História A Indomada - Capítulo 1


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland, Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Aventura, Emma Swan, Regina Mills, Romance, Swan Queen
Visualizações 534
Palavras 723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Hentai, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meninas estou com uma nova história para vocês.
Eu já estava com essa ideia dessa fic há algum tempo, mas foi dona J.Mo que me deu esse empurrãozinho com aquelas fotos montada em um cavalo e laçando, em uma fazenda com uma amiga que eu jurava que era nossa L. P. Infelizmente não era mais vamos imaginar que era.
Então convido à todas para mergulhar nessa aventura comigo.
Enjoy.
Obs: A foto desse capítulo tirei do google não se tem autoria. Qualquer dúvidas é só me avisar que retiro da fic.

Capítulo 1 - Introdução


Fanfic / Fanfiction A Indomada - Capítulo 1 - Introdução

As histórias do velho Oeste estão cheias de lendas sobre uma domadora de cavalos selvagens marchador. Muitas pessoas respeitáveis mencionaram nos seus diários e documentos, terem vistos uma domadora de cavalos selvagens mais exímia do Oeste.

Dizia-se que esta domadora de cavalos selvagens percorria as regiões do Texas ao Oklahoma, entrando pelo Novo México e Colorado atrás de cavalos selvagens para domá-los. Suas façanhas eram inúmeras. Ela era conhecida como Emma Swan  a domadora Dourada.

Regina Mills sempre teve o que queria nas mãos, mandava e desmandava, muito mimada pelo seu pai, moça de gênio difícil. Muitos tentaram ao longo dos anos submetê-la ao rédeas curtas, mas ninguém havia obtido sucesso até agora. Regina Mills é a Indomada.

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A cordilheira oriental das montanhas do deserto lançava longas sombras matutinas no solo do vale da Fazenda Enchanted em  Storybrooke. Suas encostas eram escurecidas por bosques espessos de arbustos e pinheiros. Vinda do sul, a brisa trazia o cheiro de água dos canos de irrigação que borrifavam os campos onde a salva e o capim de Storybrooke davam lugar a um tapete verde.

Montes de feno, como montículos dourados de pão, jaziam ao lado dos anexos da estância de cavalos e gados. Estábulos, currais e galpões de equipamento pontilhavam o quintal, dominados pela casa ampla e despretensiosa que se situava numa elevação, cuja posição ligeiramente mais alta lhe dava uma vista geral da fazenda inteira.

A água preciosa não era desperdiçada em elevados, e a vegetação resistente do deserto ocupava a terra ao redor das casas. Três cavalos árabes puro sangue bem novinhos pinoteavam dentro de um dos currais. Duas pessoas os observavam, junto à cerca. Uma delas era jovem, e a outra, mais  velha. Com os braços jogados sobre a tábua superior da cerca, o homem grisalho era flexível e curtindo com uma boa corda. Os seus olhos estavam permanentemente apertados, devido aos longos anos de contato com o sol e o vento. 

Leroy Spencer era sozinho na vida, não tinha família sempre morou na fazenda onde trabalhava e que é o capataz, mas já estava perto de se aposentar, e o mais perto que Leroy chegara de ter sua própria família era a jovem sentada na cerca ao seu lado, a filha do seu patrão Henry Mills. Ele não deixara rastros na vida que o vento do Maine não pudesse apagar um minuto.

Para Regina Mills, tudo que queria na vida estava em sua frente. O mundo esperava aos seus pés, como desde o dia que nascera. Sempre tivera tudo na vida, nunca precisou trabalhar. Regina começava a dar-se conta dos privilégios que advinham de ser filha única do patrão, privilégios a que anteriormente não dava muita importância.

Essa percepção dava-lhe uma sensação de autoridade e poder. Era evidente na sua postura: a inclinação levemente régia de cabeça. Abaixava a cabeça apenas para um homem, e esse era o seu pai. Era a força propulsora de sua vida. Somente na  companhia dele é que a vulnerabilidade brilhava nos seus olhos, tão nitidamente marrom como do seu cavalo Rocinante.

A mãe era uma lembrança esfumaçada, uma presença nebulosa do passado, que morrera quando Regina  estava com quatro anos, de complicações causadas por uma pneumonia, não tinha irmãos. Um retrato num álbum de fotografias confirmativa a existência da mãe Cora Mills, mas Regina não tinha nenhum sentimento de perda por alguém de quem mal se lembrava, pois ela era muito pequenina.

A Fazenda dos Mills consistia em mil acres próprios, mais milhares de outros acres federais arrendados para pastagens dos vários cavalos marchador que o Sr. Mills criava. Regina a princesa desse pequeno império;seu pai o rei. Jamais lhe ocorrera que devia haver uma rainha. Precisava apenas do pai, e este dela e de mais ninguém. O mundo para Regina Mills estava completo.

O barulho estrondoso de uma caminhonete vermelha que veio sacolejando pela trilha cheia de buracos que ligava a auto-estrada ao quintal da fazenda chamou a atenção de Regina, eles não estavam esperando nenhuma visita. Olhando por cima do ombro, Regina franziu a testa ao ver o veículo desconhecido. A veia da testa ficou mais evidente quando ela viu a placa do Estado do Arizona.

Virou-se para Leroy Spencer de perguntou:

- O que será que essa estranha quer aqui na minha fazenda? - falou Regina com uma cara de poucos amigos.

 


Notas Finais


Então o que acharam? Devo continuar?
Deixem seus comentários aqui para eu saber da opinião de vocês.
Se a resposta for positiva voltarei logo com um novo capítulo.
Aguardando comentários.


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