História A Grande Guerra - Capítulo 1


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Categorias A Seleção
Personagens Personagens Originais
Tags Guerra, Princesa, Rainha, Rei, Reino, Salvar
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Palavras 733
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - A Carta Esquecida


Era em uma manhã ensolarada de domingo. Eu acordei no quarto de minha melhor amiga, Marlee. Ela era um doce comigo, mesmo sabendo que eu era uma princesa e era muito ocupada. Ouvi o som da porta se abrindo, então decidi abrir os olhos e espiar quem estava abrindo a porta.

- Bom dia Nicolly. - Falou Marlee - Desculpe te acordar.

- Não faz mal Marlee. - Respondi, me espreguiçando. - Que horas são ?

- Nove e cinquenta.

Meu deus. Nove e cinquenta ? Daqui a uma hora eu precisaria ir ao palácio, receber visitantes da Itália.

- Preciso me apressar. O palácio precisa de mim. - Falei, me levantando e pegando um vestido cor creme e com babados.

- Tudo bem, te vejo no café da manhã. - Falou Marlee, fechando a porta.

Eu me troquei e desci para a cozinha. E lá estava Marlee, Hannah e a mãe das duas.

- Bom dia Majestade. - Falou a mãe e Hannah juntas, fazendo uma reverência.

- Ah gente, não precisa disso. Me chamem de Nicolly mesmo. E sem reverências, por que aqui sou a convidada de vocês. - Falei, sorrindo.

- O que tem para o café mãe ? - Perguntou Marlee.

- Panquecas e Bacon. - Respondeu a mãe da Marlee, colocando exatamente o que ela disse em nosso pratos.

Comi o mais rápido possível e me levantei da mesa, olhando Dona Hans, Hannah e Marlee.

- Tenho um compromisso com alguns visitantes da Itália, se me derem licença, preciso ir. - Falei, sorrindo.

- Tudo bem. Tchau Ni !! - Respondeu Marlee.

- Tchau !! - Respondeu Dona Hans e Hannah.

- Tchau, depois te mando um e-mail Marlee !! Beijo !! - Falo, saindo da casa de Marlee e olhando as várias pessoas que estariam a frente da casa, querendo me ver.

Várias pessoas me olhavam sorrindo e gritavam meu nome, enquanto eu sou sorria e acenava. Uma limusine chegou no meio da multidão e um guarda saiu dela e pediu para eu entrar nela. Sem pensar duas vezes, fiz o que o guarda avia me pedido e fui para o palácio.

Chego no palácio e avisto minha mãe, Rainha Lucy e meu pai, Rei Arth.

- Filha, Nicolly , estávamos te esperando minha querida. - Falou minha mãe, me puxando para dentro do palácio as pressas.

Entro no palácio e avisto vários Italianos no hall de entrada. E subimos as escadas para a sala que teríamos a reunião dos vistantes italianos.

(…)

Depois da longa e chata reunião, quis ficar no hall e mandar um e-mail para a Marlee pelo computador.

Eu: Marlee , a reunião acabou, quer vir no palácio á tarde ?

Marlee: Claro !! Que horas ?

Eu: Às quatro e meia. Te vejo depois, Beijo Marlee !!

Marlee: Beijooo, Até !!

Desliguei o meu computador e, fui para o meu quarto. Ele era todo roxo, com uma escrivaninha de trabalho, uma cama Queen branca, uma estante de livros, meu guarda roupa dourado e um violão.

As criadas entraram no quarto e começaram a tirar meu vestido para colocarem meu roupão.

- Lydia, pode me fazer um vestido preto com rendinhas e um pequeno decote atrás? - Perguntei a uma das criadas.

- Claro Alteza, faço sim. - Respondeu Lydia, pegando nas mãos da Caroline e Mika. -Carol, Mika, vamos dar um tempo para a Alteza trabalhar.

- Obrigada meninas. - Respondi, fechando a porta quando as criadas sairam.

Eu tinha vários documentos para preencher e papeladas para assinar, quando eu achei uma pequena carta. Ela parecia velha e desgastada, porém eu abri mesmo assim. E, nela dizia :

Olá Majestade, aqui é o rei da Alemanha. Eu soube que Illéa está tendo uma crise econômica, e queria avisar que daqui a 15 anos eu irei declarar guerra se vocês não assinarem o papel de união. Já disse o meu recado,

Assinado,

Rei Arthur.

Eu congelei. Não sabia o que fazer na hora então, olhei a data da carta:

Nove De Novembro De 2001

Congelei mais uma vez por que, seria este ano que eles iriam começar a atacar. Eu precisava avisar urgentemente os meus pais para eles assinarem o contrato de paz.

Abri a porta com força do meu quarto com a carta na mão e corri de roupão até o escritório do meu pai. Abri a porta com força, indo até ele e apoiando a carta sobre a mesa.

- Pai, vamos ter uma guerra contra a Alemanha... - Falei com falta de ar - se o senhor não assinar.. o papel de paz..



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