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História A guerra das famílias - Capítulo 1


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Notas do Autor


Obrigada por lerem.

Capítulo 1 - Tudo pela riqueza


A guerra das famílias

Capitulo 1 – A família Wild

Tudo começou no ano de 2000, a família Wild estava a celebrar sua maior conquista em 15 anos. Eles se tornaram a família mais rica de toda a França. O rei Otávio já era muito rico, porém, ele nunca se contentou com isso, ele queria ser o mais rico de todo o país. Mais, como será que ele ficou tão rico assim? Aliás, dinheiro não cai do céu. Ele mandou matar o Rei Matias, seu maior inimigo. Rei Matias, antes de sua morte, era o mais rico da França. Seus bens, ficaram para sua esposa, mais como ela já imaginava que poderia ser a próxima vítima de Otávio, ela preferiu guardar todo o dinheiro recebido como herança em uma conta poupança para ela e sua filha sobreviverem dali em diante.

E foi assim, que Otávio Wild, se tornou o rei mais rico da França. Ele, a esposa e o filho, moravam em um castelo enorme, que tinha mais de 12 quartos. A esposa era linda, e tinha lindos olhos verdes, e se chamava Isabel, mas, ela gostava que a chamassem apenas de Bel. E seu filho se chamava Mateus Wild. Seu pai escolheu esse nome, porque o significado é “Dom de Deus” ou “Presente de Deus”. Pois, Mateus nasceu no dia 25 de dezembro! No dia em que Jesus nasceu. Mateus é o sonho de qualquer garota, um menino doce, dos olhos azuis, alto e moreno. Mais, ele não vivia como qualquer menino, ele quase nunca saia do castelo, pois seu pai dizia a ele, que se ele saísse do castelo, algumas pessoas más poderiam tentar matar, ou até sequestra-lo. Então, seu pai mandou fazer um jardim enorme, assim, quando ele quisesse sair, ele iria no jardim.

Um tempo depois, como Mateus já havia completado seus 17 anos, ele resolveu ir conversar com seu pai sobre sua liberdade.

- Pai? Posso conversar com o senhor? – Disse Mateus entrando calmamente, na sala do rei.

- Claro meu filho, sente-se por favor. E já te disse, pare de me chamar de senhor, apenas os empregados me chamam de senhor. Isso quando eu permito que eles falem comigo. – Disse Arthur com uma voz sarcástica. – Mais o que você precisa?

- Então, quando eu tinha catorze anos, você me disse que eu poderia sair com 16, porém, eu achava que não estava pronto, pelas histórias que você e minha mãe me contaram, sobre sequestros, mortes, entre outros. Mas, agora eu já completei 17, e não sei, mais, acho que estou pronto. O que você acha?

- O que? Perdeu o juízo Mateus?! Você realmente achou, que com dezessete anos você poderia sair? Quando eu te falei isso, estava sendo irônico. – Disse Arthur alterando a voz.

- Como assim? Irônico? Não mesmo pai! Eu vou sair, com a sua autorização ou sem.

- Vamos ver.

Mateus sai da sala do pai, e vai para o quarto. Isabel vê Mateus saindo alterado da sala de Arthur, e resolve ir perguntar ao marido o que havia acontecido.

- O... O que aconteceu Arthur? Porque o Mateus saiu desse jeito daqui? Vocês discutiram? Me responda! – Fala Isabel gesticulando com as mãos.

- O que aconteceu, foi que o SEU filho, é um irresponsável, e sem limites. Ele está achando que vai ir no vilarejo. Ele só pode estar ficando louco!

- Quem está ficando louco é você! Ele pode sair SIM! Eu o permito de ir.

- Hã?

- Isso mesmo. Ele irá, e irá quando quiser! Vou mandar o Charles com ele. É o soldado que temos mais tenho confiança. Eu vou subir, e vou autoriza-lo a ir. E você, avise o Charles.

Isabel saiu da sala, e foi até o quarto de Mateus. Arthur foi atrás de Charles, e o deu uma ordem.

- Charles, amanhã, Mateus vai sair, ele quer ir conhecer o vilarejo. Quero que você fique com os olhos bem abertos quanto a isso. Quero também, que você mande mais seis guardas de confiança sua, para vigia-lo, mais ele não pode perceber. Se não, depois a Isabel fica me enchendo. Entendeu?

- Sim chefe. Vou enviar meus seis melhores soldados. Pode confiar.

- Certo. Há, mais uma coisa. Se algum membro da família Cásper estiver lá, mude o caminho. Não deixe com que Mateus trombe com algum membro deles.

Enquanto isso no quarto de Mateus...

- Mãe, mais você não entende, o pai é muito cabeça dura. Tem que ser tudo do jeito dele! Ele não se dá ao luxo de ouvir as outras pessoas. Isso que me dá nos nervos!

- Mateus, se você quiser conversar com sua mãe sente-se e acalme-se! – Mateus ouviu Isabel, e se sentou. – Isso, agora olha só. Filho, eu sei o jeito que o seu pai é, não é à toa que eu estou com ele a longos 18 anos. Mais do mesmo ele é seu pai, e você não pode levantar a sua voz com ele.

- Mais mãe é que...

- Quieto! Eu não acabei de falar.

- Desculpe.

- Por um lado o seu pai está certo. Não é legal você ficar saindo por aí. Todos sabem que você é o filho do rei, por isso muitas pessoas têm motivos para poder te sequestrar. Mais por outro, está errado, nós construímos aquele jardim, mais, tem um muro na frente dele, então você nunca pode ver como realmente é o mundo lá fora. Então, eu, eu conversei com o seu pai, e amanhã, se você quiser sair, você pode.

Mateus dá um abraço muito forte em Isabel, e agradece muito.

- Mais assim, você vai acompanhado do Charles.

- Não tem problema nenhum mãe!

- Está bom meu filho, agora vai descansar, já está tarde, amanhã a gente vê isso está bom! Boa noite.

- Está mãe! Boa noite.

Isabel deixa o quarto de Mateus, e vai para o seu quarto descansar.


Notas Finais


Vou tentar postar capítulos todos os dias. As vezes vou postar dois no mesmo dia. Beijinhos.


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