História A garota do calendário - Capítulo 17


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Karol Sevilla, Luna Valente, Matteo, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli
Tags Karol Sevilla, Lutteo, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli
Visualizações 188
Palavras 3.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoinhas
Turu baum?
Volteiii

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 17 - Capitulo 7


— Você? Meu muso? Como isso vai funcionar? Ouvi Aiden se movendo do outro lado do estúdio. Ele abriu o elevador e bateu a porta para fechá-lo. Foi quando Alec se levantou e tirou a camiseta térmica de manga comprida. Seu peito brilhou sob as luzes claras do estúdio. Então puxou o cinto largo de couro marrom. Assim que o soltou, abriu a calça e a deslizou para baixo. Mais uma vez, sem cueca. Passei a língua nos lábios e agarrei seus quadris, olhando para aquele corpo bonito. — Você vai posar comigo. Vou usar isto. — Ele ergueu um controle remoto cilíndrico, com um botão vermelho na ponta. Me lembrou aqueles filmes de ação em que o bandido tem uma bomba presa ao peito com um fio e um botão. Alec o apertou e o flash da câmera disparou. — Viu? Vou fazer o ensaio com você. Mas comigo vai ser amor de verdade na tela. Agora sim, aquele conceito tinha tudo para dar certo. Sorri maliciosamente e levei as mãos até as laterais de seu corpo, inclinei-me e beijei a cabeça de seu pau. Ele segurou meu rosto enquanto eu mostrava minha aprovação à sua ideia brilhante. Lambi toda a extensão de seu membro e me afastei. — Você não precisava fazer isso — falei. — Precisava, sim, ma jolie. Você não estava confortável. Uma careta no seu lindo rosto foi o suficiente. Desde o início eu sabia que o conceito seria difícil, mas ver a sua expressão quando ele a tocou, saber que você estava tentando fazer aquilo por mim... non, ce n’était pas bon... não estava bom. Eu devia ter imaginado. Você se comprometeu comigo durante esse tempo. Isso significa que não conseguiria parecer apaixonada por um estranho. O amor de verdade, como eu desejo na minha arte, deve ser authentique, real, e precisa ser oferecido de coração aberto. Eu me inclinei para a frente e o tomei em minha boca, chupando com força, mostrando quanto suas palavras significavam para mim. Ele valorizava meu conforto acima de tudo, e eu compreendi que não era apenas diversão. Eu era dele, completamente, pelo mês inteiro. Tínhamos feito um acordo, e ele estava levando esse compromisso a sério. Agora, mais do que nunca. Alec jogou a cabeça para trás quando o aprofundei o máximo que pude na garganta. A câmera clicou. Saber que ele havia capturado aquele momento íntimo entre nós me deixou ainda mais molhada e quente. Eu não queria nada além de ser possuída, ali e agora. Ele se deliciou em minha boca por um tempo, depois se afastou abruptamente. — A sua boca é boa demais. Mas, infelizmente, eu preciso de uma foto de nós dois desfrutando do ato de amor. — Assenti enquanto ele deu alguns passos, pegou a calça jeans e apanhou um preservativo no bolso. Eu queria dizer que estava tomando pílula e que, tecnicamente, ele não precisava usar camisinha, mas me contive. Algo naquilo não me agradava. Ele colocou o preservativo e se virou para mim. Posicionou-me de lado, da mesma maneira que fez com Aiden. Só que desta vez eu fiquei o mais perto possível, forçando os seios contra seu peito firme, tocando-o, cheia de vontade... em todos os lugares. — Vejo que você não está mais tímida com a câmera. — Seus lábios se curvaram num sorriso. — Ah, cale a boca e tire logo essas fotos, francês — respondi e o beijei. Eu ouvia a câmera clicar de vez em quando. Suas mãos se agarravam a meu corpo nu enquanto as luzes do flash piscavam. Em certo momento, ele ficou com o controle remoto na mesma mão que segurava meu seio. Pude sentir o material frio tocando o mamilo, o que adicionou um frisson de prazer e dor contra a ponta sensível. — Agora, o amor verdadeiro. — Ele abriu minhas pernas, posicionando os quadris entre os meus, e entrou em mim, deliciosamente, centímetro por centímetro. Inclinei a cabeça para trás e arqueei o quadril para a frente. — Oui, chérie. Receba o meu amor — ele sussurrou e me penetrou fundo. Agarrou minha cintura e a movimentou com força, pressionando o pau grosso dentro de mim e estimulando meu clitóris no processo. E eu me perdi. A satisfação me atingiu profundamente quando o orgasmo ricocheteou através de meu corpo. Eu o abracei apertado, incapaz de chegar perto o suficiente, meu corpo curvado dolorosamente enquanto eu me mantinha exposta. Luzes piscavam por trás de meus olhos fechados, mas não era eu: era a câmera eternizando aquele momento delicioso. Quando ele me soltou, rolei e fique — Votre sexe est si chaud. Je pourrais vous aimer toute la nuit. Encore plus, bébé. — Mais, baby. Aprendi esta última logo no início do nosso relacionamento. Antes que eu pudesse fazê-lo gozar, ele ficou por cima de novo. Caramba, o homem era insaciável. Sua resistência, inigualável. Seus quadris se chocaram contra os meus, pressionando meu clitóris. Antes que eu percebesse, estava à beira do paraíso novamente. Nossos corpos estavam escorregadios de suor. As lâmpadas ao redor apenas adicionavam mais calor. — O que você falou em francês? — perguntei, antes de morder seu lábio, sugandoo. — Que o seu sexo é muito quente e que eu poderia te amar a noite toda. Acho que vou fazer isso, ma jolie. — Foi tudo o que ele disse. Alec continuou se movendo dentro de mim. Palavras não eram mais necessárias. O controle remoto estava em algum lugar perto de nós, mas eu o tinha deixado cair quando o segundo orgasmo me atingiu. Então, meu francês pressionou uma mão entre nossos corpos, girando o dedo em meu centro aquecido, que pulsava por sua atenção, entre minhas coxas. Agarrei-me a ele quando brincou comigo, os dedos cravados em suas costas, arranhando-o com a força de seus impulsos. Envolvi as pernas firmemente ao redor dele e me segurei. Ele se ergueu um pouco, apoiado nos antebraços, puxou o pau quase que totalmente para fora e meteu novamente, com vontade. Meus dentes rangeram e meus dedos dos pés se curvaram quando o orgasmo atingiu meu corpo como um tornado. Violento. Caótico. Destruidor. Gritei, minha voz ecoando e se fundindo com a dele quando encontrou sua libertação. Êxtase. Ele nos virou de lado, ainda sentindo os efeitos do orgasmo, e a última coisa de que me lembro foi um clique final e um flash. Então, desmaiei. Acordei sozinha, meu corpo nu coberto por alguns roupões. Uma música clássica estava tocando nos alto-falantes do estúdio. Ainda sonolenta, apoiei-me no cotovelo e olhei ao redor. Alec estava do outro lado da sala, usando calça jeans e nada mais. Delícia. Os músculos de suas costas se flexionavam e ondulavam com as pinceladas. Não sei por quanto tempo fiquei apagada, mas acho que foi bastante, pois ele estava quase terminando uma pintura de Aiden. Uma das mãos do modelo estava ao redor do pênis, o corpo curvado para a frente, dentes cerrados e cabeça para trás. Vesti um roupão e testei meu tornozelo. Não estava tão ruim. Eu me aproximei lentamente de Alec, mas não o deixei notar minha presença. Ele não me ouviu. A música estava alta o suficiente para encobrir meus movimentos. De qualquer forma, ele estava perdido em seu próprio mundo. Silenciosamente, sentei em uma cadeira a uns bons cinco metros de distância e o observei pintar. Ele era meticuloso com sua arte, perfeito em suas pinceladas. Era mágico assistir. Pintava rapidamente, com movimentos precisos. Era como se cada pincelada estivesse no mesmo ritmo das teclas do piano no solo da música. Arte musical. Absolutamente lindo. O cenário, o homem, a pintura, tudo se fundia em uma experiência etérea, que certamente eu nunca esqueceria. E nunca mais veria nada parecido também. Depois de um longo tempo, não consegui mais me segurar. Eu precisava tocá-lo. Tirei o roupão e o deixei pendurado no encosto da cadeira. Pisando leve, fui até onde ele estava, em transe, olhando para sua obra. A imagem parecia completa para mim, mas eu não tenho o olhar de um artista. Não tenho olhar para coisa alguma, exceto homens sensuais, camisetas de bandas e motocicletas. Quando cheguei perto, por trás, envolvi os braços suavemente ao redor de seu corpo, colocando as mãos sobre seu peitoral e os lábios no espaço entre suas omoplatas. Seu cheiro era divino. Tinha notas de madeira, sexo, suor e tinta. Seu peito se moveu com a força da inspiração ao meu toque. Ele estava em outro plano, contemplando seu trabalho, e eu estava invadindo esse espaço, mas Alec não pareceu se importar. Acho que ele gostava das minhas mãos sobre seu corpo. Não. Eu sei que ele gostava. — Você é beleza e luz. — Beijei suas costas, deslizando as mãos para baixo, ao longo de cada reentrância e saliência de seu abdome. O homem era uma escultura. Parecia o tipo de cara que passa horas na academia todos os dias, mas eu não o tinha visto se ocupar com nada além de mim nestas semanas. — Non. Eu me escondo no escuro. Me ilumino apenas quando a minha arte está em exposição. É você quem traz luz para a superfície. Você está vendo a sua beleza refletida em mim, a maneira como os nossos corpos se chamam e se atraem. Suas palavras me seduziam de forma tão simples quanto sua arte, quanto seu corpo. Eu estava perdida naquilo tudo. Lentamente, abri seu jeans e segurei seu pau endurecido. Nessa posição, ele estava enorme, enchendo minha mão. Mordi suas costas, incapaz de conter o desejo de tê-lo profundamente em mim, do jeito que passei a esperar quando fazíamos amor. Alec largou a paleta e o pincel e abaixou a calça, que caiu em seus tornozelos, deixando-o preso. Girei o polegar sobre a cabeça de seu pau, espalhando a umidade por todo o comprimento. Então, passei a acariciá-lo. Para cima e para baixo, rápido e forte, devagar e com vontade, do jeito que ele gostava. Ele apertou minha mão e a levou até a boca, lambendo e chupando todos os dedos, um a um. Sua língua fez cócegas em minha palma, cobrindo-a de saliva. Em seguida Alec guiou minha mão novamente até seu pau e a deslizou pelo comprimento, sinalizando para que eu o segurasse com força. Então a moveu para cima, parando na ponta, e em seguida para baixo, fazendo mais pressão. Muito mais do que eu conseguiria sozinha. Peguei o ritmo e ele soltou. Ele começou a falar em francês quando suas mãos se separaram e descansaram na parede, prendendo a pintura à sua frente. Sua língua nativa nunca parecia tão doce quanto no momento em que ele se perdia, durante o sexo. E eu estava gostando mais disso do que poderia admitir. Naquele instante, Alec deixou que eu assumisse o controle, me permitindo amá-lo com as mãos. Segurei com força, subindo devagar e descendo rápido, várias vezes. Ele gemeu e se manteve apoiado na parede com um braço, depois desceu a mão direita. Apertei o peito com mais força contra suas costas quando seus dedos me encontraram, deslizando entre minhas pernas, na carne molhada e cheia de vontade, cobrindo minhas coxas com meu desejo por ele. Dois dedos giraram em meu clitóris e então mergulharam. Ofeguei e apoiei o braço esquerdo em seu peito, me agarrando a seu ombro. O outro continuou trabalhando para cima e para baixo, firme e suave, dando a ele a exata pressão necessária. Juntos, acariciamos um ao outro, nos perdendo na alegria de sermos um naquele momento. Ele falou em francês, e eu em inglês. Ambos sussurrando coisas deliciosas e sem sentido. Eu sabia que, se ele tocasse meu feixe de nervos sensível, eu chegaria ao clímax. Apertei os dedos dele dentro de mim, um sinal de meu orgasmo iminente. Em resposta, seu pau liberou mais fluido pela pequena fenda no topo. Estimulei aquele ponto e a superfície abaixo, então o apertei com força e, pressionando seu corpo, gozei. Meu interior espremeu seus dedos, minha mão apertando seu pau. Nós nos arqueamos e nos contraímos um contra o outro, seu gozo revestindo minha mão e o chão de concreto. Meus dentes afundaram em suas costas, e ele gemeu enquanto os últimos vestígios de nosso amor iam embora. Quando nós dois nos acalmamos, eu o beijei suavemente e lambi o local onde o havia marcado nas costas. Afastando-me, encontrei duas marcas crescentes logo acima de sua tatuagem. Ele me entregou uma toalha, que estava sobre a mesa perto do material de pintura. Limpei a mão, mas minha concentração estava toda nas marcas que deixei em sua pele. — Desculpe — sussurrei contra a mordida. — Tu ne devrais pas être désolé — ele falou em francês e balançou a cabeça. — Não se desculpe — repetiu, olhando para mim. — Nunca se desculpe por se deixar levar pela paixão. Vou considerar suas marcas como medalhas de honra. — Ele se inclinou para a frente e levantou a calça jeans, mas não a abotoou antes de se virar e me envolver no calor de seus braços. Abracei-o, ainda trêmula. Lágrimas começaram a correr pelo meu rosto enquanto as emoções me dominavam. Alec me acalmou, como sempre fazia. Longas carícias em minhas costas nuas, sussurros em francês misturados com inglês, me dizendo que eu era linda. Que era amor. Que era luz. E que, por enquanto, era dele. Mais tarde, ele me fez posar para fotos. Eram três da manhã, mas não me importei nem um pouco. Tinha acabado de ser comida, estava nua e saciada. — Estenda a mão como se estivesse cobrindo a masculinidade dele — Alec instruiu. Fiz o que ele pediu. — Cubra o seio com uma mão e incline a cabeça para trás. Feche os olhos e abra a boca. — Segui suas instruções ao pé da letra. A câmera clicou e eu sorri. Clicou novamente. Abri os olhos e olhei para meu artista. Meu francês. Ele estava lindo com seu jeans aberto, dando-me uma amostra daquilo que eu tivera duas vezes naquela noite. Fechei os olhos novamente, passei a mão sobre o seio e cobri meu centro. Clique. — Terminou? — Agora, sim — ele disse, com um sorriso sexy. Então veio até mim e me pegou no colo de seu jeito favorito, como se eu fosse uma princesa. — Meu tornozelo está melhor. Eu consigo andar. — Mas eu prefiro carregar você. — Ele inclinou a cabeça e me levou pelo estúdio, no elevador e até sua casa, onde me deitou na cama e envolveu um braço ao redor de meu corpo quando se acomodou. Eu podia sentir sua respiração contra a pele do meu pescoço. — Esta noite, ma jolie, foi muito maior do que qualquer coisa que eu já fiz. Estar com você é... é como ter um lugar especial no mundo. Nunca mais vou ter isso de novo. Eu quero que você saiba que tudo isso tem um significado muito forte para mim. Mesmo estando cansada e pronta para dormir, eu me virei e o abracei apertado. Ele aninhou a cabeça em meu peito e se aconchegou em meus seios. Era disso que ele precisava, era ali que queria estar. E eu daria aquilo, pois ele estava me dando alguma coisa também: a constatação de que eu era mais do que apenas a Mia irmã, filha, amiga. Eu era uma mulher. Com sentimentos, desejos, aspirações, e não apenas a soma daquilo que minha mãe deixou quando partiu. Ser acompanhante era algo que eu precisava fazer para salvar meu pai mais uma vez. Um meio para um fim. Se tinha de ser assim, pelo menos eu me divertiria no processo. Acariciando-o, passei os dedos pelos cabelos de Alec. Ele gemeu lentamente, até que o senti mais pesado em meu peito. Pela primeira vez, Alec adormeceu em meus braços. Hoje Alec fez o café da manhã para mim... e me serviu na cama. Aparentemente ele estava bastante satisfeito com a sessão de fotos da última noite. Eu mal podia esperar para ver as imagens. Pedi que as conferíssemos sozinhos, para o caso de eu precisar atacá-lo. Ele disse que faríamos isso mais tarde, pois novamente... tínhamos muito trabalho a fazer. Um rápido orgasmo matinal, com sua boca entre minhas pernas, e eu estava empolgada e pronta para o trabalho. Literalmente. Ele usou esse artifício para me fazer sair da cama. Safado. Eu estava facilitando muito para ele. Bastava me agradar e eu cedia. Quando chegamos ao estúdio, ele me direcionou para a cadeira. Estávamos em frente à tela de Aiden, que Alec havia pintado na noite anterior. Desta vez ele me fez tirar toda a roupa e ficar ao lado da pintura. Então me virou de lado e colocou minha mão esquerda sobre a ereção do quadro, cobrindo uma parte dela. A outra mão estava escondida em meu cabelo. Ele me inclinou ao longo da parede. Era como se eu estivesse deitada, masturbando Aiden. Alec tirou um monte de fotos assim. E o trabalho estava acabado. No dia seguinte, ele me colocou novamente na cadeira e pintou meus lábios. Levoume até a pintura que havia terminado na noite anterior, mas essa era mais simples. Só uma serigrafia do meu braço estendido sobre a imagem já existente de Aiden. Quando ele me posicionou, me fez beijar a impressão da minha mão sobre o pênis do modelo. Era interessante, para dizer o mínimo, embora eu não entendesse muito bem. — Você vai entender, Mia, prometo — ele disse, mas não explicou melhor. Outro dia se passou, e dessa vez, quando cheguei ao estúdio, uma imagem gigantesca de mim e Alec no auge da paixão havia sido pintada e pendurada ao lado da tela de Aiden. Entre as duas, uma serigrafia de mim e Aiden. Mas não era uma imagem que eu esperava ver, nem sabia que ele tinha fotografado. A foto foi tirada quando Alec interrompeu a sessão daquele dia. No momento em que Aiden e eu estávamos nos afastando. De alguma forma, nossa nudez havia sido capturada de um jeito que nossas partes íntimas estivessem cobertas. Meus joelhos estavam encostados em meu corpo, e Aiden tinha se virado e estava estendendo a mão para mim. Se o clique não tivesse sido feito de forma tão honesta, eu odiaria essa foto. Apontei para a imagem no centro. — Por que essa está aí? — perguntei. — Você sabe por quê. — Está tentando me confundir? Ele balançou a cabeça. — De modo algum. Olhe para as três como um todo, não separadamente, e você vai entender. Olhei para a primeira imagem. Aiden dando prazer a si mesmo, encontrando alívio com a própria mão. Minha mão tentava esconder do mundo seu momento particular, sem sucesso. Em seguida, a imagem dele tentando me tocar quando eu estava desconfortável e insegura a respeito do que estávamos fazendo. E então a pintura de mim e Alec unidos. Minha perna estava sobre a sua, ele dentro de mim, mas quem olhava não conseguia ver a penetração. Meu braço, ao redor dele, impedia que meus seios ficassem expostos. Nosso olhar era encantador. Nós dois estávamos no auge do prazer, caindo juntos no abismo. As três cenas, em conjunto, contavam uma história. Um homem dando prazer a si mesmo. O homem que, supostamente, deveria amar e proteger meu personagem, mas não o fez. Seu amor não era retribuído, como mostrava a segunda imagem. E, então, encontrei o amor nos braços de outro. — Consegue ver agora? — Alec sussurrou em meu ouvido quando me abraçou por trás, puxando-me contra si. Assenti. — Sim, está arruinado. — Amor arruinado? Novamente, não consegui encontrar as palavras, por isso só concordei com a cabeça e me recostei nele. — Então é assim que vai se chamar. Estas telas vão ser penduradas juntas e batizadas de Amor arruinado. Claro. Amor arruinado. Eu só tive isso. Só conheci isso. Bem apropriado


Notas Finais


O que acharam?
Espero que tenham gostado
SPOILER: explicando sim o foco será ruggarol mas ela ficara com outros caras
Vou postar mais um capitulo hoje
Bjinhos byee


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