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História A Guarda-Costas - Capítulo 5


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Notas do Autor


E cá estou aqui de novo.

Um bom capítulo para vocês e se tiver erros, eu corrijo quando a coragem vir.

Capítulo 5 - Chapter Five


Fanfic / Fanfiction A Guarda-Costas - Capítulo 5 - Chapter Five

Heloísa.

 

Meu nome é Heloísa Gutierrez, tenho 29 anos, ex militar e trabalhando como guarda-costas a três anos. Eu entrei no exército como militar temporário, fui sargento e após completar seis anos, fui dispensada por culpa de um acidente.

 

Eu estava liderando minha equipe em um campo de batalha quando fui atingida, fiquei internada por um tempo, perdi metade dos meus homens, recuamos e os que sobreviveram, conseguiram me levar para o hospital, onde eu fiquei por quase um mês em coma e depois quase dois apenas me recuperando de tudo que os tiros haviam feito comigo, fisicamente e psicologicamente. Quando eu finalmente saí do hospital, eles me dispensaram, fiquei por uns meses parada e depois iniciei o trabalho de guarda-costas, com a ajuda do Ricardo, que eu conheci devido ao meu pai, já falecido.

O meu pai foi um grande professor de história, inteligente, integro e de bom coração, ele que me ensinou tudo que sei hoje e também o Ricardo. Eles se conheceram no colégio, meu pai foi seu professor e desde lá formaram um vínculo forte, daqueles que marcavam jantarem em nossa antiga casa.

 

Eu e Ricardo ficamos amigos desde a primeira vez que nos vimos, em um desses jantares, conversamos sobre tudo o que adolescente naquela época gostava e a química foi tanta que namoramos por quase um ano, antes de eu entender a minha sexualidade e ele a dele. Quando terminamos e eu contei para o meu pai, que eu gostava de meninas, eu tive o acolhimento que todas as pessoas LGBTQIAP+ deveriam ter, Ricardo também da parte de meu pai e minha.

 

Nesses três anos trabalhando como guarda-costas, trabalhei para algumas pessoas famosas e importantes. No começo foi complicado me adaptar em algumas coisas, mas hoje eu tiro de letra e sem contar que estou com a minha vida financeira a mil maravilhas.

 

A minha vida amorosa está estável, não quero compromisso sério no momento de forma alguma, embora eu tenha uma pessoa com quem eu fique sempre. Ela se chama Katarine, é uma mulher incrível, com uma beleza de deixar qualquer um babando e sem contar que, é tranquila, tem um papo legal. Mesmo que a nossa relação seja apenas sexual, nós nos damos muito bem, na cama então nem fala.

 

13h23.

 

– Lica? - K1 me chamou pela a terceira vez, abri meus olhos na marra e me virei para a mulher que estava deitada comigo na cama – Tem alguém te chamando na porta.

 

Encarei a mulher e só me lembrei de quem se tratava após alguns segundos. Dei um pulo na cama e fui procurando pelo o chão as minhas roupas. As vesti de qualquer jeito, passei as mãos pelo o meu cabelo bagunçado na tentativa de arrumar, falhei. Caminhei rápido até a porta da sala e a abri.

 

– Porra, ein? – Ele falou sério e foi entrando para o meu apartamento – Eu estou te chamando já tem alguns minutos, Heloísa.

 

– Me desculpe, eu nem estava me lembrando que tínhamos combinado de nos ver hoje.

 

Ele entrou e me cumprimentou dando um selinho, fechei a porta e fui me sentar no sofá, ele me acompanhou, sentando-se na poltrona em frente.

 

– O que você precisa?

 

– Eu tenho um trabalho para você, está afim? – Perguntou.

 

– Depende... – Fiz uma careta – Que trabalho é esse?

 

– A filha da presidente do Brasil está sofrendo ataques de ódio, ela está com medo de que algo possa acontecer com a sua filha e por isso me pediu para arrumar um guarda-costas para a menina... – Eu estava escutando calmamente – Ela morava no Canadá, veio para cá tem pouco mais de uma semana. Tem 26 anos e pelo o que eu me lembre, é uma pessoa fácil de lidar.

 

– Você a conhece? – Perguntei e ele concordou com a cabeça.

 

– Eu preciso que você fique com ela por vinte e quatro horas por dia, nós não sabemos o que esse pessoal pode tentar fazer... – Falou e sorriu – Você dormirá na casa, a acompanhará para todos os lugares que ela precise ir e cuidará extremamente bem dela.

 

– Quando eu começaria? – Perguntei, pensando em recusar.

 

– Amanhã, Heloísa. – Falou – Algum problema?

 

– Não, nenhum. – Dei de ombros.

 

– Eu não sei se já te perguntei isso, mas você é de direita? – Encarei incrédula, abri a boca chocada.

 

– O meu pai era professor de história, eu quase fiz uma faculdade de história para seguir os passos dele, e você me pergunta isso? – Ele riu – E outra, eu sou sapatão, como eu seria de direita?

 

– Não sei, porque veja bem, eu sou gay e sou de direita.

 

Ricardo falou sério, olhei para o meu amigo sem acreditar até o mesmo começar a rir.

 

– Vai se foder, Ricardo. – Cruzei os braços – Eu já ia te expulsar aqui de casa.

 

– Eu vou mesmo ser de direita vindo aqui te falar de um trabalho pra filha da presidente de esquerda e minha amiga de um bom tempo... – Ele riu.

 

– Eu sei lá, você pode ser um louco que eu não conheço tão bem quanto achei que conhecia.

 

Ele revirou os olhos, mas acabou rindo no final, o acompanhei na risada.

 

– Então ficamos assim, Lica... – Ele se levantou, fiz o mesmo – A gente se encontra amanhã na minha casa e vamos juntos pra lá.

 

Concordei com a cabeça e o levei até a porta. Assim que fechei a porta, K1 apareceu atrás de mim.

 

– Eu acabei pegando o final da conversa, você vai trabalhar? – Ela perguntou e se escorou na parede.

 

– Eu vou sim, não posso recusar dinheiro.

 

Sorri e fui até a cozinha, abri a geladeira e peguei uma long de cerveja.

 

– Aceita? – Perguntei, ela concordou com a cabeça, peguei uma pra ela e entreguei, fechando a geladeira em seguida – Eu preciso sustentar os meus gostos de safada burguesa mesmo eu não sendo uma.

 

– É, eu tenho certeza que esse apartamento mesmo, o aluguel não deve ser nada barato.

 

A gente quase nunca conversava sobre nossas vidas intimas, quando acontecia, a gente preferia não esconder nada, e a gente confiava uma na outra.

 

– Eu não pago aluguel, porque ele é meu... – Sorri – Quando o meu pai se foi, eu descobri que ele tinha uma conta no banco, na qual ele colocava pequenas quantias por mais de 35 anos. Eu pude pegar esse dinheiro depois de um tempo e foi com ele que eu dei de entrada nesse apartamento, aí quando eu saí do exército, eu ganhei um dinheiro por ser dispensada, dei o dinheiro para ajudar a quitar mais fácil e no final do ano passado, eu consegui finalmente quitar.

 

– Uau, e a sua moto? – Ela perguntou – Ela não é barata, eu já pesquisei.

 

Ri da forma que ela disse e tomei um gole da minha cerveja. Enquanto pensava se iria responder, eu procurava alguns ingredientes para fazer uma comida.

 

– Eu fiquei no exército por seis anos, foi quando eu comprei essa moto... – Falei, ela concordou com a cabeça – Você come sem carne? – Perguntei.

 

– Sim, eu não me importo.

 

Ela disse e se escorou no balcão na minha frente, deixando quase expostos os seus seios. Olhei fixamente e escutei uma risadinha e levantei meu rosto pra olha-la nos olhos.

 

– Você parece estar com fome é de outra coisa.

 

Ela disse calmamente, enquanto colocava a garrafa de cerveja no balcão e ia desabotoando a camisa, engoli o seco e senti a minha boca salivar.

 

– É, esse macarrão pode ficar pra depois, tenho uma coisa mais interessante na minha frente pra comer.

 

Terminei de dizer e a camisa já estava no chão, me desfiz da minha e do meu top de academia rapidamente e fui em direção a ela, como um animal vai até a sua presa. Ela era a minha presa e eu estava faminta.

 

Avancei na boca dela e levei minhas mãos até a cintura, empurrando-a, fomos caminhando até o sofá. Ela se deitou nele e eu me deitei por cima, beijei seu pescoço, enquanto sentia suas mãos brincando com meus piercings nos mamilos. A boca dela estava próxima ao meu ouvido, conseguia ouvir alguns gemidinhos baixinhos, conforme eu ia descendo, passando minha língua por toda a pele.

 

Parei quando minha boca encontrou seu mamilo esquerdo duro, me concentrei em dar atenção a eles. Desci minhas mãos até encontrar a barra da calcinha que ela estava vestindo, a abaixei, mas não tirei. Fui descendo com meus beijos pela a barriga, até chegar no local que eu mais desejava. Passei minha mão por toda sua boceta, sentindo-a molhada para mim.

 

– Vai logo, Lica, por favor.

 

Ela implorou e eu atendi, caindo de boca no seu centro pulsante. Realmente, a minha fome era de outra e agora eu ia matá-la, sem pressa e com vontade.


Notas Finais


Eu sinto dizer que o ponto de vista da Lica, do encontro com a Samantha ficará para o próximo. E outra, eu só volto aqui se vocês comentarem muito.

Vocês estão gostando dos capítulos com fotos? Estão "ansiosas" pra descobrirem quem representa o Ricardo aqui na fic?

Obrigado por cada favorito, visualização e comentário, vale muito pra mim!

Até a próxima.


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