História A Híbrida - Capítulo 16


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Chapeuzinho Vermelho, Erótico, Evil Queen, Foda-se, Hoodmillsfamily, Hot, Lana Parrilla, Lobisomens, Once Upon A Time, Ouat, Outlaw Queen, Outlawqueen, Red Queen, Regina Mills, Robin Hood, Sean Maguire, Seana, Vampiros
Visualizações 66
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Se quiserem que eu melhore alguma coisa, é só dizer, não sei se estão realmente gostando dessa história.

Capítulo 16 - A Filha da Híbrida


Fanfic / Fanfiction A Híbrida - Capítulo 16 - A Filha da Híbrida

Eu já tinha completando oito meses e duas semanas, minha barriga estava enorme, mas me dava dor nas costas. A curandeira era uma mulher muito estranha, mas a única que aceitou me ajudar, era uma garota, ainda jovem, 26 anos, sei lá, ela tinha habilidade com essas coisas, e por último, ela mexe com bruxaria.

Já era noite, eu odiava a maneira que algumas pessoas no castelos me viam ou falavam, dava vontade de dar um soco na cara, eu estava procurando o Robin, até que o encontro com uma das minhas servicais, meus hormônios melhoraram meu comportamento e eu não estava com muita raiva, então, me aproximei calmamente.

-Robin, já é tarde. -digo, a serviçal olha para o chão, Robin sorri e me olha, se aproxima me dando um celinho, mas o empurro. -O que faz com ela? -perguntei, ele da uma risadinha rápida e debochada, me segurei ora não dar um tapa na cara dele. -O que foi seu cretino?

-Está com ciúmes? -ele pergunta, cruzo os braços e fecho os olhos, respirei, e neguei com a cabeça. -Sim, você está. -ele afirma, dando uma risada, me levou pra perto da serviçal, ouvi o coração acelerado dela, olhei nos olhos dela, mas Robin me puxou antes que eu fizesse besteira.

-Qual é, Robin? Tem medo que eu faça algum mal a ela? -pergunto debochada e fazendo bico, estávamos no meu quarto, ele faz um careta pra mim e retribui. -Eu não ia fazer nada. -digo.

-Mas pensou, e isso me preocupa, você mesma me disse. Que o excesso de raiva faz seu bebê se sentir... Sei lá, ele te prejudica, mesmo se não estivesse formado. -ele diz, viro meu rosto, vou para cama e me deito, ele faz o mesmo, mas virado para o outro lado.

Acordei no meio da madrugada sentindo uma coisa na barriga, me viro para o outro lado e vejo a cama vazia, olhei ao redor, mas senti uma contração, gritei, mas nada, nada de curandeira, nada de Robin, nada. Me levantei da cama e fui andando pelo corredor, não tinha guardas, o castelo inteiro não podia estar vazio. Ouvi uns barulhos vindo de um quarto, abri a porta e não pude acreditar, Robin estava com aquela serviçal.

-Que porra é essa, Robin?! -grito, ele me olha se cobrindo e ela faz o mesmo, ele faz aquela cara de "Agora deu ruim", e acho que ele sabe que tá muito ferrado comigo. -Tá de brincadeira comigo...? Quer saber? Não quero mais sua ajuda. -digo enfim tentando sair, mas senti outra contração e me curvei, dessa vez meu pai apareceu.

-O que foi? -ele pergunta, logo vê Robin, estava de cabeça baixa e envergonhado, tinha mentido pra mim. -Como pôde fazer isso? -meu pai me leva até o meu quarto, me deitou na cama, e eu só tinha ele.

-Pai, por favor, você vai ter que me ajudar. -imploro, logo senti algo saindo, fiz uma pouco de força, eu apertava os lençóis e tinha vontade de chorar.

-Regina, vai ter que empurrar mais. -ele diz, fiz mais um pouco de força, é como se eu fosse morrer, fiz mais um pouco de força, mas ainda doía.

-Eu não consigo! Não consigo!

-Consegue sim, empurre! -ele diz, mas não funciona bem, eu já estava mergulhada no meu próprio suor, minhas próprias lágrimas, mas vejo Robin entrar no quarto, não aguentei olhar pra ele. -Regina, o bebê está virando, vai ter que empurrar mais. -ele diz, Robin não quis se proximar, mas ficou esperando. Empurrei mais um pouco, e ao ouvir um choro baixo, me solteira na cama e comecei a chorar. -É uma menina. -ele diz, mas não queria nem olhar para o bebê.

-Manda ele embora. -digo com os olhos marejados, meu pai pega o pano escrito Jin e enrola o bebê, colocou-a em meu colo, tentou pelo menos, mas eu não queria nem olhar pra ela. -E ela também. -ele não hesitou em leva-la embora, apenas a colocou no colo e levou para o quarto dele.

-Vamos, Robin. Ela não que saber de você. -ouço dizer, e logo os dois saem.

Minhas pernas estavam estremecidas, eu estava suada, chorando, não sentia minhas pernas. Tentei me levantar da cama, mas eu estava meio zonza, me apoiei no criado mudo, olhei pra minha cam toda ensanguentada, senti minhas presas endurecerem de novo, e logo me dei conta. Se eu sou uma Híbrida, minha filha também é. Consegui usar a magia para trocar aquele lençol, andei lentamente até o quarto do meu pai e vi Robin com Jin.

-Robin, fique longe dela. -ordeno, mas tudo que ele faz é me olhar e se posicionar na cama, Jin estava dormindo, me aproximei dela e olhei pra Robin, tinha os olhos claros, ele apenas ficou na porta. -Não quero você perto dela por um bom tempo. -digo pegando Jin no meu colo, ela era muito branca, mas não tinha dentedentes ainda, então, vai demorar pra saber.

-Não, Regina, ela é minha filha também. -ele diz, mas eu levo o bebê para o meu quarto, tinha pequenos fios de cabelos castanhos, era muito bonita. -Regina, por favor, ela também é minha filha! -ele diz, novamente, mas coloco a bebê na minha cama e vou o empurrando pra fora.

-Robin, você estava transando com uma serviçal, e isso não é do seu feitio, Locksley. -digo, mas logo o sinto me puxar para um beijo, e ao ver que não correspondo e ele se afastou. -Agora é tarde demais. -digo e fecho a porta na cara dele.

Sentei ao lado de Jin, ela abriu os olhos e riu ao me ver, ela brincava com minha mão. Mas daí ela começou a chorar, obviamente estava com fome, peguei ela no colo e me ajeitei na cama, desabotei meu vestido e a coloquei ora mamar. Era muito estranho, não pude segurar minha risada. Eu ainda sabia que Robin estava na porta, mas essa noite eu não quero saber dele. Quando Jin parou, usei minha magia para colocar um berço no quarto, minha magia já tinha melhorado um pouco. A coloquei no berço e ela dormiu rapidamente, fui pra minha cama e dormi.

Acordei umas oito da manhã, vi Robin sentado no pé da cama, me levantei e vi ele com um pequeno vestido, ele me entregou sorrindo e se levantou, mas eu o puxei pelo braço.

-Onde encontrou isso? -pergunto, ele apenas sorri ao me ouvir, mas não poderia lerdoá-lo pelo que ele fez, não assim tão cedo.

-Eu comprei. -ele diz, olho para o vestido e era feito de seda, tinha um pouco de veludo, parecia ter custado um olho da cara. -Foi um pouco caro, mas vai valer a pena. E é sério, me desculpa por ontem, você pode transar com outras mulheres e eu não? -ele diz brincalhão, me fazendo rir.

-Robin, você me traiu. Me diz, depois que eu engravidei, quantas pessoas eu me envolvia fora você? -pergunta, ainda bem que ele não sabia da Malévola, dei uma aliviada por isso, mas ele me olha desconfiado.

-Que eu saiba, nenhuma. Mas eu desconfiou de você. Eu nunca te traí, nem quando te conheci, mas eu sei da Emma, da Ruby, e da Branca. -ele diz, fico de rosto baixo, ele leva a mão até meu ombro e levanta meu queixo. -E me diz, eu me importei com algumas delas?

-Não. -digo, enfim ele me abraça, me apertando forte, eu estava com o vestidinho nas mãos, logo o coloquei na cama. -Venha. -levo ele até o berço, mas acho que ele já tinha chegado perto. -Se eu ver aquela serviçal com você, tenho duas caixinhas vazias, uma pra cada um. -digo, ele pega Jin no colo e começa a pagear, apenas sorri, mas fiquei com ciúmes.

-Vai chama-la de Jin mesmo? -ele pergunta, afirmo que sim e vou até minha penteadeira me arrumar. 



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