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História A HEROÍNA DE SILVERFALL - Capítulo 1


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Capítulo 1 - CAPÍTULO I


Fanfic / Fanfiction A HEROÍNA DE SILVERFALL - Capítulo 1 - CAPÍTULO I

O continente Phazos, um lugar mágico de muitos mistérios, uma fauna rica e planícies extensas, essas que foram disputadas incessantemente por facções que almejavam poder e glória. Mais ao noroeste de seu território encontra-se Silverfall, o arquipélago das cataratas de prata, que não ficará de fora das grandes guerras, seu exército possuía mais de dez mil homens e uma cavalaria aterrorizante, além de cinquenta enormes barcos de guerra, mas esse não é o motivo de ter sido tão poderosa, foram os grande heróis que ergueram o nome de sua pátria. Pessoas com uma bravura e um poder inigualável que comandavam e lutavam bravamente nos campos da justiça, eram como ídolos para as crianças, e para os mais velhos os carregadores da prosperidade.


...


Ao carregar a espada de seu avô, Sana logo  se lembrou das histórias que seu pai lhe contará sobre os explendidos heróis, em específico os contos do grande herói de Silverfall, Hern. Um homem ruivo de grande estatura, que possuía uma força incomparável e carregava uma enorme espada de duas mãos, a Justiceira, ficará conhecido pelos quatro cantos do continente como o "Gigante Justiceiro dos Reinos do Norte" e foi intitulado como herói nacional pelo próprio rei.
Sana pudia sentir sua pele arrepiar por debaixo de seu manto leve de seda ao se recordar das melhores histórias de Hern. Olhou para o fio de sua lâmina e viu seu reflexo sorridente no aço.


"Hoje começa minha jornada para ser uma heroína!" - A garota falava sentindo seus cabelos ao vento.

Cavalgava em seu cavalo branco apelidado carinhosamente pela loira de Valente, foi dado de presente pelo seu avô ainda quando trabalhava na fazenda. Ajudava sua mãe nas plantações de algodão e seu pai com os ovinos, mas depois da aparição do equino, a jovem começou a realizar todas as tarefas apenas com a ajuda de seu novo amigo.

"Ei, Valente! Você acha que eu deveria usar uma espada grande igual a do Hern?" - O cavalo relinchou sucintamente. "Magia? Nhaa... Não sei se esse tipo de coisa é pra mim, sabe? Além do mais, ouvi dizer que em Silverfall é proibido esse tipo de prática... mas imagine eu e você andando por aí fazendo justiça pelo mundo!"

A garota parou de falar ao ouvir um rosnar feroz vindo das árvores a sua volta. Os dois estavam andando em uma trilha em meio ao bosque das árvores roxas. O som era familiar, um animal que aparecia para se alimentar dos animais da fazenda, seu pai já havia lhe alertado sobre o caminho ser perigoso, mas não imaginava que encontraria um obstáculo tão cedo.

"Valente... Acho que tem uma onça aqui perto, vamos sair daqui." - Deu leves tapas na traseira do animal fazendo-o acelerar.

Não demorou muito para o predador se revelar e começar a persegui-los rapidamente. O galopar veloz juntamente das pisadas pesadas do felino faziam o coração da jovem disparar, olhava para trás e via os dentes afiados da fera se aproximando, correu em direção a um pequeno riacho que havia nas proximidades e saltou de sua montaria. O local aberto era perfeito para uma batalha mortal com o sentinela selvagem. Sacou sua espada e a segurou firmemente com suas duas mãos, já transpirava muito, seus lábios estavam secos, mas estava confiante em suas habilidades.

O animal andava em sua direção lentamente como se estivesse lendo cada movimento de sua presa e sem muita espera partiu para cima da garota que desviará com sorte deixando apenas um machucado em seu braço direto, Sana aproveitou o erro da besta para respirar fundo, se acalmou por um instante e adotou uma postura de batalha que treinava sozinha na fazenda constantemente: estendeu seu braço destro para cima enquanto sua espada apontava ao inimigo, suas pernas ficavam entre-abertas com uma base de luta e estendia seu braço esquerdo horizontalmente com a palma levantada em direção de seu oponente, podia sentir seu poder circular por todo seu corpo e prever qual seria o próximo movimento de seu adversário. A onça logo avançou e a garota fez o mesmo, ambos estão indo em direção de um destino catastrófico. Assim que a fera pula para capturar a garota em uma mordida atroz, Sana deslizou por debaixo do felino proferindo um corte transversal em sua barriga fazendo o animal cair ao chão, limpou sua roupa e olhou para seu cavalo para ver se ele havia se ferido, mas vendo que ele estava bem correu para observar a pobre fera.

"Você não deveria ir atrás de humanos... Somos animais perigosos." - A garota diz guardando sua espada e sacando um livro de sua bolsa.

O animal agonizava de dor e logo Sana se aproximou abrindo o livro misterioso em uma página marcada.

"Eu guardei esse feitiço para ocasiões especiais, Sra.Onça, mas não posso deixar você morrer aqui."

Após ler aquela página e se concentrar Sana estendeu seus braços em direção da ferida do animal, soltou algumas palavras em uma língua antiga e realizou uma cura instantânea do ferimento. A onça aos poucos se movimentava novamente com um pouco de dificuldade.

"Pronto, você ficará melhor logo, logo." - Passava a mão delicadamente no animal que parecia ter entendido o recado.

A onça andou apressadamente para um local próximo onde escondia seus filhotes dos possíveis predadores e partiu para outro lugar.

"A natureza é um lugar estranho, não acha, Valente?" - Novamente o cavalo relinchou. - "Tá bom... Talvez eu tenha mentido para você, mas eu não sou tão boa com magia."

Depois de salvar o animal, Sana partiu novamente ao seu destino: O centro da cidade de Silverfall. Estava indo se alistar no exército que tanto sonhava e construir um futuro glorioso. Sana depois de viajar alguns quilômetros, cavalgava em uma trilha deserta, com uma vegetação rasteira e alguns troncos retorcidos, o sol batia em seu rosto semiserrando seus olhos azuis, sentia sede e sua água já havia esgotado.

"Olha, Valente! Consigo ver o palácio daqui, vamos lá! Estou faminta!" - Começou a galopar rapidamente até o local.

...


A garota se encantou com o lugar que se encontrava, as ruas cheias de casas, pessoas andando bem vestidas, crianças brincando, guardas marchando e um cheiro de comida irresistível vindo das tavernas fazia seu estômago roncar. Decidiu parar em um dos estabelecimentos para se alimentar, deixou seu animal em um estábulo e deu três moedas de prata ao senhor que cuidava dos animais.


"Dê de comer e beber ao meu bichano, ele andou bastante." - Entregou as moedas fazendo um breve cafuné em seu cavalo.

"Pode deixar, senhorita." - O homem que aparentava ter uma idade avançada começou a escovar Valente e ele parecia gostar de ser mimado.

Adentrou em uma taverna próxima e pode ver todos os tipos de pessoas e pelo jeito sua roupa chamou a atenção dos clientes, já que usava uma partes de ferro juntamente de suas vestes como uma espécie de armadura.

Ignorou os olhares e se sentou em uma das beiradas do balcão e pediu uma bela paleta de cordeiro e um copo de vinho, depois de alguns minutos saboreou sua refeição como se fosse a última.


"São doze pratas." - O atendente disse de forma ríspida enquanto terminava de secar um dos copos que acabará de lavar.


"Uau! Não achei que fosse tão caro assim..." - A garota pegou seu saco de moedas descontente.


Antes que pudesse pagar pela comida um jovem rapaz se sentou ao seu lado rapidamente.


"Ei, Jack, porque está tentando ganhar em cima de uma garota do campo?"


Sem entender muito bem Sana pode ver o garçom frustrado com a aparição do rapaz.


"Aish, Hansom! Tudo bem... São cinco pratas para a madame." - Se deu por rendido.


Sana pegou de volta sete moedas de cima do balcão e colocou de volta em seu bolso.


"Te agradeço. Saiu bem mais barato do que ele me cobrou anteriormente."


"Você deveria ficar esperta, mocinha, as coisas na cidade são diferentes do campo, não seja tão inocente." - O rapaz toma um gole de sua cerveja.

"Como sabe que eu vim do campo? Nunca nos encontramos antes..." - Ela pergunta confusa.

"Olha o que você está vestindo, seda, isso na cidade deve valer uma fortuna, único jeito de conseguir isso aí é roubando, costurando ou ganhando de presente, mas eu aposto que você fabricava fios na sua fazenda... E caí entre nós, você não tem cara de ladra." - Ele solta uma risada boba ao final.

"O-Obrigada... Eu acho..." - Se sentiu confusa.

"Meu nome é Victor Hansom, e o seu?" - Ergueu uma das sobrancelhas em indagação.

"Sana, Sana Vennize. Meu avô quem escolheu esse nome." - Disse envergonhada.

"Diferente... Eu gostei, seu avô tem bom gosto. Se me permite lhe fazer outra pergunta... O que veio fazer aqui na capital de Silverfall?"

Olhou para suas mãos rapidamente, as fechou com força e disse esperançosa - "Desde pequena ouvi as histórias do meu avô sobre os grandes heróis de Silverfall e agora que cresci, viajei para a capital para me alistar no exército e me tornar uma heroína."

O rapaz deu o último gole de sua bebida calmamente e disse: "A história é bonita, mas você vai ter um pequeno problema..." - Colocou seu copo vazio em cima do balcão.

"E qual seria?" - Arqueou as sobrancelhas.

"Mulheres não são aceitas no exército."

"C-Como assim? Por que não?" - A garota tomou um susto com a afirmação do jovem.

"Eu não entendo muito, mas dizem por ai que não é o dever de uma mulher lutar na guerra e blá, blá, blá, você sabe como são essas regras..."

"Aish! E o que eu devo fazer para poder entrar no exército?" - Sana mudou sua expressão, estava enfurecida com aquela injustiça.

"Não sei. Talvez falar com o rei e convencê-lo que você merece entrar no exército." - O rapaz brincou.

A garota amarrou sua bolsa de moedas novamente em sua cintura e se levantou indo em direção a saída da taverna.

"Ei, onde você está indo?" - Perguntou o jovem confuso.

"Indo falar com o rei." - Sana respondeu como se fosse uma pergunta óbvia.

"O que? Eu estava brincando!" - Victor se levantou rapidamente e foi atrás da garota, correu até a ultrapassar e parou em sua frente - "Você enlouqueceu? Nunca vão te deixar entrar no palácio sem autorização, ainda mais para ver o rei em pessoa."

"E como eu faço para ter autorização?" - A garota já estava impaciente.

"Não vai ser fácil te convencer de não ir lá, não é mesmo?" - Colocou a mão em sua testa em sinal de frustração.

A conversa foi interrompida por um grito de ajuda vindo de uma viela ao lado da taverna, Sana sem exitar correu em busca da origem do chamado.

"Tem alguém em perigo!" - A garota corria o mais rápido que podia.

"Ei, Sana Espera!" - Começou a seguir a garota. - "O que você vai fazer?"

A garota ignorou a pergunta do rapaz e logo encontrou uma criança jogada ao chão que chorava incessantemente.

"Ei, Ei, Ei, está tudo bem agora..." - Tentava acalmar o garoto. - "Eu estou aqui para te ajudar, o que aconteceu com você, amiguinho?" - Sana se abaixou procurando por algum machucado no pequeno garoto.

"Meu avô é carpinteiro, mas ele não tem condições de erguer as peças, me pediu para entregar uma encomenda para um cliente nosso, mas quando eu estava voltando um homem me empurrou com força, pegou o pagamento e saiu correndo..." - Quase não conseguiu terminar a frase de tanto que engasgava em seu próprio choro.

"Faz tempo que isso aconteceu?"

"Não... Ele foi por essa viela, mas duvido que você consiga alcançá-lo"

"Fique aqui, Hansom, vou atrás desse cara." - Ordenou ao rapaz.

"O que você quer quer faça aqui?"

"Cuide do garoto e leve-o para casa." - Adentrou a viela e procurava pelo ladrão.

Seus passos eram leves e rápidos, seguia uma trilha de marcas de terra, provavelmente pegadas das botas de seu alvo, mas para sua infelicidade o rastro terminou em uma bifurcação mais a frente. Sana parou por um instante, fechou os olhos e assim que os abriu sua íris estava demasiadamente branca, podia enxergar o rastro da alma do bandido.

Não demorou muito para encontrar o seu alvo, estava sentado em uma pequena mesa contando as moedas que acabará de tomar para si ao redor de mais três outros homens que notaram sua presença.

"O que essa formosura de donzela veio fazer aqui?" - Um dos homem a provocou fazendo os outros rir.

"Você roubou um garoto, não percebe o mal que fez?"

"E você não percebe o bem que me fez?" - Os homens soltavam gargalhadas.

"Você vai devolver esse dinheiro!" - Sana sacou sua espada e começou a andar em direção do larápio.

"Olha, rapazes, ela quer brigar, vamos mostrar para ela o que a gente faz com gente que tenta bancar o herói." - Todos eles sacam adagas de seus bolsos e partiram para cima da garota.

Sem muita dificuldade Sana defendia os golpes que pareciam ter apenas força, mas que não possuíam técnica alguma. - "Ela é boa... Mas nem tanto." - O homem solta um sorriso cínico. A garota pode sentir seu braço doer muito e entendeu o que aconteceu logo após ver o ferimento que obteve ao lutar com o animal mais cedo, defender todos aqueles golpes fez sua ferida abrir de maneira que não conseguia mais utilizar a espada com seu braço dominante, se sentou com mão tapando o ferimento que agora sangrava bastante. O homem havia localizado sua ferida e golpeou apenas do lado direito.

"Você se superestima, fedelha." - Conforme o homem se aproximava, Sana falava algumas palavras em baixo tom. - "O que aconteceu? O gato comeu sua língua?"

Ao terminar sua frase o homem pode sentir uma onda de força lhe empurrar juntamente aos outros capangas, assustados com o poder nunca visto antes, os bandidos começaram a correr. - "Cuidado" Bruxa!" - Sana se ergueu com dificuldade, pegou o saco de moedas em cima da mesa e voltou para o local onde encontrará o pequenino. Ao chegar, encontrou Victor a esperando impaciente.

"Sana! Você está bem? O que aconteceu com o seu braço?"

Sana entregou o saco de moedas nas mãos do rapaz e em seguida desmaiou em seus braços.

...


Acordará com uma enorme dor de cabeça, estava tonta, mas seu braço parecia ter parado de doer. Estava em um quarto aconchegante, iluminado apenas por velas, se sentou na cama e pode ver Victor rodando uma moeda de cobre entre seus dedos de maneira entediada.


"Victor? - Tentava se recuperar da tontura momentânea.


"Sana! Você acordou! Finalmente." - O rapaz se levanta e corre em direção da garota.


"O que aconteceu? Onde estamos?"


"Você recuperou o pagamento do garoto, mas quando nos encontramos você apareceu com um enorme ferimento no braço e desmaiou. Decidi trazer você até a casa do garoto e ele ofereceu essa cama até você se recuperar."


"Onde ele está? Preciso agradecê-lo." - Assim que terminou de falar pode ver a porta se abrindo.


O garoto e seu avô apareceram com sorrisos no rosto ao ver a garota de olhos abertos.


"Você acordou!" - O garoto fala com um sorriso no rosto. - "Obrigado por nos ajudar mais cedo."


"Não precisa agradecer, querido, é só o meu dever." - Passou a mão nos cabelos da criança.


"Você deixou isso cair assim que foi atrás do bandido" - O menino abriu a mão mostrando um amuleto que mais parecia uma moeda com um pequeno cordão.


"Oh... Obrigada." - Pegou rapidamente e guardou.


"Você fez um ótimo trabalho recuperando o nosso pagamento, eu deveria te dar uma recompensa por isso" - O homem mais velho retirou sua sacola de moedas e entregou metade das moedas dela para a garota.


"É muito generoso da sua parte, mas para mim apenas a cama já está de bom grado, eu não me importo com dinheiro."


"Por favor, aceite. Se não, ficarei em eterna dívida com você."


Sana olhou para o menino e o mesmo a admirava com os olhos esperando que ela aceitasse o presente.


"Bem... Se vocês insistem..."


"Quando eu crescer vou ser forte igual você!" - O menino exclamou felizmente.


"Então você deve comer e dormir certo para ficar forte! Me prometa que vai cumprir isso." - Sana estendeu seu mindinho e logo o menino selou a promessa.


...


"Eu não acredito que você ganhou duzentas pratas apenas salvando um moleque." - Victor ainda parecia embasbacado com a recompensa que Sana havia recebido.


"Gostaria de ter deixado o dinheiro com eles, mas eles insistiram tanto que eu tive que aceitar." - A garota parecia um pouco chateada ao chutar uma pequena pedra que viu no caminho.


"Você tem um coração de ouro, sabia?"


"Do que está falando?"


"Você encara as coisas como se fosse uma verdadeira heroína, pronta para salvar tudo e a todos sem receber nada em troca..."


"Meu sonho é me tornar uma verdadeira heroína."


"Até o jeito que você fala parece épico, Gostaria de ter toda essa atitude." - O rapaz suspirou e se sentou encostado numa das colunas da frente do estábulo onde a garota deixará Valente.


"O que você gostaria de ser, Victor?" - Sana perguntou enquanto soltava seu cavalo.

"Gostaria de nunca mais ter que depender dos outros e ser reconhecido por algo extraordinário."


"Talvez devesse se tornar um herói." - A garota fala montando em seu cavalo enquanto mostrava um sorriso no rosto.

"Eu? Pfff... Sou apenas um ladrão de pão e ovos."


"Ladrão?" - Sana se surpreendeu.


"Sim... Eu não tenho casa ou família, apenas a mim mesmo e como ninguém quer um andarilho trabalhando em seus estabelecimentos eu tenho que roubar algumas coisas para comer."


"Victor..."


"Tudo bem, pode me bater ou me denunciar se quiser, talvez seja até melhor assim."


"Não, Victor! Você não pode viver assim, se rebaixando... Você deve lutar pelo o que acredita e conquistar seus objetivos!" - Jogou um saco de moedas para o rapaz.


"A recompensa..." - O jovem olhava desacreditado.


"Mesmo que você já tenha feito algo de errado, nunca é tarde para fazer o que é certo! Amanhã você vai comprar novas vestes, alugar um quarto em uma taverna e procurar algo para lhe proporcionar uma renda. Eu confio em você Victor! Você poderia ter apenas ido embora com o dinheiro, mas decidiu ajudar a mim e o garoto, além de devolver o dinheiro do pagamento ao avô, é você quem merece essa recompensa.


O rapaz já com os olhos marejados, agradeceu a garota e se levantou.


"Sana, você deve falar com o sacerdote Myrgin na catedral do vale ele talvez consiga te colocar dentro do palácio."


A garota acenou com a cabeça e puxou as rédeas de sua montaria fazendo o animal empinar e relinchar.


"Obrigada, Victor, nos veremos por aí em breve. Vamos, Valente! Yaaah!" - Começou a cavalgar rapidamente em direção da catedral.


"Eu que agradeço..." - O rapaz podia ver a garota indo embora nas ruas da cidade.


Fim do Capítulo I




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