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História A garota de cabelos azuis - Capítulo 5


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Notas do Autor


Espero que esteja gostando da fanfic e que eu esteja conseguindo fazer você se interessar por ela

Capítulo 5 - Você não cumpriu a promessa tambem


'Peguei pesado com ele' era oque minha voz de culpa sussurrava em minha cabeça em quanto eu tentava terminar de comer meu lanche e dispensar qualquer sentimento ou pensamento relacionado a Scoot, como foi algo impossível e minha garganta implorava por álcool eu decidi sair de carro e ir até Los Angeles resolver a mancha roxa em minha bochecha com o filho da puta que a fez. Não iria deixar barato e queria resposta do que ele queria com meu irmão não acredito que ele tenha voltado a fazer parte das Ganges e ainda por cima me escondido isso.

Passei no meu quarto e peguei as chaves de meu carro e fui para o estacionamento expulsando os casais que se beijavam perto ou encostados em meu carro, entrei em meu carro saindo do estacionamento queimando os pneus. Não demorou muito para meu telefone tocar mas  ignorei e estacionei enfrente a casa dos Santos saindo do carro a ponto de esganar um deles quando vi seus sorrisos mas tinha alguém melhor em minha mira, passei por todos aqueles homens grandes e cobertos de tatuagens e agarrei Nick pela camisa o encarando feio quando vi seu sorriso brotar em seus lábios

- Acho que temos uma cadelinha brava aqui - Algum dos retardados comentou e eu dei um empurrão em Nick

- Você me prometeu que não ia mais meter meu irmão em seus problemas - gritei para Nick que me segurou pelos pulsos ainda com um sorriso irritante nos lábios

- E não meti, sabe que cumpro minha palavra gatinha - eu revirei meus olhos com o modo que seus amigos riram por ele me chamar de gatinha

- Primeiro não me chame assim. Segundo se você não meteu meu irmão em problemas porque um dos caveiras deixou um recado para meu irmão - quando terminei de falar Nick me pegou pelo pulso e me levou para dentro da casa achando um lugar vazio sem nenhum drogado ou bêbado

- Que recado? - sua voz mudou de tom para mais suave e rouca. Eu odiava saber que ele me tratava de uma maneira diferente perto dos amigos

- Um recado - revirei os olhos mordendo os lábios ao saber que teria que contar sobre o tapa

- Oque ele fez? Os caveiras não costumam falar.. - Nick deu um murro na parede antes de me olhar nervoso

- Um tapa - assim que falei rapidamente as palavras ele se aproximou - Não foi nada eu não estava totalmente desprevenida e o cara estava meio irritado por eu ter ido para a cama com ele e não lembrar seu nome - falei a ultima parte baixinho vendo a desaprovação nos olhos de Nick

- Com quem você estava? Achei que você tinha me prometido que não iria fazer isso devolta - Nick estava puto mesmo que estivesse acariciando meu rosto eu sabia que o tom seco em sua voz não era atoa

- Com minha nova irmã - revirei meus olhos - E você não cumpriu sua parte do acordo já que meu irmão continua trabalhando para vocês - falei retirando sua mão de meu rosto dando um passo para trás - Eu não quero guerra e nem que meu irmão fique sabendo disso mais se tornar a acontece eu conto para seu irmão e vemos as Ganges se destruírem novamente - falei friamente e me virei saindo do quarto

Mostrei o dedo do meio para alguns retardados e parei ao ver meu irmão encostado em seu carro de braços cruzados e um olhar mortal e ao seu lado ninguém mais do que o irmão de Nick. Revirei meus olhos, andei até eles antes de meu irmão agarrar meu braço e fazer cena

- Eu já disse que não quero você aqui -  gritou contra meu rosto apontando o dedo para Nick que estava atrás de mim - E muito menos com ele! Era para você estar na escola e não caçando confusão se quer se rebelar escolha companhias que não se importem com você - continuou a gritar e eu apenas escutei calada até ele terminar

- Deveria ficar feliz gosto das mesmas companhias que você - debochei com um belo sorriso de canto - Eu só queria diversão já que você decidiu me colocar em um internato onde não posso nem me mexer que meu pai esta encima de mim. Pergunte para Nick passei ótimos momentos em seu quarto lá dentro - terminei a provocação e sorri quando Nate o irmão de Nick segurou Sam que iria voar encima de Nick - Boa noite rapazes

Sai andando enquanto escutava Sam ameaçar Nick e Nate tentar acalmar as coisas. Entrei em meu carro e sai queimando os pneus. Estacionei meu carro no estacionamento da escola e esperei encostada em meu carro até Sam frear o seu no meio do pátio do estacionamento e sair do carro transtornado em minha direção

- Você tem ideia do que esta fazendo? Achei...

- achou oque? Que me mandar para cá seria melhor para mim? Ou que me manteria segura enquanto você trabalha para os santos? Você tem ideia do que esta fazendo? Porque eu sempre tenho um plano antes de fazer qualquer coisa - enquanto gritava com ele as pessoas iam se aglomerando envolta de nós e logo vi os olhos azuis de Scoot. Me repreendi mentalmente quando Sam seguiu seus olhos na direção que eu olhava e paralisou com os punhos cerrados ao lado do corpo - Sam...

- Oque ele está fazendo aqui? Achei que tivesse sumido como o pai... Não me diz que você...Não katheryne você não seria tão idiota - sua foz foi de alta para um sussurro em segundos, eu dei um passo em sua direção mais ele fez sinal com a mão para eu parar - Você tem razão eu não tenho ideia do que estou fazendo e nem o porque de eu ainda ter esperanças que vou ter minha irmã alegre e sóbria novamente - sem nem esperar eu juntar uma resposta Sam entrou em seu carro e saiu queimando os pneus

Por alguns instantes fiquei pensando em suas palavras e entrei no meu quarto procurando desesperada por minha mochila onde trouxe bebidas, peguei minha garrafa de whisky, a abri rápido virando aquele liquido flamejante e doce em minha boca, tomei gole atrás de gole até não conseguir levantar do chão. Meus olhos começaram a lacrimejar, eu mordi meu lábio com força tentando não me render ao choro e bebi mais. Peguei minha ceda e enrolei alguns dos bons para mim e acendi um deles segurando a fumaça em minha boca até me sentir mais tonta do que estava pela bebida, soltei a fumaça e me assustei com o barulho da porta se abrindo

- Kath... - Rebeca arregalou os olhos ao me ver sentada na escada com o cigarro aceso em uma das mãos e a garrafa em outra pela metade. Dei uma risada fraca e logo uma mais alta

- Vamos reclame de eu estar fumando maconha e bebendo - debochei bebendo um gole grande do whisky. Rebeca negou com a cabeça ainda assustada - Claro que não...Você deve estar com dó de mim e pra falar a verdade deveria, a garotinha abandonada pelo pai, órfã, cheia de problemas e a culpa é toda da sua mãezinha vadia

- A culpa não é da minha mãe e eu não vou discutir com você neste estado - ela gritou e se aproximou - Larga essa garrafa katheryne! Nós temos o jantar de volta as aulas e meu pai que você lá - revirei os olhos e virei a garrafa novamente

- Eu não sou da 'família' - ironizei tentando me levantar da escada e quase caindo escada a baixo - opa - dei risada me sentando novamente e virando a garrafa novamente

- Katheryne seu irmão não quis... 

- OQUE VOCÊ SABE SOBRE MEU IRMÃO? EU SEI UMA COISA ENTÃO É MELHOR CALAR A BOCA - gritei com ela e virei minha garrafa novamente - Eu sei um dos seus melhores segredos...

- Katheryne não precisa ser assim...Eu não quero declarar guerra...por favor.. - gargalhei com sua tentativa de me fazer parar

- Vadiazinha, além de roubar meu pai ainda tentou trepar com o meu irmão para irritar meu pai - falei em puro deboche e virei a garrafa novamente sentindo meu estomago embrulhar

- Eu não vou discutir com alguém que só quer beber até passar mal - ela se virou indo para a porta

- Tchauzinho vadia - gargalhei fumando novamente meu cigarro e segurando a fumaça novamente

Dois cigarros depois e quase toda a garrafa de whisky eu já estava convencida que minha vida é uma bosta e começando a perder meus sentidos, me assustei com a porta sendo aberta e olhei para o filho da puta do Scoot

- Ela trouxe reforços - debochei rindo

- Larga essa garrafa katheryne - eu dei risada. Ele realmente acha que é só pedir?

- Sabe que você fica bem bonitinho com essa camisa azul de malha fina - dei risada de meu comentário

- Você fica extremamente sexy com essa calça coladinha - ele falou rouco, sorri mordendo o lábio - Esse cabelo azul realçou seu rosto principalmente sua boca avermelhada...aaah oque essa boca sabia fazer mesmo você sendo inocente imagino agora... - senti minha intimidade pulsar com sua palavras em um tom de malicia que não escutava misturado a essa foz rouca a muito tempo

- Vai além da sua imaginação...Mais essa boquinha rosada com um gosto de menta viciante também não fica atrás - sussurrei olhando ele se subir a escada

- Você não deixou eu dar uma demonstração ontem... - mordi meu lábio olhando ele subir os últimos degraus até mim - Não acha que já bebeu demais?" sua voz suave soou como a melhor coisa que já escutei de tão perto, sua respiração estava acelerada contra minha pele - Você não tem noção do que faz comigo ou de quanto eu vou me odiar... Mais você já bebeu demais e vai me odiar se eu fazer oque você quer enquanto bebada - ele foi mais rápido que eu e pegou a garrafa da minha mão sorrindo de lado - Eu vou te levar dar um passeio de carro para tentar amenizar seu porre antes do jantar de seu pai

- Filho da pu.. - ele deu risada me interrompendo ao me pegar no colo - oque?

- Você mal conseguiu ficar de pé acha que vou deixar você descer a escada por conta própria? - ele riu novamente e me levou até embaixo deixando a garrafa encima do guarda-roupa de Rebeca onde eu não alcançaria e depois me colocou no chão dando um dos sorrisos mais bonitos que eu já vi na vida

- Eu adoro as suas covinhas Scoot - coloquei minhas duas mãos em sua bochecha rindo ele as tirou lentamente me puxando para fora do quarto

- Eu tenho que sumir com você antes que o seu pai te veja - falou me arrastando para o estacionamento, abriu a porta de seu carro para mim e me ajudou a colocar o cinto. Eu me lembro de desmaiar no banco do carro minutos depois dele dar a partida


Notas Finais


Se você leu até aqui muito obrigada e espero que continue lendo e gostando


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