História A garota do calendário - Capítulo 18


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Karol Sevilla, Luna Valente, Matteo, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli
Tags Karol Sevilla, Lutteo, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli
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Palavras 2.943
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 18 - Capitulo 8


Meu tempo com Alec acabaria em breve. Em oito dias, para ser exata. Tínhamos mais duas obras para terminar, e eu ainda não havia deixado o prédio. Não tinha visto absolutamente nada de Seattle e, embora o sol estivesse brilhando agora, duvidava de que Alec fosse querer sair. Nos últimos dias, ele se manteve concentrado em adicionar toques finais a cada tela. Disse que gostaria de acrescentar alguma coisa a elas todos os dias, até o limite, quando elas precisariam ser penduradas nas paredes para a exposição, que aconteceria em uma semana. No dia seguinte, eu deixaria Seattle. Finalmente iria para casa, no período entre um cliente e outro. Casa. Infelizmente, não me refiro a L.A. Eu iria para Las Vegas. Precisava ver meu pai, e estava sendo forçada a fazer o segundo pagamento pessoalmente. Encontrar o velho Blaine cara a cara. Não foi ideia minha; era parte do acordo. Filho da puta. Eu deveria ter percebido muito antes que me envolver com Blaine traria problemas. Era algo que nunca falhava: eu sempre me metia em encrenca com os homens. Agora pelo menos estava sendo paga por isso, e, ao final de um mês, tudo acabava. Eu podia seguir em frente. Sem drama. Só trabalho. Era assim que tinha de ser. Com Rugg e Alec, não parecia trabalho. Eles eram bons homens, com quem eu me importava... profundamente. Qualquer mulher agarraria a chance de se comprometer com um dos dois, mas não eu. Não era nem mesmo uma opção. De qualquer forma, eu não acreditava que, mesmo em circunstâncias diferentes, um relacionamento entre mim e Alec duraria mais que alguns meses. Não me leve a mal. Eu gostava dele. Muito. E ele definitivamente parecia curtir minha companhia. Só que isso não é o bastante para construir um relacionamento. Ele precisava de mim por causa de seu trabalho. Eu precisava dele pelo dinheiro. No meio disso, criamos um vínculo que se sustentava em atração física e amizade. Nada mais. Já Rugg era outra história. Ele era o tipo de cara que você quer agradar, de quem você se gaba para as amigas e com quem sonha se casar um dia. Não era do tipo “amar e cair fora”, embora, no começo, ele tenha tentado ir por esse caminho — até que não funcionou mais e ele me pediu para ficar. Rugg me pediu para ficar. Com ele. Por ele. Para que pudéssemos ser nós. Suspirei alto, olhando para a sala vazia e o dia ensolarado através das janelas. Alec precisava me levar para sair. Ponto. Eu estava naquele lugar havia mais de duas semanas. Não aguentava mais. Meu celular tocou quando eu estava indo para o elevador, à procura dele. — Alô? — atendi sem olhar a tela. — Boa tarde, boneca. Como está a minha melhor máquina de fazer dinheiro? Revirei os olhos e me joguei na cadeira perto da porta. — Oi, tia Mi. — O que eu disse sobre me chamar de Mi? É sra. Milan para você, menina — ela me lembrou daquilo que eu continuava a ignorar. Mesmo que ela não pudesse me ver, balancei a cabeça. — Sem chance. Nunca vai acontecer. Você trocou minhas fraldas, me conhece melhor que a minha própria mãe, aquela sua irmã derrotada. Para mim vai ser sempre Mi, tia. — Argh. Não me lembre de como estou velha. Eu posso ficar complexada. O que me lembra... — Tia Mi fez uma pausa e eu ouvi um ruído, como se ela estivesse escrevendo. — ... de ligar para o meu médico e renovar o botox. Eu gemi. — Isso é péssimo, tia. Não enfie essas porcarias no rosto. Você pode acabar paralisada. — Se Deus quiser! — ela respondeu jovialmente. Depois riu e mudou de assunto. — Enfim, boneca, a razão do meu telefonema é o sr. Março. Você vai para Chicago! — O som de teclas atravessou o fone. Coloquei a mão na testa. — Chicago. — Eu nunca estivera lá. Caramba, nunca estivera em nenhum lugar além de Nevada e da Califórnia. — Quem é o sortudo desta vez? — perguntei, sarcástica. Ela estalou a língua. — Anthony Fasano. Um grande empresário do ramo alimentício. Ele é dono da maior cadeia de restaurantes italianos do país. Conhece o Fasano’s? — Puta merda! Já comi lá um milhão de vezes. A Gin e eu adoramos o Fasano’s. A melhor comida italiana de Las Vegas! — Sim... Bom, Anthony Fasano herdou uma cadeia de restaurantes com mil e duzentas filiais quando o pai dele faleceu, no ano passado. Aparentemente, a família o está pressionando para arrumar uma esposa e produzir um herdeiro. São cinco irmãos, e ele é o único homem. E você vai ser a namorada, agora noiva, que mora longe, na costa oeste. Ele vai levá-la para conhecer a família. A ideia é aliviar a pressão em cima dele. — Parece um daqueles programas de tevê com barracos de família. — Olha, Karol, nossa única preocupação é que eles paguem a bela taxa pelos seus serviços. O que isso envolve realmente não importa. Reuniões de conselho, coquetéis, bancar a musa, fingir ser a noiva de alguém para enganar a família... — Eu praticamente podia ouvi-la dar de ombros. — Não importa para nós. Apenas faça o seu trabalho. Além disso, ele é mais um belo espécime masculino. Você pode tentar ganhar o seu extra de vinte por cento. Por falar nisso, a taxa adicional da sua comissão já foi depositada na sua conta pelo sr. Pasquarelli, e ontem mesmo pelo sr. Dubois. Parece que você está se divertindo — ela comentou. — Desculpe. O que você disse? — Além de ter ganhado uma fortuna... — Não! Isso que você falou... O Rugg e o Alec me pagaram... por sexo? — Fechei os olhos e senti o coração parar de bater. — Que merda é essa? — sussurrei. Um dilúvio de lágrimas se formou, pronto para estourar a barragem e se libertar. — Boneca, eles tinham que pagar mesmo. Estou surpresa por você não ter percebido antes. O sr. Pasquarelli pediu seus dados bancários e transferiu o dinheiro antes mesmo de você sair de Malibu. Já o sr. Dubois pagou ontem, por meio de um dos assistentes dele. Qual é o problema? Balancei a cabeça e apertei as mãos, desejando socar a parede mais próxima. Senti o calor dominar meu corpo como lava ardente a caminho do topo de um vulcão. — Preciso desligar. Me envie as informações sobre o próximo cliente. — De forma abrupta, desliguei, apertei alguns botões e pressionei a tecla para completar a ligação. O celular tocou algumas vezes. Apenas o suficiente para minha raiva alcançar o ponto de ebulição. — Oi, Karol. — A voz de Rugg era suave. — Eu estava pensando em você... — Deixe de conversa. Que merda você acha que está fazendo? — Minha voz parecia uma navalha afiada, sem proteção contra a pontada sangrenta. — Ei, calma aí. Qual é o problema? — Sua voz soava preocupada, mas era tudo mentira. Tudo entre nós fora a porcaria de uma mentira. — O dinheiro, Rugg! Como você pôde fazer isso comigo? — resmunguei, tentando pôr as palavras para fora. — Você não recebeu? Meu Deus, seu pai está bem? Eu posso ir até aí. Pago o que você precisar. Me diz que está tudo bem, Karol! — ele pediu, rouco. — O meu pai está bem. Ainda em coma. Eu não estava falando do que devo ao agiota. Estava falando do dinheiro que você depositou por ter ficado comigo. De maneira íntima. Ou foi só uma trepada para você? Ele respondeu de um jeito rude, cheio de sentimento: — O que aconteceu entre a gente nunca teve a ver com a porra do dinheiro, Karol, e você sabe disso tão bem quanto eu! — Pude ouvir a luta em sua voz, a tentativa de conter a própria frustração. — Então, por quê? Por que você me tratou como uma puta? — As lágrimas escorriam pelo meu rosto mais rápido do que eu conseguia enxugá-las. — Não. Karol, não! Não se atreva a dizer isso. Não foi assim que aconteceu. — Ah, não? Então por que tem um extra de vinte mil dólares na minha conta? A Mi me falou! — Quem diabos é Mi? — Minha tia. A sra. Milan. A agência de acompanhantes é dela. Te lembra alguma coisa? — Você trabalha para a sua tia? Apertei os dentes, a irritação tomando o lugar da tristeza e a substituindo por raiva incandescente. — Não é esse o ponto, Rugg! Eu pensei que o que tivemos significasse alguma coisa. Foi por isso que não falei nada sobre a taxa! Eu nunca teria feito você pagar. Eu não sou uma prostituta! Fiquei com você porque quis, não porque você estava pagando. — Karol, minha linda, me escute. Isso estava no contrato. Além do mais, eu queria que você ficasse com esse dinheiro. Você não me deixou pagar o agiota para ajudar o seu pai. No mínimo eu pensei que poderia usar essa quantia para quitar a dívida mais rápido. Me desculpa. Eu nunca quis magoar você. — Houve uma longa pausa em que não ouvi nada, exceto um longo suspiro. — Merda, eu sinto muito, Karol. Você tem que acreditar em mim. Eu nunca pensaria isso de você. Eu me preocupo com você. Demais... — ele sussurrou a última parte. — Estou sentindo a sua falta. Mais do que deveria. Estou... Me diga o que eu tenho que fazer para resolver as coisas entre a gente. Respirei fundo e olhei pela janela. Tudo parecia muito verde depois de tantos dias de chuva. — Rugg, você me magoou. Isso que você fez. Mas... — Mas o quê? — Rugg soava como um homem desesperado, se agarrando a qualquer coisa que pudesse tirá-lo do buraco que ele mesmo cavara. Fechei os olhos e engoli o nó na garganta. — Eu entendi por que você fez isso. Vou devolver... o dinheiro. — Não, linda, não. Por favor, eu quero te ajudar a sair disso o mais rápido possível. É egoísta da minha parte, eu sei, mas... — Sua respiração irregular se tornou audível. — Talvez isso traga você de volta a Los Angeles mais cedo. Ajude a sua irmã com a faculdade. O que você precisar, Karol. Eu só quero te ajudar. Por favor, me deixe fazer isso. — Rugg... — Por favor. — Tudo bem. — Obrigado — ele murmurou suavemente, da forma como os amantes fazem. — Está tudo bem entre a gente? Ainda somos... — Amigos — completei. Ele riu baixinho. Foi o mais belo som que ouvi em três semanas. — Sim, amigos — repetiu. — Somos, sim. Eu preciso desligar. — O seu cliente? — As palavras agora eram estáveis, sem emoção. Fiz um movimento de cabeça, embora ele não pudesse ver. — Também estou com saudade. — Está? — Sim. Nós vamos ficar bem. Nos falamos depois? — Você sabe onde me encontrar, linda. Você tem a chave. — Tchau, Rugg. — Desliguei antes que pudesse ouvir sua resposta. Ouvi-la me faria querer saltar pelo telefone e beijá-lo, tranquilizá-lo e fazê-lo se sentir melhor. E a mim também. Pelo menos descobri que ele agiu daquela maneira para me ajudar e realmente não percebeu a mensagem que estava mandando. Não sou prostituta de ninguém. Era hora de ter uma conversinha com Alec. — Ma jolie! Estou pronto para você. Precisamos fazer algumas fotos de Amor egoísta. — Alec me apressou no momento em que entrei no estúdio, me levando para o lençol branco sobre o acolchoado. — Tire a roupa. Não podemos perder tempo. Antes que eu pudesse expressar a raiva que fervia dentro de mim por causa do dinheiro, ele tirou minha blusa e estava abrindo minha calça. No mesmo instante, o espaço entre minhas coxas se aqueceu com a carícia insistente. Corpo traidor. — Pare, francês! Eu preciso falar com você. — Non. Tire a roupa, mas fique de lingerie. — Ele se afastou em direção à escada. Seus movimentos eram ágeis, precisos e não colaboravam com a situação. Alec estava imerso em sua mente criativa, o lugar de onde ele olharia fixamente para a tela ou pintaria incrivelmente rápido, sem parecer enxergar o que estava fazendo. Era bem estranho. — Alec, eu preciso falar com você — tentei novamente enquanto um de seus assistentes puxava meus pés, tentando tirar minha calça. Fiz o que ele queria, preferindo acabar logo com aquilo. Quando estava de sutiã branco básico e calcinha simples combinando, o assistente me ajudou a me acomodar, deitada, sobre o lençol. O cabeleireiro que Alec havia colocado a minha disposição começou a agitar meu cabelo, bagunçando-o e deixando minhas madeixas perfeitamente esparramadas. Em seguida, outro assistente chegou com a tinta vermelha. — Não! — Empurrei sua mão. — Eu já disse, Alec. Preciso falar com você. Sobre o dinheiro que apareceu na minha conta ontem. — Cerrei os dentes e esperei que ele olhasse para mim. Mas ele não o fez. Em vez disso, mexeu na câmera, na iluminação, gritou ordens, até que finalmente me respondeu: — Oui. Mandei fazer o pagamento ontem — disse, distraído, olhando através da lente da câmera. — Por quê? — Coloque a mão dentro da calcinha, feche os olhos e finja que está se divertindo consigo mesma. — O quê? Alec suspirou e retesou a mandíbula, o músculo pulsando em um ritmo acelerado. — Preste atenção, Karol. Nós temos... — Muito trabalho pela frente. Sim, eu sei — grunhi em resposta. — Já ouvi isso uma ou duas vezes. Seu olhar disparou sobre o meu como a bala de um rifle, os olhos estreitados. — Então você sabe que o meu prazo é curto. A exposição é daqui a uma semana e eu tenho mais duas telas para terminar. Esta e uma outra que eu ainda não concebi. Qual é o problema? Eu mandei o dinheiro, você recebeu. Oui? — Sim, Alec. Mas... — Olhei em volta. Havia pelo menos dez pessoas rondando, o que era incomum para um dia de fotos atrevidas. Ele sempre as fazia reservadamente. — Eu quero falar com você em particular. — Nós vamos conversar. Depois que essas fotos forem feitas. Com um suspiro de resignação, concordei e fiz o que ele pediu. Mas as coisas não estavam funcionando, o que o transformou num urso raivoso. Finalmente, Alec dispensou a equipe. — Hoje foi um desperdício — ele disse, a raiva escorrendo de seus lábios. Seus longos dedos de artista foram até os cabelos e puxaram o elástico, permitindo que a cabeleira caísse para a frente. Alec andou de um lado para o outro, murmurando em francês. — Bem, o que você esperava? Você queria que eu me tocasse na frente de um monte de gente? Sem contar que eu estou muito chateada com você. Ele parou de andar, a cabeça se projetando para trás, as mãos na cintura. Quase me fez lembrar uma garota. Uma garota gostosa e viril, mas a coisa das mãos na cintura era definitivamente um movimento feminino. — E que motivo você tem para estar tão chateada? — Seu tom era mordaz. O suficiente para reavivar a raiva que eu havia mantido sob controle nas últimas horas. Eu me endireitei e cruzei as pernas. — Você me pagou por sexo. Esse é o motivo! Ele respirou fundo e soltou o ar lentamente. — E você está brava com isso? Por quê? — Eu não sou uma prostituta! É a segunda vez hoje que um homem me trata como se eu fosse uma. Eu não transei com você por dinheiro! Por que os homens têm que ser tão cretinos? — gritei no espaço aberto. O som ecoou pelas paredes, mais alto do que eu pretendia. Ele se encolheu. — Nós transamos. O seu contrato estipula que você recebe vinte por cento a mais para tirar a roupa e/ou fazer sexo. Gemendo, eu me levantei e caminhei na direção dele. — Eu achei que você tivesse feito amor comigo — cuspi. — Eu fiz. Nós fizemos. Infelizmente, pode ser que a lei não veja dessa forma. — A lei vê como prostituição. A cláusula é uma daquelas coisas que as pessoas fazem para burlar a lei. Caramba! — Então tire isso do seu contrato. A sra. Milan colocou esse item como um adendo. Não está escrito nas letras miúdas, mas o contratante assume a obrigação de pagar. Além disso, você ficou nua muitas vezes, posando para mim. Esse já é um motivo para você receber a comissão. Agora me diga: como eu devo lidar com isso, chérie? Hum? Meus ombros caíram e eu baixei a cabeça. Droga. Não era culpa dele. Ele não estava fazendo nada de errado. Estava apenas seguindo o que achava que fossem as regras. Era oficial: eu estava agindo como uma idiota. Nesse ponto, ele poderia ter me repreendido, me feito sentir pior, mas Alec colocou os braços longos e fortes ao meu redor e me abraçou enquanto eu afundava em autopiedade. Não foram os homens que me fizeram acreditar que eu era uma prostituta. Fui eu mesma. Minhas próprias inseguranças assumiram o controle e causaram estragos em minha psique. — Desculpa. — Shhh. Tudo bem. Imagino que seja difícil para você. No calor de seus braços, ponderei comigo mesma. Eu sabia o que eu era e o que não era. Dinheiro algum, mal-entendido algum, nem mesmo Mi mudaria isso. Eu era muitas coisas: filha, irmã, amiga, aspirante a atriz e a musa desse homem, mas não era uma mulher que ficava nas esquinas, uma garota de programa ou prostituta. Vagabunda, talvez. Prostituta, não. Confortável com a forma como trabalhei aquilo em minha mente, beijei Alec com todo o sentimento. Depois fui até meu lugar no chão e me deitei sobre o lençol. Com um brilho malicioso no olhar, coloquei uma das mãos entre o sutiã e o seio. Os olhos castanho-dourados de Alec faiscaram sob as luzes claras enquanto me observavam. Deslizei a outra mão muito lentamente pelo corpo. Alec subiu a escada e pegou a câmera. — Me mostre como você pode ser egoísta com o seu corpo, ma jolie. E eu mostrei. Fechando os olhos, toquei meu corpo como se Alec estivesse me tocando. Cada movimento era feito por suas mãos. Cada suspiro era para ele. Cada gemido, engolido por seus lábios. Minha imaginação não deixou de garantir a imagem perfeita.


Notas Finais


Que conversa foi essa entre ruggarol?
O que acharam?
É isso bjinhos y byee


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