História A garota dos originais. - Capítulo 1


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Categorias Olivia Holt, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Jeremy Gilbert, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Matt Donovan, Olivia Holt, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Elijah Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Os Originais, Rebekah Mikaelson, The Originals
Visualizações 89
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo: 01.


Fanfic / Fanfiction A garota dos originais. - Capítulo 1 - Capítulo: 01.

Mystic falls/1909.

Eliza on:

Caminhava pelo jardim, regando algumas rosas vermelhas, o sol estava no seu ponto perfeito, o que fazia as rosas brilharem.

- como elas estão belas. - ouvi a voz de Ben, me virei vendo ele, e assentir sorrindo. - minha irmã está fazendo um ótimo trabalho, mais não foi para falar de rosas que vim falar-te, me acompanha em um chá Sr. Jones.

- com prazer Sr. Jones. - coloquei o que segurava no chão, entrelaçando nossos braços, indo até a sacada da nossa casa, aonde avistei Rose, sentada em uma mesa, com chá, e algumas comidas, meu irmão puxou uma cadeira e eu sentei, e ele sentou logo a frente, pegando a mão de sua futura esposa. - suponho que não foi para apenas tomar chá que viemos aqui.

- e não foi. - uma da empregadas me sérvio. - queria convida-la para um baile, amanhã, resolve te chamar encima da hora, assim não podes arrumar pretextos.

- já devia adivinha. - ela me entregou o convite. - vai ser um prazer.

- alguns rapazes vão, quem sabe não conheças o amor de tua vida. - disse Rose, e eu neguei já percebendo o que queria.

- e que sejas um rapaz de respeito, e que honre nossa filha. - ouvi a voz de meu pai.

- e claro, a classe social não é o mais importante, o mais importante, é o sorriso que ele irá causar em teu rostinho. - minha mãe completou.

- mais é claro Sr e Sra. Jones, o amor é o mais importante. - ela olhou pro meu irmão. - gostariam de se juntar a nós.

- não obrigada querida. - disse meu pai.

- vamos ter hóspedes novos, uma família, o que parasse ser... 4 irmãos. - disse minha mãe, logo escutei um barulho de cavalos, nos levantamos, e uma carruagem parou, dela desceu uma loira, muito bonita, com um vestido vermelho, ela parecia ser simpática, logo depois um rapaz de terno, ele tinha cabelos castanhos, e pose séria, logo depois saiu outro, ele tinha um leve sorriso nos lábios, seus cabelos eram loiros escuros, de longe não deu pra identificar seus olhos, mais posso dizer que era muito belo.

Logo depois um outro saiu, ele era lindo, e tinha uma postura séria, tinha cabelos castanhos, já disse que ele era lindo?

- sejam bem-vindos a nossa casa. - disse meu pai, e pela vez ele soltou um sorriso.

- agradecemos por nos receber. - a voz dele era calma.

- é um belo rapaz, não? - olhei pra Rose que sorria.

- sério? Nem reparei. - disse, e ela sorriu.

- esses são, Rosalie Benson, minha nora, Benjamin meu filho, e futuro marido de Rosalie, e minha filha Maria Elizabeth. - sorri, caminhando até o lado de meu pai.

- fico feliz em recebe-los. - sorri enquanto dois dos rapazes me olhavam.

- sou Rebekah, esses são meus irmãos, Kol, Elijah e Niklaus mikaelson, é um prazer conhece-los. - a garota sorriu.

- por favor acomodem-se. - meu irmão falou dando passagem pra eles, entramos em casa, e todos sentaram na sala de estar, me sentei do lado de Rose.

- aceitam algo? - perguntou minha mãe, e todos negaram, os homens começaram a conversa sobre negócios, enquanto eu mexia em minhas unhas, bom, até escutar meu nome. - Eliza sempre foi nossa filha independente.

- quando o assunto chegou ao meu nome? - perguntei pra minha mãe.

- desde que resolveu nascer querida. - sorri, e ela piscou.

- claro, a garota mais bonita daqui, a mais cobiçada do vale, e a única mulher que ainda não tem um noivo. - disse meu irmão, e eu sorri.

- apenas me garanto, não vou viver a vida inteira com um rapaz que acha que uma mulher não pode ser independente. - disse, e Rose negou.

- e não pode. - sorri. - a não ser que você seja Elizabeth Jones.

- okay, parem de falar de me para os hóspedes. - disse, e Rose abriu a boca para mudar de assunto.

- vamos ter um baile amanhã, gostariam de ir? - ela perguntou.

- claro, será um prazer. - disse Elijah.

- desculpe atrapalhar. - Olhei para Aura. - tenho uma carta de Elisabeta, para a Srta. Elizabeth. - sorri levantando, pegando a carta, abrindo a mesma, e caminhando para fora, parando na sacada.

"Olá querida Eliza, em primeiro lugar quero dizer que estou com saudades, o pequeno Garcy está bem, animado como sempre, ele sempre pergunta sobre tu, e quando porás ver-te, eu sempre respondo que logo, e esse dia vai chegar, espero que logo, esses últimos 3 anos não esta sendo nada fácil, não precupe-se, não é nada financeiro, mais sim emocional, Pedro está doente, médicos já examinaram ele, mais não sabem o que aconteceu, então queria te fazer um pedido, me ajude por favor". Com amor: Sabeta.

Fechei a carta suspirando, sentei em uma cadeira na sacada.

- algo de errado? - perguntou a loira.

- não, Rebekah? Certo? - ela assentiu, e eu me levantei. - licença.-  entrei, e subindo pro meu quarto, deitei na cama, olhando para carta.

Fechei meus olhas enquanto sentia ela pegar fogo, se apagando logo em seguida, restando apenas cinzais.

- o seu banho já esta pronto, vamos Maria. - uma das empregadas disse, e eu assentir levantando e tirando minha roupa, e entrando na banheira, tentando relaxar um pouco.

Assim que terminei, vestir um vestido vermelho, deixei meus cabelos soltos, e passei um perfume, descendo para o jantar, sentei ao lado de meu pai.

- o que tinha na carta de Elisabeta? Para o sorriso mais lindo do mundo, se esconder debaixo de um rostinho tão pensativo e enrugado? - perguntou meu pai passando o polegar pelo meu rosto.

- parece que Pedro está doente. - disse enquanto uma empregada me servia.

- não quero você triste, anime-se, Pedro ficara bem. - disse Rose e eu assentir. - e então Elijah, tem namorada? Ou noiva? Esposa?

- não. - disse ele, e Rose sorriu, Prevejo o que ela irá falar.

- que ótimo, a Eliza também está solteira. - disse ela, e eu sorri forçada. - porque não vão ao baile juntos?

- gostaria? - perguntou Elijah, e eu olhei pra ele assentindo.

- seria um prazer. - disse sorrindo.

- desculpe, estou me retirando da mesa. - disse Rose, me lançando um olhar.

- eu também, eu estou sem apetite. - disse me levantando. - gostaria de nos acompanhar Rebekah?

- claro. - ela sorriu levantando, caminhamos calmamente até as escadas, e quando chegamos nela, corremos até o quarto, entramos, e eu tranquei a porta.

- você é uma pessoa horrível. - disse sentando na cama.

- eu apenas ajudei-te, estavas encantada por aqueles olhos castanhos. - ela riu deitando ao meu lado, e Rebekah sentou também.

- besteira. - disse, e elas sorriram se olhando.

- está gostando dele? - perguntou Rebekah.

- eu mal o conheço. - disse negando. - eu não gosto dele, no momento não estou a procura de um homem para mandar em me.

Continua.



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