História A herdeira do trono - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Amor, Aventura, Comedia, Drama, Ficção, Luta, Magia, Romance, Rpg
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Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá seres humanos! Estava com saudades! Quero agradecer por lerem Minha fic, esse é meu primeiro trabalho então fico muito feliz em ver as visualizações, peço desculpas antecipadamente pelos erros de português. Boa leitura.

Capítulo 6 - Capítulo 05


Dor. Tudo doía. Aquilo era injusto, a morte não deveria doer tanto. Uma luz forte penetrou as profundezas da escuridão, arrancando-a dos braços da inconsciência.

- Bem vida de volta! - Eloise abraçou a amiga.

- O-Obriga.... O MONSTRO!

- Calma. Está tudo bem. A viúva-negra não pode mais machucar você - carinhosamente Alefei prendeu uma mecha de cabelo atrás da orelha de Isadora. O gesto simples e tenro a fez relaxar. Sintia-se segura, amparada, querida.

A lembrança dos momentos de horror vividos e de seu resgate voltaram. Emocionada, Isadora abraçou os amigos.

- Obrigada por me salvarem. Desculpem por ter sido tão Grossa e ruim com vocês. Eu amo todos vocês. Minha vida seria incrivelmente vazia caso não os tivesse conhecido. De verdade amo-os do fundo do meu coração. Peço desculpas a todos, acredito em vocês e farei o possivel para ajuda-los - as lágrimas escorriam pela face de Isa. Como pôde ser tão tola? Aquelas pessoas tão queridas por ela haviam arriscado tudo para protege-la e ela os havia chamado de mentirosos!

- Sabemos disso querida - afastando-se para secar as lágrimas Isadora notou a mão machucada de Alefei.

- Sinto muito por isso também - Ela se sentia péssima. Seus atos inconsequentes fizeram Alefei se machucar.

- Está tudo bem querida. Infelizmente não é o primeiro ferimento que sofro, nem o pior. Vou sobreviver - completou com um sorriso tranquilizador.

- Alefei

- Sim?

- Quando...Quando Você me salvou, disse que eu era sua sobrinha.... o que quis dizer com isso?

- Ahhh... bem.. é uma longa história. Mas acho que está na hora de contar a você - ele respirou fundo tomando coragem - quando contamos para você sobre o mundo de ealim akhar e o Reino de Wara fizemos uma espécie de resumo geral, deixamos os detalhes para quando você estivesse mais acostumada com a ...... situação, eu ser seu tio é um dos detalhes que deixamos de fora - os olhos de Isadora se arregalaram.

- M-Mas você é só alguns anos mais velhos que eu! - Alefei a olhou com uma cara de 'você vai me deixar explicar?'. Isadora bufou contrariada - Tudo bem! Prossiga! - satisfeito Alefei prosseguiu com a explicação.

- O rei de wara se chamava Gabriel Schenazard. Ele era um bom homem, honrado e companheiro, um amigo inestimável. Ele se apaixonou pela filha mais velha do líder do clã Belmont, Cameron Belmont. Fisicamente você lembra muito seu pai, a cor dos olhos, do cabelo, mas a personalidade é da sua mãe. Ela não levava desaforo pra casa, era alegre, brincalhona, teimosa, esquentada, cabeça-dura e minha irmã mais velha - a última parte foi dita com um carinho evidente, Isa pensou em sua mãe, teria adorado conece-la - Eles se casaram, o Reino inteiro celebrou, e logo depois você nasceu - os olhos de Alefei ficaram marejados, sua irmã era uma mulher incrível não merecia ter morrido tão jovem, mas, onde quer que ela estivesse, ele sabia que ela estava orgulhosa da pessoa que sua filha havia se tornado - Apesar de jovem, eu era um dos principais conselheiros do seu pai e fui nomeado seu Guardião e padrinho. Selecionei a dedo os outros membros da sua guarda pessoal. Esses delinquentes aqui - todos riram - mas cometi um erro - Alefei parou de falar, estava perdido em memórias.

- Um erro?

- Escolhi Minerva para ser parte da sua guarda pessoal - Silêncio. Isadora mal respirava - Na época ela era uma cavaleira exemplar, corajosa, poderosa e filha de um dos conselheiros do rei.

- A escolha perfeita para minha guarda? - Isadora arriscou.

- Sim - Alefei suspirou - Mas havia uma coisa que eu não percebi. O ódio no coração dela.

- Ódio de quem?

- De você, sua mãe, seu pai. Minerva era vaidosa, queria ser a rainha de Wara. Quando Gabriel se casou e você nasceu essa possibilidade deixou de existir. Na cabeça doentia dela você e sua mãe destruíram o futuro dela. Infelizmente ela era uma boa atriz e vinha de uma linhagem honrada, ninguém ousaria questiona-la. Só percebi quem ela realmente era quando já era tarde demais - a emoção o impediu de prosseguir. Júlia tomou a iniciativa.

- Quando Minerva atacou, os reis tomaram uma decisão, você deveria ser protegida a qualquer custo. Eles sabiam que ela venceria, então ordenaram que tirassemos você do Castelo enquanto eles a distraiam, sua mãe vinha de uma familia de guerreiros e o monarca de Wara era um usuário da terra muito poderoso, mas Minerva era mais. Mal havíamos saído do berçário e ela nos encurralou, seus pais já estavam mortos - Júlia viu uma lágrima silenciosa descer pelo rosto de Isadora - estávamos preparados para morrer lutando, mas Arthur interveio, até hoje me lembro daqueles momentos: 

minerva sorria debochada "Vai me matar Arthur? Vai matar sua própria filha? " Arthur era um exemplo de calma, "Não, você é poderosa demais, eu não conseguirei derrota-la, mas vou impedir que triunfe. Você não é a filha que eu criei e amei, é um monstro e como cavaleiro de Wara vou morrer protegendo esse Reino de você."

- Ele convocou toda sua magia e abriu dois portais, ambos ancorados a esse mundo. No primeiro ele pôs você e a enviou para o passado. O segundo era nosso e nos enviou para o presente, por isso nossas idades são tão próximas apesar de termos visto-a nascer. Minerva ficou furiosa, Arthur era o único que conhecia o feitiço do tempo então não seria fácil para ela encontra-la. Seu ódio foi tamanho que ela matou o próprio pai, não conseguimos salva-lo - Júlia engoliu o choro - ele era um bom homem.

Isadora levantou-se com um salto e abraçou Júlia. A morena e a loira choravam, logo os demais se juntaram e aquilo virou um abraço coletivo. Só uma pessoa ficou de fora, parada em um canto da sala Layla chorava silenciosamente, uma adaga de prata com o símbolo do clã Gardiner, o último presente que seu pai lhe dera, estava em sua mão. Quando sua voz saiu não passava de um sussurro inaudível:

- Você vai pagar por ter destruído tantas famílias, Minerva, minha irmã.


Notas Finais


Esse capítulo ficou pequeno e foi basicamente um diálogo, mas eu tinha que explicar algumas situações para os próximos capítulos.


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