História A Gêmea de Reiji - Capítulo 7


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Categorias Diabolik Lovers, Uta no Prince-sama: Maji Love 1000%
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Drama, Incesto, Reiji Sakamaki, Romance
Visualizações 199
Palavras 2.940
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii sou eu de novo! Desculpa qualquer erro gramatical. Amo vocês, Tchau!

Capítulo 7 - VII


Yumi

Abro meus olhos, e os fecho imediatamente os fechei novamente graças à claridade

Pisquei algumas vezes para me acostumar com a luz. Quando me acostumei, me sento e olho em volta. Eu estava em um enorme salão completamente branco.

De Repente sinto algo quente escorrer pela minha bochecha. Eu passo meu indicador pelo líquido, e vejo que era sangue. Me assusto, e então inesperadamente, eu começo a chorar sangue. Tento desesperadamente limpar, mas foi em vão.

Finalmente consigo me levantar, e vejo que minha roupa está suja de sangue, assim como minhas mãos. Não duvido que meu rosto deve estar molhado com sangue.

Tento ignorar isso, e começo a dar uma volta pelo lugar...

Eu vejo alguns degraus à minha frente. No momento em que o meu pé toca o primeiro degrau, começo a sentir uma dor insuportável em minha cabeça, e então eu desmaio.

***

Abro os olhos, e eu não estava no mesmo lugar. Agora, eu estava dentro de uma jaula enorme, com barras de ouro. Uma jaula semelhante à de papagaios, só que do tamanho de uma sala média.

Aqui é bem frio…

- O que faz aqui? - Sinto um vento muito forte em meu rosto, e vejo um garoto em minha frente.

Ele vestia roupas estranhas. Era loiro, e tinha os olhos verdes. E beeem alto. Acho que quase a altura do Yuma... Mas uma coisa muito peculiar que eu reparei, é que ele tinha asas. Sim, asas!

Asas de anjo…

- EI! Eu falei com você! - Ele me dá um tapa na cabeça.

- O-O que?!

- Quem é você?! - Ele pergunta com uma certa impaciência.

- Eu sou… Eu sou Sakamaki Yumi. -  Digo me levantando e o encarando.

- Uma Sakamaki? Que problemático… - Ele me lembra o Shu… - O que uma ‘Sakamaki’ faz por aqui?

- Eu… Eu acho que eu morri. Você… Você um anjo? O meu anjo? - Pergunto com os olhos brilhando. O garoto corou de leve.

- C-Claro que não! Eu não sou o SEU anjo! E… Acho que você não morreu.

- Por quanto tempo eu vou ficar por aqui?

- Eu sei lá… Se vire descubra isso sozinha.

- Qual é o seu nome? - Pergunto sem me importar com a resposta anterior.

- Você é irritante! Pare de fazer perguntas! - O garoto levanta voo, e se senta em algo parecido com um galho. - Eu tento me teletransportar para lá em cima, mas minha cabeça começa a doer. Eu me apoio no meu joelho. Me aproximo das grades, e tento escalar. Depois de uns 10 minutos consigo chegar na altura daquele galho, e me sento sobre ele.

- Você não vai me dizer mesmo o seu nome? - Eu chego mais perto dele.

- Não. Sinto muito em lhe decepcionar. Talvez um dia eu lhe conte o meu nome…

- Onde eu estou?

- No meu cativeiro…

- Por que você foi preso neste lugar?

- Eu já fiz coisas terríveis no passado…

- Você é um anjo de verdade? - Digo tocando as penas de suas asas.

- Eu já fui um deles… Hoje não sou digno de pronunciar esta palavra. - Ele segura meu pulso, e o afasta de suas asas.

- O que foram essas coisas terríveis que você disse? - Ele suspira, e fixa seu olhar no sol que já estava se pondo. - Você deve ter se sentido solitário… Você vive sozinho neste lugar?

Ele não me responde. Sinto uma forte dor de cabeça, perco o equilíbrio, e caio da árvore. O garoto mergulha, e me agarra antes que eu caísse no chão.

Só agora percebi… Que a gaiola está suspensa no ar. Por isso aqui é tão frio…

Perco a consciência.

***

Sinto um cafuné na minha cabeça… Abri os olhos com um pouco de dificuldade, e vejo Karl fazendo carinho em meus cabelos.

- Vejo que acordou… Que bom. - Eu me sentei. Estou no meu quarto do castelo de KarlHeinz. Em uma poltrona próxima à cama de casal, Renata estava dormindo. Ela parecia exausta.

- Oi… O que… Aconteceu comigo?

- Você quase morreu… Os inúteis dos seus irmãos não conseguiam de maneira alguma cuidar de seus ferimentos… Então te trouxeram para mim. - Quando ele menciona isso, percebo que estou coberta de ataduras, e esparadrapos.

- Por quanto tempo eu fiquei desacordada?

- Duas semanas. - Eu arregalo os olhos. - Renata foi a que mais cuidou de você… Por isso está exausta.

Meus irmãos aparecem no quarto.

Reiji imediatamente correu até mim e me abraçou forte. Solto um gemido de dor, mas nem por isso ele me solta. Shu anda calmamente até mim, joga Reiji no chão, e me abraça.

Reiji murmura algo como: “Olha a audácia deste inútil” e outras coisas que eu não entendi muito bem.

- Eu também senti a sua falta, preguiça humana… - Shu me soltou.

- Você não tem juízo, não é mesmo? - Kanato fala, se sentando no sofá.

- Eu pensei que você fosse morrer! Não me preocupe assim… - Laito fala se sentando ao lado de Kanato.

Renata abre os olhos, e passeia os seus olhos pelo quarto. Quando para em mim, a mesma corre até mim, e me dá um tapa nada fraco na cabeça. Eu dou um gemido de dor. Isso realmente doeu!

- Ai! Por quê fez isso?!

- Você é idiota?! Tem ideia de quantos dias fiquei sem dormir por sua causa?! Sua filha de uma Cordélia! - Ela me dá outro tapa mais forte. - Eu fiquei preocupada com você! - Renata tenta me xingar, mas sua voz vai ficando trêmula, e então ela desaba em lágrimas, e me dá um abraço apertado. - Eu senti realmente a sua falta!  Não faça mais isso comigo… Eu juro… Que se você morrer, eu te mato!

Eu retribuo o abraço.

- Por que você está chorando? Eu estou viva…

- Isso é um milagre… - Ela diz com uma voz chorosa. - Sua autocura não funcionava…

- Eu também não consigo me teletransportar, nem correr rápido…

Os garotos e Karl se retiram do quarto, deixando eu e Renata sozinhas. Ela acaba dormindo… A cama é bem grande, então acho que não tem problemas ela dormir aqui essa noite...

Fecho meus olhos, e tento dormir. Este corpo está muito dolorido… Agora que não tenho autocura… Acho que agora estou vivendo como um humano… Se é assim, ser um humano é horrível...

Acabo caindo no sono.

***

Acordo com os raios do sol batendo fortemente em meu rosto. Me sento lentamente na cama.

Renata ainda está dormindo. Não vou acordá-la. Ela parece - e está - exausta…

Saio da cama com dificuldade, pego uma toalha e uma roupa leve, e entro no banheiro.

Coloco as roupas em cima da pia, e encho a banheira com água quente. Começo a me despir com dificuldade, graças ao corpo dolorido, e lentamente entro na banheira com água confortavelmente morna.

Solto um suspiro longo de puro e claro tédio. 

***

Após tomar o meu maravilhoso banho, visto minhas roupas casuais, e vou para a cozinha cheia de empregados e chefes de cozinha.

Eles estavam com tanta pressa, que nem perceberam a minha entrada no local.

Me apressei e fui para um dos milhares armários naquela enorme e chique cozinha. Quando estava quase o abrindo, ouço uma voz atrás de mim.

- Mademoiselle! O que a senhorita faz por aqui? - Pergunta um chefe com um forte sotaque francês. - A cozinha não é lugar para uma princesa! Vamos embora, sim? O desjejum já será servido à mesa.

- Ah! Chefe Pierre! - Eu me viro para ele. - Eu não sou uma princesa… E eu apenas estou com fome. Não irei atrapalhar seus serviços. - Pierre é um homem alto, aparentemente tem uns 40 anos de idade… É ruivo e tem os olhos pretos.

- Você É sim uma princesa, e não deveria sujar suas mãos em um lugar como este! - Sou agarrada brutalmente pelo braço, por Kino, que aparentemente surgiu do inferno. Chefe Pierre faz uma curta reverência, e volta a cozinhar alguma coisa, que provavelmente deve dar água na boca.

- Itaí! Isso dói! Que eu saiba, Kino… Ninguém te chamou na conversa, se quer realmente saber. - Digo o olhando com o desprezo claro.

- Ninguém perguntou a sua opinião. Vamos. - Ele me puxa da cozinha.

- Tsc… - Eu puxo meu braço de volta. - Eu apenas estava com fome. Pare de se meter onde não é chamado.

- Você deveria respeitar mais o seu futuro marido… - Dito isso, comecei a rir descontroladamente.

- Como assim, ‘marido’? - Pergunto limpando algumas lágrimas de meus olhos. - Eu nunca. Nunquinha me casaria com um inútil como você.

- Cordélia disse a mesma coisa… E voilà. Teve três filhos com KarlHeinz. - Diz Kino com um sorriso estampado naquele rostinho que eu adoraria pisar em cima.

Solto um suspiro de olhos fechados, e então começo a subir as escadas que levariam para o corredor de meu quarto.

Kino se teletransporta para a minha frente.

- É muito ruim ficar sem os seus poderes, princesa? - Pergunta ele com o deboche claro no tom de voz.

Eu apenas o empurro e continuo subindo.

- Você tem poderes, e mesmo assim não conseguiu me salvar da morte. Não passa de mais um inútil. Não consegue fazer absolutamente nada sozinho, e é mimado. Sempre quer ser o centro das atenções, e acha que a arrogância é a melhor forma de alcançar o que deseja… - Falo subindo as escadas calmamente.

- Pare.

- Parar com o que? O bebezinho vai chorar? Eu estou apenas falando a verdade… Ah, e vou adicionar algo à lista de defeitos: Você, Kino ‘Sakamaki’ também não sabe lidar de jeito nenhum com as frustrações da vida. - Chego no topo da escadaria, e me viro para o mesmo. - Coloque-se no seu lugar. Você não tem o direito… De nem mesmo pronunciar o nome de meu pai. - Fico de costas para Kino, e sigo o corredor em frente.

Com passos lentos, passo da porta de meu quarto, apenas ‘admirando’ a beleza dos corredores do castelo de estilo medieval.

Ao chegar no fim do corredor, avisto uma enorme porta de carvalho. A abro, do outro lado havia uma enorme estufa. Era praticamente uma floresta dentro de um potinho.

Vou andando pelo caminho inexistente de grama, e admirando as árvores. Ao chegar perto de um pinheiro bem grande, subo em seus galhos, tomando o cuidado de não encostar nos musgos. Cheguei ao topo. As folhas era tão densas, que eu ficava praticamente escondida. Os raios de sol não passavam pelas frestas, assim as folhas formavam uma camada protetora em torno de mim.

Ao me deitar confortavelmente em um galho grosso, tiro de meu bolso um pequeno livro, bem antigo. Eu o abro na metade, e o folheio um pouco, chegando na página marcada por mim, com uma pequena dobra na ponta da folha.

Começo a ler de onde havia parado. O meu gosto literário é completamente diferente dos gostos de Reiji. Ele lê livros sérios, que falam sobre venenos… Já eu… Se Reiji lesse os mesmos livros que eu leio, aposto que ficaria bem decepcionado.

O livro fala basicamente apenas sobre contos de fadas… Uma princesa, cansada de sua vida tediosa, foge do castelo às escondidas, e recomeça sua vida em uma floresta. Até que, um príncipe que galopava à cavalo perto da região, encontra o pequeno chalé da princesa… Eles se encontram, o príncipe pede a mão da princesa em casamento, e todos vivem felizes para sempre.

Felizes para sempre…

Para sempre.

Quem me dera que as coisas fossem assim fáceis… Eu gostaria de um dia alcançar o meu inalcançável final ‘felizes para sempre’.

Essa frase foi bem irônica…

Reiji com certeza ficaria decepcionado comigo.

- Por que eu ainda não tive o meu final feliz…? - Murmuro para mim mesma, deixando o livro aberto sobre meu peito. Meu braço despenca da árvore, ficando assim pendurado.

"Idiota... Você nem sequer é feliz... Por quê o seu final seria?"

Eu acabo adormecendo.

- Acorda… - Sinto um vento em meu rosto. Abro lentamente os meus olhos.

Eu estou novamente naquela ‘gaiola’...

- Oi, garoto sem nome… - Eu me levanto.

- Meu nome não é esse!

- Você ainda não me disse o seu nome… Então não posso fazer nada à respeito.

- Tsc…

- Seja bonzinho e me dê uma carona até lá em cima… Vamos!

- O que você me dá em troca?

- O prazer da minha companhia? (Castietes entenderão... Na verdade eu sou Lysandrete, mas tudo bem) - O Anjo envolve suas mãos em minha cintura, pega impulso, e levanta voo.

Ele ‘pousa’ em um galho, e me coloca sentada em seu colo. Eu coro.

- Por que está corada? Você já tem vários concorrentes, e eu não quero fazer parte disso.

- Por que você não me diz o seu nome? - Ele ignora a minha pergunta. Solto um suspiro.

- Acontece… Que… - Ele vira a cabeça envergonhado. - Eu não me lembro do meu nome… Faz séculos que eu não me lembro dele.

- S-Séculos? Quantos anos você tem?! - Essa foi a vez dele suspirar.

- Parei de contar quando cheguei ao quinhentos mil.

Engulo em seco. Esse homem tem cara de vinte e cinco anos no máximo.

- Já que você se esqueceu do próprio nome… Eu vou te dar um novo. - Penso um pouco. - Que tal… Giovanni?

Ele bufa.

- Isso… É um nome italiano… - Ele começa, mas eu o interrompo.

- Como você é um anjo… Pensei que esse nome combinaria com você.

- Eu não sou um deles… Fui expulso do paraíso. Fui expulso pelo próprio deus.

- Giovanni significa ‘Deus perdoa’.

- ‘Deus’ não perdoa.

- É claro que perdoa! - Ele solta um suspiro.

- Tá bom… Eu deixo você me dar o nome de Giovanni…

- Isso! - Eu quase dou um pulo.

- Se você cair novamente eu não irei te segurar. Está avisada.

- Ei Giovanni-kun! Aqui está um tédio… Quer brincar de alguma coisa?

- Não. Vá se acostumando, porque aqui não há absolutamente nada de divertido para fazer.

- É claro que tem! - Dito isso, eu me solto de Giovanni, e me jogo. Segundos antes de encontrar o chão, Giovanni me agarra estilo noiva, e me põe no chão. - Posso fazer isso o dia todo.

- Mas eu não. Você é a única pessoa com quem eu conversei em séculos. Se você morrer, acho que EU vou morrer de tédio.

- Tá bom… Então vamos fazer uma brincadeira menos perigosa… Tipo… Esconde-esconde. Eu me escondo,  você procura.

- Seja rápida. - Ele fecha os olhos. Eu me apresso, e me escondo atrás de um arbusto. Quando vejo, eu já havia perdido Giovanni de vista, até que sinto mãos tocarem o meu ombro.

- Bu! - Solto um grito, e Giovanni caiu na gargalhada.

- Não teve graça!

- Teve… Sim! - Diz ele recuperando o fôlego. - Por deus! Você é péssima nessa brincadeira! - Ele sorri. Seu sorriso é… Perfeito. É a primeira vez que o vejo sorrir. Eu sorrio de volta. - De qualquer forma… Eu gostei dessa brincadeira. Quero de novo! - Ele fecha novamente os olhos,  eu rapidamente subo em uma árvore. Quando chego ao topo, vejo Giovanni, e levo um susto. Ele novamente caiu na risada.

- De novo não… - Giovanni ainda estava rindo de mim.

- Yumi… Te assustar virou o meu passatempo favorito!

- Mais esse não é o MEU passatempo favorito. E… Você nem sabe brincar! - Eu fecho a cara.

- Você fica tão bonitinha irritada! - Ele aperta as minhas bochechas rindo. - Parece uma criança… - Ele sorri. - Yumi… Obrigado por estar aqui comigo!

- Não há de que! Você também é muito legal, mesmo não sabendo brincar. - Dou um sorriso. - Agora… Tá com você! - Eu toco em seu braço, e saio correndo.

- Ei! - Ele começa a correr atrás de mim.

Eu não prestava atenção onde ia… Até que bato em algo. Olho para cima, e vejo um Giovanni sorridente.

- Você não sabe mesmo brincar! Não pode usar poderes. - Dou um tapa de leve em seu peitoral.

- Posso sim!

- Não pode não! - Eu dou um passo para frente, mas piso em falso, e acabei caindo em cima de Giovanni. Eu coro.

- M-Minhas asas!

Ignoro sua fala, e observo seus olhos verdes.

- Você… Já pode sair de cima de mim? - Giovanni me pega pela cintura, e levanta voo.

Ele me coloca sentada em um galho, e se senta do meu lado. Eu apoio a minha cabeça em seu ombro.

- Já é o pôr-do-sol… Espero que tenha se divertido... - Ele beija minha bochecha, e eu desmaio.

***

Eu acordo no mesmo lugar onde adormeci. No galho daquele enorme carvalho. Pego meu celular e vejo a hora… Já são 1:38 da tarde.

Guardo o meu livro, e desço da árvore.

***

Chego na cozinha, e pego ingredientes no armário, mesmo que os empregados não tenham concordado com isso.

- Yumi-sama! Tem certeza que não quer que eu prepare algo à senhorita?

- Não, obrigada. - Eu quebro ovos dentro de uma vasilha.

- É perigoso.. Se o meu Amo descobrir que eu a deixei… - Eu o interrompo.

- Não acontecerá nada à você. Eu com certeza impedirei meu pai. - Comecei a misturar a farinha.

***

Depois de muitas reclamações de vários empregados… Eu consegui fazer o meu tão amado bolo de chocolate. O chefe Pierre com certeza faria um bolo de casamento se eu pedisse à ele… Então fiz eu mesma. Um bolo simples, e sem cobertura.

Corto o bolo em vários pedaços iguais.

- Todos os empregados da cozinha estão liberados pelo resto do dia por ordem minha. Podem pegar um pedaço de bolo se quiserem. KarlHeinz não fará absolutamente NADA à vocês. - Pego um pedaço de bolo para mim, e saio da cozinha.

Volto para o meu quarto, e vejo que Renata já estava acordada.

- Onee-chan! - Eu corro até ela.

- Oi!

- Quer um pedaço? Acabei de fazer!

- Quero… Aliás… onde você estava? Perdeu o café da manhã, e o almoço!

- Eu adormeci no galho de uma árvore… - Digo coçando a nuca.

- Você nunca aprende… - Diz ela com uma ‘gota’ na cabeça.



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