História A guerra de Corona - Temporada 2 - Capítulo 26


Escrita por: e BionezZ

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Beemoov, Games, Ma_bimbo, Princesa_pop, Reino_pop_unido
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Palavras 2.766
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ornithes Areioi (mitologia helênica): as “aves de Ares”, com cabeças, garras e bicos de ferro, que lançavam suas penas como flechas, protegiam também as Amazonas, filhas de Ares. Também associadas às aves do lago Estínfalo, ligadas ao sexto trabalho de Hércules.

Capítulo 26 - O ataque a Vögel


Fanfic / Fanfiction A guerra de Corona - Temporada 2 - Capítulo 26 - O ataque a Vögel

Era fim de tarde e o ataque à Vögel iniciado naquela manhã já tinha causado enormes estragos. A batalha devia ser rápida, mas a informação sobre o ataque surpresa havia vazado. Quando os exércitos dos Cinco Reinos chegaram na fronteira daquele reino, o exército Iluminado e seus aliados de Ovembeo esperavam em grande número. Os Iluminados usavam sua magia melhorada com algo que não se podia dizer com certeza o que era, os ovembianos pareciam... bem, inumanos. Alguns membros de seus corpos substituídos por máquinas e um olhar que não demonstrava o menor sinal de consciência. Em determinado ponto, Kathy percebeu que a magia não os afetava com grande força, como se suas armaduras absorvessem essa energia e a utilizassem como fonte extra de energia para as máquinas. O exército Iluminado-ovembiano defendeu a fronteira ferozmente e, em determinado momento, as rainhas resolveram parar o ataque e acampar na frente da fronteira para dar um descanso ao seu exército. As rainhas, seus conselheiros, JôPei e os comandantes de cada um dos Cinco Reinos e o de Vögel se reuniram minutos mais tarde numa tenda enorme.

- Eles são máquinas, então? – O comandante de Irises, Alart, perguntou.

- Não. Não totalmente. Ainda sinto a energia de vida neles. – Kathy respondeu.

- Eles possuem corpos humanos visíveis e órgãos também. Mas sentí seus corpos sem respostas. – Bia acrescentou.

- Seja mais clara, Bia. – Rubi disse.

- Bem, os órgãos deles não funcionam normalmente. Suas funções vitais deviam ser comandadas pelo cérebro, mas não são. – Bia respondeu.

- Então pelo que essas funções estão sendo controladas? – Khaled perguntou.

- Não sei ao certo, alguma fonte interna. Uma fonte não natural. – Bia respondeu.

- Ou seja, possivelmente, suas funções vitais são controladas por alguma máquina interna? – Fell disse.

- Possivelmente. – Bia concordou.

- Então se descobrirmos onde fica essa tal máquina em seus corpos, poderemos mata-los. – Rubi disse.

- Isso faz sentido. – Alart comentou.

- E quanto a essa história da magia não afetá-los como deveria? – Mira, conselheira de Coille, perguntou.

- Isso também me intrigou. – Kathy comentou.

- Como isso é possível? – A atual comandante de Coille, Xandra, quis saber.

- Só magia luta contra magia. – Khaled disse atraindo a curiosidade de todos e olhou para a imperatriz-general com um olhar que funcionou mais do que se ele tivesse feito uma palestra sobre o que aquilo significava.

- Ovembeo usou magia em suas máquinas! – Rubi disse ainda olhando seu conselheiro.

- Mas Ovembeo não tem magia, Rubi. – Kathy disse.

- Majestade, nós verificamos isso de inúmeras formas enquanto a senhora estava... Bem... Err... Morta. – Estela, comandante de Sunna comentou.

- É verdade. Muitos testes foram feitos para comprovar isso. – Sargon comentou.

- Vocês não entendem, não é? – Rubi comentou com um sorriso triunfante de quem tinha descoberto a pólvora. – Vocês testaram o povo de Ovembeo, seus corpos. Não a natureza ao seu redor.

- Mas quando estivemos lá a primeira vez, Bia sentiu as ávores doentes, quase mortas, sem traços de magia, apenas uma natureza comum. – Luly lembrou.

- Sim, sim. Mas esquecemos algo extremamente importante. Pensem comigo. Rebeca não possuía uma magia forte, na verdade, nem mesmo uma que valesse a pena treinar. De repente, depois do contato com Ovembeo, sua magia cresce exponencialmente. – Rubi disse.

- Kobalos pode ter ensinado à ela. – Alart disse.

- Ora, vamos Alart. Qual magia tão fraca se desenvolve violentamente tão rápido assim? Nem mesmo a minha! Khaled e eu estávamos pensando sobre isso a uns dias e a única maneira da magia dela ter aumentado tanto seria com itens mágicos, amuletos, por exemplo. – Rubi falou.

- Sim. Mas, Sua Majestade e eu então pensávamos que poderia ser o próprio Kobalos que havia dado tais amuletos para ela. – Khaled acrescentou.

- E talvez tenha sido mesmo, Khaled, mas duvido que fosse algo dos Cinco Reinos. Esses amuletos podem ter vindo de Ovembeo. Se esse foi o caso, então algo naquelas terras possui uma magia tão poderosa a ponto de ser canalizada e oculta até ser liberada. – Rubi continuou.

- Mas, nunca ouvi falar de nada assim lá. E eu cresci lá. – JôPei disse.

- Porque ainda não podia ser utilizada, JôPei. Talvez nunca pudesse se as princesas não tivessem ido até lá. – Khaled respondeu contendo a vontade louca de arrancar cada centímetro da pele do ex-tenente de Ovembeo com uma pinça e forçando a voz mais simpática que podia.

- Mas o que poderia ser isso então? – Fell perguntou o que todos ali pareciam estar se perguntando, exceto Rubi, Khaled e Bia.

- Pensem. Algo oculto, que só pôde ser usado depois que fomos àquela ilha, com poderes enormes. Isso não faz vocês lembrarem de nada? – Rubi perguntou.

- Óh minhas santas sementes! – Bia exclamou e Rubi deu um sorriso triunfante pra ela que claramente significava “você entendeu, gata!”.  – As pedras, gente! Aquelas pedras malditas que quase me mataram e mataram a Rubi! Elas pareciam ter reagido à nossa magia, como se fosse ativada por causa disso, e então...

- Explodiu com tamanho poder que também destruiu a Barreira. – Luly completou o pensamento de Bia.

- Mas, eu achei que o poder de Rubi tinha causado isso. – Kathy comentou.

- E talvez tenha. Aquelas pedras pareciam armadilhas. Eu disse isso pra vocês desde que voltou lindamente dos mortos. Neuf sabia o que elas eram e, como ela não tem magia, não poderia ativar aquilo. – Rubi comentou.

- Claro. Se ela queria a morte das herdeiras dos Cinco Reinos e magia, bastava enviar todas para essas pedras que se ativariam com a magia, explodiria e lançaria fragmentos no solo para que pudessem usar. – Sargon comentou pensativamente.

- Aqui nos Cinco Reinos temos alguns reinos especialistas em canalizar magias em pedras. Vou consulta-los sobre isso e descobrir se poderiam ser usados como um tipo de bateria em máquinas. – Bia disse.

- Faça isso. Vamos pesquisar isso e o possível ponto fraco desses soldados máquinas. – Rubi disse.

- E quanto aos Iluminados? – Fell perguntou.

- Um problema por vez. Se conseguirmos destruir boa parte desses soldados-máquinas, o exército Iluminado perderá parte de sua força, então invadiremos a fronteira fazendo-os lutar cada vez mais perto do castelo Vögel. Quando estivermos próximos do castelo, Luly e Belle seguem com o plano original. – Rubi continuou. – Agora todos vocês tomem as providências necessárias, façam seus exércitos descansarem e descansem também. Amanhã será um longo dia. – Rubi dispensou a todos, exceto Khaled.

- Devo mandar preparar seu descanso, Majestade, daqui a quanto tempo? – Khaled perguntou enquanto a imperatriz se sentava com vários mapas à sua frente.

- Nenhum. Não vou dormir hoje, Khaled. Mande a serva descansar e vá também. – Rubi respondeu sem olhar para ele, já absorta nos mapas.

Khaled fez uma reverência leve e viu algo que não gostou. Com o cenho franzido, ele saiu silenciosamente, mandou a serva descansar, pegou alguns remédios e tecidos para atadura e voltou para junto da imperatriz, entrando silenciosamente na tenda como um gato. Rubi sentiu o leve aroma de cardamomo antes mesmo que o conselheiro entrasse na tenda.

- Acho que disse para você descansar, Khaled. Já conversamos sobre essa sua mania de não respeitar o momento de descanso. – Rubi disse olhando de soslaio para o conselheiro. Pelo Sol brilhante! Ele é mesmo lindo! Rubi pensou e tratou de afastar logo o pensamento inadequado.

Mas Benoit não era burro e seu espírito havia desenvolvido a muito tempo uma perspicácia diabolicamente eficaz. O bastante para perceber o que a imperatriz havia pensado, por mais sutil que fosse o pensamento.

- A senhora está ferida. – Khaled disse com a voz mais calma possível para não denunciar que ele havia entendido o pensamento dela. Isso levantaria muitas questões que ele não gostaria de responder.

- Eu? – Rubi perguntou confusa.

- Sim, atrás de sua cabeça. – Ele respondeu. Khaled se preparou para pedir para se aproximar e cuidar do ferimento, mas foi interrompido.

- Rubi, posso entrar? – Kathy chamou.

- Claro, prima. – Rubi respondeu passando a mão na cabeça e realmente vendo sangue nela.

- Você está ferida! Bem que sentí algo errado em você. – Kathy disse já entrando na tenda e vendo o sangue na mão da prima. – Khaled, por gentileza, traga-me remédios e panos limpos.

- Aqui estão, majestade. – Khaled disse controlando o impulso de cortar a garganta de Kathy. Talvez até fazer um corte do outro lado do rosto dela para combinar com a cicatriz que ele havia causado anos antes naquela tortura.

- Uau! Você é mesmo eficiente, heim. – Kathy respondeu.

- Vá descansar, Khaled. Deixa que eu e Kathy cuidamos disso. Obrigada. – Rubi disse dispensando ele, mas o chamou antes que ele saísse. – Khaled!

- Sim, majestade? – Ele se virou e disse torcendo pra que ela mandasse ele ficar e dispensasse a prima.

- Bom trabalho hoje. – Ela disse.

- Priminha, acho que vou trocar de conselheiro com você. – Kathy disse depois que ele saiu.

- Nem vem, Kathy. Eu vi primeiro. – Rubi respondeu brincando.

 

 

No dia seguinte, Sargon, Khaled e JôPei conseguiram se esgueirar pela fronteira vestidos com as roupas de membros do exército Iluminado capturados. Depois de passar a manhã observando cautelosamente, eles perceberam que só podia haver um lugar que servisse de ponto fraco dos soldados de Ovembeo, um lugar onde essa tal máquina que controlava seus corpos deformados poderia estar. Mas, ao tentar sair do reino e voltar para o acampamento, Khaled viu a certa distância alguém que lhe seria muito útil: Kobalos. De costas para eles, na fronteira dando ordens para um comandante. Isso seria perfeito. Era hora de limpar seu caminho.

Com JôPei à frente guiando o trio pelas ruas o mais sutilmente possível e evitando atrair atenção, não percebeu que Khaled estava cada vez mais longe de Sargon que estava logo atrás de JôPei. Khaled se misturou cada vez mais ao exército Iluminado que marchava para um ponto da fronteira. Quando o ex-tenente de Ovembeo estava perto da saída da fronteira, usando sua magia, Khaled fez o fogo de uma fogueira próxima de JôPei se elevar violentamente em segundos. Para evitar se queimar JôPei, saltou para o lado, puxando Sargon com ele, e acabaram caindo. Seus capacetes rolaram pelo chão, atraindo o olhar de Kobalos que imediatamente reconheceu os dois homens.

- GUARDAS! ESPIÕES! – Kobalos gritou. Foi aquele alvoroço. Soldados surgiram de todas as direções com armas apontadas para eles. JôPei puxou Sargon pelo braço e ambos correram o mais rápido que podiam para o portão de saída que começava a se fechar.

- Onde está o Khaled? – JôPei gritou para Sargon.

- Não sei. Eles estava atrás de mim. – Sargon respondeu.

Khaled se preparou para resgatar os homens. O plano era distrair os guardas com algumas magias luminosas, enquanto puxava com o portão, forçando-o a abrir e trazia o homem para fora. Sargon era quem ele queria salvar. Isso tiraria qualquer suspeita sobre ele, o tornaria um herói e, de quebra, seria a morte para JôPei. Khaled já do lado de fora da fronteira, começou as explosões de tal forma que elas só explodiam próximas aos soldados que cercavam Sargon, apenas uma ou outra explodia perto de JôPei. Mas, no meio da correria, de alguma forma, quando Khaled extendeu a mão e puxou um homem para fora da fronteira, foi JôPei quem saiu de lá. Restou-lhe apenas fazer o que ele sabia fazer de melhor: fingir. Fingir alívio pela salvação do ex-tenente, fingir raiva pela prisão de Sargon, fingir que tinha sido arrastado pela multidão para longe deles sem perceber.

 

O ataque seguiu quase que imediatamente quando JôPei e Khaled voltaram com as informações necessárias para o ataque e a notícia da prisão de Sargon. Os soldados de Ovembeo carregavam na nuca a tal máquina que funcionava como cérebro deveria funcionar. A dificuldade era remover a proteção da armadura naquele ponto. Quando isso era resolvido, uma perfuração com espada, cortes ou ataques mágicos resolviam o problema e a morte era certa. Bia conseguia remover mais rápido essas proteções com seu escudo de onde saíam duas serpentes furiosas que mordiam e arrancavam essa parte da armadura. Depois deixava que qualquer membro do exército dos Cinco Reinos matasse aquele soldado. Já era tarde da noite quando a fronteira finalmente foi ultrapassada.

Fell e Rubi seguiam à frente derrubando qualquer ataque inimigo, ora com magia natural, ora com força bruta. Bia focou seus exércitos no ataque à essas máquinas destruindo a armadura e matando-os. Kathy, Luly e Belle seguiam para o castelo pelos becos, ocultas nas sombras causadas pela magia de Kathy. Quanto mais elas demorassem para chegar ao castelo, maiores seriam as chances de encontrar apenas o cadáver de Sargon. Ao chegar perto o suficiente, com a ajuda de Luly que fortaleceu a magia de Belle, a mais poderosa sacerdotisa daquele reino, elas invocaram os pássaros típicos de Vogel. Aves de todas as cores e tamanhos começaram a cantar em todos os pontos do reino, inclusive os mais distantes. O barulho era tão alto que ninguém se ouvia a não ser que gritassem ou usassem a telepatia.

As aves naquele momento apenas respondiam como um grito de torcida, mas não eram os alvos da magia. Elas apenas apoiavam o chamado. As aves realmente invocadas eram as Ornithes Areioi, ou simplesmente Areioi, aves enormes com penas que podiam ser lançadas como flechas, crânio, bicos e garras de ferro, olhos de um vermelho brilhante, muito dóceis, mas extremamente violentas quando preciso. Os únicos capazes de domá-las o bastante para utilizá-las eram o povo de Vögel, cuja magia basicamente funcionava com empatia e energia das aves de todo tipo. As aves obviamente haviam sido aprisionadas numa cela de ferror no subsolo do jardim do castelo. Com a magia de sua rainha elas se tornariam violentas o bastante para, com suas garas e crânio, baterem no ferro até ele ceder. Vögel era repleta dessas aves e todas estavam presas ali, furiosas pela falta da liberdade de vôo e da luz solar. Mas a magia não podia ser realizada se a mente não estivesse em perfeito estado e a rainha Noreen estava sendo mantida em sono profundo para recuperar-se dos ferimentos desde a tomada de seu reino. A solução foi usar a mais poderosa sacerdotisa e fortalecer seu poder ainda mais com ajuda da magia da rainha de Irises.

Inicialmente não pareceu funcionar. As aves respondiam, mas não havia nenhum sinal de que as Areioi estavam respondendo ao chamado. Mas então o chão começou a tremer. Instintivamente Kathy, que montava guarda e matava qualquer soldado inimigo que se aproximasse, olhou para a direção onde Bia estava lutando ao longe, achando que era a magia da terra dela que estava causando os tremores. Mas não era. O tremor vinha de baixo. Quando o tremor se tornou ainda mais intenso, fazendo todos os soldados aliados e inimigos pararem seus ataques e se segurarem em algo, pedras saltaram no ar, telhados caíram, colunas racharam. Kathy criou um círculo de proteção ao seu redor e de seus soldados, Bia firmou seus pés no chão como se o tremor não fosse nada, Rubi e Fell criaram escudos protetores de fogo e água em si mesmas e em seus soldados, e os soldados de Coille se firmaram no solo, apenas afastando preguiçosamente alguns fragmentos que iam em suas direções. No momento seguinte, as pouco vistas asas de Luly surgiram em suas costas, belas como se fossem tiradas de pássaros brancos, e voou levando Belle com ela enquanto as Areioi surgiram perfurando o solo de dentro para fora, voando com gritos furiosos e estridentes em dois grupos: um indo para o castelo Vögel e outro para os soldados.

Os soldados Iluminados e ovembianos ergueram seus escudos sobre suas cabeças, mas não adiantou. As penas lançadas pelas Areioi perfuraram os escudos como se fossem feitos de papel. Eovan e Kobalos, escondidos dentro do castelo prepararam sua fuga e deram a ordem de retirada para os soldados. Muitos quando percebiam que seriam presos, cortaram as próprias gargantas. Khaled não pôde deixar de sentir uma onda de orgulho.

Eu lhes ensinei muito bem. Ele pensou consigo mesmo.

No final, Kobalos, Luly parou Kobalos durante a fuga. Com ele estava Sargon, ferido, mas vivo, com uma arma apontada para sua cabeça e servindo de escudo humano para a fuga do metamorfo pelo portal. Ainda usando suas asas, Luly conseguiu num golpe jogar a arma de Kobalos longe e puxar Sargon para seu lado. Infelizmente, quando levantou os olhos Kobalos já havia partido. O castelo Vögel precisaria de uma grande faxina para apagar todo aquele sangue e corpos espalhados por todo lado, servindo de alimento para as Areioi que se banqueteavam alegremente.


Notas Finais


Que capítulo fofo.
:D


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