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História A história não contada.. (DRARRY) - Capítulo 1


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Notas do Autor


em um certo momento eu desisti de deixar as coisas em negrito e itálico, enfim, boa leitura

Capítulo 1 - Capítulo 1


*P.O.V Draco Malfoy*

Algumas semanas antes da volta as aulas

Depois da guerra, papai conseguiu encontrar um lugar para a gente ficar. Não poderíamos voltar para casa pois seriamos presos por termos seguido o lorde das trevas que agora, se encontra morto.

Desde que fugimos do campo de batalha, eu tenho pensado em minhas escolhas e o quão idiota eu fui por ter me juntado a todas essas coisas... E ainda por cima, como eu pude ter escolhido ser um Comensal eu Morte?! Bem... O que aconteceu, já aconteceu e eu m posso mudar esse fato.

Eu me aproximei bastante de mamãe, conversávamos bastante, é legal. Eu me afastei involuntariamente de papai ou, ele se afastou de mim, eu não sei bem ao certo o que houve entre nós dois, muita coisa mudou inclusive, seu comportamento.

Bom, agora são 13:30 da tarde e por enquanto, eu não tenho nada para fazer então, estou em uma caminhada pela floresta que havia ali perto. Me encontrei com alguns trouxas mas, não me importei, estava pensando nas coisas, no meu futuro. Se é que eu teria um...

Chego em um espaço com poucas árvores, era bem bonito e calmo. Eu andei até debaixo de uma árvore relativamente grande e me sentei debaixo dela porém, uns minutos depois, acabo por dormir.

*Quebra de Tempo: 17:15*

Acordo de um bom cochilo, eu consegui descansar por uma boa quantidade de tempo. Me estico alongando meus músculos ainda meio relaxados. Olho para o céu e vejo que já estava anoitecendo então, levanto e vou para casa para ficar com minha mãe e ajudá-la com algumas tarefas. Começo a caminhar sem me preocupar muito já que havia decorado o caminho de volta para casa.

Vou me aproximando de casa e percebo uma movimentação dentro da casa pelas janelas então, presumo que seja mamãe arrumando um pouco a casa. Ando um pouco !ais rápido por causa da escuridão. Eu acabei adquirindo um certo pavor pelo escuro então, eu ando mais rápido quando estou nele ou, uso minha varinha.

- Mãe, cheguei – falo deixando meus sapatos fora de casa e entrando – Vim te ajudar com as tarefas aqui de casa – falo e vou até a sala onde a mesma se encontrava.

- Oi Draco meu amor, que bom que chegou. Aqui – ela me entrega alguns talheres de prata – leve-os para a cozinha, irei poli-los antes de seu pai chegar. Aliás, pode me ajudar a preparar o jantar? – ela se direciona para cozinha.

- Sim, ajudo sim! – falo e a acompanho até o espaço que agora estava compartilhado – O que iremos preparar hoje? – falo pondo um avental para não sujar minha roupa.

- Eu estava pensando em um ensopado, que tal? – ela sorri

Respondo com um balançar de cabeça e começo a pegar o necessário para a receita e começamos a cozinhar. As vezes eu soltava umas piadas meio ruins porém, que sabia que a fariam rir.

Alguns momentos mais tarde, terminamos de fazer o jantar e fomos para sala ficar esperando meu pai chegar em casa. Ficamos conversando um pouco sobre assuntos aleatórios, bem aleatórios como por exemplo, pinguins.

*Quebra de Tempo: 20:30*

  Ouço batidas na porta e vou atendê-la. Era papai que entrou sem mais nem menos trazendo poeira para dentro de casa. O olho com desdém e fecho a porta.

Vou para cozinha pegar a comida para levá-la para sala de jantar e arrumar a mesa. Coloco os pratos em nosso respectivos lugares e me sento, mamãe senta ao meu lado e papai em uma das pontas da mesa. Nos servimos e começamos a comer.

- Então... – começo a puxar assunto – Eu estive pensando e... Quero voltar para Hogwarts, terminar meu 7° ano – levo uma garfada a boca e mastigo.

- Ok, por que não? – meu pai fala levando uma primeira garfada a boca porém, ele logo para e arregala os olhos – Isso está horrível! Quem fez a comida em?!

- Eu e a... Mamãe.... – Falo com hesitação por conta do medo – Pensamos que estivesse do seu agrado... – olho pro meu lado e vejo minha mãe muito nervosa e quase chorando de medo, medo do que ele fosse fazer com nós dois.

- Que decepção, vocês dois não sabem fazer nada direito! São duas decepções – Ele se levanta

- Acho que a única decepção aqui é você, Lúcios – minha mãe fala em alto e bom tom – Enquanto você sai para ir a um bar beber, eu e MEU filho fazemos todas as coisas em casa e você ainda tem a cara de pau de dizer que nós dois somos decepções? – ela levanta – Sabe Lúcios, eu pensei que você fosse o amor da minha vida mas... Depois da derrota do lorde das trevas, você se tornou a pior pessoa do-

- CHEGA! – ele grita e ela recua – Eu cansei de você Narcisa! Você vai ser punida por esse desacato a mim! – ele puxa a varinha – Cru-

- Petrificu Totallus! – subitamente eu levanto da cadeira e senti todos os meus músculos se movimentando involuntariamente e quando dou por mim, eu já havia o petrificado – Mãe, você está bem? – vou até ela a abraçando

- Estou meu pequeno – ela faz carinho no meu cabelo. Segundos depois vou até meu pai

- Desculpa papai, mas é necessário – aponto a varinha para ele - Obliviate~

Sim... Eu apaguei a memória do meu próprio pai, fiz com que ele esquecesse de mim e de minha mãe. Para ele agora, nós nunca existimos, nunca fomos uma família... Vai ser bem melhor assim! Muito melhor!

- Vamos pegar nossas coisas e sair daqui – estendo a mão para mamãe e a mesma a agarra.

Vamos até o quarto e pegamos umas mudas de roupa e logo partimos para uma cidade próxima e nos hospedamos em um hotel local que era até legal.

Troco de roupa e me deito na cama e fico pensando no que aconteceu momentos atrás e fico um pouco ansioso por causa disso. Amanhã será um novo dia, minha vida vai mudar totalmente e estou feliz por isso e acabo dormindo em meio a devaneios.

30 de setembro de 1997: Embarque no expresso de Hogwarts.

Hoje eu irei embarcar no expresso para Hogwarts. Eu estava vestindo um moletom com o capuz cobrindo meus fios loiros, não queria ser reconhecido na plataforma, iria chamar atenção e isso é com toda certeza, algo que eu não quero. Todos ali presentes sabia de meus feitos na escola.

Embarco no trem e saio a procura de uma cabine o que realmente não foi difícil, havia pouca gente no trem então entrei em uma que estava totalmente vazia e fechei a porta.

Já havia posto meu malão na prateleira e agora estava a ler um exemplar de “Os contos de Beedle o bardo” uma literatura infantil porém, que gostava bastante.

*P.O.V Hermione Granger*

28 de setembro de 1997

Estava a acomodar meus pertences dentro do meu malão com muitos pensamentos em minha mente. Estava cansada de tudo, estava perto de desistir.... De desistir de mim mesma. Eu queria gritar e chorar, chorar até cair no sono, chorar até não aguentar mais, isso era o que eu queria a todo momento pós-guerra! Eu me sentia sob pressão mesmo não estando, eu me sentia ansiosa a todo momento, eu sinto como se tivesse que carregar todo o peso do mundo nas costas. Eu não me reconhecia mais, eu mudei para pior, eu não sinto mais a vontade de viver, eu não sei mais qual o meu propósito viva.

Passei umas semanas na casa de um dos meus melhores amigos e namorado, Ronald Weasley. Ele havia me convidado a ficar por mais tempo porém preferi voltar para casa e reencontrar meus amados pais. Quando cheguei eles não me reconheceram, o que eu já esperava. Eu desfiz o feitiço da memória que lancei sob os mesmos que logo se lembraram de mim e perceberam o tempo que eu havia passado fora de casa e me abraçaram com saudade.

Termino de empacotar meus pertences e me deito na cama sentindo meus olhos cheios de lágrimas e ao invés de prende-las, eu as deixei rolar. Eu desabei em lágrimas silenciosas e prendia muitos soluços para que os mesmos não chamassem a atenção de meus pais e que se encontravam em seu quarto ao lado do meu.

A cada lágrima que descia meu rosto, era uma lembrança dolorosa da guerra, era uma lembrança daqueles que perderam sua vida em prol da felicidade de muitos, aqueles que deixaram seus filhos com as histórias do quão corajosos seus pais eram, sobre como as suas ações corajosas contribuíram para que o reinado de terror do Lorde das Trevas chegasse ao seu fim.

Eu tentei ser forte, eu tentei proteger todo mundo mas não consegui. Eu tentei ser a melhor pessoa do mundo durante esses 8 anos mas eu não consegui! Eu não consegui nada... Eu me acho uma decepção... Eu sinto como se eu tivesse falhado com o mundo e com todos nele...

- Hermione querida – fala minha mãe batendo na porta do quarto – Não irá se juntar a nós para o jantar?

- Eu já vou mãe – falo com minha voz meio trêmula – Pode ir na frente, eu já vou – ouço seus passos se afastando e solto um suspiro.

Levanto enxugando meu rosto com um leve passar da minha mão. Saio de meu quarto e aproveito para passar no banheiro que estava no caminho, entro e lavo meu rosto para tirar a expressão de choro que eu carregava e me forço a dar um sorriso. Na saída do banheiro respiro fundo mais uma vez e me direciono para o andar debaixo mas especificamente, para a sala de jantar.

Meu pai e minha mãe me esperavam na mesa. Já haviam servido a comida mas não se atreveram a comer antes de eu me juntar aos mesmos.

- Você está bem minha querida? – fala meu pai passando a mão suavemente em meu rosto após eu me sentar

- Sim pai – faço um sorriso falso – Por que a pergunta?

- Nada querida – ele abre um sorriso – É só que... Você parece muito bem, mesmo depois de tudo o que aconteceu no mundo bruxo. Eu e sua mãe estamos um pouco preocupados por causa disso – ele agarra minha mão suavemente – Filha, você tem certeza que está bem?

Eu queria mais que tudo contar a eles como eu me sentia, eu precisava disso, eu precisava falar com eles como eu estava me sentido mas eu não conseguia, eu apenas falava

- Eu estou bem pai – solto um risada forçada – Eu prometo que estou bem ok? – olho no fundo de seus olhos – Bem, vamos comer?

- Ok querida – falam minha mãe e meu pai em simultâneo.

30 de setembro de 1997

Estávamos a caminho da Estação King’s Cross para que eu realizasse o embarque para Hogwarts para concluir o meu 7° ano. Eu não estava nem um pouco ansiosa para voltar para a escola, eu queria poder passar esse ano em casa para poder organizar a minha mente e fazer consultas semanais com minha terapeuta.

- Animada para a volta as aulas filha? – pergunta meu pai sem tirar os olhos da pista

- Ah... Sim... Muito animada. Uhuu – ele faz silêncio – É, eu realmente não queria voltar esse ano para Hogwarts, não sinto que estou pronta ainda mas, eu não quero me formar tarde. – ele solta um suspiro

- Nós entendemos querida, a escolha é sua e sempre iremos te apoiar ok? – fala minha mãe virando-se para trás e abrindo um sorriso

- Obrigada mãe – sorrio em retribuição e viro meu rosto para janela e acompanho o cenário da Londres trouxa.

Minha chegada em King’s Cross foi normal. Haviam alunos que pelo vistam, eram primeiranistas de Hogwarts andando de lá para cá. Eu estava indo em direção a plataforma 9½ quando ao longe avistei meu dois melhores amigos, Rony e Harry. Eles pareciam estar felizes em ver um ao outro e bem, eu também queria compartilhar minha felicidade em vê-los ali, juntos mas... Eles pareciam tão bem sem mim que não me dei o trabalho de ir cumprimenta-los.

- Hermione querida, não irá cumprimentar seus amigos? – pergunta meu pai meio em dúvida

- Eu não acho necessário... Acho que eles estão bem sem mim. – respondo meio longe em meus pensamentos – Eu falo com eles quando chegarmos em Hogwarts, por enquanto não é necessário ok?

Ele assente com a cabeça e continuamos a andar. Adentrei na plataforma e o trem estava se preparando para partir então, me despedi de meus pais e quando olho para o lado, vejo um menino de moletom com o capuz na cabeça e ele me era bem familiar mas não me importei muito.

Passei bastante tempo procurando uma cabine onde eu me sentisse confortável. Encontrei uma cabine apenas com um menino, o menino que eu avistei na plataforma. Ele estava lendo um livro mas eu acabei por retirar sua atenção

- Algum problema senhorita? – fala o mesmo com uma voz um tanto... Familiar

- É que eu não estou encontrando uma cabine muito boa, posso me sentar com você? – pergunto meio desajeitada e acabo por perceber que ele se sente meio desconfortável depois que terminei de falar – Não precisa se não quiser, eu procuro outro lugar.

- Não... Tudo bem, pode se sentar só... Não olhe diretamente pra mim – assenti com a cabeça e coloquei meu malão na prateleira feita com barras de metal que estavam a cima dos bancos e me sento em sua frente mas, sem contato visual.

Um tempo de viajem depois, o garoto misterioso parecia estar dormindo em um sono conturbado, ele parecia estar relembrando coisas não muito boas. Me levantei e tirei seu capuz me deparando com

- Draco?! – falo alto sem querer enquanto me preparava para sair

- E-Espera! – fala o menino loiro querendo chamar minha atenção para uma conversa – Por favor – eu não queria olha-lo mas não resisti

- O que você quer – falo me virando de forma agressiva – não tenho o dia todo.

- Vai ser rápido, eu juro – fala Draco quase que implorando – eu só queria que você soubesse que eu não me orgulho do que fiz todos esses anos com você – eu podia sentir a sinceridade em sua fala mas me fiz de difícil.

- Olha Malfoy – começo a falar – eu não posso te perdoar e nem devo mas posso lhe dar uma segunda chance – vejo que o menino abriu um leve sorriso – Porém, não ache que temos intimidade, só fale comigo quando precisar – ele acena com a cabeça – irei me retirar, tenha um ótimo dia.

Meu coração estava acelerado, eu nunca imaginei que Malfoy fosse me pedir desculpas mas, isso foi um bom passo para uma nova amizade.

*P.O.V Harry Potter*

30 de setembro de 1997

Após um ano de guerra, estou a retorno de Hogwarts que ainda está tendo certos reparos. Estava a caminho da plataforma pensando sobre o último ano ocorrido e como tudo o que aconteceu mudou-me por dentro. Eu me sentia um pouco vazio por conta de tudo... Eu tinha descoberto tudo o que meu pai tinha feito com o Snape, o quão babaca ele tinha sido. Snape por mais que fosse quem fosse, não devia ter passado por tanta coisa.

Assim como quase todos da Grifinoria, a família Wesley sentia o pesar da morte de Fred Wesley, uma perda sem tamanho. Me sinto um pouco responsável por isso ter ocorrido... Quem quero enganar... A culpa é minha... Nada disso teria acontecido se não fosse por mim... Talvez eu devesse ter morrido na floresta negra, isso o pouparia...

Harry? – ouço uma voz familiar – Sou eu, Rony! – olho para trás de mim e vejo meu amigo se aproximando. Vou até o mesmo encurtando a distância entre nós e o abraço, e o mesmo retribuí.

- A quanto tempo! Por que não me escreveu durante esse tempo? – pergunto ansioso pela resposta – Como estão todos?

- Estão todos relativamente bem, mamãe ainda está de luto por causa de Fred... Todos estão mas, ela e George estão piores que os outros. George voltou com a loja, não é a mesma coisa de antes mas, ainda trás aquele clima bom. Como eu disse, George assim como mamãe está muito mal com tudo isso porém, tenta não transparecer. Sempre põe um sorriso na cara e diz que está bem mas, sabemos que isso é mentira. Papai voltou a trabalhar algumas semanas atrás e a Gina não tá muito bem, está muito deprimida. Teve madrugadas que ela acordava gritando por causa de pesadelos e as vezes, acontece de ela ter crises de ansiedade e quando passava, ela falava que estava “revivendo” tudo... – fala ele em tom preocupado – Mas então, como você está? – ele corta o assunto e começa a se referir a mim.

- Eu estou ficando bem, melhorando a cada dia – dou-lhe uma resposta sincera – Eu tento não pensar muito no que ocorreu durante os últimos anos, principalmente o ano passado – o que claramente era uma mentira já que penso nisso cada milésimo de segundo, questionando como as coisas poderiam ter ocorrido – Mas então, tem falado com a Hermione? – começo a caminhar e levar o carrinho com meu malão e Rony faz o mesmo.

- Depois da guerra, ela passou um tempo lá em casa, ficava a maior parte do tempo comigo, dentro do quarto. A gente ficava conversando até a hora do jantar, isso me ajudou bastante durante esse tempo – ele responde sincero – Depois de alguns dias, ela teve que ir para casa se encontrar com os pais. Ela conseguiu se recuperar de tudo bem rápido, ela foi pouco afetada pelo que parece. – Fico o olhando por alguns estantes e pensando tudo o que passou em sua cabeça durante a sua recuperação

Depois de um tempo caminhando, chegamos até a plataforma que não estava com tanta gente como em outros anos. Ainda me pergunto se mesmo depois que Voldemort morreu, as pessoas continuam seguindo suas vontades, mesmo que a maioria estivesse preso em Azkaban.

Entro no trem sendo seguido por Rony e nos sentamos em um vagão que estava totalmente vazio. Coloco meu malão na parte de cima de uma prateleira feita com barras de metal e me sento em frente a Rony.

-Será que Mione vem? – pergunta o ruivo – Queria vê-la – ele sorri meio bobo

-Eu não sei, é provável que ela venha – respondo sua pergunta – ela não é do tipo de pessoa que falta aula – demos risada – Mas é verdade, não sei se ela vem... Saudades. – o trem começa a andar e começo a me sentir um pouco ansioso por voltar a grandiosa Hogwarts depois do fim da guerra.

Nossa viajem foi tranquila, não houve nada que nos parasse ou impedisse dessa vez. A moça dos doces passava de vez em quando e como duas pessoas normais, compramos vários doces de vários sabores.

Rony me contou um pouco mais sobre como tem sido a vida do mesmo depois da guerra, sobre o relacionamento dele e da Hermione.

30 de setembro de 1997: 20:00

Após uma longa jornada de Londres até Hogwarts, finalmente estamos a descer do trem para ir em direção das carruagens quando, ao longe, avisto uma garota de cabelos castanhos avermelhados que já havia reconhecido e percebido que era Hermione. Ela andava rápido e eu senti que não conseguiria alcança-la a tempo de uma conversa.

O Weasley que me acompanhava ficava observando tudo ao nosso redor e não deixava escapar nada. Tudo o que aconteceu o deixou meio observador além da conta e o tornou uma pessoa mais reservada.

Q.B.T

A entrada de todos os alunos no salão não foi tão calorosa quanto seria em outros anos. Estava tudo em tons de cinza como se a morte ainda nos rodeasse.

Rony teria encontrado um lugar na mesa da Grifinória e conversava com alguns poucos alunos. Fui me sentar ao seu lado enquanto procurava Hermione, que ainda não havia aparecido em nenhum lugar.

Quando me sentei, olhei para mesa da Sonserina e vi um garoto usando um moletom cinzento e um cabelo loiro, ele parecia entretido em uma literatura clássica, considerada infantil por muitos, mas que guardava a origem das relíquias da morte.

Ele parecia um tanto quanto solitário, tive vontade de ir ao encontro do menino mas me mantive sentado e deitei minha cabeça em meus braços caindo em um breve cochilo.




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