História A geração mais importante (Boku no Hero Interativa) - Capítulo 6


Escrita por: e Keisrinna

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Dabi, Eijirou Kirishima, Fumikage Tokoyami, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mina Ashido, Momo Yaoyorozu, Ochako Uraraka (Uravity), Personagens Originais, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Tenya Iida, Toshinori Yagi (All Might), Tsuyu Asui
Tags Interativa
Visualizações 168
Palavras 2.553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YO! LEIAM AS NOTAS FINAIISIASISISISISISSISISISI

Queria dizer que esse cap foi menor e bem mais pacato pq era pra ser algo grande, porém se eu fosse fazer algo grande só ia sair semana que vem (leia-se "esse final de semana eu não vou existir"). Então entre um grande e um pequeno eu preferi fazer um pequeno mesmo, também para avisar umas coisas e deixar uma perguntinhas ai.

A primeira coisa que eu quero avisar, talvez alguns tenham percebido, mas agora tenho uma co-autora na fanfic. A Senpai @Keisrinna me notou e vai ser minha beta reader daqui pra frente pra deixar os cap bolado memo mas bolado memo. Ela não revisou esse ainda, mas vai revisar os próximos antes de eu postar então se atrasar ligeiramente já sabem, né? XD

ENFIM, BOA LEITURA

Capítulo 6 - Escolhas


Fanfic / Fanfiction A geração mais importante (Boku no Hero Interativa) - Capítulo 6 - Escolhas

Refeitório central da U.A., 12:15 horas;

Um campo de futebol. Inteiro. Essa é a “pequena” área que o local das refeições ocupa, com mais de cem mesas espalhadas pelo salão, uma enorme bancada onde ficam os pratos e com comida requintada demais para um colégio, dizem por aí que o refeitório da U.A. é o melhor dentre os colégios de formação de heróis.

Afinal de contas, o que deles não é melhor?

Continuando.

Os alunos do primeiro ano ocupam o local no momento, sendo o horário de almoço deles das 12 horas até 12:30. “Ocupar” é um exagero, pois não tomaram nem metade das mesas. A maioria dos alunos preferiu sentar junto ou próximo de pessoas da mesma classe, criando uma tripla divisão. Em uma das mesas- definitivamente a que mais chama atenção por diversos motivos- encontra-se uma montanha de comida bem maior que o necessário para um humano normal alimentar-se por um dia inteirinho. Possessivos com relação a dito monte, os dois alunos que devoravam aquilo com extrema velocidade mal paravam para respirar.

A maioria dos alunos da 1-C estava ali fazendo qualquer coisa, com exceção daqueles seis patetas e de Miiru, que ficou na sala mesmo. Com andar soberbo, o jovem de olhos azuis aproximou-se da mesa dos dois comilões; não sem antes passar os olhos na mesa ao lado, onde estão a menininha de cabelos avermelhados e o estranho jovem com expressão afiada. Parando atrás da rosada, manteve sua presença ali um mistério, ao menos para ela.

—Helena-san, permita-me acompanhar-lhe neste almoço. Não quero dirigir minha palavra aos fracos, mas suponho que você, aquele loiro esquentado e a menina da terra não se encaixam nesse padrão, estou correto? Foram as melhores notas da turma, após a minha - Utilizando do mesmo tom de voz educado que expressou ao falar com o professor pela primeira vez, Hiro chamou a atenção de Helena que se virou somente para reconhecer que é ele ali, logo tornando a devorar a comida.

—Tanto faz cabeça de vento, só não me atrapalhe - Ela expeliu as palavras com interrupções para engolir. Sorrindo, o moreno sentou-se ao seu lado, apoiando sua bandeja- muito mais humilde que a dos dois- na mesa.

O alto garoto que já estava sentado parou todos os seus movimentos, fixando-se completamente em Hiro, engolindo-o com os olhos por bons dez segundos sem nem piscar. Por mais que esteja incomodado, o orgulho do Sakayanagi o manteve quieto.

—Oe, deve respeitar mais seus companheiros de classe, tenho certeza de que todos nós somos tão fortes quanto você, acima de tudo nós entramos para a U.A.! - Disse o mais alto após os dez segundos de análise. Hiro manteve o olhar na comida.

—Desculpe Helena-san, mas pode dizer ao braquiossauro que não falo com quem seja mais fraco do que eu?

—Ouviu o homem, Watson - Ela não deu muita importância para a situação, na verdade ela nem liga para eles ali, só quer comer em paz para repor suas energias.

—O que te faz pensar isso, hein? Por que tem tanta certeza de que sou mais fraco que você? Por que chamou de idiotas os alunos que entraram por recomendação, sem ter ideia do que são capazes? Tem noção de que, se foram recomendados, é porque são muito bons? - Hunter levantou-se, um pouco exaltado, mas respeitando tanto o espaço de Hiro quanto o de Helena. A garota ergueu o olhar, com um pedaço de carne na boca, atentando-se ao assunto finalmente.

Nos arredores, apenas a mesa ao lado está ocupada pelos dois alunos citados anteriormente, então poucos percebiam que algo acontecia na mesa dos três; principalmente pelo fato do aluno mais alto da turma ter levantado repentinamente.

—Até que provem o contrário, são mais fracos. Eu não falo da boca pra fora, por isso paguei minha parcela: Sou o aluno mais forte do primeiro ano da U.A. - Dessa vez Hiro se dirigiu diretamente ao seu antagonista, mas ainda sem se levantar ou sequer encará-lo.

—Tens muita coragem em suas palavras, nem disfarça suas verdadeiras intenções, um ser desprezível de tão arrogante - O garoto da mesa ao lado decidiu se pronunciar sobre o assunto, estava observando Hiro desde o momento em que o mesmo pisou no refeitório; deu um susto de leve na menina junto com ele, pois, de fato, ela jamais esperaria uma reação assim por mais que não o conheça.

—Para que subliminar minhas palavras? Faço questão de deixar bem claro o quanto eu sou absoluto - As palavras do Sakayanagi conseguiram arrancar risadas de Helena, que finalmente terminara de comer.

—Ei garoto, não vale o esforço - A ruiva tentou acalmar seu “parceiro”, mas no fundo ela só quer sair dali o mais rápido possível.

—Não podem se calar, Akai-chan! Você e o Anderson-kun são melhores do que ele, eu tenho certeza, são boas pessoas! - Internamente a baixinha riu com as palavras do inocente Watson, já Anderson manteve seu olhar fixo no oponente.

Hiro, que comeu em uma velocidade bem alta, levantou-se deixando um pouco de alimento na bandeja, mas carregando-a consigo. Ainda com o sorriso arrogante no rosto, ele viu a avermelhada seguir seus passos e até suas ações. Ficaram lado a lado, olhar com olhar.

—Você é engraçado, Sakayalgumacoisa, espero que mantenha o respeito comigo - Ela deu um tapa no ombro dele, um daqueles típicos tapinhas amigáveis; entretanto, com mão propositalmente pesada, por pouco não o fez derrubar sua bandeja graças ao golpe. Hiro se assustou, mas logo o sádico sorriso retornou ao seu rosto.

—É um sentimento recíproco, Helena-san - Segurando o objeto com uma só mão, Hiro levantou a outra e, na mesma hora, os presentes viram um desastre se formar. O braço direito do garoto- que foi erguido- ficou totalmente vermelho, com tom de pele igual ao de Helena. As joias azuladas em seu rosto ficaram mais claras, com um olhar no mínimo assustador. Sem hesitar, desceu a mão.

***

Regras, por mais bobas que sejam, são feitas para serem cumpridas. Alguns desistem da vida heroica por causa do excesso de leis, outros seguem esse caminho exatamente para fazer com que ditas normas sejam cumpridas com êxito pela população. A mais simples regra do colégio U.A., estando logo abaixo da que proíbe o uso de Individualidade sem a autorização de um professor, é a de respeitar o ambiente- sendo uma forma de respeito o fato de que não se pode correr nos corredores.

Iida Tenya, da classe 1-A, é um exemplo de aluno. Em somente dois dias de aula ele conquistou a atenção de toda sua turma, tornando-se o mais cotado a ser representante de classe. Respeitando todas as ordens dadas pelos professores, sendo educado com outros alunos- mesmo os de outra classe-, prestando atenção nas aulas e obtendo bom resultado nos exames, a presença do garoto já passa um ar de segurança aos seus aliados, que acaba por transformar tudo o que eu disse em um sentimento recíproco que ele recebe e...

—SAI DA FRENTE! - Um tardio berro de alerta seguido de um atropelamento corporal que por pouco não terminou em um acidente maior, Iida foi rodado por um tiro humano que, por ter passado tão rápido, o moreno nem anotou a placa.

—OE! É PROIBIDO CORRER NOS CORREDORES! - Devolveu o aviso no mesmo tom, mas foi completamente em vão; os únicos que ouviram foram as três logo atrás, mas não importava para elas.

Com um pequeno sangramento na testa, Natsumi era carregada por Nero na direção da enfermaria- que o loiro não sabe onde fica. Fazendo ainda mais esforço, logo atrás, segue Alex que tentava ao máximo manter sua mão no ferimento da menina. Muito afastadas dos três estão as outras três: Elizabeth, Konoa e Aya.

—Vai com calma! Eu posso estancar o sangue dela se você parar de correr! - Alex gritou para o loiro, tendo severas dificuldades de acompanhá-lo na corrida em sua forma pouco aquecida.

—EU TÔ CALMO - Ele devolveu.

Com grandíssima determinação, suor, lágrimas (?) e desespero, o Vonderhoff e o Deveraux alcançaram a enfermaria sem deixar sua vítima morrer (ao menos na mente deles isso aconteceria). Em pouco tempo as garotas alcançaram, quando Natsumi já estava deitada na maca da Recovery Girl...

A doce senhora de olhos puxados riu bastante com a situação e, principalmente, o estado de aflição que os companheiros da garota se encontram. Em menos de dez segundos, necessitando somente um beijo na testa, Natsumi foi totalmente curada, não deixando nem mesmo uma cicatriz na área do corte.

—Para que tanta euforia, jovens? Foi só um cortezinho, isso é fácil para mim... - Ela falou. Os garotos sentaram no banco da enfermaria, tomando toda a água possível.

—A cara do Nero na hora foi impagável, parecia que tinha matado alguém - Alex começou a rir sozinho, aos poucos levando Chiyo para o lado da graça.

Nero se levantou e caminhou até a jovem, que ainda se encontra desacordada, e a observou de perto, vendo o trabalho sem falhas da médica profissional da U.A.; aos poucos a menina abriu os olhos, mas a expressão no rosto dela era de completa... Demência? Disse algumas coisas sem qualquer nexo, fazendo com que Alex risse ainda mais da situação - É fácil fazer isso agora que o susto passou.

—A bolada deve ter sido forte, vai demorar um pouco até ela ficar realmente sã - A senhora explicou. O loiro se virou para as garotas e percebeu a inquietação em suas ações, como se estivessem evitando dizer algo.

Menos Aya, ela não liga.

—Você é retardado? Quer nos matar? Para que rebater com tanta força?! - A baixinha encarou o garoto de frente, fazendo-o se curvar para acompanhar sua altura. É claro que uma pessoa normal agiria com humildade e faria o certo no momento...

—Que? Quem mandou ficarem olhando para o celular em uma arquibancada de basquete?! Foi sem querer, mas poderiam ter evitado - Ele disse no mesmo tom, cruzando os braços em seguida.

—Só pode estar brincando, é impossível! - Aya levou as mãos à cabeça, desacreditada em tamanha burrice.

—Ei mocinhos, falem baixo! Estão em uma enfermaria - Recovery Girl os alertou, apontando para a maca mais aos fundos, onde um garoto de cabelos crespos em coloração verde escura estava repousando. Seu braço quebrado mostra que ele se esforçou muito recentemente.

—Perdão, vovó - A baixinha se retratou, afastando-se do loiro idiota. Elizabeth, um pouco assustada, olhou por cima do ombro do garoto em sua frente, encontrando o moreno aos fundos.

—Aquele menino está bem? Como se machucou tanto? - Na verdade ela está mais preocupada em saber a segunda resposta; teme que ele tenha ficado assim em algum teste ou prova, algo que pode muito bem acontecer com ela. A médica olhou para o menino, que percebeu ser o assunto da roda.

—Está bem sim, acabou quebrando o braço na prova prática de admissão; um caso raro de se aparecer por aqui, mas usar sua Individualidade acabou ferindo seu corpo - Eles se surpreenderam, isso não é normal mesmo; ao menos não para pessoas que treinaram o suficiente para superar os problemas básicos de suas Individualidades, como se machucar ao utilizar delas.

—Aqui tem de tudo mesmo - Konoa comentou baixinho, mas sua voz não passou despercebida; com um “uh” interrogativo, Elizabeth a fez falar - Digo, não quero compactuar com aquele arrogante Hiro, mas como alguém igual esse garoto conseguiu entrar aqui?

—Bem, se ele está aqui, é porque conseguiu derrotar alguns robôs, mesmo que tenha se machucado no processo - Disse Alexandre, finalmente se levantando após rir por bons segundos.

—Ele é fofo - O menino corou e virou o rosto, tentando fingir que não ouvia a conversa; porém, isso não mais importa, já que a pessoa que lançou o elogio foi Natsumi. Com rapidez Nero se reaproximou, já com a cabeça fria e sem sua personalidade arrogante tomando conta, quis falar mil palavras, mas nenhuma saiu de sua boca - Não diga nada Nero - Honestamente? Não foi em um tom ameaçador, ao menos.

—Ao menos me desculpe? - O olhar pidão dele deixou a garota corada, não esperava algo assim vindo de alguém tão… Orgulhoso.

—Uhh, Nero Nero Nero…

***

A mão se abaixou, mas não alcançou a rosada, que manteve a firmeza corporal como uma rocha imóvel, e um olhar tão afiado quanto uma faca. Watson inclinou-se para frente, já pronto para defender a “mulher indefesa”, enquanto Anderson e Akai se assustaram outra vez mais; como Hiro pode ser tão arrogante?

Entretanto, por fios do destino, a mão do garoto, a cauda de Helena, a mesa (que Watson empurrou para o lado) e o corpo do gradão foram segurados; fios tão fortes que não irão quebrar tão facilmente. Ao lado, o grisalho estava com seus braços entrelaçados, um dedo apontado para o garoto e o outro para a garota, os outros três se dirigiam à mesa e, por fim, sua mão esquerda alvejou o Hunter.

—Por acaso iria fazer o que acho que faria, Hiro? - Kenichi questionou, ainda restringindo o movimento da mão do garoto com seu fio - É o segundo dia de aula, não medirei esforços para expulsar-te caso quebre a regra suprema da escola - Ele soltou a fumaça de seu cigarro pelo lado da boca, já que não consegue segurar o objeto.

A expressão de Hiro se fechou, como se estivesse calculando o que dizer. Soltou um sorrisinho e puxou o braço- já com a coloração branca habitual- não encontrando objeções ao perceber que seu sensei havia o liberto.

—Não senhor, Kenichi-sensei.

—Ótimo - Ele libertou os outros alunos, que agora encontram-se em uma situação no mínimo constrangedora - Um herói não chegará a lugar algum lutando sozinho ou, pior, lutando contra seus aliados; isso vale para todos vocês - A aprovação veio deles como um movimento uniforme de cabeça, um amargurado “sim” em conjunto.

A mulher ao lado de Kenichi, uma dama de corpo esbelto e cabelos negros que alcançam os glúteos, portando um olhar perverso e sua roupa de heroína, riscou uma risada desafinada, tentando não deixar escapar para evitar incomodar o parceiro.

—Não seja tão duro com eles, Sentsu-kun. Ainda está cedo para aprendizados e tudo o mais. Mas Hiro - O garoto a fitou - Seja mais educado!

A mulher envolveu seu braço no professor, colando seus corpos com bem mais intimidade do que o necessário. Kenichi travou por alguns segundos, recobrando a “consciência” quando seu cigarro estava prestes a cair. Tomou-o de sua boca com os dedos e pigarreou.

—Nunca é cedo para aprender, Midnight. Ainda mais no caso deles…

—Perdoe minhas ações, Kenichi-sensei! É só que… - Watson tentou se explicar, chegando a abaixar a cabeça direcionada ao grisalho, mas Kenichi interrompeu sua fala.

—Sim, sim, tá bom. Não precisa de perdão, só tentem não se matar, tudo bem? Terão bastante tempo para resolver seus problemas - Ele levou o cigarro à boca outra vez, quando Midnight tomou a frente. Aos fundos, pode-se ver o baixinho- nada importante- diretor Nezu atravessar o refeitório calmamente, dirigindo-se à mesa onde Kirishima, da turma 1-A, comia sozinho. Akai, de olhar afiado, perguntaria o motivo, mas a heroína não a deixou falar.

—Sentsu-kun está certo! Além do mais, há coisas mais importantes para resolverem no momento…

***


Notas Finais


BOM VAMOS LÁ

Primeiro, vamos fazer a votação aqui. NÃO PRECISA VOTAR HOJE! Ela ainda estará aberta no próximo capítulo, mas se algum ganhar de lavada já hoje então...
enfim, vocês escolherão o representante de turma.
É só isso mesmo, lembrando que há personagens que ainda não apareceram tanto (Aoi, William e até a Akai), por isso vou deixar a votação aberta até o próximo
Link -> http://www.easypolls.net/poll.html?p=5b6cee7ce4b0f78c70adc3fc

Agora algo mais específico, que enviarei para seus privados, então me esperem lá hein (não todos, mas enfim XD)

acho que é só isso sei lá to perdido falou valeu PLUS ULTRA é nois


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