História A Herdeira de Merlin - Capítulo 45


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lord Voldemort, Pansy Parkinson, Ronald Weasley, Sirius Black
Tags Draco Malfoy, Fred Weasley, Harry Potter, Herdeira, Lingua-encantada, Merlin, Romance
Visualizações 101
Palavras 3.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi vocês!
Por favor, leiam as notas finais.

Capítulo 45 - De volta ao Reino


Fanfic / Fanfiction A Herdeira de Merlin - Capítulo 45 - De volta ao Reino

Minha rotina tem se resumido a não pensar em Harry. Eu acordo, arrumo meu cabelo, passo maquiagem e tento não pensar em Harry. Então eu faço as minhas lições e quando vejo já estou pensando nele, desejando que estivéssemos juntos fazendo isso na Sala Precisa. Ignoro, respiro fundo e tento empurrar os pensamentos sobre Harry para fundo da minha mente.

Só faz dois dias.

Um insuportável dia sem ele.

É só um garoto, tento me confortar. Vai passar, não corra atrás, Draco tem razão, quem não quer é ele. Eu tento sentir raiva dele por isso, mas não consigo. Quando vejo já estou arrumando uma desculpa para falar ou ver ele, o que tem sido muito difícil já que claramente ele tem me evitado.

É só um garoto

É só o garoto que eu amo.

Chacoalho a cabeça. Não, agora não, sem tempos para choramingar.

Prendo o meu cabelo em um rabo de cavalo alto, passo um rímel e um gloss. Coloco o material de amanha na mochila, o cálice, a pena e uma adaga junto ao meu uniforme. Não sabia que horas iria voltar e preciso estar preparada. Coloco uma calça jeans skinny, uma regata branca de seda e um sobretudo preto junto com as minhas botas de cano alto.

Eu preciso ocupar a minha cabeça e o Reino, sem duvidas, é a melhor opção. A verdade é que o Reino não deveria ser uma opção e sim a prioridade, mas estava ocupada demais e Harry era a minha prioridade.

Jason me implorou por dias para que fossemos pro Reino e eu enrolei. Enrolei porque tenho medo das responsabilidades de lá, mas agora já está mais que na hora de assumi-las. E não é justo, por mais que esteja brava com ele, que não leve Jason. É nosso pai que está lá e eu devo isso, por mais que não saiba se consigo mesmo levar ele, afinal sempre fui sozinha e já foi difícil o bastante.

Evitei meu irmão o máximo que pude. Draco está certo, eu odeio admitir, ele só fez aquilo para me proteger. Mas não posso deixar de me sentir magoada, se não fosse por ele estaria com Harry, se não fosse por ele tudo estaria normal. Então, quando ele finalmente deu a sorte de cruzar o meu caminho, ignorei suas desculpas e só dirigi a palavra ele para dizer que iriamos ao Reino e ele deveria me encontrar a 0h na Sala Precisa, com o material de amanha e seu uniforme. Não perguntei se ele podia, como iria fazer e muito menos fiquei para ver sua reação, mas aposto que ele vai estar lá.

E ele estava. Quando cheguei a Sala Precisa, ele estava lá, andando de um lado para o outro e eu poderia apostar que com o tanto de vezes que ele fez isso poderia abrir um buraco no chão. Quis lhe dar um abraço, fazer uma piada para descontrair, para tirar seu nervoso que parecia ser muito, mas meu orgulho me impediu. E com razão, tentei justificar.  

–Tá atrasada –ele disse quando notou minha presença. Revirei os olhos, como se ele fosse a pontualidade em pessoa para me cobrar alguma coisa.

Ignorei ele e tirei o cálice, pena e adaga da bolsa, fazendo o mesmo procedimento chato de sempre. Cortei a mão, despejei o sangue no cálice, molhei a pena e escrevi a frase na parede. Com a outra mão, segurei em Jason e esperei.

A familiar sensação de ser puxada para baixo tomou conta e em um instante tudo era preto.

Pov. Jason Salvatore.

Eu sempre desconfiei que a minha irmã fosse louca, mas agora eu tinha certeza.

Depois de me ignorar por dois dias seguintes, ignorando todas as minhas desculpas que não foram poucas, ela simplesmente chegou e mim e disse que horas e quando iriamos para o Reino.

Fácil assim.

Eu pedi por dias e dias para ir para esse lugar, que ela fala bastante e não só pelo nosso pai, que duvido que seja mesmo tudo isso que ela diz, mas pelo o lugar em si. E então, quando eu cometo uma grande burrada e destruo todas as minhas chances de ir para lá, ela resolve me levar.

Hm, ok. Fui tudo o que eu disse, quando na verdade eu queria chacoalhar ela até que retomasse a consciência. Grite de novo comigo Danielle, fale alguma coisa, mas pelo amor de Deus pare de me ignorar e me evitar, porque dói te ver tão triste assim por minha culpa e não poder consolar, foi o que eu não disse já que no instante seguinte ela saiu andando.

E agora, vendo ela cortar a mão e colocar o sangue no cálice eu tinha certeza.

Ela está fora de si.

Ela molhou a pena, escreveu umas palavras na parede e então segurou em meu braço, tudo sem ao menos olhar ou falar comigo.

Ok Danielle, já de...

Senti algo me puxando para baixo e quando eu fui olhar tudo estava preto.

Tá, que porra é essa agora?

Dez segundos, vinte, será que posso abrir o olho agora? Tanto faz.

Quando abri, me vi em um lugar totalmente diferente, parecia um quarto das princesas. Quando me levantei vi que estava no chão enquanto a bonita da minha irmã estava em uma cama enorme.

Será que ela leu essa bota ou nossos pais deram para ela? Porque se foram nossos pais, eu quero o meu PS4 que foi prometido.

Ela abriu os olhos e então se levantou, como se fosse tudo normal, como se não estivéssemos onde Deus sabe onde e vindo como Deus sabe como

Louca.

Ela foi em direção da porta, abriu e saiu para oque parecia ser um corredor. Hm, me ignorando ainda? Bela hora para isso irmãzinha.

Segui ela, que me levou a um corredor várias e quando digo várias, são muitas, incontáveis portas, com uma decoração bem medieval. Tipo o castelos de filmes antigos, com direito a tocha e tudo. Quando ela chegou a uma enorme escada que parecia levar a um lobby de entrada eu segurei em seu braço.

Já deu, havia decido.

–Eu sei que você está puta comigo. Eu fiz aquilo para te proteger e mesmo assim não justifica, já pedi desculpas por isso e garanti que nunca, nem em um milhão de anos, vai acontecer de novo. O que mais você quer que eu faça? Porque eu estou em esse lugar que eu não faço ideia, com pessoas que eu não conheço e dentre elas o meu pai, o nosso pai, o pai que sempre pensamos que havia nos abandonado. Então por um minuto, será que você pode guardar esse rancor em uma caixinha e ser minha irmã? Por pelo menos um minuto Danielle.

Eu vi quando ela me olhou e abriu a boca várias vezes para responder, fechando logo em seguida. Vi a dor em seus olhos e em seguida a culpa.

–Sinto muito, mas eu não sei muito mais que você ok? A última vez que eu vim para cá e não foi muitas vezes, já lhe disse, meu pai, nosso pai, estava na biblioteca. Segundo Nathaniel...

–Nata quem?

–O cara que me achou, com a mulher chata lá...

Ah! O cara que ela me conto, ele disse que tinha uma profecia que dizia que ela iria casar com ele, ata. Como se ela fosse assim.

Ei então, tem uma profecia ai que diz que vamos nos casar, será que rola?

Cai fora.

–Ok, então estamos indo para biblioteca?

–Sim, é logo ali.

Ela me levou até uma grande porta e quando foi abrir, deu de cara com uma garota carregando milhares de livros, que foram todos para o chão

–Não olha por onde anda não? –a menina resmungou, nem ao menos vendo quem era, recolhendo com pressa todos os livros do chão.

Olhei para minha irmã, que observava a menina de sobrancelhas arqueadas.

–Foi mal. –ela disse. Eu estranhei, estava pronta para minha irmã dar uma patada na garota, mas então...

A garota olhou para cima, para olhar quem disse e quando viu minha irmã derrubou todos os livros novamente, se levantando e fazendo uma reverencia desajeitada.

–Me desculpe Vossa Alteza.

Foi minha vez de arquear a sobrancelhas. Minha irmã era rainha e eu não sabia?

–Não precisa me chamar assim.

–Eu insisto, Vossa Alteza.

–Então eu insisto que não chame.

–É assim que devemos, Vos..

–Ah certo, vocês devem?

Ela confirmou com a cabeça.

 Posso chutar que ela tem uns 14 anos e pela forma que tratou minha irmã antes de olha-la, deve ser bem sincera, talvez atrevida? Com certeza atrevida e com esse olhar duro, como se estivesse desafiando qualquer um a brigar com ela e sorriso sapeca escondido no rosto... Me lembra Danielle pequena e tão linda quanto. Têm cabelos pretos e lisos, com olhos castanhos claros grandes, um laço no cabelo quase caindo e esses vestidos enormes, estranhos, de época, apesar de estar mais sujo do que deveria.

–Bom, se me chamam de Vossa Alteza eu posso dar ordens certo? Todos tem que cumprir e essas coisas?

–Sim, Vossa Alteza.

–Bom, então eu ordeno que não me chame de Vossa Alteza.

–Sim, Vossa Majestade. –ela disse com o sorriso que eu estava esperando.

Danielle respirou fundo, com certeza contando para não perder a paciência.

–Qual é o seu nome mesmo?

–Theodora...

–Certo, Theodora, será que dá pra me chamar pelo meu nome logo des... docinho?

–Ah sim. –ela disse, não se abalando com a perca de paciência da Danielle e sim se divertindo com isso.

Essa é das minhas.

–Esse é o meu irmão, Jason. Jason, essa é... ah, você tá aqui ouvindo, você sabe.

–Prazer em conhecer você Theodora. –disse piscando para ela.

Ela pareceu me avaliar, me olhando de cima abaixo e fiz o mesmo só pra provocar. No fim, ela deu de ombros e se dirigiu a minha irmã.

–Não sabia que a Herdeira tinha irmãos, porque se veste igual a ele?

–Como? –Dani piscou, parecendo desacreditada com a menina. Eu estava certo, como sempre, menina sincera ou atrevida, como preferir chamar.

–Usando calças, igual a ele. Damas devem usar saias.

–Ah, certo... Você soou igual à Madame Liz agora. –minha irmã disse fazendo careta.

–E você me insultou ao dizer isso.

–Ah, também não gosta dela? –minha irmã sorriu, como se fosse algo bom e eu quis muito descobrir quem essa tal de Liz.

–Não mesmo, ela é a pior cunhada...

–Você é irmã do Nathaniel?

–Sim.

–Sinto muito então, não por ser irmã dele, mas você sabe... Aturar Liz.

Elas riram e de repente elas pareciam grandes amigas.

Vai entender essas mulheres.

–Meu pai está ai dentro?

–Senhor Christopher? Está sim, na seção 9. Tenho que ir, sabe, levar essa pilha de livros. –Theodora disse, recolhendo novamente todos do chão dessa vez com a minha ajuda e de minha irmã. –Bom, obrigada V... Danielle. Até mais.

Minha irmã sorriu e então me puxou.

Comecei a ficar nervoso.

Bom, então é agora, eu finalmente vou conhecer meu pai biológico.

 Seção 5

Como ele deve ser? Será que ele vai me ensinar a pescar ou coisas assim?

Seção 7

Será que ele vai ficar triste em me ver? Será que vai ficar feliz?

Seção 9

–Pai? –Danielle chamou.

No fim do corredor, surgiu um cara do fundo do corredor, alto, com cabelos castanhos e quando eu olhei direito levei um susto. Se alguém fizesse uma montagem para saber como eu iria ficar depois de 20 anos, com certeza seria assim.

–Filha! –ele veio apressado e deu um demorado abraço nela, parecendo não me notar. –Trouxe seu irmão?

–Pai...

Então ele olhou para o lado e seus olhos pareceram se encher de lagrimas. Eu me sentia assim também, uma mistura de feliz para cacete e triste. Estava conhecendo meu pai, finalmente, mas porque não conheci antes? Anos perdidos, me revoltando, achando que não era bom, que até meu pai não me queria.

–Filho! –ele me deu um abraço, como se eu estivesse sempre ali, como se me conhecesse e eu abracei de volta. Aquele, sem dúvidas foi o melhor abraço que poderia ganhar em anos. –Olha isso! –ele disse me largando e segurando meu rosto. –Parece um retrato meu no colégio, mas melhorado, com os olhos da sua mãe. Por Merlin... –ele bagunçou meu cabelo –daria tudo para ter esse cabelo de volta. Meus dois filhos, finalmente. –então puxou Dani para o abraço e ficamos assim por momento.

–Pai? –A Dani chamou quando o ouviu fungar.

–Me desculpem crianças, sonhei com isso por anos... –ele limpou as lágrimas. –Agora que estão aqui, tantas coisas a fazer... Primeiro, me contem sobre vocês, os dois...

Eu e Dani nos entreolhamos.

–Ah, bem, pai... você sabe. Minhas memórias... –Dani disse.

–Ah, eu tinha esperança que elas voltassem. Estão voltando certo?

Dani assentiu com a cabeça.

–Poucas, mas sim.

–Vocês terão que ter paciência. Agora que os dois estão aqui, devo leva-los para conhecer a Ordem ou o resto dela..

–A Ordem de Merlin? –perguntei.

–Sim, isto mesmo. Venham comigo, eles estão nos portais analisando algumas coisas...

Ele nos levou para o canto da biblioteca e puxou um livro e de lá uma entrada surgiu, como nos filmes, estilo Indiana Jones.

–Daora... –sussurrei.

–Espera só para ver Jason! –Dani disse, parecendo animada e um pouco nervosa.

Christopher, nosso pai, nos conduziu até uma sala enorme, com algumas portas azuis transparentes que eu julgo ser portais, cada qual com um pedestal do lado, uma estante de livros e um painel nada medieval. Não dá pra entender nada nesse lugar, uma hora é tudo do ano antes de Cristo, as pessoas agindo como na idade média e na outra, algo que nem sei se temos no século XXI.

Alguns vel.. senhores de idade, mexiam no painel, todos com roupas de época. Um dos senhores, com longas barbas brancas e vestes azuis longas, lembrava Dumbledore enquanto a outra, com um vestido fúnebre lembrava McGonagall só que mais velha. O outro senhor, sem barba, parece muito mais simpático, com suas roupas de época e sorriso fácil e uma senhora de cabelos brancos e olhos azuis muito claros, baixinha, lembrando minha vó.

–Senhores... –Christopher disse chamando a atenção de todos. –Gostaria de apresentar a todos, meus dois filhos Jason e Danielle Lawrence.

Que?

Lawrence?

–Filhos, este é Baltasar Trevellin, primeiro escritor da Ordem de Merlin –ele disse indo até a cópia de Dumbledore, ele veio até nós e nos cumprimentou –e este é Dionísio Lombardi, o terceiro escritor da Ordem de Merlin, o segundo infelizmente faleceu, seu nome era Gregório Franciozi que descanse em paz.

–Que descanse em paz. –todos falaram no instante seguinte e eu e Dani tentamos acompanhar. Dionísio veio até nós e nos cumprimentou da mesma forma que Baltasar, com um aperto de mão e reverência a Danielle, a deixando desconfortável.

–Essas senhoras adoráveis são Hortência Delaterra, a quarta escritora da Ordem e Bernadete Lozovoi, a última, mas não mais importante. –as duas vieram até nós dando abraços apertados e reverências a Danielle. –Bom, agora que todos se conhecem, por onde começamos?

–Bom, –o velho Baltasar começou –que tal pelos seus poderes Danielle? Se me permite chamar assim...

Pov. Danielle Salvatore

–Meus poderes? –perguntei receosa.

–Sim querida. –Bernadete disse, com um sorriso doce. Sem dúvidas eu amei essa senhora, além de lembrar minha vó, transmitia uma simpatia imensa.

–Bom, não tem muito oque falar sabe... Eu leio as coisas e elas se tornam reais e eu li que eu sou uma bruxa então... já sabe.

–Os olhos dela, mudam de cor... –Jason se intrometeu e eu o olhei feio.

–Mas eu li que eu tinha essa habilidade, foi uma coisa idiota, mas...

–É bem legal na verdade...  –Jason tentou me confortar.

–É importante que você se mantenha atenta ok? Os poderes de Merlin são fortíssimos, mas nunca descobrimos todas as suas habilidades. Sabemos sobre a leitura, a inteligência...

–Ah isso eu não tenho –disse e todos riram.  Não entendi porque, afinal, eu estava falando sério.

–Ele tem habilidade para escrita e tem uma persuasão que até hoje não entendi se é dele um poder. –Gregório continuou. –também se teletransporta e isso podemos lhe ensinar, o resto você já tem por ser uma bruxa e já faz sem nem perceber, como criar um portal do nada e estar em dois lugares ao menos tempo, mesmo que esteja inconsciente em um e até mesmo levar alguém junto, o que mostra o tamanho do seu poder...

Arregalei os olhos, ok. Isso é muita coisa para raciocinar de uma vez e eu sentia minha cabeça latejando.

–Está ficando pálida –Christopher observou. –Se sente bem?

–Minha cabeça... está latejando.

–É um dos efeitos, você já fica fraca sozinha, levando Jason descarrega sua energia mais rápido... Iremos fazer um combinado e então você poderá voltar para sua história, ok? –Hortência disse, me olhando com cuidado.

–Ok –disse me sentindo cada vez mais fraca.

–Virá aqui duas vezes no mês, uma trará Jason consigo e na outra virá sozinha. Iremos lhe ensinar tudo oque conseguimos nesse curto tempo e tudo oque Jason precisa também –ela disse olhando para o meu irmão que assentiu com a cabeça –Como o tempo aqui passa mais rápido, terá uma semana toda de descanso, mas na semana que vir para cá, principalmente com Jason, peço que se exercite mais, como desenhando e escrevendo. Isso era como Merlin se exercitava, além de algumas coisas mais... Ele dizia que ativava uma parte do cérebro dele mágica, nunca fez sentindo, mas talvez faça com você.

–Antes de ir filha, preciso lhe dar um aviso. Tenha cuidado com a história ok? E não se envolva demais, algumas coisas escritas, não podem ser mudadas nem mesmo pela Herdeira. Essa história foi lida por Merlin e as partes essências darão um jeito de se concretizar, se você conseguir mudar pode ficar presa para sempre, não quero te ver machucada por isso.

Eu tentei responder, mas nenhum som saiu da minha boca.

A escuridão tomou conta novamente e no segundo seguinte não conseguia ver mais nada.

xxx

–Está bem? –perguntei para Jason novamente.

–Pela décima vez Danielle, estou ótimo, maravilhoso.

Eu fiquei preocupada, quando voltei na Sala Precisa com Jason, que demorou um tempo a mais para acordar. No fim, voltamos um pouco antes do Café da Manhã e conseguimos nos arrumar sem presa. Apesar disso, não trocamos nenhuma palavra, apenas perguntei se ele estava bem, para me certificar, por mais vezes que posso contar.

–Vejo que voltaram a se falar. –Malfoy disse, vindo ao nosso encontro. Estávamos indo em direção ao Salão Principal e eu já estava preparando uma desculpa para dizer a Hermione.

Jason abriu a boca para responder, mas eu o cortei.

–Sim, obrigada por isso Malfoy.

–Disponha. Somos amigos não somos?

Amigos, essa palavrava soava estranha quando dita em relação ao Malfoy. Eu sei que ele não é uma má pessoa, que a um coraçãozinho quente no meio de todo esse gelo, mas algumas atitudes, não fazem fácil de acreditar. Grande parte se dá graças a sua criação, mas isso não foi desculpa para Sirius. Ele se mostra gentil em relação a mim e eu não sei oque pensar. É por causa de seu pai? É por causa de Harry? Ele queria ser meu amigo de verdade? Será que ele gosta de mim realmente?

De qualquer forma, eu vou descobrir uma hora ou outra e eu vou fazer tudo de necessário para.

–Sim Malfoy, amigos.


Notas Finais


EU PROMETI E CUMPRI NÃO É MESMO?
Para quem não está entendendo nada, hoje eu postei um capitulo justificando o motivo da demora e prometi que se conseguisse iria postar um capitulo novo hoje.
E eu consegui, 5hrs de uma sexta-feira, mas eu consegui. Mesmo passando praticamente a madrugada toda nisso, vocês merecem.
Para quem não sabe, muitas coisas aconteceram como por exemplo: meu computador quebrou, entrei em um bloqueio criativo e quando tenho meu computador novamente e meu bloqueio terminado, eu consigo afogar meu teclado (que irei colocar para natação, obrigada pelas sugestões.) e só para completar estou sem celular. Parece um pesadelo não é? Alguém me acorda!
Eu estou dormindo na casa da minha amiga e na primeira oportunidade sai correndo com o pc dela para escrever essa belezinha aqui que espero que tenham gostado. Aliás, quero muito saber a opinião de vocês, o que querem que eu explore no Reino de Merlin? Há muita coisa... O que estão achando de Jason? E da relação da Dani com o Malfoy? Me falem tudo, não me escondam n-a-d-a. Incluindo você fantasma, tá na hora de colocar a cara no sol, né não?
Eu peço desculpas pela demora e infelizmente eu não sei quando eu irei voltar novamente. O negócio é que eu não tenho o famoso money para comprar outro teclado, então estou dependendo de sequestros de computadores. Vocês terão que ter paciência e peço que não abandonem essa fanfic e a outra que infelizmente não consegui escrever capitulo para ela hoje (Prioridades para a mais velha, vulgo essa), me desculpem mesmo :(
Amo vocês, obrigada por todo apoio e consideração.
XOXO


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