História A Garota do Uchiha - Capítulo 9


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shizune, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Amizade, Colegial, Romance, Sasusaku
Visualizações 801
Palavras 2.950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura.

Capítulo 9 - Apresentável.


A GAROTA DO UCHIHA

Quando Tenten confessou para mim que não sabia o que vestir para ir ao seu encontro com o garoto do metrô, eu não havia dado tanta importância. Eu achava aquilo desnessessário, sua euforia e agitação desnessessária. Talvez eu não entendesse o que ela sentia naquele momento, por que eu não estava passando pela mesma situação que ela, como estou passando nesse momento.

Agora eu entendia a sua agitação, entendia àquela sensação de querer está apresentável para um encontro com um garoto. Eu geralmente não dava importância para o que vestir, e minhas roupas não eram bonitas, eram todas sem graça como eu. E isso estava se tornando o meu maior quebra-cabeças, e para piorar, às horas estavam trabalhando contra mim.

Hoje era o dia do bendito encontro com Sasuke, e eu juro que tentei esquecer em criar hipóteses do que poderia acontecer com nós dois saindo juntos e sozinhos pela primeira vez. Mas não consegui, não quando se tem uma Ino e uma Hinata buzinando no meu ouvido à sexta-feira inteira, dos possíveis lugares, restaurantes e pedidos que Sasuke poderia levar e fazer para mim. Eram tantas coisas, tantas hispóteses que elas levantaram que me deixou tonta. E mesmo que eu tentasse parecer calma por fora, ou até mesmo fingir que não importava, eu estava uma pilha por dentro.

E quando as coisas tem que dar errado, elas começam logo cedo.

A minha onda de azar começou quando dormi demais, estava cansada depois de um dia cheio na escola e na loja da dona Chiyo. Eu havia saído um pouco mais tarde da loja ontem por causa do movimento que sempre havia nas sextas, mas surpreendi-me quando encontrei Sasuke me esperando do lado de fora. Ele me levou para casa e agradeci por isso, pois as ruas estavam pouco desertas. Eu havia chegado mais cedo em casa do que eu estivesse voltado de ônibus.

Geralmente eu tiro os sábados para colocar meu sono em dia - já que meus finais de semana não tinha nada de interessante -, e foi isso que eu estava fazendo quando fui acordada com o som chato de meu celular. A princípio eu iria ignorar, mas o toque era irritante demais e estava acabando com o meu sono.

Tateei cegamente a mesinha ao lado de minha cama até encontrar o celular vibrando. Levei-o ao ouvido sem ao menos checar quem era.

— Alô. - a minha voz saiu arrastada, estranha para falar a verdade, eu estava quase num modo automático.

Sakura?!

Escutei a voz da pessoa soar do outro lado da linha, eu conhecia aquela voz, mas meu sono era tanto que resolvi ignorar o pequeno esforço que meu cérebro queria fazer para poder indentificá-la.

— Hm...

Silêncio.

Não dei importância aquilo, meu sono estava voltando. E quando já estava quase dormindo, a voz voltou a soar do outro lado, lenta, porém, cautelosa:

Você estava dormindo?

Um... Dois... Três...

Foram três segundos que precisei para que meu cérebro voltasse a funcionar, e que eu percebesse que a pessoa que estava na linha era Sasuke, e que hoje era o nosso encontro.

Meus olhos se abriram de uma vez, meu corpo tomou impulso para frente e fiquei sentada na cama, enquanto segurava com mais força o celular em meu ouvido, sentindo meu coração bater mais rápido.

— S-Sasuke? - virei minha cabeça para o lado e fitei o relógio na mesinha ao lado da cama. Faltava menos de quinze minutos para às dez, a hora que Sasuke havia marcado de me buscar.

Droga!

Sim, sou eu. - ele respondeu, com aquela paciência de dar inveja.

— Err... eu... - O que eu digo? Saltei da cama e quase caí quando meu pé se enroscou no lençol, mas consegui o equilíbrio. - Eu não estava dormindo não. - disse rápido demais, naquele tom totalmente eufórico.

Eu pude escutar sua pequena risada abafada, enquanto eu corria até o guarda-roupa e o abria com a minha mão livre.

Você mente muito mal, sabia? -apesar dele ter sacado a minha mentira, seu tom era humorado e isso fez com que eu ficasse com as bochechas coradas, por pura vergonha. - Esqueceu do nosso encontro?

Travei a mão na primeira roupa pendurada no cabide, e dei as costas para o guarda-roupa.

— C-claro que não. - eu havia respondido rápido demais novamente, e isso só aumentava as suspeitas e seu conceito sobre a minha pequena mentirinha. Suspirei, fechando os olhos por puro reflexo, e resolvi dizer a verdade, a voz saindo baixinha: - Eu só dormi demais.

Mordi o lábio, agora com os olhos abertos e fitando meus pés descalços no chão, me achando a pessoa mais estúpida do mundo. Meu coração batia descontrolado e minhas mãos tremiam levemente, puro nevorsismo, e tudo culpa dele, de Sasuke Uchiha.

— Tudo bem, posso te pegar às onze então?

Demorei um tempinho para responder, pois ainda estava processando o fato dele não ter ficado zangado, e sim, está sendo gentil em me dar um tempinho a mais.

— Sim. - a minha resposta saiu um pouco aérea.

Então nos vemos daqui a uma hora... não vá fugir!

— Não vou. - balancei a cabeça para os lados, como se ele estivesse aqui para ver.

Fico mais aliviado em saber disso. - ouvi ele sorrir, e um frio subiu em meu estômago. - Ah, bom dia para você.

— Bom dia. - murmurei, totalmente alíenada.

Fiquei um tempinho fitando o display do celular que nem uma tonta depois que encerrei a ligação, até que percebi que se eu não adiantasse, eu acabaria me atrasando novamente.

E agora estava eu aqui, que nem uma louca procurando uma roupa que me deixasse um pouco melhor, mas parecia que nada servia, nada me caía bem. O quarto estava uma bagunça, o guarda-roupa uma bagunça, e minhas roupas todas espalhadas pelo chão, cômoda e cama.

Dei uma olhada no relógio e resmunguei totalmente chorosa, pois havia perdido mais de meia hora só procurando a roupa. Estava a um passo de ligar para Sasuke e desmarcar tudo, inventaria alguma desculpa qualquer... mas sabia que não iria rolar, já que eu era péssima quando o assunto era mentira.

Eu me amaldiçoava internamente por não ter aceitado a ajuda que Ino me ofereceu para encontrar a "Roupa Perfeita" segundo ela. Não imaginava que isso pudesse ser tão complicado, eu mesma não estava me reconhecendo. Nunca dei importância para roupas, e estava surpresa comigo mesma do porque só agora eu parecia me importar. E me perguntava internamente do; por que eu sentia aquela vontade de parecer bonita? Por que eu sentia aquela sensação aterrorizante de precisar da aprovação de Sasuke sobre minha aparência?

O que estava acontecendo comigo final, meu Deus?

Eu sentia meus lábios começarem a tremer e meus olhos lacrimejarem. Estava com raiva de mim mesma por ser assim, essa pessoa estranha e estúpida... eu poderia ser diferente, eu poderia ser que nem as outras garotas, eu poderia ser mais falante, mais social, mais bonita. Mas não, eu sou tímida, antisocial e estranha. Um verdadeiro patinho feio.

— Droga! - bufei, jogando uma camiseta que estava em minhas mãos no chão.

A minha porta se abriu e a cabeça de mamãe apareceu pela fresta

— Sakura... - seus olhos fitaram o quarto bagunçado, com roupas espalhadas por todos os cantos. - O que aconteceu aqui? - ela abriu mais a porta, mostrando todo o seu perfil. -Passou um furacão aqui, foi?

— Mãe, me ajuda.

Sim, eu estava terrivelmente desesperada, e mamãe percebeu isso, pois sua expressão ficou alarmada.

Caminhei com passos pesados para o meio do quarto ao mesmo tempo que mamãe entrava, me encontrando no meio do caminho. Seus olhos estavam em mim, dando uma olhava vez ou outra ao meu redor.

— Sakura, o que está acontecendo? - seus olhos me firam. - Você está passando mal?

Neguei com a cabeça enquanto mordi o lábio, fechando os olhos com força, reprimindo aquelas lágrimas idiotas que queriam escapar.

— Eu... - engoli em seco, tomando coragem para abrir o jogo, e a fitei. - Eu tenho um encontro. - minha voz saiu lenta e sussurrada.

Sua rosto suavisou, dando lugar a uma expressão surpresa.

— Encontro? - ela segurou as minhas mãos e me puxou para que eu me sentasse na cama, de frente para ela. Eu percebia um sorriso querendo escapar de sua boca, mas ela tentava manter aquela pose calma e séria, mas estava falhando. - Por acaso é com aquele rapaz, o tal Sasuke, que vem te buscar para a escola?

Exitei por um segundo em responder, eu sabia que a mente fértil de minha mãe estava trabalhando num possível futuro para mim. Eu havia conseguido escapar de suas perguntas sobre Sasuke na noite de quinta e na sexta. Havia inventado uma desculpa qualquer, e colocado um assunto qualquer para desviar sua rota de perguntas sobre ele. Mas agora eu não tinha escapatória, e mesmo estando com a vergonha do tamanho do mundo, eu tinha que me abrir com ela.

— Sim.

Um sorriso se abria lentamente de seus lábios, seus olhos brilhavam.

— Eu sabia que estava rolando alguma coisa entre vocês, meu faro de mãe não me engana.

Dei um pulo da cama, ficando de pé, e a fitei com meus olhos arregalados.

— Não tem nada acontecendo entre a gente, mãe. - eu quase gritei, a coisa mais idiota que eu já disse. - Quer dizer... ele só me convidou para sair...

— Como não, Sakura? - ela ficou de pé também, colocando suas mãos na cintura. - Nenhum garoto convida uma garota para sair se não gostar dela. E eu percebi que esse Sasuke gosta de você, eu vi isso naquele dia quando ele veio te buscar para escola.

— Mãe! - eu já sentia meu rosto ficando corado.

Ela sorriu boba, colocando as mãos nas bochechas, com aquela expressão sonhadora.

— Isso me lembra quando eu tive o primeiro encontro com seu pai. -suspirou, eu podia ver as estrelinhas saindo de seus olhos. - Foi tão atrapalhado e romântico. E apesar dele não ter dinheiro para me levar a um restaurante caro, ele me levou para um lugar que decretamos ser só nosso...

— Mãe, eu já sei disso, a senhora já contou essa história várias vezes. - a interrompi, olhei o relógio, faltava vinte minutos para Sasuke está aqui e eu ainda estava de pijama.

Mamãe pareceu acordar de seu mundo de fantasias com o papai, e focou em mim.

— Ah sim, querida.

— Eu não sei o que vestir, só tenho vinte minutos para está pronta. - disse voltando a remexer no guarda-roupa.

— Como não? E aquele vestido que te dei?

Virei minha cabeça, mamãe estava agora ao meu lado, começando a remexer entre os cabides vazios.

— Que vestido?

— Aquele amarelo que te dei no natal.

Procuramos o bendito vestido, mas não encontramos. Resolvi deixar o guarda-roupa de lado e procurei entre as roupas espalhas pelo quarto e finalmente o achei. Ele estava em cima da cômoda.

— Achei. - disse, erguendo o vestido de frente para mim.

Ele era de tecido algodão, amarelo claro com estampa de passarinhos pretos, o recorte pequeno no pescoço, sem mangas e com um cinto marrom na cintura. Nunca o havia usado, nem sequer me lembrava dele.

— Vai ficar bonito em você... - disse minha mãe, ela se agachou no chão e pegou um par de sandalhas rasteira de tirinhas, marrom claro. - Vai ficar perfeito.

— Será? - perguntei, meio que incerta, não sabia muito sobre moda.

— Com certeza. - sorriu animada. - Agora vai se arrumar, você disse que já estava atrazada.

Meus olhos abriram-se mais, e automaticamente olhei o relógio, menos de quinze minutos.

— Ai caramba. - larguei o vestido em cima da minha cama bagunçada, peguei a minha toalha e corri para o banheiro.

— Depois arruma aquela bagunça, em? - disse mamãe do outro lado da porta.

— Tá.

Fiz minha higiene pessoal e tomei um banho rapidinho. Voltei para o quarto enrolada na toalha, e procurei um conjunto de lingerie na gaveta, e coloquei, em seguida coloquei o vestido.

Dei uma olhada no espelho, e até que não ficou tão ruim, o vestido batia um pouco acima dos meus joelhos, e conforme eu havia ganhado um pouco de peso, ele havia ficado bom em meu corpo, diferente da época quando o ganhei, ele ficava estranho em mim.

Penteei meus cabelos, o deixando no mesmo pendeado de sempre, coloquei os brincos de pedrinhas rosa, combinava com a minha pulseira favorita no braço. Eu já estava pronta, meu rosto não havia maquiagem, pois eu não tinha uma, e nem sob tortura eu iria pegar o de mamãe. Sentia vergonha de usar esses tipos de coisa, sentia-me exposta.

O som da campainha soou por toda a casa, e meu coração acelerou, contribuindo com o frio no meu estômago. Fitei o relógio só para comprovar que eram onze horas, e que era Sasuke que tinha chegado.

Corri para calçar as sandalhas que mamãe escolheu, e procurei uma bolsa de lado com a alça grande no guarda-roupa. Coloquei minhas coisas dentro, como carteira, celular e as chaves de casa.

Suspirei fundo, tentando me acalmar. As vozes de mamãe e Sasuke soavam na sala, pareciam bem animadas, e aquilo só contribuíu para o meu nervosismo psicológico.

Fique calma, Sakura. Não faça nada de idiota. Dei uma olhada em meu perfil no espelho, e percebi minhas bochechas levemente rosadas. Chegou a hora.

Saí do quarto com passos nervosos, segurando a alça de minha bolsa pequena de lado com força, sentindo as pontas dos meus dedos geladas.

Logo vi Sasuke na sala, com mamãe o bajulando. Ele estava... perfeito. Usava jeans rasgado, uma camiseta preta com estampa brança, um casaco de flanela xadrez, nas cores preto e cinza, e botas de motoqueiro nos pés.

Não pude deixar de conteplá-lo, e me sentir inferior a sua beleza estoteante e a sua presença marcante. Eu era praticamente um inseto perto dele.

Meus passos atraiu a sua atenção, e o canto de seu lábio esquerdo curvou-se para cima, fazendo com que as borboletas no meu estômago ficassem agitadas.

— Oi. - sussurrei, extremamente tímida.

— Oi.

Parei em sua frente, ao lado de mamãe que me fitava. E mesmo sabendo que eu estava completamente vermelha eu não conseguia tirar meus olhos dos dele.

— Está linda. - ele disse baixinho, e meu coração bateu mais forte.

— Obrigada.

— Está linda, minha filha. - a voz de mamãe me despertou, e desviei meus olhos para o lado. - Cuide bem dela Sasuke. - ela disse, agora o fitando.

— Pode deixar, senhora Haruno, eu vou cuidar muito bem da sua filha.

Ela sorriu.

— Bom passeio para vocês.

— Obrigado(a). - disse Sasuke e eu juntos. - Vamos? - ele perguntou para mim.

Apenas assenti com a cabeça.

— Tchau, mãe.

— Tchau, divirtam-se. - ela disse com um sorriso enorme enquanto abria a porta para nós.

Uma coisa que eu percebi quando cheguei lá fora foi a ausência da motocicleta de Sasuke, o que me deixou bem surpresa. Geralmente ele nunca desgrudava dela.

Ergui meus olhos para ele, que caminhava ao meu lado.

— Sem moto?

Seus olhos desceram até mim.

— Está na oficina, espero que não se importe em andar de metrô.

Eu percebi uma leve hesitação em sua voz, um tom meio que preoculpado quando se referiu àquele meio de transporte perigoso que ele pilotava. Mas na verdade, eu estava era aliviada por não ter que andar naquela coisa.

— A minha segurança agradesse. - murmurei, fazendo com que sua expressão relaxasse, e o sorriso ficasse um pouco mais aberto em sua boca.

— Você é única, sabia? - ele disse enquanto andavamos pela calçada de minha rua sem árvores.

Não respondi, apenas foquei minha atenção para frente, ignorando as sensações estranhas e confusas que eu sentia quando ele ficava perto.

Logo senti sua mão gelada e úmida segurar a minha, entrelaçando nossos dedos, e nos deixando mais próximos, mais íntimos. E não era preciso dizer que meu interior ficou agitado, meu corpo meio que trêmulo.

— Eu disse uma vez - ele começou, me fazendo olhá-lo. - e vou dizer de novo; você está linda.

Não tem quando uma brisa suave bate no rosto de repente, esvoaçando os cabelos para os lados quando uma cena romântica acontece? Foi isso que aconteceu agora, e eu fiquei meio que embasbacada, pois eu sentia que estava em um dos meus livros românticos.

Eu sei que não estou no padrão de beleza que nem Sasuke, mas escutar da boca dele que eu estava bonita, depois de tanto quebrar a cabeça para encontrar uma roupa legal, eu me senti emocionada. E ainda tinha aquela brisa suave que bateu em meu rosto, esvoaçando meus cabelos para o lado, que só contribuiu para que aquele sentimento de se sentir amada, tomasse mais força.

Ele havia gostado!

Novamente eu me via com as bochechas coradas, desviei meus olhos para o lado, totalmente tímida.

— Obrigada... de novo. - mesmo que minha voz tenha saído como um sussurro, eu sabia que ele havia escutado, pois o aperto de sua mão ficou mais forte contra a minha.

O dia não tinha começado muito bom, e eu havia até cogitado a hipótese de que o azar iria continuar, mas parece que a minha sorte começou a surgir. E mesmo não tendo a mínima ideia de aonde Sasuke iria me levar, alguma coisa me dizia que esse encontro iria ficar marcado para sempre. Pois, o primeiro encontro a gente nunca esquece.

E o meu só estava começando.



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