História A Garota Invisível ( Imagine Yoongi - BTS) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Bts, Suga, Yoongi
Visualizações 119
Palavras 955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii Nenis!!

Capitulinho para vocês 😊

Boa leitura e Bom Bugue para vocês 😘

Capítulo 7 - Sentimentos Recusados


Fanfic / Fanfiction A Garota Invisível ( Imagine Yoongi - BTS) - Capítulo 7 - Sentimentos Recusados

BTS Van - 10:30 P.M.

 

A aura de absoluto silêncio, estava envolta a meu corpo, me tornando meramente invisível em meio a toda aquela agitação dos meninos dentro da Van.

Refletia,longínquo, olhando através da janela os carros que passavam por nós, em alta velocidade, e levavam pessoas a algum lugar, para fazer algo e seguir suas vidas.

Em meio a esse momento de reflexão, não pude deixar de notar o quão tinha me tornado absorto em meus próprios pensamentos e o quanto me encontrava desligado de tudo ao meu redor, desde o aparecimento da garota Min em minha vida. Posso até admitir que, com a sua chegada, algumas inspirações tem voltado a aterrizar em minha mente.

Estava em meio a meus mais profundos devaneios, teorizando o significado da garota, se era real e, até mesmo, se todo aquele sentimento que nutri por ela, era verdadeiro ou ilusório, quando, de repente, um tênis acerta em cheio minha cabeça, a fazendo escorregar do punho em que estava apoiada.

Pego o tênis e, nem um pouco contente com o ocorrido, direciono meu olhar aos outros, que se encontravam me encarando com rostos preocupados, já imaginando quem seria o primeiro a levar um esporro. Porém, como ainda estava abalando com o fato de Namjoon não tê-la visto em meu estúdio, não fiz questão de ser grosso ou explodir em raiva.

-De quem é? - levanto o sapato no ar e vendo que nenhum desembucharia, tive que continuar falando, logo após um longo suspiro - O gato comeu a língua de vocês? - questiono neutro.

Em instantes, dedos foram apontados em direção a Taehyung, que já se encontrava basicamente enterrado em seu assento, demonstrando medo da reação que viria de mim.

-Toma - jogo o tênis em seu colo, sem usar força alguma - Seja mais cuidadoso da próxima vez! - e dizendo isso, me acomodo e volto a apreciar a janela, agora mais escura que antes, por estarmos passando em um túnel.

Um silêncio mortal se estabeleceu na Van, algo que me incomodou e fez minha atenção se voltar novamente aos garotos, que ainda me encaravam, aparentemente pasmos.

-Sentiram falta de um esporo? Se quiserem posso dar um agora! - deixo o meu eu calmo de lado, e passo a ser grosso. Eles respiram aliviados e se ajeitam tirando os olhares de mim.

“Só quero um momento de paz”

 

Quarto do Yoongi - 01:27 A.M.

 

A insônia tinha me pego de jeito nessa noite. Meus olhos sequer queriam piscar, estavam atentos a qualquer movimento ali, caso Min resolvesse fazer outra visita e “entrar pela porta”.

Havia concluído que, quando a visse novamente, abriria o jogo com ela e traria a tona toda a verdade.

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01:35 A.M.

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01:59 A.M.

 

E nada dessa criatura aparecer.

-DESISTO! - vocifero, me jogando na cama e logo fechando os olhos.

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02:00 A.M.

 

-Esperava por mim? - sussurrou em meu ouvido, evidenciando estar deitada já ali ao meu lado, no colchão. Abro os olhos e arrumo minha posição, deitando de frente à ela.

- Sim… - admito, sentindo sua mão acariciar minha orelha. - Tenho algo a lhe dizer… - usava um tom de voz baixo e rouco. Ela apenas assente, em sinal para que eu começasse a falar. - Desde que a vi pela primeira vez, senti… - tentava juntar as palavras corretamente, para que saíssem claras de meus lábios -... senti algo diferente por você, como uma conexão inexplicável - mantinha meu olhar preso ao seu - o prazer que me proporcionou, o carinho, os contatos… o amor, foram coisas que nunca haviam sido dadas a mim, assim como você os fez - podia ver em seus olhos, pequenas lágrimas se formando e logo escapando por entre suas bochechas - Então… gostaria de confessar que estou… apaixo…

- Shii…. - ela emana tal som, baixinho, cortando minha confissão e levando seus lábios até minha testa, depositando ali um beijo, me levando a fechar os olhos, mas logo os abrindo, com medo que ela desaparecesse, como da última vez. - Talvez realmente estejamos conectados… mais do que imagina… - murmura me encarando - Porém, não posso aceitar que termine essa frase… - agora fecha os olhos e deixa mais algumas lágrimas escaparem -...ela não pertence a mim… - franzo o cenho e me recuso a acreditar que ela não esteja interessada em meus sentimentos, que por milésimos achei ser correspondido. - Não pense que não o amo! É claro que sim, mas…

- Não tem “mas”! - falo em um tom mais alto, assustando a garota - Do que está falando! Como assim, não pode aceitar meus sentimentos? Não sou a pessoa certa para você? Tem mais alguém em seu coração?... é deve ser algum dos meninos, tenho certeza! Não sou o suficiente? - me levanto com raiva da cama, vendo seu olhar espantado seguindo cada movimento meu. - Quer saber, ESQUECE! - pego um agasalho e as chaves de um dos carros e abro a porta. Entretanto, antes de sair, faço mais uma pergunta.

- Você é mesmo real? - vejo uma última lágrima sair de seus olhos e seu olhar ser direcionado ao chão.

Não queria a resposta para aquela pergunta… não agora, então não dou tempo para que me responda, assim saindo do quarto e batendo fortemente a porta.

Entro no carro, e sem avisar a ninguém, volto para o estúdio, onde seria bom passar o resto da madrugada, sozinho, ou melhor, comigo mesmo.

Apesar de achar que os meninos haviam escutado todo o meu alvoroço, antes de sair de casa sem dar satisfações, não fiz questão de responder suas mensagens preocupadas.

Me sentia irado, possesso, um tolo… um completo ignorante.

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Notas Finais


Me desculpem se não ficou tão bom 😓 mas espero que tenham bugado... quero dizer, gostado hahah 😘

Qualquer sugestão ou dúvida é só comentar 😉

Obrigada (o) por ler ☺️


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