História A garota do Naufrágio - Capítulo 4


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Titanic
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camila Gip, Camren, Camren Gip, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Titanic
Visualizações 195
Palavras 961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Neto do meu irmão


Fanfic / Fanfiction A garota do Naufrágio - Capítulo 4 - Neto do meu irmão

Lauren

O garoto a minha frente olhava para mim como quem olhava para um fantasma, eu não podia julga-lo. Eu também ficaria com medo de alguém chegasse para mim e falasse que um parente meu que estava morto a cem anos está vivo. Eles recolheram o o meu sangue e o dele com um tubo estranho para saber se realmente somos parentes. O meu mais que o dele. Os homens com roupas brancas disseram que os tais cientistas aproveitaram a oportunidade para pegar meu sangue para testar já o neto do meu irmão que por acaso tem o mesmo nome que ele, disse que não era para ficarem fazendo testes em mim. Eu agradeço por isso, dói muito e como Camila disse alguns dias atrás eu não sou um rato de laboratório.

— Eu ouvi muitas histórias sobre você quando era criança...— Sussura devagar, provavelmente com medo de me assustar. Isso é bom, ele fala baixo, as pessoas dessa época vivem gritando.

— Interessante, você se parece um pouco com minha irmã Taylor, imagino que tenha a conhecido ou tenha ouvido histórias sobre ela também.— Respondo no mesmo tom.

— Você fala engraçado.— Fala coçando a cabeça. Meu pai também fazia isso quando estava nervoso.

— Todo mundo falava como eu na minha época.

— Sabe... Isso é cientificamente impossível, você é a irmã mais velha do meu avô e é mais nova que eu.— Resmunga olhando para a frente. _Ele tá triste._

— Sinto muito.

— Por que?

— Não sei, só sinto muito, você teve que vir da Inglaterra até aqui para conhecer uma menina estranha que provavelmente vai virar  pó segunda uma garota estranha.— Respondo calmamente, é confuso para mim mas para ele também.

— Bom, você é minha família agora.— Fala olhando para a janela.

— E o que aconteceu com...

— Morreram, todos. Meus pais morreram em um acidente de carro com minha prima junto, a mãe dela já tinha morrido e o pai dela deixou a mãe dela quando engravidou.— Murmura sem olhar para mim, tenho certeza de que ele estava evitando chorar.— Você parece com minha prima.— Fala voltando seu olhar para mim enquanto eu mexia no meu cabelo, tentando colocar ele no lugar.

— Sinto muito, deve ser horrível perder todo mundo.— Falo dando um sorriso para ele logo percebendo que eu perdi todo mundo também. _Isso é muito estranho_ .

— É, mais também deve ser horrível acordar no futuro.— Sussura olhando para mim.

— E é, as pessoas são estranhas, se vestem estranhamente, a comida parece veneno e é difícil de respirar porque o ar é bem poluído.— Respondo olhando pensando em todas as coisas bizarras que vi desde que acordei.

— Branquela cheguei e trouxe comida de verdade.— Dinah fala entrando e arrastando Camila junto com ela só que diferente das outras vezes uma garota morena entra fechando a porta.— Opaa, quem é o gato?

— Gato?— Pergunto confusa. Por que ela tem que falar tão difícil?

— Desculpe minha indiscrição. Quem é o cavalheiro bonito ao seu lado?— Murmura olhando para ela de um jeito estranho.

— Ele é o Christopher, meu... Eu não exatamente oque ele é meu.— Fala confusa observando a roupa dela.— Você foi assaltada?

— Não, porque?

— Eu tô vendo seu umbigo.— Respondo olhando para a roupa estranha, um século atrás eu ficava de castigo quando mencionava usar calças para o meu pai.

— Nunca viu um umbigo antes?— Fala rindo, por que tudo que eu falo é tão engraçado.

— Bom, eu trocava as fraldas do meu irmão e as vezes ajudava minha irmã a se vestir, mas nunca vi alguém sair mostrando o umbigo livremente por aí.— Murmuro e o garoto do meu lado começa a rir também, _ótimo_ .

— Certo, já que vocês duas não vão me apresentar eu mesma faço.— A garota nova fala olhando para Camila sentada de um jeito estranho na poltrona mexendo em seu objeto de falar.— Normani, muito prazer.

— Lauren Jauregui.— Respondo estendendo minha mão. Dessa vez não disse o nome dos meus pais, parece não ser importante nessa época.— Você já pode soltar minha mão.

— Certo, oi menino.— Fala sentando ao meu lado. _Definitivamente estranho_ .— Já pensou em fazer elas?

— Como?

— Suas unhas, ficariam incríveis com um esmalte vermelho.

— Mani eu cheguei primeiro, eu já sou a pessoa que vai ensinar as coisas do mundo pra ela.— Fala empurrando Christopher para o lado e sentando tirando alguma coisa do saco.

— Coitada.— Camila fala se pronunciando pela primeira vez.

— O que é isso?— Pegunto olhando para o objeto estranho que ela me entrega.

— Não tinha hamburguer no século passado?

— Se tinha eu nunca comi um troço desses.— Falo observando aquilo, como tanta comida misturada pode ficar bom.— Por que eu não posso tomar uma sopa?

****

Camila

— Por que eu?— Pegunto irritada de frente para minha mãe.— O tal neto do irmãozinho dela não chega hoje? Por que tenho que ficar lá vigiando aquela menina estranha?

— Assim como ela é estranha para você, você é estranha pra ela.— Fala assinando alguns papéis sem olhar para a filha.— E eu quero garantir que esse garoto seja responsável antes de entregar aquela menina confusa para ele. E outra, prefere ficar de castigo por causa do barco?

— Já tenho 18 anos mãe.

— E ainda mora na minha casa e depende do meu dinheiro.— Responde sem olhar para mim.— Vai logo que eu tenho uma reunião com aqueles cientistas que querem fazer testes malucos nela.

— Eu vou levar a Dinah comigo.— Levanto indo até a porta.

— Leva a Mani também, acho ela de vocês três ela é a única que pode ensinar alguma coisa boa para a Lauren.— Responde ainda sem olhar para mim.
Tudo bem que eu errei pegando a droga do barco mas não era só aquela garota que existia no mundo pra minha mãe focar o tempo dela nisso. 



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