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História A garota do calendário - Clace - Capítulo 16


Escrita por: e Giogio01


Notas do Autor


E cá estamos nós com mais um capítulo pra vocês. Eu sei, faz uma cota que não atualizamos essa história, perdoem a gente, galera. Anda acontecendo muita coisa. Enfim, aproveitem esse capítulo.
Ps: O hot Malec quem fez foi @Ssinful a rainha dos hots, eu diria!
Ps2: Esse POV da Clary está cheio de confusão.
Rs

Capítulo 16 - Colocando as cartas na mesa.


{Alec} 


 — Vamos fazer as malas, maninho. — disse  Izzy assim que saímos da sala de Simon no FBI. 

— Mas já?! — sorri. 

— Claro, nós precisamos fazer tudo com atenção, não podemos esquecer nada. 

— Tudo bem. — balancei a cabeça. — Antes de ir pra casa, preciso passar lá no Magnus, okay?

— Ih, vai fazer o que lá? — Isabelle me encarou e um sorriso malicioso surgiu em sua face. 

— Bobinha, eu esqueci minhas roupas lá — revirei os olhos. 

Eu realmente havia esquecido as roupas, mas o que eu queria mesmo, era ficar mais um pouco com Magnus, aproveitar os últimos momentos com ele. 

— Te vejo em casa então. — Izzy beijou minha bochecha e, após entrar em um Uber, piscou para mim e saiu. 

Magnus chegou poucos minutos depois para me buscar. Assim que estacionou o carro ao meu lado, meu coração acelerou. 

Ele usava uma blusa branca definindo seu abdômen gostoso e um short de flanela preto, me deixando excitado. Assim que entrei no carro, pude sentir o cheiro daquele perfume viciante e delicioso. Inspirei o ar com força e sorri de canto. Magnus era gostoso pra caramba, incrível demais. Putz.

Subimos para o quarto onde estavam as minhas coisas. Ele me seguiu sem dizer muito, sentando-se na borda da cama enquanto me olhava esgueirar-me pelo quarto. 

— Alguma novidade?

Magnus olhou-me com expectativa, talvez tentando decifrar o que se passava na minha cabeça. Mal sabia ele que só pensava no quanto combinamos. O quanto sou inteiramente dele, sem nem mesmo questionar. Me aproximei dele, sorrindo de lado.

 Meus ossos pareciam feitos de borracha quando ele enlaçou minha cintura e me puxou para perto da cama. Ele estava sentado na borda, sorrindo.

Me encaixei entre suas pernas. Acariciando seus cabelos negros, que deslizavam entre meus dedos com facilidade. Senti que deveria tornar aquela pergunta retórica, mas ao mesmo tempo queria ouvir sua voz – embora estivesse consciente de que seria capaz de ouvi-la mais tarde de um jeito muito mais perspicaz e deleitoso.

— Só a de que fico completamente louco por você a cada dia que passa. — segurei seus ombros. Magnus sorriu matreiro, descendo as mãos que outrora estavam em minha cintura para a bunda. 

— Não esperava essa, senhor Alec… — disse, fitando-me. Magnus tinha a capacidade de me despir com o mais simples dos olhares. Não parecia que eu controlava meu corpo quando estava com ele. — Talvez possamos fazer muitas coisas profanas agora. O que acha?

— Você ainda pergunta? — meus dedos logo trataram de desabotoar os botões da minha blusa. Um a um, seguidos pelo olhar atento de Magnus. 

Quando todos estavam abertos, não retirei a camisa de imediato. Acariciei o rosto de Magnus com os polegares, aproximando minha boca da dele. Apoiei meu joelho direito na cama, aproximando-o da calça dele. Um assomo de paixão encheu meu peito ao vê-lo sorrir. Então, eu o beijei.

Beijei uma e duas vezes. Seus lábios e sua língua estavam quentes, e ele faz aquela coisa gostosa com o queixo. Minha língua adentrou sua boca, e nós suspiramos. Meu coração batia tão rápido, que parecia tentar me matar. 

Sentindo o seu pau ficar animado sob a calça, eu o pressionei com meu joelho direito. Magnus gemeu, apertando minha bunda e me trazendo para perto. Seu nariz pareciq inalar meu cheiro quando ele o pressionou contra minha barriga, que se contraiu ao mínimo toque. Ele lambeu acima do meu umbigo, dedilhando os meus mamilos.

Apertei seus ombros e fechei os olhos. 

— Adoro te ter sobre mim desse jeito, Alec… — ele disse, desabotoando minha calça. Seus dedos roçaram sobre minha virilha, apertando-a. 

Certo, talvez eu estivesse duro pra caralho. Magnus era um dos meus pecados capitais, e eu não estava nem brincando. Seus olhos, seus lábios, seu ser, tudo isso corrobora para a minha ruína. Minha boca salivava quando ele beijava meu abdômen, mordiscando ora ou outra. 

Beijei sua bochecha e logo em seguida seus lábios, ao passo que me abaixei até ficar de joelhos. Acariciei suas coxas, e ele me olhou com luxúria. 

— O que você quer fazer? — indagou, passando a mão direita nos meus cabelos. Ele sabia a resposta. Sabia o que desejava fazer. Sabia, mas adorava me provocar. 

— Eu quero… — titubeei, umedecendo meus lábios. — te chupar.

— Que interessante — ele desabotoou sua calça, abaixando a cueca. Seu pau pulou para fora, e eu arfei só pela visão. — Então chupa ele todinho, vai.

Puta. Que. Pariu.

Pisquei algumas vezes. Envolvi a extensão com a mão direta, punhetando algumas vezes antes de começar a trabalhar. Magnus estava quente, febril e excitado. Não havia maneira melhor de tratar isso com outra coisa que não fosse aquele boquete. 

Passei a língua pela glande, envolvendo-a por inteiro em movimentos circulares, sentindo o gosto do pré-gozo na ponta da língua. Olhei para Magnus, umedecendo ainda mais a boca. Apertei a glande com o polegar, sorrindo quando ele gemeu. 

— Gosta de quando faço isso, amor? — falei, sussurrando. Ele luta para manter os olhos abertos em mim. — Quando chupo seu pau gostoso com vontade? 

Ele apertou meus cabelos, arfando. 

— Não me provoque, Alec.

Sorri. Lambi toda a extensão do seu pau, chupando e dando beijinhos. Coloquei tudo na boca, deixando a língua por baixo enquanto o engolia por inteiro. Segurei suas coxas, movendo a cabeça para cima e para baixo quando me senti pronto para tal.

Magnus gemeu, segurando novamente meus cabelos com força. Deixei a língua flácida, movendo-a de um lado para o outro ainda dentro da boca. Ora subia com a cabeça, tirando-o por inteiro apenas para abocanhá-lo novamente. Quando retirei, beijei a cabecinha do seu pau. 

Senti os seus curtos pêlos pubianos acariciarem meu nariz, por onde respiro fundo todas as vezes em que levava seu pau até o fundo da minha garganta. Cruzei meu olhar com o de Magnus, que segurou minha nuca com força, investindo contra minha boca umas duas vezes.

Quase engasguei, mas respirei fundo. Voltei para a glande, fazendo uma sucção com força, girando a cabeça de um lado para o outro. Ele soltou um grunhido, e eu podia saber que ele estava quase lá. Os barulhos molhados que ecoavam pelo quarto me faziam sentir ainda excitado. 

Magnus empurrou minha cabeça, e eu abandonei seu pau com um pequeno barulho molhado. O olho com um fio de saliva escorrendo pelo meu queixo.

— Eu amo o seus boquetes, mas não quero gozar antes de estar te fodendo com força. — ele disse, me puxando para si novamente. Sua língua lambeu meu queixo, subindo para a boca. — Gostoso do caralho.

Suspirei com seu beijo forte. Tão forte, que minha boca doeu. Ele retirou minha calça num instante junto com a cueca. Me jogou na cama de bruços, e eu pude sentir a cama afundar ao lado dos meus quadris. Magnus sabia o quanto me tinha vulnerável naquela posição, e adorava se deleitar com aquilo. Era como se ele soubesse exatamente onde tocar para me fazer ir ao céu e ao inferno em questão de minutos. 

Como uma verdadeira perdição. 

Senti seu pau roçar entre minha bunda, e eu apertei os lençóis da cama. Magnus beijou meu ombro para logo em seguida mordê-lo.

Gemi pela dor gostosa. Amanhã com certeza eu me lembraria exatamente de cada marca feita e qual o momento em que ela foi feita. Eu gostava daquilo. Era como se marcasse nosso amor.

— Você pode decidir, meu amor — ele sussurrou ao pé do meu ouvido, lambendo o lóbulo. — Posso fazer devagarinho, te alargando aos poucos. Ou posso te consumir com força, te deixando exatamente onde quer estar.

Propostas deveras interessantes, Magnus. Mas como a sua boa cadelinha, eu não conseguia sequer assimilar a situação com racionalidade quando seus dedos percorreram minhas coxas e levantaram meus quadris. Amava como ele me tratava de forma mais bruta, mas tinha o devido cuidado para outras coisas. 

Uma mordida na minha nádega direita. Uma palmada na esquerda. Senti que meu pau ia explodir a qualquer momento, pois ele rogava por uma atenção que eu ainda não havia dado até o momento.

Envolvo-o com a mão direita, me tocando enquanto vejo Magnus se esticar até o criado-mudo ao lado da cama e pegar um preservativo e lubrificante. Logo sinto um de seus dedos molhados me invadir, fazendo com que um gemido mais alto escapasse de meus lábios. 

— Magnus… — falei, aumentando os movimentos da minha mão. Acaricio a glande com o indicador, ao passo de que Magnus mexe o dedo dentro de mim.

Ele o girou de um lado ao outro, retirando e adentrando simultaneamente. Mordi os lábios, sentindo aquele frio no estômago. Gostaria de morder qualquer coisa nesse momento que não fosse minha boca, porque chegará um momento no qual não vou conseguir conter a voz, e minha boca não vai ajudar em nada. 

Quem sabe eu não mordesse o lençol. Tudo para que conseguisse controlar um pouco a voz. Mas é bem mais difícil, porque Magnus enfiou o segundo dedo, e eu posso senti-lo tocar a minha próstata. 

Espio pelos ombros, e o vejo sorrir matreiro. Seus lábios estavam muito molhados; seu pau cutucou minha coxa. Puta merda, aquele homem era a maior perdição que alguém poderia ter na vida. Eu era totalmente falho e vulnerável por ele, e ele sabia disso.

O amava tanto, que às vezes me perdia em meus próprios pensamentos. O tanto que nós lutamos para permanecermos juntos, para chegar onde chegamos. Tudo isso porque nos amamos, e amar é mais complicado e exige coisas que você precisa sacrificar. Amar Magnus Bane não é sempre o show de amassos que eu imaginei, mas de longe é apenas olhares ladinos e compreensivos. 

Acho que não tenho muito o que explicar. Ele é incrível pelo que é, e nós não somos perfeitos. Para nós, sim. Mas não no papel. Somos o que somos.

— Vem. Eu quero você… — falei, entrecortado. Ele acenou, retirando os dedos de mim. Ouço-o murmurar algumas palavras desconexas. 

Magnus em instantes se posicionou atrás de mim, já com o preservativo. Seus dedos trilharam a linha da minha coluna, parando nos quadris. Sua mão direita pressionou um pouco abaixo da minha coluna e acima da bunda, me deixando em uma posição melhor. Ele se inclinou sobre minhas costas apenas para sussurrar em meu ouvido e lamber minha nuca.

Arrepio todos os lugares possíveis. 

— Estou entrando. — e é o suficiente para fazer com que eu agarrasse os lençóis com força. 

O senti, centímetro por centímetro. Arfei de forma exasperada, sentindo tudo o que ele me oferecia. Era quente, viril e bom. Muito bom. Aquilo acabava de entrar na lista das minhas coisas preferidas no mundo: transar com Magnus Bane. 

Quando entrou por inteiro, suas mãos se apoiaram na cama. Ele movia o quadril, saindo uma vez para meter de novo com um pouco mais de força. Tive que fechar os olhos para apreciar melhor a sensação dele entrando lentamente para sair e meter com mais força a cada vez. Cada investida parecia o céu. Não era bruto, não doía. Ele era paciente. Mal sabia Magnus que eu só queria ele todas as vezes que pudesse. 

— Me diz o quanto gosta disso, Alec. O quanto você é meu e eu sou seu — sua boca gostosa profere, enquanto suas mãos igualmente gostosas apertaram minha bunda. Batem com força, uma, duas e três vezes.

Gostaria de dizer qualquer coisa, mas temia engasgar com os gemidos a cada vez que abria a boca. Magnus abraçou meus ombros, deitando o peitoral sobre minhas costas enquanto me fodia com força. Seus movimentos eram ágeis e fortes. Senti tudo e nada ao mesmo tempo quando ele achou minha próstata de novo.

Podia morrer naquele momento. Estava de quatro, sendo fodido pelo homem que eu amava, sentido um prazer descomunal. Tem coisa melhor que isso? Se houver, deixo claro que desconheço. Embora não conseguisse raciocionar com clareza, apenas falei:

— Eu amo como você me fode.

Ele soltou um grunhido, passando o braço esquerdo pelo meu tronco, levantando-o. Magnus investiu mais forte, e eu arqueei as costas. Abri a boca quando seus dedos adentram-na, brincando com a minha língua. 

Meus olhos se encheram de lágrimas prazerosas. Magnus brinca com minha língua, passando-a entre seus dedos, apertando minhas bochechas. 

Senti minha virilha apertar, meu pau já estava doendo. Eu iria tocá-lo no exato momento, mas Magnus tirou a mão da minha boca e a levou até meu pau. Engasguei um gemido quando seus dedos molhados tocaram a glande. 

Não havia muito o que dizer. Apenas que nos momentos que se sucederam, eu quase morri de vergonha e prazer. Gozei em instantes, enquanto Magnus me fodia com vontade. Caí na cama, ofegante, dolorido, satisfeito. Magnus demorou um pouco mais, segurando meus quadris e arremetendo de forma lenta, mas funda. Quando gozou, foi com um suspiro alto.

Ele saiu de dentro de mim, respirando entrecortado. Meus quadris se abaixaram até deitar no colchão. Eu estava tão cansado, que sequer movi um dedo. Magnus beijou meus ombros. 

Alec Lightwood estava um caco. Todo suado e molhado. Eu precisava mesmo de um banho.

— O que aconteceu com o meu garoto vergonhoso e puro? — Magnus voltou para cama após jogar o preservativo no lixo. E voltou enchendo o meu saco, pois ele gosta de o fazer nas horas vagas.

— Vai se foder, Mag. — sorri, escondendo meu rosto na curva do braço. Ele gargalhou, beijando meu rosto.

— Sabe o quanto te amo, Alec. 

Virei de lado, olhando-o. Suspirei apaixonado. Aquele homem era impossível de se lidar. Namorar Magnus também era estar preparado para ações inesperadas e sutis.

— Eu te amo. Muito. — disse, olhando-o nos olhos. Beijei seus lábios com paixão, sentindo-me preenchido com seu amor. 

Era surreal a forma como o amor nos deixava. Senti que era possível andar pelos leões por Magnus, que o faria com prazer e sem hesitar. Ele era meu tudo; era a força que rege meu universo particular. Não consigo me imaginar em um mundo onde Magnus Bane não exista.


{Clary} 


— Sebastian, eu não sei o que você quer aqui, mas sugiro que vá embora agora mesmo! — ergui um pouco o tom de voz. 

— Ou o quê, hein? Vai chamar o Sr. Perfeitinho? Chama lá, vamos colocar as cartas na mesa. — Sebastian me empurrou e entrou na casa. 

Minhas mãos estavam trêmulas quando soltei a maçaneta. Uma gota de suor se projetou em minha testa e pude senti-la escorrer até meu pescoço. 

— O que você quer, cara? Eu já não aguento mais essa merda, será que um dia eu vou conseguir viver em paz ao lado de quem eu amo? Sem preocupações? — cruzei os braços. 

— “Ao lado de quem eu amo”. — repetiu, o tom de voz ácido. — Então você o ama?! Você não pode amar ninguém, Clarissa. Ninguém que não seja eu! — Gritou. 

— MAS EU NÃO AMO VOCÊ, SEU CRETINO! A única coisa que você fez, foi me fazer sofrer, me apunhalar pelas costas! Você é um nojo. Saia daqui agora mesmo. 

Sebastian ficou escarlate de raiva ao escutar aquelas palavras. Se aproximou de mim e, com toda a força que tinha, acertou um tapa em meu rosto. 

Senti o lado esquerdo da bochecha arder como nunca e lágrimas escorreram pelo meu rosto, fazendo uma trajetória lastimável até pingar no tapete ao meus pés. 

— Você tem que me amar, sua vagabunda! — segurou meu pulso com demasiada força. 

— Você é doente, eu nunca deveria ter conhecido você. — falei entre soluços. 

— Você é minha, não de Jace. Você deve transar comigo, não com Jace. Você deve obedecer a mim, não a ele. — seus olhos estavam repletos de um ódio sem igual. 

— Me solta, seu doente! 

— Não. 

Sebastian me empurrou até a parede e forçou seu corpo no meu. 

— Me larga… — tentei me debater, o que foi inútil, já que Sebastian tinha muita força. 

— Você vai ser minha, Clarissa, e já que não quer por bem, vai ser por mal. 

Senti seus lábios nos meus e um enjôo tomou conta de mim. 

Ele tentava a todo custo abrir passagem para sua língua, mas eu não permitia. 

— Que porra é essa?! — Escutei aquela voz grave que sempre me fazia arrepiar. 

Senti meus pulsos livres e Sebastian se virou em direção a porta. 

Lá estava Jace, mais lindo e irresistível que nunca, como um anjo nos encarando com um olhar que não combinava com aquele rosto perfeito. 

— Jace, meu parceiro! — Sebastian lançou o sorriso mais falso que conseguiu. 

— Eu perguntei que porra é essa. — Jace cerrou os dentes. — Eu resolvo chegar mais cedo em casa pra fazer uma surpresa pra minha namorada e encontro vocês dois juntos aos beijos?! Como assim, Clarissa?! Você anda me traindo desde quando?! Você acha que eu tenho cara de palhaço?

— Jace, não é…

— Nada disso que eu estou pensando? Sério que você vai vir com essa frase clichê agora?! — jogou a blusa de frio que segurava com força no sofá. 

— Clary tem razão, não é nada disso que você está pensando, Jacezinho. — Sebastian caminhou em direção ao outro loiro e sorriu de canto. 

— Mas o que…? — Jace olhou de mim para ele. 

— Clary não está traindo você, eu estou. Na verdade, nunca fui do seu "time", por assim dizer. Sabe, eu só acho que você deve perguntar diretamente para a Senhorita Clarissa Morgenstern o que está acontecendo. Na verdade, ela te deve muitas explicações sobre o passado dela. — Sebastian disse em tom debochado. — Conta pra ele Clary, que era comigo que você transava. Que eu quem fazia você revirar os olhos. Conta pra ele o que aconteceu com a gente. 

Boom. A bomba explodiu. A coisa estava literalmente feia, pude perceber quando Jace arregalou os olhos e partiu para cima de Sebastian, segurando com força a gola da sua camisa. 

— Ah, qual é amigo. Relaxa. — Sebastian riu.

Subi as escadas correndo e só olhei para trás quando cheguei no último degrau. 

Vi Sebastian se desvencilhar de Jace e correr porta a fora. 

Jace, por outro lado, estava olhando fixamente para o chão. 

Corri para o meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama, o rosto afundado no travesseiro. 

Ótimo, eu estava fodida. Não era daquele jeito que eu queria que Jace soubesse de tudo. 

Meu coração batia tão acelerado que sufocava todos os ruídos a minha volta; minhas mãos suavam e as lágrimas não cessavam nunca.

Senti que já havia perdido Jace, não conseguia ver um jeito de ele me perdoar depois do que ele viu e escutou. 

Esse pensamento me fez tremer. Eu não queria perder Jace, ainda mais agora que nossos sentimentos estavam claros. Eu o amava muito e não me via sem ele. Droga. 

Um barulho de notificação me fez erguer a cabeça. 

Meu notebook estava aberto em cima da escrivaninha, indicando um e-mail. 

Enxuguei as lágrimas com as costas da mão e me sentei na cadeira de rodinhas em frente a tela acesa a minha frente. Era um e-mail do hospital. 

“Prezada senhorita Morgenstern, temos o dever de avisá-la que seus exames foram concluídos e que o resultado não é benevolente. A equipe médica decidiu enviar tais resultados através deste e-mail para que a senhorita não precise se locomover até o local de entrega de exames. Aconselhamos que a senhorita marque uma consulta imediatamente com o médico que pediu seus exames. Atenciosamente, Sasha Clarke. ”

Não podia ficar pior. Meu resultado não era benevolente, isso já me deixava mais assustada ainda. 

Cliquei no link abaixo e meu coração quase parou com o que li. 

“Clarissa Morgenstern: Esteria” 

Ok, eu sou uma pessoa estéril?! Não é possível. Sem chances, eles erraram! 

Fiquei olhando para a tela do notebook durante alguns minutos. As lágrimas haviam secado, os soluços foram embora. Eu não tinha expressão em meu rosto pálido. 

Desci as escadas vagarosamente e encontrei Jace sentado no sofá, um copo de suco na mão, provavelmente maracujá. 

Sentei-me no chão, bem em frente aquele homem que me tirava o fôlego sempre. 

Nossos olhares se cruzaram. 

— Eu estou pronta para contar tudo o que aconteceu. 


Notas Finais


BOOM! A coisa vai ficar pior.
Qualquer teoria do que pode acontecer e críticas construtivas, é só gritar a gente. Um beijão e até o próximo.
(Ainda tem muita merda e muita coisa pra acontecer).
Ps: como tá a quarentena de vocês????
Ps2: não esqueçam do álcool em gel 70 KKKKK


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