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História A história de Jade e André - Capítulo 1


Escrita por: HatSori

Notas do Autor


Eu tô desde maio com essa história, então a minha evolução é óbvia, logo, o final é muito melhor do que o início em questão de naturalidade com a minha escrita.

Capítulo 1 - Visita surpresa dela muito amor


Lentamente, a porta do quarto era aberta, fazendo com que uma grande quantidade de luz entrasse no cômodo escuro, anteriormente iluminado apenas por uma tela de computador.

– AAAAHHH!!!– O moreno grunhiu por conta da luz que foi diretamente para seu rosto, assim indo para trás e se inclinado nas rodas de trás do assento, caindo com cadeira no chão.

– ANDRÉ!?– A mulher gritou entrando no quarto e indo até o namorado que estava confuso. A maior levou as mãos até a cabeça dele para analisar se não havia nenhum ferimento lá, e felizmente, a queda não parecia ter sido nada demais. 

– Jade…?– Disse o garoto, enquanto analisava aquela que estava agachada acima dele com uma expressão preocupada. Os lábios grossos eram lindos, junto dos olhos azuis e curtos capilares dourados– O que tá fazendo aqui, amor?– Ele disse se virando e se levantando.

– Como assim? Não posso ver meu namorado não?– Perguntou ela com um tom malicioso.

– Você mora a 38 horas daqui, podia ter me avisado que estava vindo… eu teria arrumado a casa...– Falou ele, olhando para  uma pilha de papéis amassados com anotações ao redor de um cesto de lixo e uma mesa pequena onde estava o computador.

– Você sabe que eu não aviso– Ela falou rindo– E outra, eu tô me mudando pra cá, eu tava indo comer algo mas antes decidi vir te fazer uma visita, só que ninguém abriu a porta e como sei que você não sai de casa eu pensei que algo tivesse acontecido e usei a minha chave– Ela falou coçando a nuca num gesto de nervosismo– E… bom, você tem trabalhado tanto esse mês, que quando me avisou ontem que terminou o projeto eu…– Ela mordeu levemente o lábio inferior, com uma expressão que deixou o rapaz arrepiado, olhando-o com os olhos entreabertos– Eu queria te dar um tempo pra se divertir, como uma boa namorada faria, ou algo assim– Ela não era boa com palavras, muitas vezes as copiando de suas amigas ou de filmes e séries, mas as vezes elas se "encaixavam" nas situações perfeitamente.

– Heh, você não muda, não é?– Ele disse já de pé, se aproximando da garota, com suas mãos nos bolsos da bermuda. Ambos ficaram em silêncio, até que André foi até a maior e sentiu ela passar a mãos atrás de sua cintura e sua nuca, enquanto ele repetia o gesto com ela, porém, apenas na sua cintura. Ele não deixava de olhar para os lábios dela, que antes se mantiveram em um sorriso, mas agora, estavam levemente abertos, ficando cada vez mais perto dos dele, que logo se encostaram nos dela, assim, ela o puxou para mais perto pela cintura e nuca de forma violenta e abrupta como de costume, fazendo a língua de ambos se chocar e começar a se enrolar uma na outra, onde ela fazia de tudo por mais espaço na boca dele, que tentava fazer o mesmo mas sempre era "vencido'' por ela. O rapaz apertava a bunda e coxas na garota com força, deixando marcas na pele clara dela, que demonstrava durante o beijo adorar quando ele colocava suas mãos no interior de sua coxa. A loira empurrou ele na parede de seu quarto, derrubando uma luminária e alguns livros no chão. O jovem não se importou com aquilo e apenas se concentrou nela que o prensou contra a parede e o levantou, fazendo ele deixar suas pernas atrás das dela e sentindo ela repetir o gesto, apertando a bunda dele. O rapaz sentiu ela levar a sua mão que estava em sua nuca até o abdômen dele por baixo de sua blusa e a levantando. André então, levou suas mãos até o rosto da loira, deixando ambas em seu maxilar enquanto ela retirava a camiseta dele com tremenda facilidade. 


– Voxê xabe que eu não mudo!– Ela respondeu a frase de momentos atrás enquanto distribuía beijos no pescoço dele, jogando a blusa no chão enquanto deixava uma de suas mãos embaixo dele a outra estava no maxilar do mesmo, voltando a beijá-lo de forma agressiva.


O beijo seguiu assim, até que o interfone pode ser ouvido, fazendo o moreno e a loira pararem de se beijar e se encararem com olhos arregalados.


– Você não chamou ninguém sem me avisar não né?– Perguntou o rapaz com a voz rouca, num tom de decepção.


– Não… tá esperando alguém? Ou é uma entrega?– ele balançou a cabeça negativamente, enquanto os olhos dela pareciam o de uma criança que se segurava para não devorar um doce antes do almoço, que era recebido por uma expressão nervosa do moreno.


– Pode me pôr no chão?– Ele perguntou vermelho ao perceber a sua situação, com as mãos dela em sua coxa e bunda.


– Sabe que eu posso te carregar, né?– Ele brincou aproximando o rosto dele com um sorriso convencido.


– Sim, eu sei, mas eu sei que você prefere que eu vá andando– Ele retrucou a imitando aproximando seu rosto.


– Ah é? E por que eu iria preferir isso?– Ela perguntou o colocando no chão, enquanto ele ajeitava o cabelo.


– Simples– Ele colocou a camisa e ajeitou o cabelo e se virou, sorrindo de canto– Papo deix, tu deve que ama' ve' minha bunda– Ambos riram enquanto ele ia até a porta, a abrindo, sendo surpreendido por uma senhora de cabelos castanhos como o dele.


 Puta que…


– OI Mamãe!– Ele falou abraçando a mulher que o abraçou de volta.


– André, meu filho, como é que tu tá?– A pequena entrava no apartamento enquanto ele fechava a porta.


– Tô ótimo e a senhora?– Ele apertou a mão dela– Bença?–Ela apertou a mão do filho.


– Deu te abençoe meu filho, e eu tô ótima, graças a Deus!


– Sim…


– Nossa, mas tu tá precisando contratar uma diarista pra isso aqui, não acha não?– Ela disse olhando envolta.


– Não precisa de diarista não, eu só não pude cuidar muito da casa porque tava trabalhando– falou desconfortável, antes de ouvir uma sequência de barulhos em seu quarto.


– O que foi isso?– A mais velha perguntou.


– N-NADA!– Ele respondeu.


– Hey, André, onde é que você deixou aquele livro de filosofia que te dei?– A voz que vinha do quarto fez o moreno querer nascer de novo por conta da vergonha.


– N--Na segunda gaveta do criado mudo– A pequena mulher então olhou para ele com uma expressão de raiva e foi até o quarto do garoto, que nem ousou tentar pará-la. Ela olhou pela porta, vendo a loira fuçando na gaveta do moreno, usando um shorts jeans e uma camisa azul escuro larga.


– Oi, "Jadi", tudo bom?– Perguntou a mulher com um sorriso falso.


– Heh?– Jade se virou e franziu o cenho– O--Oi– Ela pegou o livro e se levantou, ficando de pé na frente da menor.


 – Eu não sabia que tu tinha chamado a tua namorada– A mulher olhou para André que ia até o quarto.


– É que a senhora não me avisou que 'tava vindo– Respondeu desconfortável.


– E eu tenho que avisar?– Os três ficaram quietos, enquanto André só pensava em uma coisa…


Isso é algum tipo de déjà vu?


– Eu sabia que tava perfeito demais...– Jade sussurrou para o namorado.


– Hey, calma aí!– Ele respondeu sussurrando de volta.


– Bom, eu só vim aqui ver como é que tu tava e falar que amanhã suas primas e tias tão vindo lá em casa, tu vem?


– Sei… eu vou tentar i--


– Vamos adorar ir!– A Loira disse interrompendo André.


– Entendi, bom, tô indo embora– A mulher foi para a sala e os dois jovens suspiraram, antes de segui-la até a porta.


– Amanhã eu e a Jade vamos lá, tá?


– Hurum– A mulher disse passando pela porta– Tchau meu filho, tchau "Jadi".


–Tchau mamãe– Ele disse fechando a porta, logo, o casal suspirou– Tá com fome?


– Sim, muita! Não comi nada hoje– Jade se escorou na porta e deslizou até o chão, suspirando.


– Vou só organizar a casa e a gente sai pra comer algo, tá?– O moreno disse sorrindo.


– Tá– Jade sorriu de volta.



A dois anos atrás, o casal se conheceu, em uma viagem de André até a cidade da garota, onde ambos se conheceram em um bar, beberam juntos e compartilharam um quarto de hotel. Desde então, eles iniciaram um relacionamento á distância, onde se viam uma vez a cada dois meses, onde André a visitava ou vice-versa. O casal sempre foi bem diferente, André dos Santos, um rapaz pardo de cabelos pretos crespos, o rapaz tinha 1,67 e era bem magro para um homem de 23 anos. Ele era bem diferente da garota chamada Jade de Souza, com a mesma idade era forte e alta com 1.93, trabalhando na empresa da família enquanto cursava direito. Por conta desse relacionamento a distância e de ambos serem bem diferentes, a mãe do rapaz não gostava e achava esquisito, não só ela, até os amigos de Jade e de André pensavam aquilo.





– Hey, você vai pedir o que?– Jade perguntou com um tom de voz calmo,  enquanto mantinha os olhos no cardápio.


– Não sei… nunca comi esse aqui, tá a fim de testar?– Perguntou André, mostrando o papel para a maior, apontando para a imagem de um prato. Jade ajeitou os óculos e olhou para o cardápio, pensando se aquilo seria gostoso ou não.


– Não faz mal comer esse tipo de coisa de vez enquanto, vamos pedir– O moreno acenou e um rapaz foi até eles. Após ambos pedirem, começaram a jogar conversa fora.


– Esqueci de perguntar, pra onde você vai se mudar?– O rapaz perguntou.


– Eu deixei a maioria das minhas coisas na casa da minha amiga, vou passar uns dias lá mas tenho um lugar em mente– Falou antes de dar um gole no copo com água.


– Onde?– A garota sorriu de canto, achando engraçado o quão lerdo ele podia ser às vezes.


– Sua casa, poxa– Ela falou rindo deixando André de boca aberta e bochechas e orelhas vermelhas– O que?


– É-É que… eu não esperava por isso…– Ele disse sorrindo com as bochechas que queimavam.


– Hehe, você não gostou?


– Q-Que? É claro que gostei, eu tô realmente feliz– Ele sorriu e colocou a sua mão por cima da de Jade, sorrindo enquanto descansava o rosto sobre a própria destra.


– Ótimo...– Ela sorriu enquanto se aproximava do namorado, ele fez o mesmo, assim, a garota colocou a mão em seu rosto e eles de leve encostaram seus lábios, dando um beijo lento, tentando não fazer "uma cena" no restaurante. Sem pressa, André mordia o lábio inferior da garota, enquanto Jade deixava sua mão sobre a lateral do rosto do moreno. As trocas de leves carícias vindas da maior eram constantes o que provavelmente deixava a cena cômica para aqueles que viam de fora.


– Huhh…– O Casal rapidamente, separou o beijo, vendo um homem com os seus pedidos na mão– S--Seus pedidos– Ele os colocou em cima da mesa enquanto os três permaneciam em silêncio em meio aquele ambiente constrangedor.


Após a saída dele, ambos se encararam e caíram na risada, antes de começarem a comer.


...


Algumas horas depois, André abria a porta, por onde passava uma Jade cansada, que se jogou no sofá, se deitando de bruços.


– Fuaaaa! Eu tô mortaaaa!!!– O rapaz se segurou para não brigar com ela, ela sabia que era um perigo para alguém do peso dela se jogar em um sofá "mequetrefe" daquele, mas não é como se ela fosse ouvir aquilo que ele disse, ele já havia aprendido nos últimos anos que esse tipo de coisa entra por um ouvido e sai pelo outro– Caminhar até a casa da Ana vai ser uma desgraça!


– Bom… você não precisa ir até a casa da Ana...– Disse enquanto mexia nos próprios cachos como quem não queria nada mantendo seus olhos na bunda da garota e em suas coxas.


– Ainda 'tão aqui?– Disse ela, se referindo a um par de roupas da sua última visita.


– Sim… tem aquele shampoo seu aqui, eu nem toquei nele já que bom...– apontou para o próprio cabelo– O seu é pra liso... Bom… eu tô precisando de um banho, então eu vou primeiro, tá?– Disse retirando a jaqueta preta que estava por cima da blusa azul marinho. 


– Tá bem– Ela disse, enquanto como um felino, via o namorado retirar a peça de roupa superior e a jogar em um cesto de roupa suja, antes de pegar uma toalha e caminha apenas com a bermuda jeans e os chinelos até o banheiro, olhando para trás e cruzando o seu olhar com os olhos entretidos que estavam por baixo do óculos preto, assim sorrindo e fechando a porta atrás de si. Jade então esperou pelo som do chuveiro que aparentemente estava no quente e começou a se debater e rolar pelo sofá fazendo sons esquisitos que indicavam felicidade enquanto abraçava uma almofada.



A loira estava deitada sobre a cama box de casal do rapaz, com as suas costas escoradas na parede enquanto lia o livro de mais cedo, com o óculos sobre o criado mudo e trajada com um pijama de "conjuntinho" azul bebê. Era possível ouvir o relógio de parede da sala vibrar conforme as horas passavam, e aquela deveria ter sido a segunda vez que ele vibrou desde que eles tomaram banho. Estranhando que o seu amado moreno estava fazendo algo na cozinha, coisa que era estranha dele, que nunca comia após escovar os dentes. Talvez ele estivesse apenas tomando água, mas demorava muito, assim, ela se questionava se deveria ir ver ou não. 


A garota então, olhou para o teto e pensou em algumas coisas nas últimas semanas.


A memória mais forte para ela, foi a de sua amiga Anna, dizendo que não entendia como aquela garota linda namorava o jovem moreno, que não dormia direito e nem tinha um trabalho bom.


A loira suspirou e fechou o livro, o colocando sobre o criado mudo e se levantou, indo até a cozinha e vendo lá o garoto que mexia na geladeira, procurando algo.

–Tá com fome?– Ela perguntou.

– Não, só quero vê' se tenho ingredientes pra fazer algo pra levar amanhã– Ele respondeu sorrindo– Não queto comprar nada.

– Como sempre, preguiçoso.


Quebra de tempo


O casal entrava no quarto, até que ela viu as luzes de fora do quarto serem desligadas, indicando o óbvio, com André entrando no quarto com uma regata cinza escuro e um shorts de educação física. O jovem foi até a ponta da cama, fitando os mirantes índigos, os capilares flavescens e seus lábios grossos. Descendo cada vez mais seus olhos, observando os braços fortes da garota, seus seios pequenos e descendo cada vez mais, notando a barriga chapada que ficava bem visível naquela roupa; aquilo que era uma das coisas do físico da garota que mais o atraia, junto de sua cintura larga e coxas grossas bastante definidas… ele ansiava por ela, como nunca ansiou por algo antes.

Já a jovem, o via ir até ela, com seus braços se dirigindo para sua cintura e nuca, a deitando na cama e beijando-a, sentido a garota o apertar com seu braço e segurar sua cabeça com o outro. O rapaz mordeu o lábio inferior da parceira, antes de distribuir beijos pelo pescoço dela, enquanto subia a camisa da mesma. Retirou a peça e vidrou no corpo dela, analisando os seios pequenos da mesma, antes de se aproximar da área e distribuir mais beijos no centro deles, antes de forma brusca começar a lamber o seio de Jade, que sorria enquanto sentia ele massagear o esquerdo enquanto "brincava" com direito. 

André terminou com aquilo e continuo a beijar o corpo dela, descendo pelo abdômen dela até a área coberta pelo shorts. Ele sorriu e segurou na peça de roupa, a retirando junto da calcinha de renda da mesma, tendo a visão do membro ereto da garota. O moreno olhou para Jade, vendo o rosto branco ruborizar, fazendo-o sorrir e se aproximar do membro, sentindo o quão quente ele era. Abriu a boca o máximo e levou o membro a boca, o que era difícil pelo tamanho e grossura, mas ainda não quebrava o contato visual e nem engasgava, aquilo era doloroso, ter que manter o pau da namorada dele na boca e tomar cuidado para não encostar seus dentes nele para não a incomodar, mas não é como se ele não estivesse acostumado e nem soubesse como fazê-la se deleitar com aquilo. Pouco a pouco, o membro estava na boca dele, até que estava até a base dentro da boca dele.

– ah!– Ela gemia, ele sabia muito bem como uma garganta profunda era letal em uma situação como aquela– Desse jeito!– Colocou a mão sobre a cabeça dele, mantendo um dos olhos abertos e gemendo enquanto ele chupava e lambia o membro e mexia a cabeça para cima e para baixo– A--André… eu não vou aguentar… vou gozar mô– Ele não quebrou o contato visual, até que sentiu o líquido quente preencher a sua boca. O gosto amargo não era bom, e aquilo era grosso e consistente, mas ele gostava que fosse dela, então não reclama. A mulher retirou o membro da boca dele e de forma violenta segurou o rosto do mesmo– Engole– Ela disse num tom sério e com a expressão que se encaixava a frase, com seus olhos semi-cerrados fitando os dele. O menor engoliu o líquido– Abre a boca– Ela sorriu e ele fez, abrindo a boca e a mostrando que engoliu tudinho.

– Eu não perco o jeito– Ele sorriu e foi beijado pela garota, de forma violenta, antes de ser deitado e ser despido por ela, o fazendo corar.

– Você emagreceu...– Ela falou jogando a blusa dele para longe– Se não se cuidar vou acabar te quebrando durante a foda– Ela beijou a bochecha dele, deixando-o levemente envergonhado e recendo uma confirmação com a cabeça. Ela repetiu o ato dele, beijando o corpo dele enquanto retirava a box e se deliciava com a visão do membro dele, duro feito pedra e repleto de pré-gozo– Babão!– Ela brincou antes de começar a fazer oral no rapaz, que cobria o seu rosto com um braço e segurava a cabeça da garota pelos cabelos curtos. Ela não tinha tanta habilidade com ele, às vezes se engasgando e não mantendo tanto o contato visual, mas ambos sabiam como fazerem o outro chegar ao êxtase, o que fazia os desleixos de Jade não importarem.

– Jade...– Ela então, retirou o membro da boca e o masturbou, colocando ele na frente de seu rosto, antes de uma quantidade enorme de semen saltar do membro do jovem e sujar o seu rosto. Ela mantinha um sorriso largo no rosto, se deliciando mais com a visão do jovem que estava sem fôlego e vermelho

– Eu não aguento mais…

– Nem eu, mô...– Ela passou a mão no rosto, tirando o gozo dele e lambendo a mão.

– Me fode logo, sua puta!

– Você fez?– Ela disse se referindo a limpeza com a chuca(xuca).

– Não… eu não tava me sentindo muito bem, mas tá tranquilo– Ela assentiu e se levantou, indo até o criado mudo dele. O jovem a via abrir a embalagem roxa e colocar o preservativo como se estivesse hipnotizado no membro.

– Eu quero de frente– Ela disse, indo até a cama e colocando o pênis sobre o de André– O que acha?

– P--Porque de frente?– Ele corou.

– Quero ver o seu rosto enquanto te fodo– Ela falou seca, deixando o jovem ruborizado. André assentiu e Jade sorriu de orelha a orelha, deixando a ponta do membro encostar na "entrada". Ela se deleitava com as reações que André tinha para cada mísero movimento que ela fazia.

– A--

– Oi?

– anda logo...– Ela sorriu.

– Repete mais alto, amor…

– Anda logo– Ele aumentou o tom de voz, mas ela não achou o bastante.

– Repete pra mim, ou então eu não vou saber o que tenho que fazer– Aquela parte era bem recorrente entre eles, mas ela não se cansava de o provocar.

– ANDA LOGO!

– Sim senhor!– Ela enfiou a cabeça, fazendo ele deixar um gemido escapar, deixando ela formar um sorriso.Ela bruscamente enfiou o membro por completo, fazendo o jovem revirar os olhos e apertar o pau dela– Eu vou ir com força, tá bem?– Ele balbuciou algo, mas ela já sabia muito bem a resposta, aquela não foi a primeira vez que ambos estavam naquela situação, e ela sempre gostava de o ver assim…

Jade começou a mexer a cintura, de forma não muito lenta nem rápida, mas usando bastante força em cada estocada no namorado, fazendo-o gemer e apertar ela ainda mais.

– Você ama quando eu te fodo assim, não é? Confessa– André cobriu o rosto enquanto ela estocava nele, fazendo-o gemer de forma fraca, deixando-a excitada– Hey, eu tô falando com você!– Ela agarrou os braços dele os tirou da frente do rosto do namorado, fazendo ambos se olharem olho á olho.

– E--Eu… eu amo isso.

– Fico feliz que ama, porque eu não vou parar– Ela beijou André enquanto mexia o quadril com força e aumentando a velocidade, dando tapas na coxa do rapaz e tendo as costas arranhadas por ele, que cruzou as sua pernas atrás da cintura dela.  

– Não era você que ia me foder com força?– Sussurou no ouvido da loira, a provocando.

– Ah… então você quer que eu te foda com força?– Ela segurou o o pescoço dele e o virou, deixando-o de quatro– Amanhã não reclama das dores– Ela deu um tapa na bunda do rapaz– Putinha do caralho!– Ela o penetrou com força, com uma mão ela segurava os dois braços dele pelas mãos do mesmo, enquanto com o a outra ela segurava afundava o rosto do rapaz na cama, fodendo ele e ouvindo os gemidos altos abafados pelo coxão. Ela soltou os braços dele e o puxou para perto, levantando-o e o deixando suspenso no ar, enquanto mexia seu quadril rapidamente, fazendo o som do choque entre ela e ele além dos gemidos do menor ecoaram pelo quarto, ela o sufocava com uma mão enquanto segurava a coxa dele, apenas deixando uma quantidade pequena de ar passar para que ela se deleitasse com os gemidos fracos do seu namorado.

– J--Jad– Ele disse antes de gozar novamente, manchando o coxão.

– Bem na hora, eu tô pra gozar, eu...– Então, André sentiu seu interior ser preenchido pela garota, que esporrava dentro dele, enquanto ele gemia paralisado. Ela o colocou na cama e recuperou o fôlego.

– J--já…

– O--Oi?

– Já acabou?– Ele falou sorrindo.

– Você sabe que não– Ela sorriu de volta– Fodasse amanhã, eu vou te deixar sem andar por uma semana sua putinha!



Quebra de tempo



O moreno acordou, deitado sobre o peito daquela que passou a noite com ele. Ele analisava o rosto de Jade, vendo o quão bonita era ela até mesmo dormindo. O jovem decidiu se levantar, sem acordar a loira ele foi até a beirada da cama, até que sentiu as dores na área inferior do corpo.

– Aiaiai!– Ele então caiu no chão, fazendo um barulho alto, acordando a namorada, que se levantou e tentou entender o que aconteceu.

– André?– Ela perguntou com a voz sonolenta, até que entendeu que o garoto caiu da cama– M--Meu Deus!– Ela levantou da cama e foi até o namorado.

– Aaiii! Eu esqueci que dói desse jeito...– Olhou para a namorada de forma manhosa, a maior suspirou e o pegou no colo.

– Eu te disse que ia ficar assim, você devia respeitar seus limites e não me provocar...– O garoto sorria enquanto a mais alta o levava para a cama e o deitava– Eu tô te mimando demais, seu arrombado….

– Tá siiimmm, mas é porque eu te amo, então tá liberado– A mais alta suspirou e deu um beijo na testa do rapaz.




Notas Finais


Espero que tenham gostado, esse é meu primeiro hot em anos, então eu vou tentar melhorar.


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