História A garota que mora ao lado - Capítulo 18


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Categorias Histórias Originais
Tags Colegial, Comedia, Drama, Romance, Suspense, Yuri
Visualizações 35
Palavras 685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi povo lindo eu tô meio depre porque o site que uso pra ler mangá tá offline, então leiam ou sei lá

Capítulo 18 - Capítulo 13: Perguntas


Sófia: on

- A zeladora está ali atras olhando para você - disse Violeta apontando para as minhas costas.

  Quando me viro para ver se realmente era verdade acabo vendo a Clara arregalando os olhos, antes de começar a se afastar rapidamente corada, mas acaba se atrapalhando batendo no carrinho de limpeza quando teve que freiar de repente, derrubando alguns dos matérias de limpeza obrigando-a a se abaixar para pega-los antes de voltar a andar: - Ou ela também tem esse sentimento de deja vu ou tá afim de você - disse minha amiga me fazendo engasgar com o suco.

- De onde você tirou essa? - pergunto pegando um lenço para limpar a minha boca.

- Do fato que ela tá sempre te encarando ou te procurando com o olhar - responde Violeta.

- Acho que você está enterpretando errado - digo.

- Em qual das partes? - pergunta minha amiga.

- As duas? - pergunto confusa - sei lá, eu não tenho muita informação para ter uma opinião concreta sobre isso.

- Você já falou com a zeladora? - pergunta Violeta.

- Clara - digo.

- Como? - pergunta ela sem entender.

- O nome dela é Clara - respondo.

- Como você sabe disso? - questiona Violeta.

- Ela disse para mim - digo.

- Ela falou com você? - pergunta minha amiga surpresa.

- Sim, por que a surpresa? - pergunto confusa.

- A zela... A Clara não fala com ninguém - responde Violeta - e olha que eu perguntei, entre os mais novos e os mais velhos alunos basicamente ninguém ouviu ela falar, alguns até acham que é muda.

- Talvez a Clara seja tímida - sugiro.

- Sófia se você realmente quer ser psicóloga, então faça uma análise - disse minha amiga.

- Eu tô no primeiro ano Violeta o máximo que posso dizer é que ela não gosta de falar com outras pessoas - digo.

- E isso quer dizer o quê? - pergunta Violeta.

- Que talvez tenha um trauma social ou simplesmente é antissocial - respondo - ah, quer saber só tem um jeito de saber.

- Pera ai a onde você vai? - pergunta ela quando me levanto e vou na direção de onde a Clara forá.

- Falar com ela - digo sem parar de andar.

- Assim do nada? - pergunta Violeta surpresa.

- Não é exatamente do nada - respondo.

- Calma ai Sófia, você precisa pensar primeiro - disse minha amiga segurando o meu braço - principalmente se a teoria do trauma estivee certa.

- Eu já pensei e não aguento mais essa incerteza - digo me soltando antes de continuar o meu caminho.

  Mesmo estando ciente que Violeta me seguia continuo andando sem olhar para trás, procurando por todo lugar a Clara, somente a encontrando perto da enfermaria de onde acabata de sair: - Clara - a chamo vendo ela se assustar antes de olhar em minha direção num misto de confusão e pânico naqueles olhos verdes.

  Ela parecia querer sair correbdo como mais cedo, mas antes que pudesse fazer isso uma mão a impede mantendo-a no lugar que diz alguma coisa para a pessoa que segurava seu braço, enquanto me aproximava: - Bem, a gente pode conversar por um momentinho? - pergunto notando que a pessoa que a segurara se tratava da própria enfermeira.

- Na verdade... - começa Clara, mas é interrompida pela enfermeira.

- Claro que podem - confirma ela dando um leve empurram na outra - e pra ser sincera a Clara já queria falar com você há algum tempo.

- Serio? - pergunto a vendo acenar com a cabeça, não antes de lançar um olhar para a enfermeira que não soube definir - que tau conversamos ali na sala já que não tem ninguém?

- Tudo bem - concorda Clara.

  Com isso ela me segue até a sala junto com Violeta que parecia querer ter certeza que eu não faria uma loucura: Bem, o que exatamente quer conversar comigo? - pergunta Clara parecendo um pouco desconfortável mantendo o seu olhar nos próprios pés.

- Bem isso é um pouco difícil de perguntar - começo só então notando a burrada que estava fazendo - se você...

Continua...



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