História A Irmã - Capítulo 7


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Categorias Inuyasha
Personagens Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Kagome Higurashi, Kikyou, Kouga, Miroku, Naraku, Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru, Shippou
Tags Amor, Comedia, Inuyasha, Kagome, Miroku, Sango, Shippo
Visualizações 105
Palavras 1.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - VII - Nevoas do Passado (Parte II) Akai Ito


Fanfic / Fanfiction A Irmã - Capítulo 7 - VII - Nevoas do Passado (Parte II) Akai Ito

A Irmã

Capítulo VII - Nevoas do Passado - Parte II

Akai Ito

"Um fio invisível conecta os que estão destinados a conhecer-se...

Independentemente do tempo, lugar ou circunstância...

O fio pode esticar ou emaranhar-se,

mas nunca irá partir."

No dia seguinte. Eu me deitava em uma grama verde de um capo, não havia vestígios de humanos por perto. Com os braços por baixo da cabeça, meu corpo se esquentava com o sol. Meus olhos estavam fechado é eu estava preste a dormi, quando senti o cheiro de Hiro se aproximando. Senti ele pisar na grama ao meu lado é se sentar, pelo cheiro, trazia consigo comida. Hiro cutucou minha bochecha levemente, e quando abri os olhos para olha-lo, descobri que ele estava perto demais.  

Seu rosto estava a pouco centímetros do meu. Seus olhos azuis me encaravam de uma forma que fez meu coração bater mais rápido é minhas bochechas queimarem. Prendi o ar, Hiro abriu o sorriso gentil que tinha é se afastou. Voltei a respira, sentando-me é encarando o campo a frente. 

— Fome?— perguntou. 

Respirei fundo, tentando acalmar meu coração. Esse humano é perigoso.  

— Comi um javali.— respondi fria. Torci o nariz cheirando algo, olhei para o saco que ele tinha no colo.— Mas aceito o sakê. 

Ele franziu o cenho intrigado. 

— Você possui um belo olfato, InuMary.— disse abrindo o saco é retirando uma jará, me entregando logo em seguida. — Quem de seus pais é um Youkai? 

O olhei de escanteio, sabei que ele ia me perguntar esses tipos de coisas. 

— Meu pai era o grande Dai-Youkai, conhecido como Inu No Taishou.— contei-lhe. 

Hiro me olhou incrédulo. 

— Seu pai era uns dos Lords Youkais?— franzi o cenho, Sesshoumaru-onii-sama nunca me disse isso. Só que nosso pai era um grande Youkai, mas nunca falou dessa coisa de ''lords".— E sua mãe? 

Virei a cabeça para o lado oposto do dele. 

— Não tenho mãe. Disseram-me que ela morreu quando eu nasci. Mas em todo caso, era só uma humana fraca. 

— Por que diz isso?— perguntou ele com um tom de voz fraca.— Isso não é coisa que se diga da mulher que lhe deu a vida. 

Revirei os olhos é deitei-me de lado, apoiada no cotovelo é a cabeça na mão.  

— Que seja.— resmunguei tomando mais um pouco do sakê.— Ontem você viu minha forma fraca, inútil é irritante. Se não fosse por ela, eu seria um Youkai completo. 

Um par de mãos empurraram minhas costas, fazendo-me perder o equilíbrio é bater a testa no chão. Levantei a cabeça lentamente é virei-a em direção dele, irritada, encarei seu sorriso descontraído.  

— Maldito. Você quer morre?— perguntei rudemente, me sentado novamente. 

— Você disse que não me mataria.— indagou. 

— Nunca disse tais palavras.— retruquei.  

Hiro olhou para o céu, seus olhos competiriam com ele. Dois azuis lindos que  se destacam os outros. Seu rosto era sereno é transmitia paz. Ainda não intendi como um humano podia ser assim. Hiro usava vestes de cores escuras é branca. Estava claro que ele era filho de um nobre, devia ter muitas pretendente.  

E sem perceber, havia passado um ano. E eu estava ainda vivendo nos arredores da vila. Todos os duas Hiro ia me vê, levando comida é outras coisas. Como roupas é objetos interessantes. Conversávamos bastantes, e meus sentimentos por ele aumentaram de uma forma absurda. Eu definitivamente havia me apegado a ele, não sabia o por que. Mas não queria me separa. Hiro era importante, isso mostrava claramente pela forma de ainda estar vivo.  

Estávamos deitado debaixo de uma cerejeira, olhando para seus galhos floridos é o céu azul. Hiro ao meu lado esbouçava um sorriso de ternura. Seu típico sorrio, no qual eu não me canso de olhar. Virei a cabeça lentamente, olhando-o. Eu realmente não sabia o que estava sentindo, mas, era diferente do que sentia pelo meu irmão é pela nossa mãe. Era diferente da raiva que sentia por qualquer outro humano ou Youkai. Não entendia o que estava acontecendo, mas, queria senti aquilo para sempre. 

Senti sua mão pegar a minha é erguer, Encachando seus dedos nos meus, encarei-o sem entender nada é corada. Hiro olhou para mim, percebi que suas bochechas estavam um pouco coradas.  

— Sabe o que é o, Akai Ito?— perguntou ele. Neguei com a cabeça.— Akai Ito é uma lenda que diz que, quando nascemos, os deuses amarram um fio vermelho no nosso dedinho. E a outra ponta, estar a pessoa que estamos destinados.— contou ele— O fio vermelho do destino, conectar as pessoas que estão destinadas as se conhecerem é ficarem juntas. 

— Você acredita no destino? 

— Acredito, que foi ele que nós juntou, InuMary. — exclamou olhando-me nos olhos.— Que estamos destinados um ao outro.  

Minhas bochechas queimaram ainda mais quando ele encachou seu dedinho no meu. Imaginei um fio vermelho amarrado no meu dedinho é a outra ponta no dele. Sorri com aquilo. Apesar de absurdo, desejei com todas as minhas forças que fosse verdade. 

Com a outra mão, ele fora em direção a minha cabeça. Fazendo carinho em minhas orelhas. Esse idiota sabia muito bem meu ponto fraco, ele sorriu quando viu que eu gostava daquilo. Torci no nariz farejando algo que se aproximava rapidamente. Levantei-me pegando minha espada e desembainhando-a. Um Youkai apareceu em nossa frente, grande é feio. Eu estava praticamente limpando os arredores do vilarejo. Como não tinha nada para fazer enquanto Hiro estava em casa, eu matava os inferiores irritantes. 

Com um golpe só, parti-o no meio o matando.  

— Que irritante.— murmurei embainhado a Magatsukami.— Minha espada não serve só para exterminar Youkais inferiores como esses. 

— Gosto de você! — a voz de Hiro me assustou, ele estava perto de mim. Serio e ao mesmo tempo calmo. Senti meu coração acelerar como se fosse sair do meu peito, minhas bochechas arderam tanto que doía.— Sei que somos de raças diferentes, mas não nego o que sinto.  

Dei um paço para trais. 

— Hiro... 

— Eu gosto de você, InuMary!— declarou mais uma vez.  Minhas pernas bombearam, eu quase ia caindo se ele não tivesse me segurado é me abraçado fortemente. Pude senti seu coração bater tão rápido quanto o meu. 

— Hiro...eu...— não conseguia falar ou não tinha ideia do que dizer. Então respirei fundo, sentindo o cheiro dele. Uma fragrância que só ele tinha.— Eu...gosto...de você! 

Senti ele abri um sorriso, me apertando mais contra si. 

— Sei que á algum modo que possamos ficar junto.— disse baixinho.— Eu vou achar um jeito, prometo a você. 

[-:-§-:-] 

Meses se passaram, e o meu amor por Hiro crescia cada vez mais. Os dias eram mas alegres é divertidos. No final da tarde, me acomodava nos braços dele é imagina nosso futuro junto. Apesar de ser incerto, não conseguia parar de pensar na melhor forma possível. Imaginava como seria nossas vidas, como Sesshoumaru-nii-san regirai a isso. E como o povo dele reagiria.  

Mas, o que realmente aconteceu foi trágico. Poderia dizer que foi o pior dia da minha vida. Que fez a confiança que eu tinha em Hiro, se transformasse em um ódio eterno pelos humanos. 

Um dia de inverno, Hiro não apareceu.  

E nem no dia seguinte, e nem no outro. 

Ele nem saia da aldeia para nada, angustiada é preocupada. Eu rondava a aldeia todos os dias, em busca de Hiro. Porém, notei que a aldeia estava mas movimentada. Uma caravana chegou, e o pai de Hiro foi os recebe-los. Porém, nada ainda de Hiro. Então, eu esperei. Esperei pacientemente até a próxima noite do primeiro dia. Pensando, imaginando o que será que havia acontecido. 

Quando o sol de pôs, meu corpo se transformou. E sem pensar direito, entrei na aldeia. A angustia era tanto, que não me fazia pensar direito. Estava tão apaixonada, que, o amor havia me cegado. Ao entrar na aldeia, ao imediato notei uma diferencia. Estava decorada, completamente. Alguma coisa estava para acontecer, não parecia que era um festival.  As ruas estavam movimentadas é as vozes dos humanos não paravam. Todos falavam de uma só coisa, á união das famílias.  

Não sabia o que significava. Mas também não queria saber, apenas, queria encontrar Hiro. Caminhei rapidamente até sua casa, porém, não pude entrar. Homens armados guardavam a entrada. Esses humanos insignificantes não seriam grande coisa, mas, eu estava enfraquecida. E acabaria sendo derrotada. Inconformada com aquilo, dei a volta na casa é subi em uma arvore. Para ter uma visão melhor de dentro. 

Sentei no galho mais alto. Tendo uma boa vista de tudo. Avistei os serviçais, o pai de Hiro é sua mãe. Seus irmãos menores é até um animal pequeno é peludo.  A impaciência me consumia, queria entrar lá é gritar. Chama-lo. Acha-lo é abraça-lo. Queria que ele tirasse todo esse sentimento ruim que eu estava sentindo. Queria que ele voltasse para mim. 

Mas, o que eu vi foi totalmente diferente do que imaginava. 

Nos jardins, encontrei Hiro. Como sempre, estava charmoso é com um sorriso alegre. Porém, não estava sozinho. Uma jovem estava ao lado dele. Nunca havia a visto. Ela vestia uma kimono elegante. Seus cabelos eram negros, presos em uma trança. O rosto pálido é a boca rosada, aumentava sua beleza. Não gostava da sensação que crescia em meu peito. Um sentimento, um aperto.   

O que era aquilo? 

O rosto de Hiro se aproximou do dela. O rosto sorridente, o sorriso que ele apenas dava para mim. Seu corpo, suas mãos a segurava delicadamente, como se fosse uma peça de vidro. Então, ele a beijou. A incredulidade tomou conta do meu rosto, meu coração começou a acelerá é apertar. Minha boca caiu ao vê aquela cena. 

Hiro estava com outra.  

E meu coração havia se partido.



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