História A Hogwarts de Meghan 2 - Capítulo 12


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Categorias Harry Potter
Personagens Dominique Weasley, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Louis Weasley, Lysander Scamander, Minerva Mcgonagall, Personagens Originais, Ronald Weasley, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Rúbeo Hagrid, Tiago S. Potter
Tags Aventura, Harry Potter, Magia
Visualizações 17
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem:):):)

Capítulo 12 - Eles pensaram em tudo


Fanfic / Fanfiction A Hogwarts de Meghan 2 - Capítulo 12 - Eles pensaram em tudo

Pov. Meghan


Enquanto caminhava pelas ruas movimentadas do beco diagonal, recordava da lembrança que me fez vim pra cá.

"Eu deveria ter uns cinco anos ou um pouco mais. Era manhã de natal, meus pais estavam de folga, então eu já tinha levantado bem cedo pra acordar eles.

- Papai. - eu o balançava com intenção de acordar ele - Os presentes. - disse.

- Já vai Meg. - falou sonolento - Amanda. - se virou pra minha mãe que estava se levantando.

- Vamos vai. - ela fez sinal pra que saíssemos do quarto e fôssemos até a sala.

Eu descia pulando, feliz. Era raro ter meus pais em casa, normalmente eles aproveitavam os feriados pra roubarem. Mas, o natal não. O natal eles faziam questão de passarmos juntos.

- Olha aqui Meg. - ele me entregou um pacote pequeno, mas nas minhas mãos de crianças era enorme. Eu rasguei o papel e abri a caixa com a maior alegria do mundo. Mas estranhei o presente.

- O que é isso? - olhei confusa pra peça que ele tinha me dado.

- Isso. - disse pegando o objeto da minha mão - É um bracelete.

- Um bracelete? - meus olhinhos brilharam com o objetivo dourado à minha frente.

- É de ouro. - disse ele.

- Ouro?

- É, você vai poder ter muitas coisas dessas. - falou e olhou pra minha mãe - Mas quando tiver maior. - se apressou a dizer.

- Ray. - ela se pronunciou - Dá logo o presente da menina.

- Tá bom. - ele se virou e pegou outra embalagem - Abre. - me entregou. Minha mente de criança pensava: "Que legal! Dois presentes!" Mas minha mente de agora, sabe que era só uma distração. Eu abri a embalagem e era uma boneca, eu fiquei muito feliz também, mas meus olhos voltaram pro bracelete que meu pai estava guardando.

- E isso pai? - apontei na direção do bolso dele.

- Eu vou guardar. - falou sorrindo.

- Onde? - eu estava curiosa.

- Onde eu sempre guardo as coisas pra você. - disse se aproximando - No banco."

Eu não dei muita importância pro que ele disse naquela época. Mas, agora fazia sentido. A mensagem na foto parecia ser a coisa mais besta do mundo.

Eu caminhava pelas ruas em direção ao lugar mais seguro depois de Hogwarts. O Gringotes. Tinha que ser rápida, antes de dessem minha falta na escola. Passei pelas pessoas que estavam pelas ruas, e cheguei. Tinha chegado ao meu destino. 

Quando passei pela porta, senti os olhares daqueles bichos estranhos. Já tinha ouvido falar deles, eram duendes. Mas nunca tinha visto um de perto. Parei em frente à um que estava carimbando alguma coisa, ele parecia nem ter notado eu me aproximando.

- Licença.  - falei tentando chamar sua atenção, em vão - Licença. - falei de novo - Senhor. - falei mais alto conseguindo que me notasse.

- O que deseja? - perguntou com aquela cara emburrada.

- Quero ver um cofre. - disse.

- Número. - falou.

- 567, Fosters. - respondi com a melhor segurança na voz possível.

- Fosters? - parecia pensar - Faz tempo que ninguém vem a procura dele.

- Verdade. - falei - Tivemos alguns problemas.

- Hum. - murmurou - Pode pro provar?

- Eu tenho isso. - pendi a mochila no ombro e tirei de lá o porta jóias.

- Entendo. - murmurou de novo - Me acompanhe. - disse descendo do palanque que estava. Fui atrás dele.

Descemos alguns degraus e chegamos ao que parecia um carrinho daqueles de mina. Entramos e ele começou a andar. O porta jóias ainda estava em minhas mãos, o duende na minha frente não falava nada, só esperava até chegarmos no cofre.

- Como vamos abrir? - perguntei. Já que eu não tinha a chave né? 

- Com a chave. - falou indiferente - Precisava saber se você estava falando a verdade.

- Entendi. - olhei pro lado enquanto ainda descíamos.

- Chegamos. - anunciou ele. Paramos em frente à uma porta dupla de que ferro negro. Ele tirou alguma coisa do casaco. Era a chave. Ele a colocou na fechadura e a girou. A porta abriu e quando eu entro minha boca se abriu junto.

- Meu Deus. - não acreditei no que estava vendo - Meu Deus. MEU DEUS! - eu não sabia se ficava alegre ou surpresa. Meus pais são incríveis, não é possível.

A sala estava cheia. CHEIA de ouro e dinheiro. Havia pilhas de dinheiro trouxa, pilhas de dinheiro bruxo, objetos dourados e de prata. Eles tinham guardado uma parte do que roubavam pra mim, eles eram demais.

Eu passei a mão pelas aquelas pilhas e pelos objetos. Fui um pouco mais a fundo na sala e encontrei uma bancada, uma mesinha pode-se dizer. 

- Não acredito. - sorri quando vi o que estava lá. Era o bracelete. Junto dele tinha uma pasta. Eu estava admirada com tanta coisa. Peguei o objeto e toquei seus detalhes, era lindo. 

"Você vai poder ter muitas coisas dessas" a frase do meu pai ecoava na minha cabeça.

Voltei meus olhos pra pasta preta em cima da mesinha. Coloquei o bracelete de volta e pus a caixa ao seu lado, a peguei duvidosa. Era grossa e espessa. Tava com receio. Mas abri.

- O que? - quando vi o que tinha ali dentro eu soube. Meus pais sempre pensam em tudo. 

Eram documentos. Documentos. O que eu tô em mãos não era só documentos normais. Pareciam de verdade, mas eram falsos. Tudo estava em nome dos Fosters.

Eu havia esquecido. Mas eu sou muito burra mesmo. Se a gente viajava ou comprava alguma coisa, não podia usar nossos nomes. Por isso das várias identidades falsas que eles tinham. Mas eles tinham feito esses pra mim. Só pra mim.

Tinha certidão, identidade, cpf, passaporte, e outros documentos. Eu podia fazer qualquer coisa com eles. Mas deixo o pensamento de lado. Guardei a pasta na mochila e pego um pouco de dinheiro. Coloquei a caixa em minha mãos e me virei em direção a porta.

Eu ia sair. Mas parei. Aqui é o lugar mais protegido não? Então o ministério não iria desconfiar de nada. Procurei por algum lugar e achei um canto, pensei um pouco antes de colocar a caixa ali. Antes de deixar ela, a abri mais uma vez. Peguei o colar que James tinha me dado e uma das fotos em que meus pais estavam sozinhos. Depois de fechar eu saí, aí sim eu sai de verdade. 

Depois de trancar a porta, o duende me entregou a chave, eles disse que eu só poderia voltar aqui com ela. Voltamos para sala principal e eu voltei a andar pelas ruas do beco diagonal. Dessa vez feliz como nunca. Eu não sabia ainda o que ia fazer com essas coisas, mas eu tenho uma certeza que eu nunca deixo de confirmar. Minha vida, é uma caixa de surpresas.



Notas Finais


Espero que tenham gostado
♡♡♡


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