História A Garota Suicida - Capítulo 1


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Categorias A Conquista da Honra
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Ameaça, Assédio, Drama, Romance, Suícidio, Suspense
Visualizações 382
Palavras 900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - O Começo da História da Suicida.


Fanfic / Fanfiction A Garota Suicida - Capítulo 1 - O Começo da História da Suicida.

Eu sou Ana, eu tenho 16 anos. Perdi meu pai quando eu tinha 7 anos num acidente de carro. Moro com a minha mãe Elisa, eu admiro muito minha mãe, ela sempre quer me dar o melhor, ela se esforça, trabalha o dia todo, para não faltar nada em casa. Ela é uma escelente mãe.

Eu estou no ensino médio (2 ano do ensino médio) odeio a minha escola.

Eu sofro bullying, deixo as pessoas pisar em cima de mim como se eu não fosse nada. Eu não tenho amigos eu sou solitária, todo mundo me acha estranha, feia, magrela, trouxa, resumindo um LIXO.

Eu já estou acostumada, sento no banheiro para comer meu lanche todos os dias sozinha, a solidão virou a minha melhor amiga.

Eu apanho e sou maltratada pelas "garotas populares" todas mal caráter e sem noção.

Tento me suicidar, tento mudar de escola, mas todas as escolas que eu entro acontece a mesma coisa. Já tinha desistido de ir a escola, porque sei que todo o dia vai ser a mesma coisa.

Minha mãe não sabe que isso acontece comigo, nunca fomos próximas, nunca tivemos intimidade.

Eu sofria em silêncio, me corto várias vezes. Porquê todos implicam com o meu modo de vestir, meu modo de andar, meu cabelo, meu estilo, e tudo mais.

Penso várias vezes em me matar, mais eu sempre penso na minha mãe, como ela reagiria e como ela ficaria, já que a minha família não se importa comigo. Eu não tenho ninguém, só a gilete, minha escuridão, minhas dores e solidões.

Eu sempre sonho em ser feliz algum dia, sonho em fazer uma boa faculdade, arranjar um bom trabalho, ter um namorado e montar uma família.

Todo mundo fala para eu parar de sonhar acordada, para eu cair na realidade, que ninguém olha pra mim. E se olham era para rir, me zuar, tirar, sarro, e me xingar.

Eu gostava de um garoto, na verdade gosto a inda. Ele é o mais popular e bonito dá escola, sempre sonho

com ele. Mais eu sempre soube que ele nunca ia olhar para uma garota como eu.

Mais nunca desistia de sonhar. Hoje estava na minha sala de aula, e a professora falou que todos eram para formar dupla e fazer um trabalho sobre a Grécia antiga. A garota mais popular e legal da minha sala, que se chama Sofia, chegou perto de mim, e perguntou se eu poderia fazer o trabalho com ela. Aquilo me deixou muito surpresa, e também feliz, por que foi a primeira vez que alguém fala comigo ou pede para eu formar dupla com ela.

Fiquei uns dois minutos pensando.. E logo a respondi: Sim, eu aceitei com um sorriso no rosto. Sempre sonhava com esse dia, de uma pessoa falar comigo.

A Sofia com um sorriso no rosto fala: ok então, vou ir hoje na sua casa as 14 horas, pode ser? A respodi: por mim tudo bem. Na mesma hora bateu o sinal para nós irmos em bora, eu guardei as minhas coisas, e coloquei meus livros na mão, estava saindo da sala quando eu esbarro em alguém. Deixo os meus livros cair no chão, quando eu ia olhar para o rosto da pessoa. Ela me responde grosseiramente, olhe para onde anda sua estranha de merda!. Eu com medo respondi: Des- des- desculpe, não foi de propósito me perdoe.

Com muita raiva, o garoto fala: saía da minha frente sua escrota! Eu tenho mais o que fazer, não quero perde o meu tempo com uma garota insignificante como você!

Ele me empurra e sai andando com pressa e como se nada tivesse acontecido. Quando eu ia pegar meus livros, uma garota vai e chuta eles para longe de propósito.

*suspiro* e me levanto para pegar os meus livros que a via sido jogado para longe com os meus olhos cheios de lágrimas. Seguro o choro, pego meus livros e saio correndo sem rumo, só queria achar um lugar para eu ficar sozinha e depositar as minhas lágrimas.

Depois de 5 minutos correndo, vou para um jardim secreto da escola. Me sentei peguei a minha gilete e quando eu ia me cortar, ouço umas voz de um garoto gritando de longe e correndo até a mim. O *garoto* fala: ei, não faça isso. Se cortar não vai resolver os seus problemas, só vai piorar a inda mais.. Eu entendo o que você sente eu era do mesmo jeito que você, fazia as mesmas coisas, só que um dia decidir mudar, e depois todos pararam e me deixaram em paz.

Eu, sem entender nada o pergunto: quem é você?

O *garoto* se senta ao meu lado e me responde: desculpe não me apresentar antes, prazer eu sou Vinicius, e você como se chama?

(eu estava surpresa, envergonhada e feliz ao mesmo tem. Porque é a primeira vez que um garoto fala comigo, a inda mais bonito como ele. Eu tenho certeza que eu estou corada agora, e sinto que meu rosto começa a esquentar)

Eu tomo coragem e respondo: E- e- eu sou Ana, e o prazer é todo meu. (o respondo com gentileza e com felicidade)

O Vinicius me olha, com aqueles olhos verdes, gentis e sinceros. E me dá um belo sorriso.

Eu sem o que falar o olho fixamente, e com o olhar apaixonante. Mais eu logo caio na realidade, e penso (não, ele não está falando comigo por quê está apaixonado ou afim de mim. Ele deve está falando comigo por dó, só está sendo solidário comigo).


Notas Finais


Até o próximo capítulo gente, espero muito que vocês gostem, beijos!


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