História A garota do Calendário - Capítulo 7


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Frederick "Fred" Andrews, Hal Cooper, Hiram Lodge, Jason Blossom, Joaquin, Josephine "Josie" McCoy, Kevin Keller, Marmaduke "Moose" Mason, Mary Andrews, Penelope Blossom, Polly Cooper, Pop Tate, Sierra McCoy, Smithers, Tina Patel, Treinador Clayton, Trev Brown, Valerie Brown, Veronica "Ronnie" Lodge, Waldo Weatherbee, Xerife Keller
Tags Bughead
Visualizações 33
Palavras 975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia, zamures. Ótimo sábado para vocês. 💞

Capítulo 7 - Capítulo 7


No momento em que chegamos a sua casa, em Malibu, minha libido já estava novamente sob controle, embora eu achasse que não demoraria muito para voltar à tona. Os portões se abriram e eu o segui por um pequeno caminho sinuoso, até pararmos em frente a uma construção que mais parecia algo que se vê nas montanhas. Não uma cabana feita de troncos de árvores, mas a casa era toda de pedras gigantes entremeadas com madeira.

Uma vegetação exuberante a cercava por todos os lados, fazendo-a parecer aninhada em

um jardim secreto.

Tirei o capacete e peguei a mochila enquanto o acompanhava, subindo os degraus de pedra. A porta não estava trancada quando ele a abriu. Acho que, quando se vive em Malibu e se tem grandes portões com cercas ao redor da propriedade, não há muita preocupação com a segurança. Talvez ele tivesse vigias em algum lugar.

Entramos em uma sala grande e cavernosa, com vigas de madeira escura expostas que se encontravam no centro. O piso era feito da mais rica cerejeira e revestia todo o espaço suntuoso. Vários tapetes de cores escuras e rústicas cobriam o assoalho ao lado do sofá macio bordô, que parecia fofo o suficiente para que se pudesse correr e saltar em cima dele. A sala era iluminada e arejada, cercada de janelas. O home theater era enorme e tomava uma parede inteira, de quinze metros. Espalhada pela prateleira e em nichos, havia uma grande variedade de livros e DVDs. Tapeçarias em tons vibrantes enchiam as paredes. Plantas e obras de arte estavam por toda parte. Não era o que eu esperava de um homem na casa dos vinte e tantos ou trinta anos. Fiz uma anotação mental para descobrir sua idade em algum momento, assim como o que ele fazia. É preciso ser muito inteligente ou financeiramente independente para ter aquelas coisas.

— Este lugar é incrível — eu disse enquanto saía pelas portas francesas que davam para a varanda de madeira com grade de ferro fundido. A vista era de uma paisagem montanhosa que ia até o horizonte e parecia não ter fim. Viver no centro de Los Angeles não me dava muitas oportunidades de apreciar o sul da Califórnia como eu estava vendo naquele lugar.

Jughead  sorriu e pegou minha mão. A dele era quente e macia. Confortável.

— Venha aqui. Vou te mostrar o que me atraiu neste lugar. — Ele me puxou para segui-lo ao redor da varanda até o lado oposto da enorme casa, de modo que eu pudesse conhecer a outra vista.

O que vi roubou meu fôlego quando finalmente chegamos ao outro lado da varanda.

— Ah, meu Deus — sussurrei, em completa reverência. Sua mão apertou a minha,

fazendo um raio de eletricidade formigar na parte de trás do meu pescoço. Eu estava diante de uma vista panorâmica do oceano Pacífico, que se estendia por metade da casa.

Jug se inclinou na minha direção e sussurrou no meu ouvido, apontando para uma faixa de areia aninhada contra um terreno rochoso.

— Aquela é a praia El Matador — ele disse, perto o suficiente para que eu sentisse sua respiração beijar meu rosto. Eu quase podia ver as ondas em que ele estava surfando.

— É... — Fiquei sem palavras.

— Incrível, eu sei — ele completou, mas não de forma presunçosa. Não, ele realmente parecia admirar a vista, o que me surpreendeu. Afinal, ele vivia ali, via aquilo todos os dias e ainda se sentia arrebatado pela dádiva diante de si. Percebi, então, que talvez eu tivesse sido precipitada ao pensar que ele era um riquinho desocupado e metido a besta. Seus olhos refletiam algo mais maduro, que ia além da idade. Ele segurou minha mão e me puxou para dentro da casa. — Vou mostrar o seu quarto.

Eu o segui através das centenas de metros quadrados do interior. Os cômodos surgiam diante de meus olhos e desapareciam antes que eu tivesse a chance de dar uma espiada. Achei estranho que ele continuasse a segurar minha mão, mas não disse nada, por medo de que ele a soltasse. Era bom sentir aquela mão grande e quente na minha.

Me fazia sentir segura e protegida, de um jeito que eu não experimentava havia anos.

Jug me levou até um conjunto de portas duplas. Finalmente soltou minha mão e abriu as duas portas ao mesmo tempo.

— Este será o seu espaço pelos próximos vinte e quatro dias. — Ele sorriu quando entrei.

O quarto era completamente branco. Inteiro. Móveis, roupa de cama, até mesmo a decoração era feita em vários tons de branco, com toques mínimos de cor. Era um contraste muito dramático com as cores ricas da sala de estar. Sem perceber, fiz uma careta.

— Não gostou? — Suas mãos caíram ao lado do corpo. Ele se moveu e abriu mais um conjunto de portas duplas, revelando uma tonelada de roupas, tudo extremamente colorido, com uma variedade de texturas e tecidos. Agora sim. Eu poderia morar dentro do closet. Era grande o suficiente para isso. Passei os dedos pelas roupas penduradas, todas ainda com a etiqueta.

— É lindo, obrigada. Então, por que você não me conta um pouco sobre o motivo de eu estar aqui? 

— perguntei ao sair do closet e me sentar na cama. Jughead era alto,

grande, mas não musculoso demais. Tinha mais de um metro e setenta  e o corpo de um nadador forte.

Ele respirou fundo, se sentou e levou a mão ao queixo, apoiando o cotovelo no braço da cadeira.

— Minha mãe — disse, como se isso explicasse todos os segredos do universo.

Ergui uma sobrancelha, e ele balançou a cabeça. 

— Tem alguns eventos, profissionais e pessoais, dos quais eu preciso participar nas próximas semanas. Ter uma mulher ao meu lado vai ajudar a afastar as socialites e interesseiras que muitas vezes disputam a minha atenção, impedindo que eu interaja com as pessoas que preciso.


Notas Finais


Até logo mais, bjjjjjs ❤


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