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História A gerente do Nekoma - Haikyuu!!(Em revisão) - Capítulo 39


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Notas do Autor


💐→oi gente tô viva
perdão pela minha internet de padaria
só gostaria de dizer que eu tenho uns oneshots pra postar, só falta a coragem 🤠

Capítulo 39 - Gripe


“Oi sumida”

— A S/N se atrasou denovo? — Kai perguntou logo quando entrou no clube.

— Na verdade, ela pegou uma gripe e não conseguiu sair da cama. — Kenma respondeu sem tirar os olhos de seu PSP.

— Ela está bem?

— Sim, ou não, é, eu não sei.

— Devemos ligar pra ela?

— Melhor não, e se ela estiver dormindo? Estaríamos incomodando.

— Podemos passar na casa dela depois da escola. — Yaku sugeriu. — Espera, cadê o Lev?

— Por isso que estava tão silencioso...

— Ele ficou de pegar as anotações das aulas pra S/N.

— E vocês confiaram em deixar esse trabalho justo pra ele?!

— Ele é quem mais tem aulas com ela, então-

— Dá licença. — Morisuke saiu do ginásio, provavelmente indo procurar pelo Haiba.

— A gente podia comprar picolé pra ela, né? Pra animar.

— Ela está gripada, seu idiota, você quer matar a garota? 

— E flores?

— Ainda não é o velório dela.

— “Ainda”...

— Chocolates é uma boa opção, certo?

— É a coisa mais fácil de encontrar, tem uma loja do lado da nossa escola.

[...]

— Oh, são vocês, entrem. A S/N está no quarto dela. — A S/S mais velha abriu a porta e eles entraram, a cumprimentando e indo para o quarto da amiga.

— S/N? — Yaku bateu na porta, tendo como resposta um resmungo.

 Oi sumida.

— Viemos te visitar! 

— Não é como se eu estivesse a semanas sem ver vocês, ninguém precisava vir. — S/S reclamou, ela estava coberta da cabeça aos pés.

— A gente veio te ver e você fala isso? 

— Nós trouxemos chocolate.

— Trouxemos, né? — Lev soltou uma risada nervosa.

— Lev, cadê os chocolates? 

— E-então...

— Você deixou cair?!

— Na verdade... eu... comi... — Ele murmurou.

— De qualquer forma, eu não consigo comer, minha garganta dói. — S/N finalmente colocou a cabeça pra fora de todos aqueles travesseiros e cobertores.

— Meu Deus, sua voz está idêntica a de um pato. — Kuroo comentou.

— E pato fala?

— A S/N tá aí como exempl- Ei! Não basta as bolas de vôlei?! — Tetsuro resmungou quando recebeu uma almofada em seu rosto.

— Você deveria ao menos pentear seu cabelo quando acorda.

— Você está gripada e com o ar-condicionado ligado?! Você quer morrer?!

— Eu gosto do frio.

— O Lev disse que pegou todas as anotações da aula.

— Ah, não me fale de escola. — A garota se jogou na cama novamente, o Haiba colocou o caderno na escrivaninha dela.

— S/N, tome o remédio! 

— É esse? — Inuoka apontou pra um frasco branco e S/S assentiu. 

— Tem gosto de terra e mijo.

— Você já comeu terra?

— Quem não?

— Espera, e o mijo?!

— Não, mas eu imagino que deve ser esse o gosto.

— Mas tem que tomar! — Yaku enfiou uma colher na boca de S/N, que se engasgou com o gosto saboroso de seu remédio.

— VOCÊ VEM PRA ME FAZER SOFRER?!

— É pelo seu bem.

— Nós estávamos pensando em ir a um karaokê juntos quando você melhorar.

— Karaokê? 

— Karaokê.

— Não sei, eu fui em um semana passada. — S/S respondeu.

— Sozinha?

— Não, com uns amigos.

— E você tem amigos?

— Fala outra piadinha e não vai ser um travesseiro, vai ser uma faca.

— Perdoe-me por tamanha ousadia, rainha do Nilo.

— Eram seus colegas de turma?

— Vocês foram juntos e não me chamaram?! — Lev berrou.

— Ai, óbvio que não, eu fui com a Karasuno. — Um silêncio reinou no quarto.

— Você tá achando que é gerente deles agora? Você só fala deles, só sai com eles...

— Olha, eu até me defenderia e diria que vocês são minha família, mas tenho que admitir, foi simplesmente incrível.

— Uau, isso machucou.

— Me desculpa, mas é sério! Vocês precisam ouvir o Sugawara cantando ‘Under The Sea’! É simplesmente perfei-

— Ó, eu não vim aqui pra sofre não.

— Já que estão aqui, me ajudem. 

— Com o que?

— Eu tô com fome, mas não consigo levantar da cama, eu fico tonta. — S/N fingiu chorar. — Eu fiz tanta coisa por vocês... 

— Okay, okay. Eu já volto.

— Obrigada. — A garota sorriu. — Será que alguém pode pegar o controle da televisão?

— Está literalmente nos seus pés.

— Mas eu não consigo me mexer muito...

— Você tá abusando.

— Ahem! Aproveita e coloca meu celular pra carregar.

— Mais alguma coisa, madame?!

— ... Sim, pega um copo de água pra mim?

— S/N, isso não é... exagero? — Nobuyuki perguntou.

— Eu fiz tanta coisa por-

— TÁ! A gente já entendeu! — Kuroo interrompeu.

— Kuroo, você é o único desocupado, pega um par de meia pra mim? Eu tô com frio.

— Não.

— Oi?

— Eu não sou seu empregado.

— Você é tão sem coração, Tetsuro. — S/S apelou pelo seu primeiro nome.

— Palhaça. — O capitão resmungou e jogou as meias no rosto da menina, mas ela apenas o encarou. — Que foi?

— Eu não posso me esticar.

— Tá gripada ou aleijada?

— Gente, meias são luvas para pés? — Lev soltou do nada.

— De onde você tira essas coisas?

— Da cabeça.

— Então para.

— MÃE! — S/N gritou, a mulher apareceu em dois segundos no lugar, com medo de algo ter acontecido. — Faz pipoca? A gente vai ver filme.

[...]

— Você escraviza todo mundo, e ainda coloca a gente pra assistir no chão? — Fukunaga estava indignado, assim como toda a equipe.

— Sim, sabe como é, né? Vai que eu passo a gripe pra vocês, ninguém quer ficar doente, certo? — S/S respondeu sorrindo.

— Lev, afasta! 

— Você que não me dá espaço!

— Cuidado, vai derrubar a pipoca!

— Sai do meio!

— E eu tenho culpa por você ser um anão?

— Aí ó, depois o Yaku come ele na porrada e ele reclama!

— Silêncio! O filme vai começar!

[...]

— Por que ele fez isso?

— Porque ele quis.

— Mas e ela? Ela é a assassina?

— Não sei.

— Aquele ruivo matou a de cabelo azul?

— Não sei.

— Mas o urso lá disse que foi ele!

— MEU DEUS, SÓ CALA A BOCA E ASSISTE!

— Bruta.

[...]

No outro dia, S/N se sentia perfeitamente bem, ela não sabia como. Mas, apesar de ter muita fome, seu foco principal era passar todas as anotações de Lev para seu caderno.

Ela fez questão de acordar horas antes apenas para terminar suas atividades que se acumularam, porém, seu sorriso desapareceu no momento que seus olhos viram aquelas páginas.

— O Lev sabe árabe? — S/S murmurou para si mesma, desistindo de seus planos, já que aquela caligrafia era quase um garrancho.

[...]

— Hm? Eles ainda não chegaram? — S/N perguntou ao entrar no ginásio, que para sua surpresa, estava vazio.

— Acredita que todos eles pegaram uma gripe?

— ... Acredito. — A menina suspirou antes de pegar o celular e mandar uma mensagem para cada um, perguntando como eles estavam.


Notas Finais


o miyu irino cantando 'under the sea' é a minha religião ! ! ! 🥰


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