História A Híbrida - Capítulo 18


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Chapeuzinho Vermelho, Erótico, Evil Queen, Foda-se, Hoodmillsfamily, Lana Parrilla, Lobisomens, Once Upon A Time, Ouat, Outlaw Queen, Outlawqueen, Red Queen, Regina Mills, Robin Hood, Sean Maguire, Seana, Vampiros
Visualizações 39
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Ao Lado da Escuridão


Fanfic / Fanfiction A Híbrida - Capítulo 18 - Ao Lado da Escuridão

UM ANO E MEIO DEPOIS

Jin já tinha crescido um pouco, já andava, uma menina linda e muito parecida comigo. Eu continuava indo até aquele lugar com Ruby, além do mais, só eu podia ajuda-los então aceitaram que eu os ajudasse. Jin já dormia comigo e o Robin na cama de vez em quando, então, da pra imaginar que fiquei sem sexo por um bom tempo. Roland passou a morar conosco já que ficava com Belle, ele sentia pequenos ciúmes de Jin, Robin dava mais atenção a ela por ser apenas um bebê.

Estava andando com Jin pelo curral, hoje, HOJE, ela adora cavalos, ela tem um, me implorou pra eu comprar um cavalo pra ela, era branco, crinas pretas, lindo. Mas não se dava bem com Nero, meu cavalo.

-Mamãe, posso montar na Lídia? -ela pergunta, Jin batizou a égua de Lídia, gostava muito, mas, como ela ia crescendo, ia ficando pálida, eu sempre pedia para ver os dentes da, ainda não tinha nada.

-Claro. Venha. -digo a pegando no colo, eu amava gira-la no ar, ela dava umas risadinhas, era o melhor som que eu já ouvi. -Quer dar um passeio? -ofereço, ela afirma com a cabeça e a coloco no seu cavalo.

-Cadê o papai? -ela pergunta isso a cada meia hora, Robin vivia saindo pra caçar, então, eu sempre dizia uma coisa e ainda não mudei. -Sinto falta dele.

-Ele saiu pra trabalhar, e só saiu faz uns dez, quinze minutos. -digo, que eu estava enganando, também se tia saudades de Robin. Fiquei um tempo com Jin no cavalo, mas logo a coloco no colo e levo pra dentro.

-Mama, já tá tarde? -ela pergunta, apenas nego com a cabeça e sorrio, ela começou a cochilar nos meus ombros, já era a hora dela dormir, ela cochilou e dormiu nos meus ombros.

A coloquei no berço e fiquei na minha penteadeira, Jin não fazia ideia de quem eu era, quando eu saía, ela vivia perguntando por mim. Ouço alguém abrindo a porta, vi Roland com um travesseiro branco na mão, ele tinha pequenas olheiras.

-Tia, posso dormir aqui? Não consigo dormir. -ele pergunta, afirmo com a cabeça e vou para a cama, abro meus braços e ele põe o travesseiro no meu peito e deita. -Eu sinto sua falta, tia. -ele diz me fazendo sorrir.

-Me desculpa se não te dou muita atenção, eu... Preciso cuidar da Jin. -digo, ele me olha com aqueles olhinho cor de mel. -Mas, o Robin não fica com você?

-Não. O papai tá sempre saindo, e eu não gosto daquele Isaac, ele é muito implicante. -ele diz, Isaac era um dos meus guardas, tinha olhos azuis e cabelos loiros, mas não era brincalhão. -E o Marco? Eu sinto falta dele. -Marco, também um guarda que cuidava do Roland, era um brincalhão, daria um bom bobo da corte.

-Bem, os dois estão ocupados, Marco está nos estábulos, eu acho. -digo, comecei a coçar a cabeça dele, a pagea-lo, ele demora mais para dormir. Ele dormiu um tempinho depois, mas logo vejo Robin abrindo a porta, ao me ver com Roland ele sorriu.

-Que bonito. -ele diz irônico. -Como vão meus três amores? -ele pergunta, se aproximando e dando um beijo na minha testa. -Vou leva-lo pro quarto dele. -Robin pega Roland do meu colo e o leva para o quarto.

-Finalmente. -digo depois de uns dois minutos, soltei um bocejo, ele então se aproximou de mim e sentou ao meu lado fazendo um sinal com os braços, como se quisesse me abraçar. -Sério? -pergunto.

-Sim. Deita aqui. -ele diz, deitei em seu peitoral, ele me abraçou, coçou minha nuca. -E a Jin? Já está bem? -ele pergunta, fecho um pouco meus olhos, e logo em seguida abro.

-Ela tá ótima e eu quero dormir. -digo, ele acaba rindo e me aperta mais um pouco, senti ele dar uma suspirada no meu cabelo.

Eu já tinha acordado, era madrugada, estava andando pela floresta, sozinha, até que vejo Branca, ela estava sozinha e me olhando como se dissesse: "Te peguei.", e ficou me encarando.

-Então, Regina, eu e David planejamos uma coisa. -ela diz, cruzei os braços, encarei meu redor, estava vazio. -Eu quero me entregar. -ela diz, e aí tem coisa, fiz um olhar de desconfiança e fui dando passos curtos para trás.

-Assim? Sem mais nem menos? -pergunto desconfiada, e me aproximei dela, segurei o rosto dela nas mãos e olhei seus olhos. -Diga a verdade pra mim. -ordeno, e logo fico paralisada, não conseguia mexer o corpo, apenas a cabeça. -Desgraçada!

Alguns guardas vieram e conseguiram fazer eu me mexer, não conseguia usar minha magia, mas fiz uma cara de preocupação e olhei para trás, para o meu palácio. Mas mesmo preocupada com Jin, não podiam saber que eu tinha uma filha. Eles me colocaram numa carruagem com a mesma roupa, e lá estava frio, comecei a me aquecer com meus braços. Um dos guardas ficou olhando ora mim, cruzei os braços ora tapar o decote, o que o fez virar o rosto.

-Sem vergonha...! -sussurro pra mim mesma, a sorte é que era noite, então, não tinha perigo em alguém me ver. Fiquei pensando na Jin a viagem toda, no Robin, se eu não voltasse ele ficaria preocupado, minha filha sentiria minha falta, e o Roland também.

Cheguamos, enfim, naquele castelinho dela cheio de firula, os guardas me puxaram pelos braços e me seguraram, eu sentia vontade de chutar as bolas de cada um, pra isso eu não precisava de magia. Mas aquele Guardinha ainda olhava pro meu decote, não resisti, passei ao lado dele e chutei suas bolas.

-Bem feito! -disse outro guarda enquanto via o outro se contorcendo no chão, olhei com meu olhar clássico para o que ria.

-Quer levar um também? -pergunto, ele se calou, me colocaram dentro do palácio, os guardas estavam apertando meus braços, deixariam marcas depois. Os empregados daquele castelinho de merda ficavam me olhando, encontro quem no caminho? Emma, ela me olhou rápido, mas logo saiu, com certeza falaria comigo a noite.

Me deixaram numa cela na torre, com visão para o povo dela, era um bando de bocós, haviam algumas pessoas com crianças, eu admirei, talvez um futuro que eu nunca tivesse, comecei a entristecer, e logo ouço uma espada batendo nas grades.

-Tome. -Branca estava me oferecendo comida, mas apenas voltei a olhar pra janela, ignorando-a. -Regina, pegue. -ela pediu novamente, mas não dei ouvidos, fiquei olhando pra janela pra esconder os olhos marejados.

-Não sinto fome. -digo, passando a mão no meu cabelo, estava sem o brilho, estava horrível. Voltei a olhar pra Branca, tinha uma maçã, por mais que eu gostasse, não queria. -Escuta, não quero nada que venha de você. -termino, saindo de onde eu estava e me deitando na cama.

-Você tem que comer. Precisa.

-Mas não quero. -grito, pus as mãos no rosto, me virando de costas para ela. -Você não tem mais o que fazer?

-Emma me contou o que viu. Parece que você estava... Grávida. -ela diz, me levantei assustada, segurei nas barras da grade e meus olhos se escureceram. -Faz dois anos quase. Pode me falar dela?

-Por que o que acontece comigo te interessa? Se eu tive ou não uma filha, é problema meu. -digo, ela deu de ombros e saiu, me encencostei na cela e escorreguei até me sentar, comecei a chorar só de pensar que não veria minha filha mais, nem Robin e Roland, minha maquiagem começou a borrar com o choro, limpei com minhas próprias mãos. -Ah, Jin... Já sinto saudades... -sussurro, indo pra cama e me deitando de novo.

O tempo da noite não passava, pareciam séculos, e mal se tinha passado uma hora, meus pés não paravam de se mexer, eu estava roendo as unhas, apertava meus cabelos, batia os pés no colchão. E nenhum bocejo.

No mesmo segundo que vi o sol saindo, me levantei correndo, fui até a janela, não dava pra ver muito, mas um pouco, meu rosto estava inchado por causa do choro, rapidamente disfarcei aquilo e fui até as barras, eu estava com fome, mas fome de coisas diferentes.

-Porra! -sussurro, olhei no redor e estava vazio, as barras eram de prata dessa vez, pensaram bem. Comecei a andar de um lado pra lá, estava nervosa, estava com fome.

-Regina, tenho algo pra você. -David diz, não acredito que estava de pé essa hora! Ele tinha o mesmo guarda que eu chutei, ele estava com medo de levar outro chute. -Com. Certeza você está com fome, então, eis seu alimento. -ele abriu a cela e jogou o guarda no chão, tinha os braços amarrados, e se sentou para ter uma visão melhor.

-Eu posso te matar agora sabia? -digo, ele achou que é blefe, pus a mão nas minhas presas, fazia uns meses que eu não usava, fui o deitando bem devagar, ele estava sorrindo. -Eu não vou me envolver com você, Sr. Decotado, vou fazer uma coisa muito pior. -digo, sorrindo e dando a ele acesso as minhas presas, ele assustou, tentou se afastar, mas eu era muito forte para uma mulher, segurei seu braço e mordo seu pescoço. O sangue dele era diferente, mais salgado, era ruim, mas quando se tem fome...

-Meu Deus,... Você é um monstro! -ele diz quando termino, saiu correndo e eu apenas sorri e me deitei, ali mesmo no chão, fazia tempo que eu não bebia algo assim... 



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