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História A inevitável e irresistível paixão proibida - Capítulo 10



Notas do Autor


Boa leitura!
Estamos na reta final da história.
Haverá uma passagem de tempo

Capítulo 10 - Encarando um trauma do passado


Anthony on: 

A luz do sol adentrava o quarto e iluminava a bela face de Kate, que dormia tranquilamente. Ela estava nua. O lençol cobria apenas seu quadril. Suas costas e parte de seu seio estavam à mostra. Eu estava deitado de frente para ela e minha mão repousava na cintura dela. 

Eu beijei sua testa e abracei. Ela sorriu em resposta. Eu senti meu coração aquecer. Uma voz em minha cabeça me disse naquele instante que seria uma boa ideia eu deixar de lado o meu trauma e me permitir amar aquela mulher tentadora. Eu me recordei do sofrimento de minha mãe quando meu pai morreu e então eu me afastei de Kate, lentamente para não acordá-la. 

Eu me levantei da cama e me vesti. Eu saí do quarto e fui em direção ao meu escritório. 

Assim que eu adentrei-o eu peguei um monte de papel que havia sobre a mesa ali presente e comecei a lê-los. Eu precisava ocupar minha mente. Eu não podia amar Kate. Ela não podia amar. Dessa forma, quando eu morresse, e seria em breve provavelmente, ela não sofreria por mim e poderia seguir sua vida em paz. 

[...]

Eu ouvi batidas na porta e disse: 

-Entre 

-Anthony? - Era minha esposa. Ela estava vestindo um lindo vestido lilás, que marcava as curvas do corpo dela. Ela estava com uma expressão enigmática em seu rosto e eu fiquei curioso para saber por qual razão ela estava assim. Eu estava surpreso em vê-la

-Kate? O que faz aqui? 

-O que eu faço aqui? O que você faz aqui? - Kate questionou demonstrando irritação. - Somos recém- casados! 

-Desculpe. - Eu pedi, notando minha estupidez. Realmente não era para eu estar trabalhando neste momento. Era para eu estar nos braços de minha mulher. Mas...Assim eu poderia acabar nutrindo novos sentimentos por ela e aumentando os que eu já tinha. - Eu precisava ler e assinar alguns documentos, que são muito importantes.  Eu pensei que você não se importaria se eu me ausentasse um pouco

-Um pouco? Você ficou a manhã inteira neste escritório! - Ela disse séria e em tom de repreensão. Eu assenti e fiz sinal de rendição.

-O que eu posso fazer para você me perdoar? - Eu perguntei, me aproximando dela, abraçando sua cintura 

-Fique quietinho - Ela falou e pôs seu dedo indicador sobre meus lábios. Eu sorri e então ela sorriu também de um jeito travesso- Agora é minha vez de trabalhar. - Ela uniu nossos lábios e pediu passagem para aprofundar nosso beijo. Eu cedi e nós começamos a nos beijar com voracidade. Ela agarrou meu pescoço e me fez sentar sobre a cadeira. Ela ergueu o vestido dela e sentou-se em meu colo. Ela beijou meu pescoço. Eu apalpei suas coxas.

Ela principiou a fazer movimentos de vai e vem em meu colo. Minha região íntima passou  a reagir e eu segurei com mais firmeza a cintura dela. 

Ela parou de se mexer de repente, saindo de cima do meu colo  e riu ao ver minha cara de decepção. 

-Aonde você vai? - Eu perguntei, pondo minha mão sobre meu membro inferior, que estava levantando

-Você dever ter muito trabalho a fazer, milorde. Talvez mais tarde a gente possa terminar o que começamos - Ela disse e piscou para mim. Logo em seguida ela se retirou sorrindo ironicamente.

-Kate, volte aqui- Eu gritei, passando a mão em meu cabelo. 

[...] 

Kate on: 

Eu estava casada há dois meses com Anthony. Eu não estava vivendo um casamento ruim, mas também algumas coisas não eram do jeito como eu desejava que fossem. Um grande problema que havia era o fato de Anthony passar grande parte do tempo trancado em seu escritório. Eu não via Edwina com muita frequência por causa dos meus compromissos como viscondessa. 

Eu e Anthony só nos víamos à noite. Ele costumava evitar conversar comigo por bastante tempo. Pelo menos essa era a impressão que eu tinha. Nós tínhamos muita química na cama. Quando fazíamos amor parecia que nós nos encaixávamos perfeitamente, parecia que nós nos completávamos. Era como se pudéssemos expressar o que sentíamos e pensávamos através dos nossos gestos, atos. O que Anthony dava a entender nesses momentos era que ele sentia algo forte por mim assim como eu sentia por ele. Mas isso poderia ser apenas uma ilusão. 

Eu estava sentada num banco que se localizava no jardim de minha casa nova, observando os lírios que ali haviam quando uma abelha pousou em meu ombro . Assim que eu fiz menção de espantá-la com a minha mão, eu ouvi Anthony dizer, nervosamente

-Kate, não se mexa. Por favor, não se mexa - Ele dizia exasperado, enquanto se aproximava 

-Anthony, é só uma abelha - Eu falei, fazendo novamente menção de espantar o inseto. Anthony segurou minha mão e quando eu tentei me desvencilhar dele a abelha me picou, voando para longe logo em seguida

Eu senti um leve incômodo e repreendi meu marido 

-Está vendo o que você fez? A abelha me picou! - Eu falei, pondo minha mão no local da ferroada. 

-Você está bem?- Ele falou mais alterado do que antes. - Está conseguindo respirar? 

Eu comecei a me preocupar com a atitude dele e pus minha mão sobre sua face 

-Acalme-se. É só uma picada de abelha. Está doendo um pouquinho, mas vai passar. Eu estou bem - Eu falei e ele assentiu, ainda com os olhos arregalados e com a respiração anormal. Eu abracei- o e ele me abraçou de volta, apertadamente. 

-Eu...Eu não perder...de novo...Eu não posso perder. - Ele falava coisas  que eram um pouco desconexas para mim naquela instante e eu apenas assentia enquanto acariciava seu cabelo. 

-Vai ficar tudo bem, Anthony. 


Notas Finais


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