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História A guerra se aproxima e eu só penso nela! (ShikaSaku) - Capítulo 29


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Capítulo 29 - O dia seguinte


Fanfic / Fanfiction A guerra se aproxima e eu só penso nela! (ShikaSaku) - Capítulo 29 - O dia seguinte

Capitulo narrado por Shikamaru Nara.

Acordei sobre a cama da Haruno, extasiado por vê-la dormindo, não era a primeira vez que eu acordava ao lado dela, mas foi a primeira vez em que parecia certo. Eu pensei muito depois que sai correndo da casa dela na noite anterior, fiz toda a análise da situação, mas não consegui ser tão racional e percebi que aconteceu a mesma coisa comigo, quando estava com Temari, só que um pouco diferente, com Temari eu apanhava o tempo todo, brigávamos através da força, da política. Com Sakura brigamos pelas palavras, por uma cobrança de sinceridade um com o outro. Brigamos por estávamos sozinhos e agora pelo medo de não estarmos mais.

Não sabia que me irritaria com insinuação de que a beijei por carência e muito menos que acabaríamos, bem ... na cama, porém o coração acelerado e as mãos dela em meu rosto, em meu cabelo, foi intenso.

Desço para beber água e me deparo o meu celular no chão, como foi parar ali? não faço a mínima ideia, sorrio. Olho para a tela, 3 ligações de Tsunade, 1 mensagem de Naruto. Abro a mensagem.

“ Vovó pediu para te avisar, reunião hoje 13 horas, em sua casa, melhor não irritá-la, o humor dela está terrível.”

Olho para o relógio 12:13, preciso correr, a casa de Tsunade é irritantemente longe.

Decido acordar Sakura para me despedir antes de sair, mas ela continua dormindo de maneira tão calma, como se sentisse o mesmo que eu “que tudo estava certo”, desisti de acordá-la, melhor deixar uma mensagem, antes de sair do quarto de vez afasto o fios de cabelo rosa do rosto dela e observo.

Encontro um pedaço de papel e deixo a mensagem, tentei deixar o mais nítido possível que estava indo porque fui obrigado e não por querer.

Cheguei a casa da Tsunade um pouco depois das treze, ao descer do carro sinto uma brisa fria, como que anunciasse o que viria, abro o porta e encontro na sala uma cena de horror, Tsunade distribuindo socos no Jiraya com ele preso, deitado ao chão.

 Entro calado, encontro Naruto ao lado Asuma, Ino, Choji (um outro velho amigo), Tenten, Lee e o Capitão Neji, a sala estava cheia, Sakura com toda certeza ficaria nervosa de não ter sido chamada, mas o fato de não haver nenhum médico a vista, poderia ser uma justificativa para Tsunade não ter a chamado.

 - Shikamaru – Fala Naruto baixo, algo que pensei ser impossível vindo de Naruto (falar baixo) – chegou na hora certa, acho que só você consegue afastar a vovó de cima do sábio tarado.

- O que ele fez dessa vez? – pergunto curioso – dependendo da gravidade, nem me intrometo.

- Jiraya insinou que a vovó estava velha demais e pediu a ajuda dele... bom não demorou muito para que ele caísse no chão.

- Que vexame, em meio a tanta gente – suspiro.

No fim acabou que eu não fiz nada, Neji tossiu tão forte que os dois escutaram, era ridículo dois generais no chão.

Tsunade se levanta ajustando a roupa e o cabelo e Jiraya se levanta passando a mão no rosto com um sorriso bobo.

A general passa o olho pela sala e então me vê.

- Ora ora, parece que o capitão Nara quis dar o ar da graça – Fala ela em tom de deboche, como se quisesse me humilhar na frente do 16º quartel.

- Agora que estamos todos aqui vamos começar, vocês são poucos, mas são em quem confio atualmente, então se algo sair dessa sala, saibam que há um traidor entre nós, e bom ... não gosto de traidores.

Tsunade é uma boa médica, mas é melhor ainda em aterrorizar qualquer um, todos sabem da lenda em que ela quase matou seu amigo de equipe, Orochimaru, por ele ter tentando matar O grande geral Sarutobi. Então ela não deixará passar nada.

- O plano de Sarutobi é bom, mas podemos melhorar – continua ela-  Ninguém aqui é idiota, e sabe que iremos atacar Suna, sob pretexto de infiltração, tanto que são poucos os soldados com técnicas de infiltração estão indo, então vocês serão essa equipe.

- Vocês irão decidir se querem burlar algumas regras para cumprir o objetivo traçado por Tsunade e por mim – Jiraya fala seriamente – Queremos enviar uma mensagem e colher informações sobre o General de Suna, Rasa.

Minha boca foi ao chão, Rasa? Rasa, pai de Temari, kankuro e Gaara? Não pode ser!!

- Sei o que está pensando Shikamaru – Tsunade diz com o tom sério – Mas tenho meus palpites em achar que Rasa não quer guerra.

- Palpites? – falo indignado – Sabe o que Rasa fez com sua esposa? E com Tema... seus filhos? Ele só quer poder.

-Você tem a liberdade de não aceitar estar conosco, mas sem você será impossível, pensei que estaria animado com a oportunidade de ver com seus próprios olhos quem Rasa é – concluiu ela.

Ela acertou, eu realmente estava curioso, a única vez que Temari falou sobre o pai, foi para pedir socorro, para acabar com os confrontos, pois seu pai estava louco, tão louco que matou própria esposa por discordar dele.

- Sabe que sempre estarei com você General – falei com o tom mais firme que pude.

- Bom saber – Falou Jiraya com um sorriso – Vamos revisar o plano, mas parte dele depende de algumas informações dos irmãos de Suna, ninguém melhor que você para conseguir elas.

Acenti com a cabeça.

- Ok, está tudo certo, vemos um avião para te levar ao litoral, daqui a 3 horas – informou Tsunade.

- 3 horas? – pergunto incomodado.

- Sim, tem algo mais importante para fazer? – rebate ela, realmente estava para poucos amigos hoje.

Eu tenho algo mais importante para fazer, tenho Sakura, mas não iria expor. Então simplesmente não respondo.

Não havia o que fazer, eu tinha uma missão, a IS definiria muita coisa e conhecer Rasa era meu mais novo objetivo, olhando por ódio que nutri por esse homem, sinto que foi um presente.

Após de algumas horas de reunião  sobre qual seria o papel de cada um, me organizei. Pensei milhares de vezes se mandava ou não mensagem para Sakura sobre eu estar indo ao Litoral. Mas o medo dela ir me encontrar ou arranjar um jeito de se enfiar nessa viagem era grande. Eu tinha um jeito melhor de avisá-la e mostrar que estamos bem.

Cheguei ao litoral pela noite, Kankuro estava me esperando no aeroporto, ao passarmos pela praia pedi que ele parasse o carro.

- Parar aqui? – pergunta Kankuro – você está estranho.

Desci calado e tentei tirar a foto mais bonita que pude do mar e da lua. Enviei com a seguinte mensagem:

“Não há carro na areia, cobertor ou você, então o litoral está chatíssimo, volto em breve.”


Notas Finais


Quem é vivo sempre aparece, em uma segunda-feira aleatória.
Oioi como vocês estão? eu posso dizer que estou morrendo de saudades de vocês!!


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