História A Happy Start For Us - Capítulo 64


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma, Emma Swan, Fantasia, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Lesbicas, Lgbt, Magia, Morrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina, Regina Mills, Romance, Swanqueen, Swen, Swens
Visualizações 225
Palavras 2.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei! Talvez não no sábado? Ok, talvez não no sábado. Mas pelo menos o capítulo de hoje ficou maior do que o acostumado e o próximo também será.
Ele será um pouco mais focado na relação Z&R, pois é algo que só realmente abordei aqui uma vez. Ok?
AAH! Na cena final, recomendo ouvirem Way Dowm We Go, se gostarem de trilha sonora enquanto leem.
Obrigada, MUITO obrigada pelos comentários da semana! E dos favoritos também!
Boa leitura, Swens :3

Capítulo 64 - Cristais de Fada Negros


Fanfic / Fanfiction A Happy Start For Us - Capítulo 64 - Cristais de Fada Negros

- Oi, aqui é Emma Swan. Eles já ficaram prontos?... Ótimo. Passo aí pegar daqui a pouco.

 Em sua casa, Zelena deixava a bebê nas mãos da babá.

- Eu estou te pagando. Cuide bem da minha filha ou...

- Eu já entendi, moça.

- Ótimo. – A ruiva saía da casa, lançando um feitiço de proteção. Ninguém entraria ou sairia daquele lugar. Ela tinha assuntos importantes a resolver.

Na casa dos Charmings, David voltava para seu apartamento e ao subir as escadas, encontra uma fresta na porta. Alguém estava em casa.

 Branca? Não... Ela estava agora pouco com Regina. Não teria chego tão rapidamente em casa sem que ele visse.

 O príncipe pega sua arma e aponta para a porta. Ao entrar na defensiva, vê o neto escrevendo com sua pena.

- Henry... É você. – O chamava, mas o menino continuava a escrever. – Henry! Henry!

- Vovô! – Dizia finalmente olhando para cima. – Não te ouvi chegar.

- Você não me ouviu?... – O homem perguntava confuso, guardando a arma de volta e fechando a porta.

- Desculpa. Estava escrevendo.

- É a caneta do autor? Henry, eu sei que está acontecendo muitas coisas. Mas diz que não tentou mudar as coisas. Pode ser muito perigoso.

- É claro que não. Sei como funciona tudo. – O menino diz acalmando o avô.

- Ótimo...

- E também... Já tentei há alguns dias e também não deu certo. Veja.

 Henry escreve em seu caderno a frase “Emma vence a batalha final.”. Mas a mesma é apagada.

- Viu. Nada dá certo.

- Isso é por que... Olha Henry. Eu não tenho esse tipo de magia. Nunca nem sequer lancei um feitiço na minha vida. Mas o que eu sei é que o seu livro pode mudar muita coisa. Mas a batalha final é uma coisa que a Emma terá que enfrentar... Sozinha. Não podemos ajudá-la.

 O loiro tentava acalmar o neto –que tinha praticamente metade da sua idade- colocando sua mão em seu ombro. Talvez isso realmente fosse muito difícil de aceitar. Mas esse é e sempre foi o trabalho de uma Salvadora. Garantir que todos fiquem a salvo. Custe o que custar.

 Longe de toda a civilização de Storybrooke, a ruiva descia a alavanca que levaria ela e o elevador para as minas.

 Não foi por falta de aviso. Mas quem iria realizar a proeza de parar um dos planos que se passavam na cabeça de Zelena?

 A mina era escura. O breu dominava o local a não ser pelas pequenas lâmpadas que mostravam o caminho que o carrinho passaria. Era de se assustar qualquer um com medo do desconhecido que se pode habitar nas trevas.

 Sons de passos assustam a bruxa que se vira para trás revirando seus olhos ao reconhecer aquela voz tão familiar lhe dando uma bela chamada.

- ZE. LE. NA.

- Regina, o que está fazendo aqui?...

- Não é obvio?! Eu vim tirar a minha “irmã mais nova” daqui antes que acabe morrendo!

Quando se tratava das Mills, a idade nunca falava mais alto. Em momentos de raiva, Zelena poderia agir como uma criança de cinco anos.

- Eu não vou a lugar algum. Saia da minha frente! – Diz tentando empurrar a mais nova para o lado.

- É para o seu próprio bem.

- Aah, claro. Porque você sempre se importa tanto com o meu bem-estar, não é mesmo?

- Do que você está falando?

- De você, Regina. E da sua mania de nunca entender que eu estou bem sozinha! Não preciso da sua ajuda.

- Claro que precisa. Está tão cega pelo orgulho que estava realmente vindo lutar com a Fada Negra sozinha. Zelena, você não vai lutar com ela.

- Se me der licença, eu vou sim. – A ruivinha fala tentando passar.

- Zelena...

- Não, irmã. Chega! Nem tente. Eu tenho um trabalho a fazer.

 A mesma tenta ir e Regina a segura em um momento desesperado, jogando-a contra a parede da mina.

 Já sabendo que a irmã estaria com o diabo no corpo quando levantasse, a rainha se posiciona. Mas antes que pudessem ter alguma briga, a mina treme desabando a entrada e fazendo as duas correrem para longe.

- Foi exatamente por isso que eu falei para não vir aqui.

- Está insinuando que isso é minha culpa?

- Eu não estou insinuando. Eu estou dizendo que se você não tivesse vindo aqui, não estaríamos presas a cem metros de Storybrooke.

- E se você não tivesse interferido, eu teria derrotado a Fada Negra muito facilmente.

- Aah, eu não teria tanta certeza disso. Ela é a bruxa mais poderosa que eu já enfrentei.

- E por isso que eu estava atacando as escondidas.

- Sim! Sem a única arma que sabemos que pode derrotá-la.

- Você pode precisar de uma varinha.  A Emma pode precisar de uma varinha. Mas eu não.

- Então é disso que se trata? Mostrar que é melhor do que todos?

- Não! Eu apenas... Posso fazer isso eu mesma!

- Você não precisa! Tem a sua família perto de você, Zelena. Não vê isso?!

  A bruxa por alguns instantes pararia. Família... Era isso que eles representavam em sua vida? Ela realmente, depois de tantos anos tinha uma família?

- Eu passei minha vida inteira sozinha, Regina. Sei muito bem me cuidar. Agora se me der licença, eu tenho uma fada para arrancar as asas. – A mais velha falava indo em direção ao resto da mina.

  Enquanto isso, na parte superior de Storybrooke, o sino na porta da loja avisava que mais um cliente estava entrando.

- Olá. Em que posso ajudar? – Uma das atendentes veio de trás do balcão.

- Oi... Sou a Emma. Vim buscar minha encomenda.

- Aah sim! Emma Swan. A mulher que fez o nosso salário. – A moça brincava indo pegar a encomenda no armário branco de madeira atrás de si.

- Como assim?

- Você pediu para que fizéssemos o produto mais caro que já produzimos aqui.

- É sério isso? – Emma perguntava rindo. Nem ela poderia acreditar. Certo que foi muito caro, mas não fazia ideia que o mais caro.

- Aqui estão elas. – A vendedora lhe dava a caixa que a mesma guardava.

- Obrigada. – Sorria simpática. – Ele também já está pronto?

- Ficarão prontos amanhã.

- Então... Era para amanhã à noite. Tem perigo de atrasar?

- Não, nenhum. Ficará pronto logo de manhã.

- Ok. Obrigada!

 Nos dutos da cidade, Zelena andava em busca da fada quando ouve a voz da irmã esbaforida a chamando. – Zelena!

- Eu já falei. Você não vai me impedir. – A ruiva revirava os olhos andando.

- Espera. – A prefeita pedia, parando em frente a alguns cristais azuis.

- O que é?!

- Cristais de fada. E deve haver muitos mais que esses. Pelo menos agora sabemos por que a Fada Negra se escondeu aqui.

- O que ela iria querer com toda essa magia branca?

- Essa é a questão.

  Uma voz as chamava a atenção. Uma voz que saía dentre as pedras. Zelena a conhecia muito bem.

- Eu não estou interessada na magia branca. – Logo, Gideon surgiria ao seu lado. – Então você é a grande e poderosa Rainha Má que lançou minha maldição. Não me admira ter sido um fracasso patético.

- É mesmo? – A morena entrava em defensiva com uma bola de fogo, sendo recebida aos risos da fada que apenas olha para o filho, mandando-o taca-lá na parede. Dito e feito.

- Então isso significa que está aqui para aceitar minha proposta.

- Meus planos vão um pouco além disso. Eu quero o seu sangue.

- Não hoje. – A Fada Negra ria, fazendo as pedras caírem e a mesma sair correndo. – Mantenha-o ocupado. – Se referia a Gideon vendo sua irmã se levantar. – Ela mexeu com a bruxa errada.

  A perseguição pelas minas acontecia por um longo tempo. Embora Fada Negra pudesse facilmente matá-la, a mesma teria como sempre cartas em suas mangas e outros planos para aquela orgulhosa e a seu ver, arrogante e medíocre bruxa.

 A mesma a leva até a sala de cristais, como era chamada. O local onde a maioria dos maiores e menores cristais de fada estavam armazenados.

- Não pode fugir para sempre!

- Eu não preciso. Você deveria ter aceito minha proposta quando teve a chance.

- Por quê? – A ruivinha pergunta debochada, arremessando a bruxa para a parede. – E agora eu vou te matar. De uma vez por todas.

 A magia era lançada, mas a morena continuava aos risos, se levantando do chão. – A parte mais engraçada é você achar que pode fazer isso. Agora... Você quer ver poder de verdade? – Pergunta levantando Zelena, fazendo seu poder ir até os cristais. Imediatamente, todos eles perderiam sua cor.

- NÃO! – A bruxa gritava vendo o estrago que havia feito.

- Zelena! – Regina chegaria correndo.

- Fez muito bem a sua parte, meu filho. Meus parabéns. Sabe... Eu precisava desses cristais escuros. – Dizia ainda estrangulando-a com magia. – Cristais de fada se usados para o mal podem ser muito mais poderosos e agora, com a sua magia negra, eu os tenho ao meu lado.

- E por que... Não sua?...

- Aah, você não entende? Porque sua magia é instável. É tão desesperada por afeto, amor, para provar seu valor... Seu coração é um caos total! Mas não se preocupe, qualquer um pode perceber isso. – Diz soltando-a.

- Por que quer tudo isso?

- Não está vendo? Esse é o primeiro passo para o inicio da batalha final, querida. Mas fique tranquila. Não estará aqui por muito tempo para se arrepender do seu erro. – Fala levando as duas para fora da mina em locais diferentes.

 Na superfície de Storybrooke, umas oito horas da noite, o Sol já estava dormindo e os moradores já estavam em suas casas depois de um longo e cansativo dia de trabalho.

 Talvez nem todos. A vovó, Ruby e suas funcionárias ainda estavam com o restaurante aberto assim como a maioria dos restaurantes da cidade.

 Em uma mesa distante das outras, a ruiva tomava um café a espera de sua comida que ainda viria. Havia deixado Robin com Belle. Precisava de um tempo sozinha. Ainda não acreditava que seu orgulho a havia cego.

 O sininho tocava e podia-se ver a prefeita da cidade chegando. A mesma fazia seu pedido e logo olhava para a irmã, indo a sua direção.

- Eu queria me desculpar.

- Por? – A verdinha perguntava, mexendo o café com a colher sem olhar para a irmã.

-Ter sido tão dura com você. Eu sei que você pode se cuidar sozinha.

- Eu sou quem lhe devo desculpas. Ferrei com a cidade toda, Regina. Fiz tudo errado. ... De novo.

- Você não fez tudo errado, Zelena. Ela te usou. O seu único erro nessa história toda, foi ter achado que está sozinha.

 Um silêncio pairou no ar, até a morena colocar a mão da irmã que estava sobre a mesa, entre as suas. Fazendo-a subir o olhar e seus olhos se encontrarem.

- Eu não sei o que você passou em Oz, Zelena. Não tenho ideia de como foi duro crescer sem seus pais. Mas você não está sozinha agora.

 Suas mãos apertavam cada vez mais a da irmã que estava se segurando para não chorar, Ainda era muito duro para Zelena demonstrar seus sentimentos assim para alguém e Regina entendia muito bem como era o sentimento que invadia a irmã. Já havia passado pelo que ela estava passando.

- Você tem a mim. Ao seu sobrinho. Tem uma família que te ama. Não precisa mais se cobrar tanto. Não precisa mais lutar para sobreviver. Para isso você tem a nós. A Emma, o Henry, eu, a Branca, o David, sua filha, o Neal e a Belle.

 A esse ponto, Zelena se permitiu a uma dádiva humana que para ela não era comum. Permitiu-se deixar seus olhos escorrerem algumas lágrimas traiçoeiras que nem pediram permissão para caírem.

 As mesmas logo param e um mini sorriso aparece em seu rosto, aquecendo o coração da irmã assim como ela havia aquecido o seu.

- Obrigada. – Disse quase em um sussurro. - Agora... Você sabe da Belle?

- É, eu sei. – Regina fala em um tom de humor e um sorriso travesso no rosto.

- C-como? – Zelena pergunta com as bochechas completamente rosadas.

- Instinto. – Responde fazendo a ruiva revirar os olhos.

- Instinto, Regina? Daqui a pouco me vai dizer que viu nas mãos de uma cartomante. Anda logo, criatura!

- Eu vi vocês duas no baile de aniversário da cidade. Estavam lindas, viu? Eu apoio.

- Hmm... – Foi só o que Zelena conseguiu pronunciar pela imensa vergonha que estava sentindo. – Vocês já...?

- Não! – Alertou quase em um grito. – Não. Você ficou louca?!

- Ué, Zelena. Seres humanos transam. Você mesma já me disse isso.

- Isso quando falávamos de você e da Emma.

- Então quer dizer que você pode me zoar pela minha paixão lésbica pela Emma e eu não posso te zoar pela sua paixão lésbica pela Belle?

- Isso mesmo. – Responde segurando o riso.

- Aah, sim. Claro

- Prefeita, aqui está o seu pedido. – Ruby diz entregando-lhe tudo na sacola.

- Obrigada. Eu tenho que ir, Zel. Minha família está me esperando com a comida. – Dizia sorrindo. – E eu aposto que a sua também está te esperando em casa.

 Mais tarde na mansão Mills, os três comiam a pizza ainda quentinha que havia sido pedida “a mando” das duas crianças que Regina tinha em casa.

- E então... – Emma pergunta após Henry subir, ajudando-a a lavar a louça já que haviam combinado com Henry de que ele dormiria cedo e assim, não teria que lavar a louça. Afinal, o garoto sempre queria ficar acordado e era um sacrifício e a terceira guerra mundial colocá-lo para dormir mesmo depois de tantos anos. – Você aceita sair para jantar amanhã?

- Assim? Do nada? – A morena estranhava. – Alguma dada especial que eu não me recorde?

- Bom... Não. Mas eu achei que seria legal fazermos alguma coisa.

- Por mim, está marcado! – A prefeita respondia fazendo Emma rir com a sua animação.

 Na casa de Zelena, os risos poderiam ser escutados lá de fora, afinal Belle estava jantando lá de novo.

- Olha... Eu amo muito a Robin, mas quando ela para de chorar e dorme... É uma paz nessa casa que meu Deus... Dá até vontade de nunca mais tirar ela do berço! – Zelena dizia com a taça de vinho na mão, fazendo a morena rir.

- É... Deve ser duro mesmo ter uma filha assim tão pequena.

- Nem me fale... Mas é bom quando ela fica assim quietinha no quarto dela. Assim eu posso curtir você melhor... - A ruiva fala olhando para Belle que mantinha seus olhos sobre sua boca. Nunca haviam feito isso antes.

 Seus olhos se conectavam como dois astros que não conseguiam se mantiver longe um do outro mesmo nessa imensidão que é o espaço.

 Em um ato de desejo, Zelena puxa Belle pela nuca e a beija de modo molhado, erótico e principalmente sedento.

 Seus corpos pediam aquilo e naquela noite, nada poderia pará-las.


Notas Finais


Nem tenho o que dizer kkkkk E então? Vocês decidem. Querem ou não querem hot das duas aqui na fanfic? OBS: Sim, ele irá acontecer de qualquer jeito. Mas vai de vocês querer ler ele ou não.
"Aah, mas Ju, eu senti falta de SQ nesse capítulo!" Fiquem calma, meus amores. No próximo cap o que não vai faltar é SQ kkkkkkk isso eu garanto!
Boa semana, Swens! :3


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