História A garota do Calendário - Capítulo 6


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Frederick "Fred" Andrews, Hal Cooper, Hiram Lodge, Jason Blossom, Joaquin, Josephine "Josie" McCoy, Kevin Keller, Marmaduke "Moose" Mason, Mary Andrews, Penelope Blossom, Polly Cooper, Pop Tate, Sierra McCoy, Smithers, Tina Patel, Treinador Clayton, Trev Brown, Valerie Brown, Veronica "Ronnie" Lodge, Waldo Weatherbee, Xerife Keller
Tags Bughead
Visualizações 28
Palavras 953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu estou tãooooo animada com os comentários que recebi ate agora que vou postar mais um... Obrigada meus amores, segura essas emoções ai pq vem babado em kkkkkkkk ❤

Capítulo 6 - Capítulo 6


Cascalhos se soltaram e pedras pularam pelo chão quando Suzi derrapou até parar, antes de bater na viga de metal que terminava pouco antes de um penhasco rochoso. A escada de concreto — que eu estava procurando ao longo da praia — era claramente visível desta área de estacionamento. Esta parte da praia era pequena e parecia isolada. Apenas um carro estava estacionado na manhã fria de segunda-feira. Provavelmente porque pessoas normais estão trabalhando às oito da manhã de um dia útil. Eu não sabia o que pensar sobre encontrar meu cliente naquele lugar, mas não estava chateada com isso. A vista era incrível; a praia, de tirar o fôlego. As ondas azuis batiam contra a areia em nuvens brancas quando quebravam. Era uma das poucas vezes que eu tinha ido à praia desde que me mudara para cá, seis meses antes. A maior parte do meu tempo era ocupada tentando entrar no mundo das artes cênicas. O local não importava. Eu só precisava dar o fora do deserto. O mar era o oposto do calor seco de Las Vegas, e o contraste era reconfortante à sua maneira.

Uma figura solitária surfava. Acompanhei com os olhos a pessoa pegar todas as ondas como um profissional, mergulhando a longa prancha amarela para coincidir com as elevações do mar. Observei atentamente o local, mas não vi ninguém mais. Não havia outros carros estacionados além de um jipe e da minha moto. Será que ele ainda não havia chegado?

Observei o surfista por mais alguns momentos enquanto ele deslizava em cima de uma onda até a areia. Ele pulou quando a prancha o levou delicadamente para a beira.

Devia surfar havia muito tempo para ter esse nível de equilíbrio e força. Talvez desse aulas ali, embora eu não tivesse visto nenhum tipo de construção por toda a orla. O homem sacudiu o cabelo e soltou a cordinha que conectava a prancha ao seu tornozelo.

Eu não podia ver suas feições daquela distância. Como se estivesse em câmera lenta, o surfista olhou em minha direção. Ele não podia ver o meu rosto, pois eu ainda estava de capacete. Levantei a viseira para enxergar melhor e vi quando ele abriu o zíper da roupa de mergulho e revelou seus músculos bronzeados. Tirou os braços de dentro da roupa e a deixou cair na cintura enquanto levantava a prancha e seguia até a areia fofa em uma corrida.

Em completo e absoluto fascínio, vi seu corpo se mover na paisagem. O surfista era uma delícia. Dava um novo significado à expressão “colírio para os olhos”. Ele continuou a se aproximar, o peitoral quadrado  cada vez mais visíveis com a proximidade. O pedaço sexy de pele que mergulhava fazendo um V delicioso tinha pontos de areia e água do mar misturados. Aquilo me fez perguntar qual seria o seu sabor. Salgado por causa do mar com notas do gosto natural.

O calor tomou meu corpo quando ele chegou à escada. Meus ouvidos começaram a estalar e eu senti como se o mar estivesse rugindo, causando um ruído oscilante dentro do capacete. Era como estar em um carro com todas as janelas fechadas e alguém abrir uma delas. Instantaneamente, você se vê inundado pelo som distorcido que atravessa seu ouvido, como uma coisa física batendo contra o tímpano.

Lentamente, tirei o capacete e joguei o pescoço para trás, permitindo que meu cabelo balançasse e se soltasse, livre do confinamento. Respirei fundo quando o homem que eu estava esperando parou no topo da escada e me encarou. Seu olhar era... intenso, lascivo.

Grandes gotas de água pingavam de seu cabelo sobre os ombros largos e escorriam até o peito, que poderia ter sido esculpido por deuses.

Ele deslizou os olhos das minhas botas até as coxas, depois para o meu peito, até finalmente encontrar o meu olhar.

— Que prazer inesperado. — Ele sorriu.

— Sim, inesperado. — Lambi os lábios, que haviam ficado secos de repente, e mordi o inferior. Ele se movia com leveza enquanto caminhava até o Jeep Wrangler 4 x 4 cinza.

Não era um carro caro, embora parecesse estar em boas condições. Não tinha capota, e imaginei que era para que o dono pudesse colocar uma prancha gigante na parte de trás sem nenhum problema. Aquela coisa era leve? Eu achava que não, mas ele fazia parecer que não pesava nada. Os músculos de seus braços se esticaram e tensionaram quando ele posicionou a prancha no lugar, e uma onda de excitação formigou por meus poros.

— Você é a Betty? — ele perguntou quando desci da moto e andei a passos largos, certificando-me de conferir um balanço extra a meus quadris. Seus olhos pareciam cintilar em apreciação enquanto acariciavam minhas formas.

— Sou eu. E você é o Forsythe Pendleton "JugheadJones Terceiro ? — Levantei três dedos e coloquei a mão no quadril.

Ele riu e se apoiou na lateral do jipe, me oferecendo uma visão ainda melhor do seu peito nu. Caramba, ele era lindo. Seus olhos verdes ficaram escuros ao encontrarem os meus.

— Terceiro. — Ele imitou meu gesto. — Meus amigos me chamam de Jug —

disse, casualmente.

— E eu sou sua amiga? — perguntei, tímida.

— Espero que sim, srta. Elizabeth. — Ele piscou, virou-se e deu a volta no jipe. Pegou uma camiseta branca e rapidamente a puxou sobre a cabeça, cobrindo o belo corpo.

Quase agradeci pela distração. Imediatamente a Barbie bobinha deixou o recinto e a Elizabeth inteligente fez sua aparição mais uma vez. — Está pronta para ir?

— O dinheiro é seu. Você diz onde e quando — falei.

Jug lambeu os lábios, me encarou novamente, sorriu e balançou a cabeça.

— Eu ia te oferecer uma carona, mas parece que você já tem como ir.

— Tenho sim. Eu sigo você.



Notas Finais


Jug na vibe sufista sexy? AI MEU DEUS. Só consigo lembrar das fotos do Cole e da Lili na praia e por coincidência eles estavam passeando na praia também, aaaaaaa.
Então, meus amores, por hoje é só. Amanhã tem mais "A garota do calendário".
Postarei a próxima adaptação daqui a pouco, espero que gostem também, bjsssss


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