História A garota do bar - Capítulo 15


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Categorias Azul é a Cor Mais Quente
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Assunto De Nós Duas, Beijo, Entre Meninas, Garotas, Lesbicas, Romance, Sexo Entre Garotas, Tumblr
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Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sejam todos bem vindos novamente .. duvidas e perguntas sobre a minha volta seram todas esclarecidas por hora estou muito feliz em estar de volta
Deixem críticas elogios pois seram muito bem vindas

Capítulo 15 - Recomeço


Eu te entendo e me desfaço .. eu te aceito e me esmago, passo por cima de todas as regras saudáveis para um bom relacionamento, mastigo e jogo fora todos os bons costumes .. porq eu gosto mesmo quando em ti eu me desfaço .. me entrelaço me acalmo! Com você eu me refaço .. me atormenta aquela ideia de corpos espaçados, meu amor é um campo de guerra e nessa guerra você sente paz, você se distrai, e de novo a gente se fundi se une se pune pela demora pela espera e por todos os gritos de baixo do chuveiro não correspondido, por todas as cartas rasgadas depois de não lidas por todo terror em uma cama vazia que resulta na enchente de de um quarto escuro sob lágrimas de desespero por sua ausência, noites e noites eu implorei teu nome, deitei em cima dos meus próprios cacos, cortei- me por inteira, rasguei a carne na esperança de que a alma falasse algo que me fizesse desistir de desistir, esperança é algo bonito que vemos nos filmes, bonito seria se seu corpo junto ao meu formasse uma camada visível de querer ficar com probabilidades reais de que isso aconteceria! Não vai acontecer e cá pra nós eu acho que é melhor assim, sou mais feliz assim, porque chorar todas as noites me faz bem a Ponto de acordar no outro dia me obrigando a ser um rei, caso contrário eu sei que chegarei ao final deste dia, cá pra nós ? A história sempre continua essa é a magia da vida .. 

 

Helena via dentro do quarto a garota que a fez viver, q deu sentido a tudo, e com os braços cruzados vendo tantos médicos ao redor dela .. com ressonâncias, raio-x, tomografias, pressentia que estava tudo bem, sentia que o pior tinha passado, estava no canto do quarto e quanto vozes ecoavam por todo o quarto, médicos e enfermeiros entrando e saindo o tempo todo, imaginando quando todo aquele alvoroço passaria e se talvez esses médicos resolvessem ir embora ela poderia ir até lá e falar parar jhenny que o perigo na se foi. As lembranças enfim tinham voltado, lembranças boas e ruins, os traumas estavam vivos mas ainda assim a essência de jhenny  continua intacta, o sorriso perfeito, que faz anular todos os outros, os médicos saem e Jhenny olha para a janela enorme a sua frente, a persiana está totalmente aberta, Helena está do outro lado com uma expressão confusa, braços cruzados, cabelo liso ondulado, olhos meio caídos ela parece cansada, enfim estão ali prontas uma para a outra havia tanta coisa que Helena gostaria de contar, as duas se olham como se aquilo naquele exato momento fosse a coisa mais importante de suas vidas, a uma corrente elétrica entre o espaço de seus corpos e até quem passa nos corredores pode ver, que ali naquele espaço entre esses dois corpos existe saudade, medo, segredos e um desejo que não caberia em duas garotas tão pequenas, transcende e faz tão pequeno qualquer outro sentimento seus olhos mais uma vez se cruzam e dessa vez Helena sorri, as duas sorriem,

oi ? 
Oi! - Helena morde os lábios, acho que por nervosismos, acima metro da cama ela não sabe bem quais palavras devem ser usadas, talvez devesse dizer mesmo qualquer coisa, talvez ela só devesse ficar quieta. 
Eu me lembro de tudo, lembro de ouvir você gritar enquanto bombeiros me erguiam pro céu naquele penhasco, lembro do seu cheiro e do calor que sua presença causa!
Você sempre foi boa com as palavras não sei porque insiste sempre em falar tão pouco! - Jhenny sorri e olha pra baixo, acho que nem a própria entende o porquê de tanto silêncio! 
As pessoas são como são, sou diferente e não é porque amo de uma forma diferente que não te amo com tudo que sou! 
Helena sentou no “pé” da cama, estava com uma blusa regata preta, cabelos soltos, sua pele clara um pouco queimada pelo sol, seus olhos fixos em Jhenny e sua cabeça não raciocinava mais naquele momento.
Sinto muito ter ficado ausente ter deixado você sozinha segurando toda essa barra, obrigada por cuidar da Jesse, a gente se quer teve tempo de se conhecer e tudo isso aconteceu tão rápido! 
Não precisa agradecer, acho que fiz o que meu coração pedia, eu acho que te amo de verdade daquele tipo de amor que não se controla, é algo que me transborda e eu não posso evitar. O silêncio se estabeleceu entre as duas, seus olhares se cruzavam como  como dois cavalheiros caminham para a morte, Helena sentia uma dor no peito que mal conseguia respirar, a dor da falta, do medo, da falta de jeito, enquanto se perguntava em que momento deveria tocar a mão da única pessoa que ela amou!
Você está um pouco distante sente-se ao meu lado Helena, chega um pouco mais perto, eu estou um pouco confusa eu preciso que você me ajude a assimilar tudo isso.    Os olhos de jhenny lacrimejaram enquanto ela gesticulava e olhava pro chão tentando entender como chegaram até ali! Nesse instante Helena se sentou ao seu lado segurou a sua mão que esvoaçava pelo ar e levou-a até seus lábios, não existe um termo correto para descrever o que sentiram nesse exato momento, o calor, o disparar do coração, o ar que faltava com tanto espaço com tanta liberdade. Helena se debruçou e antes de tocar seus lábios sussurrou “eu te amo”, os lábios se tocaram enfim e foi como recuperar o ar na superfície do oceano depois de quase morrer afogado em si mesmo por meses, um beijo calmo, as línguas se tocando sem pressa como se precisassem aproveitar e fazer valer cada instante daquele beijo, era a redenção de quem venceu a morte! Num salto Helena subiu em cima de jhenny com uma perna de cada lado da cama hospitalar, olhos fixos na boca de jhenny ela se despiu sem demora, peça por peça, entre sorriso e murmúrios de prazer jhenny ainda com dor sem muito jeito .. fez com que ela se deitasse ao seu lado .. braço por baixo do pescoço e uma mão solta, livre passeando por cada canto, cada pedaço de corpo, de pele! A passou a mão entre as pernas de Helena, estava encharcada, em sua calcinha escorria prazer, Helena se derreteu sobre a cama ao sentir as mãos de jhenny entrando e saindo, Helena abriu ainda mais suas pernas e jhenny beijou seu pescoço, com pressa, raiva, desceu até seus seios rígidos, passeou com a língua pressionando e mamando de olhos fechados intensificou o ritmo de sua mão dentro de Helena, entrava com força, lá dentro sem a intenção de causar dor mas ainda assim causando uma dor que Helena sorria ao sentir! Helena sentiu seu orgasmo chegar com menos de 10 minutos de transa, tirou a mão de jhenny, e virou-se sobre ela, jhenny não se moveu, Helena foi descendo e tirou com muita cautela a sua calcinha, ela abriu sozinha as pernas e Helena beijou sua coxa, de quatro num quarto de hospital, com a cara enfiada na xota de outra garota ela se notou vontade de gargalhar o mais alto que podia, seu peito fumegava e ela nunca se sentiu tão feliz, passou a língua nos grandes lábios, e sentiu um líquido escorrer em sua língua, continuou lambendo superficialmente, desceu até o ânus de jhenny e pressionou com a língua, jhenny gemeu alto um gemido desesperado por mais que só a língua, ela subiu e enfiou a língua como se estivesse pintando uma obra de arte, como se beijasse a boca da sua garota, jhenny pressionou a sua cabeça e rebolou pedindo mais, ela sugou todo o seu orgasmos como se sua vida dependesse daquilo, e então partiu para um 69 esfregando sua xota na boca de jhenny rebolando pedindo mais, e jhenny foi chupando e massageando seu ânus o dedo, a probabilidade de qualquer pessoa entrar naquela sala era enorme, ainda assim elas se quer pensaram nisso, se amaram a noite inteira a até o sol voltar a brilhar, cada beijo e cada toque foram sentidos com a intensidade de um vulcão adormecido a anos, as risadas em meio aos beijos transcenderam aquelas paredes e todos que passaram naquele corredor  não conseguiu não dar um sorrisinho de lado! Já marcava 6 horas da manhã quando adormeceram nuas e juntas, uma enfermeira que entrou logo pela manhã deixou um sinal de “não perturbe” na porta já que Jhenny se encontrava estável e muito bem diga se de passagem! Na recepção uma visita acabava de chegar!
Olá eu sou soube que minha sobrinha recuperou a memória e se encontra em um desses quarto eu gostaria de vê-la.
Pois bem senhor como se chame ?
Charles garrido querida, mas não avise que estou subindo eu gostaria de fazer uma surpresa! 



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