História A Guilda - O último Uchiha II - Capítulo 13


Escrita por: e UserVegetta2121

Postado
Categorias Naruto
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Byakugan, Drama, Hyuuga, Naruto, Ódio, Revelaçao, Uchiha, Vingança
Visualizações 8
Palavras 1.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pelo título, as coisas não vão acabar muito bem... Hihihi

Boa Viagem!! B)

Capítulo 13 - III - Eu vou te matar, Hyuuga!!


No meio das trocas de golpes formidáveis, Daisuke resolve lançar um Genjutsu contra Kinai, sem saber que o Byakugan também era um dojutsu capaz de quebrar esse tipo de jutsu muito facilmente. Kinai usou esse deslize ao seu favor, acertando quatro outros pontos de chakra do Daisuke que cai no chão automaticamente. Talvez ela devesse aproveitar o desleixo do garoto pra acabar de vez com tudo, mas preferiu não atacar.
  

Ele já estava irritado demais e o sharingan já deveria ter usado uma boa parte do seu chakra, fora o genjutsu desnecessário.



– Finalmente… – Yue suspirou. – Já era hora dessa luta acabar.

– Droga. – Daisuke não podia vacilar, não agora que já fez tanto! Ele deveria provar para todo mundo que era mais forte do que eles imaginavam! Ele deveria mostrar para todo mundo que ninguém ousaria enfrentá-lo naquele lugar! Ele era o maior ninja ali, e ele tinha que provar!

– Eu acabei de atacar seus pontos de chakra, Daisuke! Você não vai conseguir fazer mais nada! Já chega! – Kinai declarou, querendo acabar com a batalha. Mas, Daisuke era insistente. Ele se pôs em pé novamente, para o espanto de todos ali.

– Como eu disse… Você vai precisar de muito mais que isso para me matar…

– Matar? Quem falou em matar, Daisuke?! Isso está passando dos limites!



Daisuke cria outros dois clones e os três usam o jutsu bola de fogo. Kinai desvia rapidamente do primeiro, e salta para desviar do segundo, mas ao pousar no chão, pronta para desviar do terceiro, Daisuke aparece de dentro da bola de fogo e dá um soco na cara dela:



– Eu vou te matar, Hyuuga!



A garota cai no chão, completamente atordoada. Não havia mais o que fazer, a luta já estava vencida. Kinai até poderia lutar mais, mas estava tão cansada… Cansada de insistir em compreender a cabeça daquele menino maluco. 



– Vamos ver até onde você vai...



Com o braço direito pegando fogo, Daisuke encarou a garota que se esforçava para manter-se em pé, mas que depois de tudo aquilo ainda ousava provocar-lhe com seu olhar.



– Garotinha tola... – Ele sussurrou.



Ela desativou o Byakugan.

Estava completamente desarmada, à mercê de qualquer ataque, que àquela altura poderia trazer complicações muito graves.



– O que ela está fazendo?? – Yue exclamou, levantando-se pasmo.

– Kinai!! – Kami se soltou das mãos de Yuki, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, Yue colocou-a num genjutsu fazendo-a cair num sono profundo.



Enquanto isso, Ichiro e Masaru tentavam convencer Hozumi à acabar com àquela luta. Sim, eles poderiam finalizar a luta quando quisessem, mas aquele era um assunto muito delicado. A decisão deveria ser exclusivamente dele.



– Hozumi!! O que mais precisa acontecer para que você acabe com isso!

– A luta ainda não acabou.

– É a sua filha, Hozumi! – Ichiro reclamou.

– Uma ninja como qualquer outra.

– Para de ser imprudente, Hozumi! – Masaru advertiu. – Ela já entregou as cartas, não vai mais lutar!



Kinai permanecia parada, fitando o rosto do menino com seus olhos castanhos e fatigados. Ela realmente não vai fazer nada? Ele se perguntava. A maneira que ela olha pra mim…


Kinai parecia duvidar da capacidade dele de terminar o que começou!!

Ou…

Era o seu jeito de dizer que ele venceu a luta…? Daisuke não sabia explicar! Ninguém sabia explicar!



– Acha que não sou capaz de te destruir só porque está sem o seu Byakugan? Isso não é motivo para não acabar com você!!

– Então faça o que deve ser feito. – Ela sorriu, provocando-o ainda mais.



Daisuke ficou furioso!

Ela o estava desafiando! Realmente queria ver até onde ele iria! O Uchiha correu na direção da Hyuuga e estendeu seu braço que fervia no meio das chamas, preparando-se para dar seu ultimato. 



– Kinai!! – Katsu se levanta e corre para ajudar a amiga. – Jutsu prisão de cordas!



Todos observaram a cena admirados. A prisão se formou em volta da Kinai, exatamente no momento em que Daisuke a atacou, puxando todo o chakra dos braços do garoto. As chamas se reduziram à uma fumaça espessa e escura.

A colisão fez com que ruídos agonizantes começassem dentro da prisão, fazendo Kinai abaixar-se automaticamente assustada. Ao perceber isso, Daisuke continuou pressionando sua mão contra o campo de chakra aumentando ainda mais a intensidade dos ruídos.

Os gritos da menina eram abafados pelo campo de força, porém não tanto quanto os ruídos, mas mesmo que não os pudessem ouvir, estava claro para todo mundo em suas feições que se continuasse assim, ela não iria resistir.

Ela estava ficando cada vez mais fraca, seus gritos estavam ficando cada vez mais fracos. Ela se ajoelhou e encostou a testa no chão. Sua cabeça parecia prestes à explodir. Seus dentes rangiam e seu corpo todo começou a tremer.

Daisuke não tirava sua mão de lá da prisão de cordas, mesmo sabendo que o jutsu sugaria todo o seu chakra.



Ele não ligava pra isso.


Ele poderia ter até a última gota do seu chakra retirado do seu corpo, ele a faria sofrer o máximo possível e, mesmo assim, não seria suficiente.

Kinai deveria sofrer o mesmo que seu pai o fez sofrer.


Hozumi abaixou a cabeça.

Não conseguiria aguentar ouvir os gritos de socorro da sua menininha. Ele já era atormentado por vozes o suficiente durante seu sono, não queria mais uma na lista.



– Ichiro… – Hozumi sussurrou. Ichiro entendeu o recado. Ichiro desapareceu de onde estava e surgiu atrás de Daisuke, que se mantinha de pé por pura pirraça.

– Já chega, moleque. – Ichiro segurou sua mão e o afastou do jutsu da Katsu. – Já mostrou o suficiente.



Ichiro esperou que Daisuke se acalmasse para tentar soltá-lo, mas o garoto já tinha usado quase 100% do chakra, não conseguia ficar em pé com facilidade. Ichiro também ordenou que Katsu desfizesse seu jutsu, liberando Kinai da prisão de cordas.

A menina que estava ajoelhada, encolhida entre suas pernas se manteve na mesma posição, petrificada pelo tamanho stress. 



– Essa foi a última luta, pessoal! Estão todos liberados. – Masaru declarou. Ainda assim, as crianças mal conseguiam se mexer! Todos estavam espantados com o que tinham acabado de ver! – Não ouviram o que falei?! Ou preferem limpar as salas de treinamento?



No num piscar de olhos a sala ficou vazia. Todos começaram a correr rapidamente, como o esperado. Masaru ordenou que Katsu, Kami, Yue e Yuki também se retirassem. Os quatro saíram em silêncio curiosos para saber o que aconteceria ali.

Masaru se aproximou da Kinai e se abaixou para fazer uma breve análise da situação dela. A menina estava tremendo e respirando forte, de cara Masaru já havia percebido o óbvio.


Ela não estava nada bem.

Ele chamou seu nome suavemente, esperando uma resposta, mas Kinai não se moveu, nem abriu a boca pra nada. Ela permaneceu inerte, ajoelhada, com a cabeça apoiada no chão. Nenhuma resposta.

Masaru tocou em seu ombro e o apertou levemente esperando pelo menos um reflexo de defesa ou algo do tipo, mas nada também.

Daisuke observava a cena sonolento devido à perda de chakra. Ele sentia uma incrível sensação de missão cumprida, sentia-se como um herói, como um vingador dos seus amigos.

Ele esperava ver Hozumi horrorizado, com raiva ou remorso pela dor da filha, mas… Ele parecia estar tranquilo, sentado na mesa, escrevendo em algumas folhas de papel. Como se nada tivesse acontecido, como se Kinai não fosse nem conhecida dele. Daisuke observava a cena com raiva, ele não fez aquilo à toa!!



– Ela vai ficar bem. – Masaru afirmou duvidando das suas próprias palavras. – Só está exausta… Não deve ter tido uma boa noite de sono. – Masaru comentou, fixando o olhar em Daisuke.



Será que ele sabia da conversa entre as duas crianças na noite anterior?


Devagar, Masaru a tirou da posição que estava e a pôs em seu colo, pondo o rosto da menina próximo ao seu próprio pescoço.



– Pela cara, já dá pra perceber que foi uma luta bem difícil pra ela… – Masaru comentou. – Você tem sorte, garoto.

– Leve-a para a sala daquela iryō-nin de cabelo rosa… Esqueci o nome… – Ichiro ordenou, tentando lembrar o nome da ninja médica.

– Tudo bem. – Masaru afirmou, levantando-se e ajeitando o pequeno corpo em seus braços. Ele deu as costas, após reprovar Daisuke com o olhar novamente e desapareceu.

– Leve-o também, Ichiro. Ele quase esgotou suas reservas de chakra. Foi por pouco… – O ninja do Byakugan suspirou. – Depois leve-o para seu quarto para descansar.

– Certo.

– Creio que eu terei que reunir os outros… Temos um grande problema nas mãos.


Notas Finais


É...
Daisuke quase zera seu fluxo de chakra. Se isso acontecesse, teríamos dois corpos para enterrar. Mas, e agora? Hozumi não pareceu se importar muito... Será que valeu a pena ferir Kinai? O que vocês acham que vai acontecer com os dois?


Pra quem gosta de poesia...
https://www.spiritfanfiction.com/historia/floresta-13612060

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Até a próxima viagem!!

Xoxo :*


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