História A Garota dos Meus Sonhos - Fillie - Capítulo 2


Escrita por: e SrtaSoah

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Eleven (Onze), Mike Wheeler, Personagens Originais, Will Byers
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Soah, Stranger Things
Visualizações 665
Palavras 2.845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, oi, olha a Foguinho novamente.
Estou quase dando um treco de rir. Eu e a Lady (Bia) estávamos avisando uma a outra que ia postar. Era uma de um lado, falando que horas ia postar, e a outra falando que já ia postar a tal.
Então, tá aqui, Bia! Pra você, amiga😍😍.
Beijos da Foguinho e aproveitem o capítulo.

Capítulo 2 - Traidor!


Fanfic / Fanfiction A Garota dos Meus Sonhos - Fillie - Capítulo 2 - Traidor!

A lua estava bonita novamente. Não estava cheia, mas era a fase minguante mais linda que já tinha visto. Nesses momentos, enquanto eu observava a lua brilhar e fazer reflexo no mar, as ondas quebrando, o gosto salgado da brisa marinha, o vento fraco, tudo só me fazia lembrar dela: Íris Apatow. Loira, olhos vibrantes e tentadores, sorriso doce e casto como de uma criança, um amor de pessoa. Meu tipo de garota, resumindo todas essas baboseiras.

Eu nunca havia me apaixonado de verdade até vê-la. Não tem nos filmes clichês americanos, quando a menina que o personagem principal gosta vem em câmera lenta, o cabelo voando contra o vento, os olhos brilhando tanto quanto o sorriso? Foi mais ou menos assim que eu a vi pela primeira vez. Viramos amigos por um curto período de tempo, mas ela foi se destacando na escola, tendo novos amigos, e eu fui deixado para trás. Talvez por eu me ter me fechado mais para amizades, só ser visto na sala de música e ter sumido do "mapa" por um tempo. Então ela percebeu minha distância e acabou se tocando que eu não a queria mais por perto - o que era mentira-, e seguiu em frente. Então acabei me tornando essa pessoa taciturna e fechada. Ainda com os mesmos (mas melhores) amigos, ainda enfurnado na sala de música, com aquela maldita insônia, fechado, resmungão, mas feliz. Isso já era um começo, eu achava. Mas eu nunca deixei de gostar dela. Por mais que ela tivesse se afastando de mim, eu ainda gostava dela muito. Até mais do que eu achava que podia gostar de alguma garota.

Peguei minha guitarra no canto do quarto e me sentei na ponta da cama, começando a afiná-la. Por incrível que pareça, Natalia não estava cantando e Noah não estava acasalando muito alto. E o clima e luz estava bom para tocar uns acordes. Por mais que eu quisesse me concentrar no instrumento na minha frente, minha mente vagava naquela garota loira com olhos redondos e brilhantes, que fariam qualquer um de escravo só de encará-los. Íris Apatow tinha meu coração e honra mas mãos, e dela eu não tinha nada, apenas um amor não correspondido.

- Make the stars look like they're not shining. Her hair, her hair. Falls perfectly without her trying. She's so beautiful. And I tell her everyday.

Pensei por um instante, e minha conclusão veio como uma bofetada em meu rosto. Minhas mãos enterraram em meu rosto, e eu me afundei em devaneios.

- Não, não falo – falei, baixinho. – Eu nunca disse nada para ela. – Encarei o quarto pelo espaçinho entre meus dedos. – Ah, qual é? – Dei-me conta que estava ficando maluco.

Enfiei meu rosto no travesseiro, amaldiçoando-me mentalmente por ser um dos piores covardes que se possa conhecer.

 

Como sempre, Kimberly estava reclamando com alguém pelo celular. Eu sempre ficava com uma pulga atrás da orelha quando perguntava quem era o coitado que ouvia as reclamações dela tão cedo. Mas ela nunca me respondia, ou quando me respondia era com um xingamento. Noah estava todo cheio de amores e beijinhos para o celular. Com certeza estava falando com Sadie, sua namorada. Tá, eu estava apaixonado, mas nunca vi casal mais grudento que aqueles dois. Não passavam um minuto sequer sem se falar. Era muita melosidade para uma única pessoa aguentar. Pobre de mim. Natalia estava falando com um garoto que ela se comunicava há umas duas semanas. Eu podia ver que eu e Kim éramos os únicos sem namorar naquela casa. Kim era porque não tinha opção, pois ninguém aguentaria essa personalidade bipolar dela e essa troca de humores. E eu, era porque a pessoa que gostava, nem ligava para mim, e se ligava, não me via mais que um amigo.

- Pobre garoto – falei só pra Winona ouvir.

Ela apertou os lábios, segurando uma risada. Me lançou um olhar, como quem diz para parar com aquilo.

- A senhora sabe quem é? – perguntei, levando uma torrada até a boca.

Winona franziu o nariz e balançou a cabeça, negando.

- Essa menina é um poço de mistérios – ela disse. – E eu é que não quero tentar desvendar nenhum.

Sorrimos baixinho, para não chamar a atenção do resto da mesa.

Olhei para o meu relógio de pulso, verificando as horas. Chamei o resto do pessoal, e terminamos o café, depois nos despedimos dos nossos pais e saímos. O problema com a minha família, era que todas as pessoas que achava que podia ter algo a ver comigo, já tinham algo muito importante no celular. Não que eu não tivesse celular, só que eu não gostava de entregar todas as minhas horas vagas a esse avanço tecnológico.

Jack correu na minha direção, tentando me alcançar. Ele estava do mesmo jeito do dia anterior, só que tinha dobrado a barra de um lado da calça. Às vezes eu achava que ele não era normal.

- Você me faz passar tanta vergonha – brinquei, fingindo esconder meu rosto entre as mãos.

- Engraçadinho. – Ele fingiu uma risada. – Então, quais são suas expectativas para a aula do Sr. Harris?

Jeremy Harris era o nosso professor de literatura. Ele era praticamente o nosso melhor professor. O homem era inteligente e muito piadista. Se dava bem com todos os alunos da escola, e quem ele não gostava podia se considerar um azarado pelo resto do ano. Sr. Harris gostava de fazer brincadeiras comigo e com Jack, por isso a gente ficava torcendo quando íamos pegar nossos horários escolares. Só queríamos nos certificar que ficaríamos juntos, aturando o professor Jeremy.

- Bom dia, alunos – disse Sr. Harris, jogando sua mochila em cima da mesa e sentando-se na ponta da mesma.

- Eu deveria começar com uma atividade ou aula, né? – ele perguntou. Todos assentimos. – Mas, vou começar com uma dinâmica.

- Tira a roupa, gostoso! – gritou alguém lá no fundo da sala. Todos sorrimos alto.

O professor sorriu e ajeitou o colarinho do suéter vermelho.

- Talvez mais tarde, Raul. Quando estivermos mais a sós.

A turma inteira explodiu em risadas. Olhei de relance para Íris que estava sentada na fileira ao lado da de Jack. Seu cabelo caramelo estava preso em um coque alto, deixando a mostra sua pele desnuda. Seus brincos reluziam, fazendo minha vista arder, mas eu não me importava, só queria passar o dia todo ali, observando-a sem nenhuma interrupção.

- Eu estava pensando aqui em algumas dinâmicas. – O professor coçou a nuca, pensativo. – Eu tenho uma ideia. Cada um vai escrever uma pergunta para um colega em um papelzinho. Depois, vão me entregar e eu irei lê-los em voz alta. Cada aluno que a pergunta estiver direcionada, irá responder de acordo com o que acha. – Antes dos burburinhos começarem, ele avisou: – Perguntas ofensivas, com palavras de baixo calão ou que sejam vergonhosas, eu irei jogar fora. Estou confiando em vocês. Podem começar.

Rasguei um pedaço da folha do meu caderno e peguei minha caneta mais que apressado. Corri meus olhos pela sala, procurando alguém para perguntar. Não podia perguntar para Jack ou Íris. Então perguntei para Marylin qual era o tipo de música que ela mais gostava. Estava sem ideias e ansioso para esse jogo idiota começar. Talvez a Íris poderia me fazer uma pergunta.

Com todos os papéis em mão, o professor começou a lê-los. Alguns ele havia jogado no lixeiro, tecnicamente tinha tudo aquilo que ele havia proibido de ter. Tinham perguntas como: "Travis, com quem foi seu primeiro beijo?" Ou "Lucy, você gosta de K-pop?" Ou até vergonhosas como: "Maria, você já beijou uma garota?" Isso era tão desprezível. Expor a pessoa ao ridiculo em público.

O professor desdobrou um papelzinho e antes de começar a ler, o analisou com as sobrancelhas levantadas.

- Íris, tem algum garoto dessa sala que você ficaria?

Eu vi as bochechas dela ganharam um rubor rosado e ela se fundir a cadeira. Seus ombro se encolhiam a medida que os burburinhos aumentavam, e todos os olhares eram direcionados para ela. Meu coração bateu freneticamente no meu peito e não pude conter um sorriso. Ela olhou todos da sala e parou seu olhar em mim, dando um meio sorriso.

- Não sei, Sr. Harris – ela admitiu.

- Ah. Claro que tem alguém aqui que você tem vontade de beijar – insistiu o professor.

   Ela deu de ombros.

- Não sei. Talvez o... – Seus olhos rodaram pela sala novamente e isso quase me fez vomitar meu café da manhã. – Talvez o Jack.

Espera bem aí. Eu tinha escutado direito? Ela havia dito Jack?

- Hummm. – O professor deu um sorriso malicioso para ela. – Eu duvido o Jack ir até ela e beijá-la.

Pude ver o corpo de Jack irradiar ondas de nervosismo. Seu corpo estava tenso. Mas o meu estava ainda mais. Ele não faria isso. Nós éramos amigos, e ele sabia que eu gostava dela. Ele não faria isso, pois ele era meu melhor amigo.

- Não, senhor – Jack disse, e eu soltei o ar que prendia. Depois, surpreendi-me com tal alto meu.

Sr. Harris rolou os olhos.

- Vai lá, Jack! – gritou a mesma voz do fundo da sala.

Era difícil alguém negar algo quando todos estavam gritando por seu nome, te insinuando a ir lá. Por um momento, ele pareceu hesitar, e eu anotei mentalmente que o agradeceria mais tarde. Jack nunca faria isso comigo, nem se estivesse bêbado ou usado alguma droga. Mas minhas apostas foram jogadas no lixo quando ele se levantou e andou até Íris, se debruçando e a beijando. Arregalei meus olhos, perplexo com o que tinha presenciado. Eu havia me subestimado muito. Eu havia sido traído pelo meu melhor amigo. Era um sonho, era um sonho, era um sonho, repeti várias vezes, mentalmente. Senti uma raiva tomar conta do meu corpo, e a vontade de socar algo fez meus dedos formigarem.

Quando abri os olhos, pude ver Jack me olhando como se pedisse desculpas. Assenti para ele, o ignorando, ou seu pedido de desculpas esfarrapado, por completo. Podia esperar isso de qualquer um, menos do meu melhor amigo. Quantas vezes eu já tinha dito a ele que gostava dela? Quantas vezes eu ficava encarando-a na frente dele? Quantas vezes eu pedi conselhos amorosos para ele, que estava em uma situação pior que a de Gaten? Ele havia descido no meu conceito, e entrado na minha lista-negra. Eu nunca o perdoaria.

Quando andava até o meu carro, tentando controlar minha raiva, senti as mãos pequenas de Jack tocando meu ombro.

- Cara, me desculpa, tá legal? Eu não podia negar o desafio.

Virei-me bruscamente para encará -lo. Por um momento, eu quis acreditar que ele não tinha dito aquela última frase. Mas, ela fazia eco na minha cabeça, atormentando-me.

- Podia sim – falei. – Você sabia que eu gostava dela. Você sabia. Eu nunca trairia você. Eu não sairia beijando a garota que você gosta só porque haviam gritado para eu ir!

- Eu fiquei sem reação e fiz a primeira coisa que meu cérebro mandou.

Soltei uma risada irônica.

- Você precisa analisar seus futuros atos, antes de fazê-los. Você traiu minha confiança, e eu duvido que possa restaurá-la. E nem tente suas labias malandras que comigo não vai funcionar. – Voltei a andar em direção ao carro. – Nossa amizade acabou! – esbravejei.

- A culpa não é minha se você é um covarde e não conta a verdade para ela – ele gritou. Meu corpo parou de entrar no carro, então, encarei Jack, descrente. – Você está bravo comigo só por conta de um desafio idiota.

Atrás de Jack, Kimberly e Noah vinham conversando calmamente. Se não estivesse tão irritado, com certeza faria piada sobre o humor dela.

- Não. Estou bravo, pois meu melhor amigo me traiu. Estou bravo porque você me fez passar papel de fraco na frente de toda a sala. Esse é o seu maldito problema, Jack. Você age do jeito que as pessoas querem e esquece de se sentir bem consigo mesmo, pois sempre faz as coisas para agradar os outros – disse eu.

- Você está bravo comigo, pois em dois minutos eu fiz uma coisa que você deveria ter feito há dois anos! Você está bravo, pois eu fui mais homem que você. Se gostasse mesmo dela, já teria dito isso a ela, não ficar se escondendo nas sombras, apenas observando-a de longe, parecendo a bosta de um maníaco. Você está com raiva, pois eu fiz algo que você deveria ter impedido, mas foi medroso demais para fazer. – Ele jogou na minha cara todos os meus erros.

Nesse momento eu já não tinha mais sanidade, pois não me lembro de onde minha raiva começou, e como ela foi parar no meu punho. Eu só me lembro de acertá-lo bem no maxilar de Jack, e quando pisquei, o vi caído com a mão na bochecha. Noah correu até mim e começou a me empurrar até o carro, antes que a multidão começasse e a direção da escola viesse.

- Seu idiota! – Jack gritou, já se levantando e vindo na minha direção. Mas várias mãos o interceptaram. – Qual o seu problema? Você é um idiota covarde!

Noah me segurava pelos ombros com força, certificando-se que eu não voltaria e faria coisas que me arrependeria. Pois, com a raiva que estava naquele momento, eu socaria a cara de Jack até deixá-lo desacordado.

Natalia estava assustada. Todos estavam assustados, para falar a verdade. Acho que nunca tinham me visto, o mais calmo e o que separava a briga, não o que começa, bater em alguém daquele jeito. Sei que foi errado, mas foi uma bela de uma de direita. Jack mereceu, como ele teve coragem de jogar todas aquelas verdades na minha cara? Era. Só. Ter. Negado. O. Desafio. Eu já havia feito isso por ele em um jogo besta de Sete Minutos no Céu, por que ele não podia ter feito a mesma coisa para mim? O que aconteceria? O resto do pessoal ia julgá-lo como covarde ou até "bichinha", mas duraria o que para eles esquecerem? Dois dias? Nenhuma fofoca durava muito na escola, e ele sabia disso. Acho que ele estava com vontade de fazer isso, mas não tinha oportunidades, e quando apareceu uma, ele rapidamente a pegou e se vangloriou por isso. Com certeza eu não o perdoaria tão cedo.

 

Joguei-me de bruços na cama, enfiando todo campo de visão no colchão afofado. A porta foi aberta devagar, e passos ecoaram pelo meu quarto.

- Vai embora, Noah! – resmunguei.

- Não é o Noah, é a Kim.

A encarei rapidamente. Estava desacreditando que ela estava preocupada comigo.

- Que diabos foi aquilo?

Não pude deixar de sorrir. Ela ainda estava de uniforme. O cabelo loiro estava com uma trança e seus olhos verdes se destacavam, brilhando e reluzindo.

- Você não é assim, Alma – ela fez questão de usar meu velho apelido. A culpa não era minha se era muito branco. – Alguma coisa ele te fez, e foi bem grave.

Suspirei e me ajeitei na cama, ficando ereto.

- Ele beijou a Íris na minha frente – sibilei, entristecido.

A expressão compreensiva de Kimberly vacilou e a de chocada prevaleceu. Seus olhos verdes se arregalaram e sua boca se abriu.

- Ele sabia que você gostava dela! – Ela falou. – Maldito Jack! Ninguém mexe com meu irmão. A única pessoa que pode chatear você sou eu.

Nós dois começamos a sorrir. Só Kimberly para me fazer sorrir. Ela podia ser irritante às vezes, mas conseguia ser um amor quando queria.

- A culpa não é dela – resmunguei. Kim levantou uma sobrancelha. – Eu nunca havia dito que gostava dela.

- E o que te impede de dizer? – Ela levantou os braços e os deixou cair, como se quisesse dizer que estava óbvio. 

- A vergonha de levar um fora, talvez – falei com um sorriso esperto.

Kimberly rolou os olhos, soltando um bufo desinteressado pelos lábios.

- Você nunca vai saber de uma coisa se não tentar – ela disse, séria. Tão séria que eu tive que ver se não tinha câmeras no quarto. Qualquer sinal de pegadinha nulo. – Cante e toque para ela. Pelo menos você presta para alguma coisa.

Fingi uma risada.

- Engraçadinha.

Ela se levantou e começou a ajeitar a saia do uniforme.

- Não se esqueça: Perseverança é tudo. – Ela andou até a porta, mas antes de sair, adicionou: – Só falta ela gostar da sua voz, pois você canta mal a beça.

Peguei uma almofada e joguei na direção do rosto dela, mas ela já tinha saído antes da almofada chegar a porta. Nunca achei que diria isso, mas Kimberly me ajudou muito. Meu peito doeu quando pensei nisso. Soou mais estranho do que achei que soaria. Várias ideias de músicas vieram na minha cabeça, mas nenhuma pareceu descrever o tanto que eu gostava dela. Por um segundo, eu pensei em desistir, mas a raiva de Jack e o que ele fez voltou, então, fui tomado pela coragem novamente. Provaria para ele, e para toda a escola, que não era um covarde. Que podia ser mais corajoso que qualquer um naquela escola sem graça. 


Notas Finais


Jack, seu nojento. Tadinho do nosso Finnie, foi traído pelo ex melhor amigo.
O soco no Jack foi merecido?
Obrigada, @LadyAmetist pela divulgação. Amo-te horrores, amiga.😍😍
Prometo que a Millie vai aparecer em breve 😍.
Beijos e até mais.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...