História A Geração Milagrosa Virou Criança? - Capítulo 37


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Categorias Kuroko no Basuke
Tags Akakuro, Akashi, Aokise, Aomine, Kise, Kuroko
Visualizações 30
Palavras 1.806
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HAUAHSUAHUSHAUHSU
SE VOCÊS GOSTAREM COMENTEM SEUS ARROMBADO, QUERO COMENTÁRIOS OU O CHUPA-CABRA VAI CHUPAR.... dxa quieto.
Espero que gostem nenês ;3
(Foi só eu que percebi agr que escrevo capítulo 1 ou 2 nas capas mas a gente tá pelo capítulo 37? ;----;)

Capítulo 37 - Difícil manter o foco


Fanfic / Fanfiction A Geração Milagrosa Virou Criança? - Capítulo 37 - Difícil manter o foco

— Olha, eu sei o quanto você é satanista… mas agora NÃO é hora! – exclamou Aomine mais uma vez, cansado de ver aquela cena. 

 

— Já disse que não sou satanista caralho! – gritou Riko — É como eu fazia para ver o que estava acontecendo com vocês no outro mundo, agora estou vendo o que está acontecendo lá na cidade! 

 

— Eu não acredito nessas baboseiras. – falou Aomine apoiando a cabeça na própria mão. 

 

— Fala o cara que virou criança, foi para outro mundo e agora está vivenciando ser perseguido por pessoas de lá. – disse Riko de forma debochada. 

 

— Pelo menos sou mais maduro que você! Olha que técnicas usou só para formar um time! 

 

— Que por acaso está indo muito bem! E além disso, eu vi o quanto você é maduro ontem a noite. – Riko olhou para Aomine, o mesmo ficou bravo e virou o rosto. — Acho que brigar por um controle de TV não é coisa de pessoa amadurecida. 

 

— Como se você soubesse de muita coisa! 

 

Os dois ficaram se encarando e era praticamente visível raios se chocando, mas Kise, Akashi e Kuroko chegaram na sala para ficar junto deles – era de manhã e poucos estavam acordados. 

 

— Vocês poderiam falar mais baixo. – disse Kuroko, logo se sentando no colo de Akashi, o mesmo que estava em uma poltrona. 

 

— Aomine e Riko são uma péssima combinação. – falou Akashi com um sorriso, passou a mão pela cintura de Kuroko enquanto com a outra tomava um gole de café. 

 

— Ah, para, todo mundo sabe que vocês estavam acordados se pegando. – disse Aomine. Quando Kise se sentou ao seu lado ele deitou a cabeça em seu colo. — Akashi, você é o segundo mais safado de nós, e todos sabemos que o Kuroko não é um santo. – Aomine riu. 

 

— Você é o primeiro mais safado né. – Kise falou enquanto mexia nos cabelos de Aomine. — Você tomou banho? 

 

— Tá frio. 

 

— Vai tomar banho seu preguiçoso, não vou nem beijar sua bochecha se você não tomar. – falou cruzando os braços. 

 

— Ah, tá, sei. – Aomine se sentou e se inclinou, lambendo a bochecha de seu amado. 

 

— Urgh, nojento! – limpou a bochecha. 

 

Eles ficaram em guerra enquanto Midorima e Takao entravam na sala. Midorima em uma poltrona e Takao no tapete perto de seus pés. 

 

— Bom dia. – os dois falaram. 

 

— Sabe, eu tava pensando, será que eles tem algum mago do lado deles que vai mostrar nossa posição? Afinal um mago foi quem abriu o portal muito provavelmente. – supôs Riko. 

 

— Acho que por mais que tenham um mago, eles não conhecem esse mundo, então ele pode não determinar nossa posição. – disse Midorima deitando a cabeça para trás. — Mas será que eles têm um mago tão forte lá? 

 

— Eu era um mago bem fodinha. – falou Takao rindo. 

 

Midorima se inclinou e o deu um selinho. Logo após isso voltou a sua posição inicial, não por conforto, mas para esconder seu rosto completamente envergonhado. Takao ficou sorrindo como bobo e toda hora o provocando, coisas como ‘’você ama o seu mago, né?” que deixavam Midorima bastante irritado e envergonhado. Logo após isso, minutos depois, Nash e Mayuzumi entram na sala e se sentam perto da mesinha de centro, no carpete. Nenhuma palavra trocada por eles e muito menos um toque ou sorriso, ninguém do grupo queria comentar sobre isso, afinal não tinham que se envolver no relacionamento dos outros, mas sabiam muito bem que aquilo estava errado. Murasakibara e Himuro entraram na sala e se sentaram no braço do sofá, Himuro entre as pernas de Murasakibara. 

 

— Bom dia. – falaram juntos. 

 

— Bom dia. – os outros responderam, todos ocupados em afazeres nem um pouco importantes. 

 

— Algo de novo? – perguntou Akashi para Riko. 

 

— Não, nada. O portal continua lá, mas não tem nenhum cavaleiro, será que eles sempre entram em uma hora exata? Se sim, por quê? 

 

— Porque eles querem. – falou Murasakibara e Himuro riu baixinho. 

 

— Acho que não é isso. Talvez o mago não tenha tanto poder para transportar todos os cavaleiros juntos nesse horário? – falou Himuro, Murasakibara fez um biquinho. 

 

— Não me corrija. – eles deram um selinho pouco demorado e ficaram observando Riko. 

 

— É, talvez. Não temos certeza de nada. 

 

— O problema é que envolvemos a cidade inteira nisso, e talvez até mesmo o mundo, já que todos estão curiosos sobre esse portal. – disse Nash acendendo a lareira, estava bem frio. 

 

— Vocês não ligaram a TV para ter notícias? – perguntou Mayuzumi. 

 

— Não. – todos responderam. 

 

Mayuzumi ligou a TV que fica acima da lareira, botou no canal de notícias, logo uma câmera do alto começou a filmar o portal. 

 

— Ei ei, chamem antes! – falou Kagami chegando com Momoi, Kana, Hana e Alice. 

 

Uma mulher começou a falar:

“Agora, aqui, perto do maior parque de atração turística da cidade, nos encontramos em uma rua com um portal de médio porte. Ele se encontra aqui a dois dias, dele saem de cento e cinquenta a duzentos soldados, eles destroem as casas, prédios e chegam até mesmo a matar civis. Tentamos nos comunicar mas de nada adianta. De onde surgiu essas pessoas e esse portal? De onde eles vem? Logo hoje, mais tarde, quando os soldados aparecerem novamente, a polícia Civil junto do FBI e o governo prepararam uma emboscada. 'Não podemos deixar esses soldados fazerem o que quiserem' essas foram as palavras do capitão do primeiro esquadrão do FBI hoje mais cedo. Logo voltaremos com mais notícias”. O programa mudou então desligaram a TV. 

 

— Então eles realmente pretendem fazer algo. Bom, já era esperado. – falou Riko. — Só não sei se isso é uma boa ideia. 

 

— Por quê? Acho que eles estão certos. – falou Alice. 

 

— Vamos declarar guerra. – disse Riko. 

 

— Mas já estamos em uma. Eles que começaram. – falou Kagami. 

 

— Eu concordo com Riko. Talvez, se mostrarmos que queremos paz, eles parem de atacar. – disse Momoi. 

 

— Já tentaram isso antes, não funcionou. Obviamente eles não iam ter tanta paciência. Eles não sabem que existem muito mais de duzentos soldados do outro lado do portal. Nós mesmos vimos, a coisa mais provável que pode acontecer é os reinos criarem um tratado de paz, ou até mesmo os continentes, e então todos se juntarem contra nós. – concluiu Hana. Kana apertou sua mão. 

 

Todos ficaram em silêncio. O que poderiam fazer? 

 

— Aah, que entediante. Estou na flor da idade, vocês não vão transformar meus cabelos esbeltos em fios brancos tão cedo. – disse Aomine pulando o sofá e subindo as escadas, logo Kise o seguiu. 

 

Todos com o tempo foram se dispersando. Logo, no segundo andar em um dos quartos, Kuroko e Akashi, deitados na cama começaram a conversar. 

 

— O que você acha? – perguntou Kuroko. 

 

— Que sozinhos não vamos resolver isso, e você? 

 

— Concordo. Precisamos de aliados. 

 

Mas quem? Do outro mundo? Desse? Com quem poderiam contar que seria fiel e que realmente os ajudaria de alguma forma? Não faziam ideia. Precisavam se lembrar. 

 

[...]

 

— Cara, eu sou muito foda. – disse Aomine. — Sem mim, vocês estariam todos com o cu na mão. – ele concluiu. 

 

Logo após aquele momento tenso, Aomine voltou na sala com a ideia de que, de alguma forma, eles façam um tratado de paz com o outro mundo, era a única coisa que podiam fazer, por enquanto. Eles são os únicos que conseguem falar com eles. Todos concordaram e ficaram felizes com a ideia, ainda não tinham idéia de como fariam isso, mas só ter uma base é algo que tranquiliza bastante. Agora ele está se achando, falando que é o mais bonito, gostoso e inteligente do grupo. 

 

— Não precisam nem dizer, eu sei só pelo olhar de vocês que vocês me admiram. – ele disse e vários reviraram os olhos. — Vou tomar uma Coca, vocês não sabem me admirar. – ele foi para a cozinha. 

 

Todos começaram a pensar – alguns em unicórnios, outros em grilos e um em até mesmo o seu horóscopo de hoje – em alguma forma de fazer uma aliança, um tratado de paz, mesmo que temporário, com o outro mundo. Esperam que funcione. Mas não podem fazer isso em público. Não querem que o mundo saiba que eles falam a língua dos 'estrangeiros' e até mesmo que já estiveram naquele mundo. Precisam pensar em algo antes que a guerra comece. Precisam pensar em algo rápido. 

 

[...]

 

Era de tarde, todos estavam cansados, alguns realmente dormindo ou quase. Ninguém havia se lembrado que o ataque ocorreria a somente trinta minutos. Até que, Kuroko, acordado, lembrou-se disso. Ele se levantou rapidamente e pulando por corpos mortos – pessoas dormindo – na sala ele pegou o controle e ligou a TV. O canal de notícias começou e avisar que retornariam em dez minutos para começarem o ataque. Eles tinham que impedir isso, pelas sombras. Kuroko tentou acordar a maior parte do pessoal, mas ninguém correspondia aos seus gritos – frases com o tom de voz nem um pouco elevado – então ele decidiu simplesmente pegar Akashi – de uma forma ou de outra – arrastá-lo até o carro e dar um jeito de acordá-lo – felizmente ele se deu conta que não estava em sua cama na metade do caminho, Kuroko cairia morto a alguns metros seguintes. 

 

— Você tem um plano? – Akashi perguntou enquanto dirigia para o portal. Kuroko balançou a cabeça negativamente. 

 

Eles ficaram em silêncio. Eles têm menos de dez minutos para pensar em um plano, efetuá-lo com sucesso e sair sem serem descobertos. Kuroko não estava pensando em um plano, estava rezando para Sakamoto vir dar uma mãozinha e quando ver até mesmo chamar o Yato para tomar um chimarrão. Com certeza o deus Hawk saberia o que fazer em momentos como esse, sempre aliviando corações aflitos. 

 

— Tá na hora de usar as tesouras. – Akashi pega uma tesoura sei-lá-da-onde. 

 

— Ando pensando que você guarda elas no seu ânus. – Kuroko olhou sério para Akashi, o mesmo retribuiu o olhar. 

 

— AGORA NÃO É HORA PRA ISSO! Estamos em uma situação tensa aqui! 

 

“Mudando de assunto, hum” pensou Kuroko. Realmente, era bastante suspeito a forma como Akashi magicamente pegava suas tesouras, sendo que, não as tinha na manga, em nenhum móvel dirigível ou não e muito menos em seu cabelo – MAS AGORA NÃO É HORA PARA ISSO COF COF. 

 

Dirigindo em alta velocidade ele chegou em um beco próximo ao portal, Kuroko terminou sua oração para seus três deuses comentados mais cedo e agora havia acabado de ter uma ideia. 

 

— Obrigado, Sakamoto-kun. – ele disse agradecendo pela ideia vinda de seu ídolo. 

 

— De novo você falou sobre esse cara! Eu ainda não sei quem é ele! Se for seu ex, a gente vai ter um papo! – falou Akashi saindo do carro. 

 

— Quem me dera, se ele fosse meu ex, deixaria de ser ex para virar atual o quanto antes. – Kuroko olhou para Akashi, o mesmo levantou uma tesoura lentamente. 

 

— Pode parando com essas conversas aí. 

 

MAS REALMENTE, estamos em um momento tenso e de decisões importantes, precisamos manter o foco, não temos muito tempo. 

 

— O plano é o seguinte.. 

 

To be continued… 

 

 


Notas Finais


GOXTARAM? SE SIM COMENTEMMMMMMMMMMMMMMMM
ARGHHHH
VCS ME CONHECEMMMMMM
eu
amo
ler
comentários.


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