História A garota do calendário - Clace - Capítulo 9


Escrita por: e Gii_chiapine04

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Aline Penhallow, Céline Herondale, Clary Fairchild (Clary Fray), Imogen Herondale, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Kaelie, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Max Lightwood, Meliorn, Raphael Santiago, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Stephen Herondale, Valentim Morgenstern
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 130
Palavras 1.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, voltamos! Aqui a gente tarda, mas não falha. Mil desculpas pela demora, aconteceram muitas coisas... Mas cá estamos nós, com mais um capítulo pra vocês. É curtinho, mas agora voltamos com tudo! Bjoo, boa leitura ❤️

Capítulo 9 - Sofá de couro


{Clary}

Abri os olhos e a primeira coisa que vi, foi Jace dormindo tranquilamente ao meu lado. Quebramos a regra de não dormir juntos, a regra que ele mesmo impôs.

O observei por mais tempo do que deveria e logo depois me levantei indo em direção ao banheiro. Tomei um banho rápido, escovei os dentes e arrumei o cabelo bagunçado.

— Bom dia, bela adormecida. — falei assim que saí do banheiro e vi Jace sentado na cama.

— Bom dia, linda. — Jace sorriu e se levantou, me dando um abraço carinhoso em seguida.

— Você quebrou a regra, Jace. Nós não podíamos dormir juntos. — Falei baixinho em seu ouvido.

— Eu sei, mas... Bom, é que minha cama realmente estava muito bagunçada e eu não estava afim de arrumar. — Disse depois de exitar por um momento.

— Ah, sim. Entendi. — Falei. A decepção perceptível em meu tom de voz.

Jace não sentia nada por mim e por alguma razão, uma razão que não fazia sentido algum, eu fiquei desapontada. Afinal, sou apenas uma acompanhante de luxo, nada mais. Não significo muita coisa e sou descartável. Isso era de se esperar, Clarissa.

— Linda, eu...

— Tudo bem, eu faria o mesmo. — Sorri disfarçadamente.

Jace se soltou do abraço e olhou atentamente para mim. Acariciou minha bochecha com o polegar e afastou uma mecha de cabelo que estava em meu rosto.

Meu coração palpitava e minhas mãos suavam. Não dava para compreender Jace. Às vezes parecia que ele sentia alguma coisa, outras parecia que ele queria se afastar.

O loiro uniu nossos lábios quentes e me apertou carinhosamente contra seu corpo. Sua língua pedia espaço em minha boca e eu concedia. Ele me beijava lentamente e com... Paixão. Levando em conta o que ele havia dito a segundos atrás, isso foi um ato inesperado para mim. Era um beijo diferente, necessitado e eu estava adorando.

Jace desceu as mãos para minha cintura e a apertou carinhosamente. Acariciei seu cabelo com uma mão e com a outra, segurei seu pescoço delicadamente.

— Bom, eu vou descer para tomar café, te espero lá embaixo. — me afastei do loiro e sorri.

— Tudo bem, desço em 10 minutos.

Saí do quarto e desci as escadas, parando abruptamente no penúltimo degrau. Eu tinha me esquecido completamente de Sebastian.

Lá estava ele: de costas, com a mão apoiada no sofá e falava com alguém ao telefone.

— Não, está tudo sob controle. O plano está indo bem, não se preocupe.

Plano?! Eu sabia que aquele desgraçado estava aprontando uma.

Antes que eu pudesse me virar e subir de volta para o quarto, o loiro se virou e me encarou.

— Bom dia. — sorriu maliciosamente. — Quando estávamos juntos, você não usava esses roupões chiques, se lembra? Você preferia não usar nad...

— Cale a boca, seu cretino de merda! — Cerrei os dentes.

— Ou o quê?!

— Bom dia! — Jace apareceu no topo da escada, usando uma blusa azul e um short liso cinza. Estava lindo e sexy ao mesmo tempo.

— Eai, cara. — Sebastian sorriu.

Desgraçado!

— Vou precisar sair para as gravações agora, tudo bem? — Jace desceu o restante dos degraus de mármore frio, parando em minha frente, me envolvendo com os enormes braços e depositando um beijo delicado em minha testa.

Não! Droga, e agora? Eu não podia ficar sozinha com aquele desgraçado.

— Eu posso ir? Só hoje, por favor. — Fiz beicinho tentando disfarçar meu desespero.

— Oh, minha linda, infelizmente não podemos levar convidados no primeiro dia de gravações. Eu posso tentar conversar com Jess e ver se você pode ir amanhã, tudo bem pra você? Eu sinto muito, queria que fosse.

DROGA!

— Tudo bem. — sorri fraco.

— Ei, não fique assim.

— Não, tudo bem, sem problemas. — continuei sorrindo, mas só Deus sabia como meu coração estava naquele momento angustiante.

— Eu vou comer alguma coisa na cozinha. — Sebastian deu um sorriso repleto de maldade e malícia, e depois sumiu pela porta de vidro.

— Tem certeza que está tudo bem? Você parece nervosa. — Jace acariciou meu rosto. — Eu volto no fim do dia.

— Tudo bem, estou indo pro meu quarto, não estou me sentindo muito bem. — falei olhando para ele, Jace parecia preocupado.

— Eu posso cancelar e ir amanhã...

— Não, tudo bem, é só uma dor de cabeça. — Sorri para despreocupa-lo — Eu vou dormir mais um pouco e mais tarde vou a sorveteria, ok?

— Tudo bem pra você então? — me abraçou e meu coração aqueceu.

— Sim, não tem problema. — nos separei do abraço.

Eu realmente estava com uma dor de cabeça, talvez fosse por tudo que estava acontecendo e eu não podia fazer nada para tentar ajudar as pessoas que amo.

— Eu já vou indo. — andou até a mesinha de centro na sala e pegou um bolo de chaves. — Quando chegar, eu vou compensar o dia longe de você. — passou por mim e colocou sua mão envolvendo a minha cintura.

Jace depositou um selinho demorado em meus lábios, que logo virou um maravilho beijo. Ele desceu as mãos para minha bunda deixando um belo apertão na área.

— Você não vai se atrasar? — me separei, ofegante. Era incrível como Jace me tirava o ar com um simples beijo.

— Já estou indo. — beijou de leve a ponta do meu nariz. — Tchau linda.

— Tchau.

Jace passou por mim e seguiu em direção a porta, que de imediato fechou assim que passou. Agora eu podia falar que estava sozinha.

Subi as escadas rapidamente, antes que Sebastian aparecesse novamente. Eu não o suportava de jeito nenhum!

Entrei no quarto e tranquei a porta. Me joguei na cama e fechei os olhos. Tudo o que eu queria, era que tudo voltasse a ser como era. Sem Sebastian, sem medo, sem preocupação. Suspirei e abracei o travesseiro.

{SIMON}

Eu estava em frente ao meu computador e minha mesa estava lotada de documentos importantes. Minha arma e identificação estavam em cima do CPU, junto com um copo descartável vazio de café.

Respirei fundo e no momento em que movi o mouse para trocar de pasta, ouvi batidas na porta.

— Pode entrar. — me arrumei na cadeira.

A porta foi aberta por Isabelle, que usava uma saia tubinho preta, na altura dos joelhos e uma blusa de seda branca, com um leve decote na frente. Seus cabelos negros caíam perfeitamente sobre seus ombros e seu perfume doce invadia minha sala, me deixando em êxtase. Isabelle era linda demais, poderia compará-la com um anjo.

— Oi — sorriu ela.

— Oi. — retribui seu sorriso.

— Eu trouxe café.

Olhei para sua mão de dedos delicados e vi dois cafés. Sorri.

— Graças a Deus, mais cafeína. Estava precisando, obrigado. — peguei o copo descartável de sua mão e com um gesto, convidei Isabelle para entrar. — Senta aí. — indiquei o sofá de couro a sua direita.

— Anda trabalhando bastante? — bebeu seu café e olhou para a mesa lotada de papéis.

Minhas pernas tremeram e me sentei ao seu lado.

— E como. Não aguento mais olhar para a tela desse computador. — brinco — E como está o Alec?

— Ainda internado, mas está se recuperando. Cuidado para não trabalhar demais, mocinho. — brinca ela.

— Pode deixar. — sorrio — Tem alguma ideia de quando ele terá alta?

— Daqui uma semana, eu acho. Ele estava muito machucado, depende da sua recuperação e ele está indo bem até.

— Que bom — bebi mais um gole do café e Izzy fez o mesmo.

— Simon, eu vim aqui para me desculpar pelo outro dia lá no hospital. — confessou baixinho, olhando para os pés.

— Tudo bem, sem problemas. — coloquei meu café na mesinha de centro e me virei para ela — Posso perguntar uma coisa?

— Claro. — se viro para mim, confusa.

— Você se arrependeu?

— Não. — disse depois de alguns segundos pensando.

— Que bom, porque eu também não me arrependi. — confessei e o olhar de Izzy se conteve no meu.

Me aproximei de Isabelle e a beijei delicadamente, sendo retribuído de forma doce e carinhosa.

Nos separamos por falta de ar e Izzy me lançou um olhar intenso, voltando para minha boca logo em seguida, mas dessa vez, com desejo e necessidade.

Foi ficando cada vez mais intenso, até que percebi minhas mãos passeando por de baixo de sua saia, enquanto as suas tiravam minha jaqueta do FBI. Isabelle estava me deixando louco de desejo.

A morena me empurrou no sofá de couro e se posicionou em cima de mim, fazendo meu membro acordar sob a calça. Que mulher, meu Deus. Que mulher! Coloquei minhas mãos em sua bunda, dando um aperto logo em seguida, enquanto Isabelle desabotoava o cinto de minha calça.

Eu estava louco de tesão e precisava desesperadamente do corpo daquela divindade. Me levantei rapidamente, fazendo com que Isabelle ficasse sentada em meu colo. Segurei seu cabelo e o puxei logo em seguida, inclinando sua cabeça para trás. Beijei seu pescoço e dei um leve chupão, fazendo a morena arfar e, bem devagar, me deitei no sofá novamente, deixando ela no controle. Eu precisava do seu corpo colado ao meu, de sentir o suor dela se misturando com o meu, de escutar seus gemidos...

Isabelle começou a erguer sua blusa, mas antes de tirá-la completamente, batidas na porta a interromperam.

— Só um minuto. — pedi e nos levantamos rapidamente.

Abotoei meu cinto de volta e ajeitei minha camisa amarrotada. Isabelle arrumou sua saia e endireitou a blusa.

— Pode entrar.

— Bom dia, senhor. — Maia entrou na sala com uma pasta grossa nos braços.

— Bom dia, Maia. O que temos aqui? — perguntei indicando a pasta com a cabeça.

— Um novo caso. — fez uma pausa e aproveitou para olhar Isabelle de cima a baixo — O chefe acha que tem relação com o que você está trabalhando e deve ajudar.

— Que ótimo. Obrigado, Maia. — Sorri para ela, que retribuiu, lançou um olhar estranho para Izzy e se retirou.

— Parece que alguém não gostou muito de mim. — Disse Isabelle ironicamente.

— Maia é assim mesmo, não dê bola. — Dei risada e abri a pasta.

— Tá tudo bem? — perguntou Izzy ao ver minha expressão mudar de divertido para intrigado depois de abrir a pasta.

— Izzy, desculpe, eu preciso muito trabalhar nesse caso... Tipo agora. — Tentei não ser grosseiro e dei um sorriso de desculpas.

— Tudo bem, eu entendo. Só não se esqueça: não trabalhe demais. — deu risada enquanto me lançava uma piscadela marota.

— Sim senhora — sorrio.

— Bom, eu vou nessa. Bom trabalho, Simon, foi bom rever você. — Disse e se encaminhou para a porta.

— Izzy! — chamei — Quer sair comigo no sábado? Podemos jantar no Anysetiers Du Roy, o que me diz?

— Acho ótimo! Me pega em casa às 20:00h. — Sorriu, piscou e se retirou.

Meu coração se derreteu. Izzy me deixou sem fôlego, em êxtase. Que mulher, meu Deus. Que mulher!

Isabelle estava mexendo comigo. Fazia tanto tempo que eu não me sentia assim, tão feliz, tão vivo... Estar perto dela, melhorava meu dia.

Desde a primeira vez que a vi naquela boate, com aquelas roupas extravagantes, meu coração ganhou vida. Depois que a conheci realmente, meu interesse despertou. Ela não era apenas um rostinho bonito. Por trás da beleza, existia uma mulher sensível, porém forte e determinada. Eu nunca me esquecerei da noite que fugimos daquela boate. Isabelle é a pessoa mais forte e corajosa que eu já tive a oportunidade de conhecer. Eu estava nutrindo um sentimento de carinho por ela. É, ela realmente estava mexendo comigo, mexendo de uma forma que ninguém nunca mexeu. 


Notas Finais


Bom, é isso. O capítulo foi curtinho, mas os próximos vão compensar. Tem muita coisa por vir ainda, tudo isso até agora, foi só a ponta do iceberg! Bjoo, até o próximo 💕


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