe adorava está.

Me sento no chão, e pela milésima vez, choro, por meu pai querer enfiar na minha guela a profissão da minha mãe.

Isso seria lindo e maravilhoso, se fosse o que eu também quero.

- Ei, o que houve, meu anjo? Vem CA! Renata disse, me puxando para seus braços.

Ela não é a minha mãe, e nem vai tomar o lugar dela, mais desde que a re chegou, tem feito esse papel muito bem.

Mesmo com a EMI a odiando.

Babi: - Eu não aguento mais, re. O meu pai vai me enlouquecer. Digo, abraçada ao seu corpo, entregue as lágrimas.

Renata: - Ô meu amor, não diga isso. Quer me contar o que aconteceu? Disse, se afastando, segurando meu rosto entre as mãos.

Barbara: - O de sempre, re. Ele quer enfiar o programa de teatro de guela a baixo em mim, mais eu não quero, o que eu amo é dançar e cantar. Digo, me afastando, limpando o rosto.

Ela respira fundo e diz: - Mais era o seu sonho, entrar na lolita.

Babi: - Era não, é! Mais não no teatro. Faço bico e ela ri.

Renata: - Ai, babi. Tô vendo que eu vou ter que te ensinar umas coisinhas. Disse, se levantando.

- Mais antes vem CA! Continua, estendendo a mão para mim.

Ela vai até algumas flores, e regando diz: - Quando eu era adolescente, o meu pai também não me deixava seguir o que eu queria, mais não deixei isso me abalar, fiz disso um aliado.

Babi: - O que quer dizer? Pergunto, a ajudando.

- Que voce tem que ir pro programa de teatro sim! Diz e franzo as sobrancelhas.

Renata: - Sim, babi. Voce não acha que assim, não é mais fácil de CE conseguir entrar no programa de música? Explica, e abro um sorriso enorme.

Babi: - Claro! Posso tentar conseguir uma audição! Mais pera aí, como vou fazer isso? Digo, desfazendo o riso.

- Calma, menina. Um obstáculo de cada vez, primeiro, faz esse teste, e mostra quem é Barbara Duarte!

A abraço forte e digo: - Obrigado, re. CE é a melhor!

{...}

No dia seguinte, acordei cedo, coloquei minha playlist preferida, e fui tomar banho.

Preciso está inspirada pra esse teste.

Quando acabei, fiz uma Maque leve, e troquei de roupa.

- Bom dia, familia! Digo, entrando na cozinha.

Manuel: - Filha, que bom que você decidiu fazer o teste. Disse feliz.

- Sim, pai! Mais não tô fazendo isso por você. Retruco, me sentando.

- E não deveria fazer isso por ninguém, Maninha. A EMI disse, chegando.

- Tô vendo que a educação continua sendo o seu forte, Emily. Meu pai disse, tomando um gole do seu café.

Emily: - Também tô venDo que forçar a Barbara a entrar num programinha de teatro idiota continua sendo o seu. Ela diz, se sentando do meu lado.

Ah, não. Vai começar o cabaré.

Manuel: - Eu só quero o melhor para sua irmã. Ele retruca.

- Desse jeito? Ah, que legal, papai. É lindo de se ver, o quanto você quer o melhor para ela, escolhendo sua carreira! EMI quase grita.

Renata: - Gente, por favor, podemos tomar café em paz? A babi precisa de tranquilidade para esse teste. Tenta apaziguar.

Emily: - Ah, pronto. Falou a madre Tereza. Debocha.

Manuel: - fala direito com a Renata, que ela não é suas amiguinhas não!

Minha irmã ia abrir a boca para responder, mais fui mais rápida e disse: - Mais que droga! Nem um café em paz posso tomar na minha casa.

Acabo de falar, e pego minhas coisas, indo até a porta.

- Babi, espera, maninha, por favor. Emi disse, chegando na garagem.

Barbara: - O que você quer? Digo, distravando meu carro, colocando as coisas dentro.

Emily: - Me desculpa, vai, eu não queria...

A interrompo e digo: - Agora já foi. Me deixa ir.

Fecho a porta do carona, indo para o outro lado.

Emily: - Espera, voce tem certeza, de que quer fazer isso? Se quiser, eu posso...

A interrompo novamente dizendo: - Chega, Emily! Eu já tô cansada de tudo isso! Não aguento mais, você e o papai querendo me controlar, então. Ver se não te mete mais, OK?

Acabo de falar, e entro no carro furiosa, dando partida.

Tava com tanta raiva, que nem percebi, que entrei na rua do meio.

Isso daqui é humilde mesmo.

Nunca vi, tanto buraco em uma rua só.

Passei com tudo em uma poça dágua, que não me importei, se molhei alguém, só escutei xingamentos e acabei mostrando o dedo do meio.

Deus, eu não sou assim.

Parei o carro no estacionamento da lolita, e não esperei muito, para descer.

Depois que peguei minhas coisas, segui para dentro.

Foi aí, que esbarrei com alguém, e as minhas coisas foram parar no chão.

- Merda! Era só o que me faltava. Digo, me abaixando pra pegar minhas coisas.

Foi quando senti uma mão na minha, levantei o olhar, e vi o homem mais lindo!\\


Notas Finais


Primeiro cap, amores!
E vamos aos avisos!

Estarei postando todas as segundas e sábados. Porquê tô, enrolada na faculdade e ta tudo uma doidice kkkkkk

Enfim, até la e aproveitem!❤


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