História A Geração sem nome - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Contos, Labirinto Do Sofrimento
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Palavras 779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - T01EP01: Cinzento


Vazio. Era tudo aquilo que eu sentia. Que todos presos sentiam. Por que? Por que o ser humano é uma casca que prende as imperfeições. Mas em apenas um momento, tudo mudou. 

Eu abri os meus olhos. Os olhos estavam meio estranhos. Ou talvez a visão que estivesse estranha. Havia paredes cinzas pelo lugar. Nenhuma janela, mas vários furos no teto que ventilavam a sala. Cinco outras pessoas também estavam desmaiadas.

Mas quem sou eu? Qual é o meu nome? Aos poucos uma dor latejente na cabeça começava. Eu não entendi por que estava aqui. Então comecei a acordar as pessoas. Talvez alguém ali conhecesse quem eu era. 

Ariana: Moça? Acorda... Sabe onde estamos?

Ela acordou. Colocando a mão sobre a testa e se queixando da mesma dor de cabeça que eu. Ela não me respondeu. Pensei até mesmo que ela fosse muda. 

Ariana: Você também está com dor de cabeça? Você não sabe falar?

Beverly: Quem é você? Por que me prendeu? Você sabe o por que minha cabeça está doendo.

Ariana: Você me conhecesse? Eu... Isso parece mais estranho do que parece, mas eu não sei o meu próprio nome. 

Beverly: Olha... Eu não te julgo, não sei meu nome também. 

Logo as duas sentaram para conversar. Elas deviam tentar descobrir quem era, enquanto os outros quatro não acordavam. 

Ariana: Por que não só... Saímos? Será que a gente não pode abrir aquela porta?

Jonh: Está trancada! Eu já estava acordado desde ontem. Mas não sabia o que fazer. 

Ariana: Você se lembra da gente? Conhece alguma de nós?

Beverly: A gente não sabe os nossos próprios nomes. Mas... O que aquela caixa está fazendo ali?

Havia uma caixa no canto da sala. Eu não sei... Como eu não tinha percebido ela ali. Olha só, eu posso não lembrar o meu nome, mas tenho certeza de que não estou aqui por vontade própria.

Jonh: Devíamos olhar? Ela não estava alí ontem a noite... Ou hoje de dia... Em que tempo estamos?

Imediatamente olhei para cima e olhei os buracos... Mas eles sumiram. O que eu estava olhando? O que estava havendo? 

Ariana: Tinha buracos no teto. Vocês... Vocês chegaram a ver eles?

Duncan: Eles abrem e fecham. A cada duas horas, para ser mais exato.

John: Foda-se eu vou olhar aquela  caixa. Qualquer coisa... Comam o meu corpo. Pode ser que não tenha comida.

Beverly: Acho que o nome disso é canibalismo.

Ele se levantou e olhou a caixa. Os olhos cerrados estava mostrando a insegurança e medo de haver algo perigoso na caixa. Ele abri. Mas há apenas RGs e celulares. 

Jonh: Se não lembram de seus nomes... Acho que essa caixa aqui vai nos ajudar. Bom pelo menos descobri meu nome. Jonh Donovan. Mas que bosta de nome. Venham pegar os seus.

Duncan: Tem cinco celulares ainda. Bom, o meu tem senha. Mas meu nome é Duncan Joy. Eu tenho cara de Duncan?

Dei uma risada para ele. Daquelas que a gente faz para darmos encima de alguem.

Beverly: Meu nome é Beverly. E o meu celular tem digital. Parece que eu e você somos namorados. Olha só meu fundo de dela. É a gente.

Duncan: Mas se eu te amo... Não esqueceria de você. Acho que... Poderíamos ser melhores amigos.

Ela mostra algo para ele, que o faz ficar vermelho na mesma hora. Ela da a mesma risada que eu. Talvez seria um vídeo dos dois transando. Ou uma declaração romântica dele. Mas por que eu sei isso tudo e não me lembro do meu próprio nome? Fui pegar o meu nome. Ariana. Tinha um celular com o meu rosto. Eu estava fumando. Eu era fumante. 

Ariana: Os outros dois adormecidos devem ser Henry e Sharon. Por que não acordaram igual a gente?

Duncan: Por que estamos aqui é a pergunta que deve ser respondida. Bom, o quatro olhos, é dia 22 de Junho de 2020. São 17:34. Está oficialmente de tarde.

Beverly: Agora a única coisa que a gente pode fazer... É esperar a comida ou a água chegar.

Nessa hora a maçaneta girou. Um médico saiu da porta. Olha só, ele usava uma máscara de coelho. Ele trazia pacotes de biscoito e água. Ele olhou para os outros dois que estávam dormindo e arrastou o corpo da garota. Deixou a comida nas mãos de Jonh e foi indo embora. 

Ele me deu tanto medo. Mas não só em mim. Em todos nós. Pense... Você não se lembra de nada, aí um cara com máscara de coelho aparece e arrasta o corpo de uma garota semi-viva.

Quando ele trancou a porta, todos nós nos olhamos. Sem dizer nada. Mas agora... Só uma coisa que a gente precisaria resolver... Como sair dali.

Continua...





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