História A grande escolha - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Huang Zitao (Tao), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Lu Han (Luhan), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais, Wu Yifan (Kris Wu), Zhang Yixing (Lay)
Tags Abo, Baekhun, Chanbaek, Chemin, Hunho, Jonghun, Kai Alfa, Kaihun, Menção Krishun, Sebaek, Seho, Sehun Ômega, Sein, Sekai, Suho, Suho Alfa, Univervo Abo, Xiuchen
Visualizações 18
Palavras 1.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, essa fanfic é de autoria minha, porém no andamento quem decide são vocês

Capítulo 1 - Você se casará


Fanfic / Fanfiction A grande escolha - Capítulo 1 - Você se casará

O sol brilhava intensamente no Reino das flores. Enquanto isso, gritos histéricos ecoavam nas frias paredes do castelo.

– Não, não e não. De forma alguma eu me casaria com... com ele! Mãe, como você pôde?

– Filho - A mulher sentou-se na cama ao lado do filho mais novo, que já se encontrava com rosto vermelho – Primeiro, um principe deve sacrificar-se por seu reino. E segundo, não fui eu, foi o seu pai. Não se deve desacatar as ordens de um rei.

– Eu sei. Mas eu não o amo! Como posso conviver a minha vida toda com alguém que não suporto?

– Você convive com seus irmãos. – A Rainha brincou com o intuito de fazê-lo rir. Funcionou.

– Mas eles são meus irmãos.- fungou, derrotado - São minha família.

– E logo, logo, ele será seu esposo. Desculpe-me filho, mas nossa situação não é uma das melhores. Estamos muito endividados, o reino está quase entrando em guerra e você é ômega e já tem 18 anos. Já estava na hora de casar-se com alguém.

– E eu me casaria. Casaria-me com qualquer um, menos com Kim Junmyeon! Eu até me casaria com aquele duque feio, sem os...

– Já chega! – A rainha gritou, pondo um ponto final em todo aquele drama. – Você se casará com o rei Junmyeon, querendo, ou não. Está decidido. Então trate de por um sorriso nesse rosto e esforce-se para ser um bom esposo. Afinal, eu quero meus netinhos logo – falou maliciosamente, enquanto se retirava do quarto.

– Mãe, você não quer que eu... – ela fechou a porta, deixando o filho atônito no quarto. Já do lado de fora suspirou. Dirigiu-se para a Sala Real, onde seu marido, e seu futuro genro esperavam-na.

No caminho, não conseguia deixar de pensar na birra do filho. Afinal, ele nunca tinha conhecido o Junmyeon antes. Bem, eles se conheceram uma vez, mas eram muito pequenos para se lembrar de um evento que passou tão rápido. Então, por que todo aquele drama? Sehun nunca fora um filho perfeito, mas era muito amoroso, acreditava na ligação entre ômegas e alfas, e sempre fora racional e fiel quando se tratava de seu reino.

Até que então, caiu a ficha para a rainha.

Era isso.

Sehun estava apaixonado. “Mas eu não o amo!”, lembrou-se das palavras do filho. Era de partir seu coração, mas era o correto a se fazer. Sehun já era adulto o suficiente para saber de suas obrigações como principe. Mesmo que isso o deixasse infeliz, não havia nada que a Rainha pudesse fazer.

Quando chegou à sala, seu marido e o ex rei do Reino lupus encontravam-se muito ocupados discutindo sobre os preparativos do casamento que estava para acontecer. Ela, junto ao seu marido, o rei Simon, fizeram uma aposta cujo perdedor teria que dar a noticia ao Sehun. Claro que ela tinha que ficar com a parte mais difícil, enquanto ele deleitava-se preparando um grande evento que seu filho mais novo com certeza, não aprovaria. Varreu a sala com os olhos, procurando o novo rei.

A sala era uma biblioteca muito vasta, repleta de livros com diversos formatos e tamanhos e capas coloridas, e com armaduras pratas, postas em cada canto da sala. Ao fundo, uma enorme janela, que proporcionava a vista para o centro do reino, iluminava brandamente o local. Sorriu ao ver a cena que se seguia.

Junmyeon estava parado, com os braços cruzados atrás do corpo, admirando a pintura de Sehun, feita há poucos meses. Sehun foi obrigado a pousar para o quadro, mas divertiu-se muito enquanto o pintor pedia insistentemente para que ele ficasse parado. Sua roupa roxa com um tom cinza finamente bordadas nas mangas em um tom mais escuro, realçavam a beleza de seus olhos, e cabelos escuros como a noite. Ele parecia estar hipnotizado e isso a agradou de certo modo. Ao menos haveria paixão de um dos lados. Aproximou-se delicadamente e pôs-se a admirar também.

– Ele é lindo, não é?- perguntou ao príncipe, sem tirar os olhos do quadro.

– É – suspirou pesadamente – é sim. Desculpe-me a pergunta vossa Majestade, mas, é esse que será o meu esposo?

– Sim – A rainha o encarou – Este é Oh Sehun, seu futuro esposo e ômega.

– Que bom. Eu já o conheci, não foi? Pelo menos, ele é bonito. E tem os seus olhos. – Sorriu. Contudo, a tristeza era visível em seus olhinhos castanhos.

– Não está feliz, meu jovem Alfa? – questionou a rainha já sabendo da resposta.

– É claro que sim, Majestade. Seu filho é muito bonito e com certeza, serei invejado por muitos por tê-lo como meu ômega. Mas é que... - Pensou um pouco antes de falar, encarando o chão.

Sehun costumava brincar dizendo que a rainha era uma bruxa, que tinha o poder de fazer as pessoas falar o que elas estão sentindo com elas. Porém, Junmyeon ainda não sabia disso.

– Não tenha medo. Pode falar – Pediu docemente.

– É que... Eu queria me casar com alguém que me amasse, entende? Não algo forçado, algo espontâneo e que fosse da vontade de ambos. Acho que ele nunca vai gostar de mim. – falou, sentindo que um grande peso havia sido retirado de seus ombros. A rainha ouviu tudo, e logo pensou em algo.

– Suho - iniciou, olhando diretamente em seus olhos, enquanto o conduzia para fora do castelo - Posso chamá-lo assim? Quando eu me casei com Simon, eu também não o amava. Na verdade eu o odiava. A primeira vez que vim para minha nova casa, pus na cabeça que iria fazer da vida do meu esposo um inferno.

– Sério?- Perguntou sorrindo, incrédulo.

– Sério! – a rainha sorriu e prosseguiu – mas não deu tempo pra isso. Tudo o que consegui foi recusar a passar minha noite de núpcias com o rei. No outro dia, ele pôs uma cesta de flores com as mais belas rosas que eu já tinha visto na porta de meu quarto, com um pequeno bilhete. Fiquei surpresa, entretanto decidi seguir com o meu plano.

– Mesmo depois deste pequeno gesto? – Junmyeon perguntou, sentindo-se como uma criança que ouve uma boa história.

– Foi. - A rainha ficou feliz por ver que Suho estava realmente interessado. - Tanto é que, uma vez, tinha uma reunião importantíssima na qual eu deveria acompanhar o rei. Eu não apareci só por birra. Simon ficou envergonhadíssimo. Mesmo assim, ele continuava com seus gestos amorosos. Flores, lindos vestidos, piqueniques, poesias, bilhetes, tudo que se tem direito. Simon é como a Sehun, quando colocam uma coisa na cabeça, eles têm que ir até o final. E foi assim, que aos poucos ele foi amolecendo meu coração, até que um dia eu me encontrei perdidamente apaixonada por ele.

– E isso durou quanto tempo?

– Sei lá, acho que uns dois meses. Afinal, Suho, eu sou uma mulher e ômega. Qual é a mulher ômega que não gosta de um pouco de romantismo? - brincou, levantando-se do banco em que se encontravam.

– É isso que eu vou fazer, vou conquistar seu filho, custe o que custar! – Junmyeon afirmou para sua sogra.

– Que bom saber disto Suho – A rainha gentilmente tomou as mãos dele nas suas – Se quer saber como conquistar o Sehun, comece pelo estômago. Ele nunca rejeita comida. – lançou-lhe uma piscadela cúmplice e saiu.

Suho estava decidido. Iria conquistar seu ômega e não mediria esforços pra isso. Afinal, ele podia. E ele iria.

Kim Jongin escutava tudo atentamente escondido atrás de uma arvore, seus punhos se fecharam automaticamente, seus pensamentos estavam a mil, na sua cabeça Sehun já tinha um alfa, esse alfa era ele. Mesmo que nunca tivessem passado dos beijos, pois o ômega se mantem puro até o casamento.


Notas Finais


Façam suas apostas


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